Depois do primeiro "Elizabeth", de 1998, Cate Blanchett volta a surpreender-nos neste novo capítulo histórico desta grande rainha britânica.

Passado na Inglaterra de 1554, este filme, do indiano Shekhar Kapur, centra-se nos primeiros e conturbados anos, em que a soberania inglesa se encontra ameaçada por outros Estados. Aqui, assiste-se a uma rainha forte, mas com fraquezas, cuja vida é posta em perigo por conspiradores, que podem estar ligados tanto a Espanha, como à própria família ou ao Papado, dado ser uma soberana protestante.

O filme pode ser acusado de dar mais importância à forma do que ao conteúdo, devido ao recurso a uma fantástica produção, às vestes e cenários... Mas não faz parte do cinema uma boa reconstrução visual? Não é o cinema feito para os nossos olhos verem... E se maravilharem?
Lá fora, o filme tem estado a ser alvo de críticas por "dar maior ênfase ao romance do que à História". Podemos, de facto, observar alguns instantes de tensão amorosa aqui e ali, mas encontramos sempre contrapontos sólidos que sustêm a narrativa. Um bom trabalho de realização, sem dúvida.
Um dos momentos mais interessantes ocorre quando Elizabeth se torna verdadeiramente Rainha, ao tomar a difícil, mas necessária, execução da sua "concorrente" prima, a Rainha da Escócia. Mas outros momentos há que merecem a nossa antenção e admiração. Por exemplo, quando Elizabeth coloca uma armadura e se prepara para combater ao lado do seu povo. Mas mais não conto.

Fiquem certos de que este "Elizabeth, A Idade de Ouro" é um grande filme: tem uma fotografia notável, um naipe de actores formidável e uma excelente Cate Blanchett. Será que é desta que ganha o merecido Oscar de actriz principal? No primeiro "Elizabeth", este galardão passou-lhe, injustamente, ao lado...

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A marca Tod's chegou a Lisboa! No passado Sábado, 27 de Outubro, esta marca italiana de acessórios de luxo abriu a sua primeira loja em Portugal, naquela que se tem vindo a tornar na artéria mais luxuosa de Lisboa: a Avenida da Liberdade.

Das 10h às 19h30, foi um "rodopio" com a entrada e saída incessante de clientes, imprensa e amigos. A curiosidade era mais que muita...

Para o efeito, organizei um "pequeno" evento (porque se tratava de sábado de manhã, dia muito pouco próprio), de modo a aproveitar a estadia de Paolo Siepi, Director Geral da Tod’s para o Sul da Europa. Felizmente, pude contar com duas elegantes “madrinhas” da marca – Sofia Cerveira e Vicky Fernandes, que aceitaram o meu convite para dar a cara pela Tod's no nosso país. Estou certo de que me vão ajudar a divulgar a marca. Mais amigas se lhes juntaram nessa manhã.

Agora, no número 196, três amplas montras recebem o público português no mais sofisticado requinte. A loja é dedicada sobretudo às colecções de sapatos, acessórios e malas para Homem e Senhora, tendo também um espaço dedicado às colecções da Tod’s para os mais pequenos.

Este novo espaço espelha o espírito sofisticado e elegante da marca: chão em mármore, móveis de madeira lacada e prateleiras em aço escovado, para criar um ambiente acolhedor e requintado. Para tornar ainda mais intensa e intimista a atmosfera da boutique Tod’s, a decoração recorre ainda a confortáveis sofás.

Ah, e a colecção é linda!!!

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No passado fim-de-semana, fui a Fátima com uns amigos. Depois de um belo passeio - Lourinhã e Óbidos, decidimos ir a Fátima visitar a Igreja da Santissima Trindade. E viemos impressionados.

Este projecto, da autoria do arquitecto grego Alexandros Tombazis, é magnifico. Não choca, em nada, com a "esplanada" envolvente da Cova da Iria, nem com a Basílica, que se encontra na outra extremidade.

Trata-se de uma obra sóbria, algo minimal e elegante. Com betão branco, que é raro ser usado por cá, tem um perfil que se integra perfeitamente no terreno, adaptando-se ao declive existente. Não é à toa que se espera que passe a integrar os roteiros de arquitectura contemporânea em Portugal...

Esta nova igreja traduz ainda preocupações de poupança de energia, pelo que não apresenta telhado, mas sim painéis reguláveis, que servem para controlar a luz do espaço. Mas uma das suas peças com maior impacto (e que mais visitas concentrava) é a parede de fundo do altar, que inclui alguns desenhos de figuras cristãs mas de inspiração ortodoxa. Destaque também para o enorme Cristo que paira sobre o altar, suspenso apenas por um cabo.

A ideia de construir uma nova igreja no Santuário tem, pelo menos, 20 anos e teve origem no facto de a actual Basílica ser insuficiente para receber todos os que desejassem participar nas celebrações do Santuário e/ou realizar celebrações próprias.

Foi muito interessante ver também ali, já fora da igreja, elementos do arquitecto Siza Veira, quer em mobiliário, quer nos desenhos dos azulejos que revestem algumas paredes ( a igreja possui um piso subterrâneo, com várias capelas - todas das autoria do arquitecto portuense).

Ah, também fomos à Missa, mas na Basílica.
Lembro que a inauguração da Igreja da Santissima Trindade coincidiu com encerramento das celebrações dos 90 anos das aparições.

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É verdade, ao que parece, pois outra razão não havia... Na passada Sexta-fera à tarde, o meu querido amigo Pedro Ramos e Ramos foi inesperadamente atacado por um "puto", entre os 15 e 16 anos. Tendo-o insultado, sem ter sido provocado, o rapaz debruçou-se para o interior do carro do Pedro e, de punhos serrados, agrediu fisicamente o Pedro, atingindo-o o nariz.

Isto foi muito rápido, não dando ao Pedro capacidade de resposta. Para além de um grande susto, tal violência provocou, no meu amigo, danos ao nível do osso nasal.

Esta cena inusitada aconteceu em frente ao Liceu Camões, para onde o rapaz fugiu a seguir. O Pedro, ainda ferido, participou este acto à policia e, já na companhia de agentes, solicitou ao Conselho Directivo as fotografias dos alunos deste liceu. Felizmente, o Pedro conseguiu identificar o agressor. Em seguida, foi, finalmente, assistido nas urgências do Hospital de São José.

Ainda bem que o Pedro está a levar este seu caso até às últimas consequências. Se muitos fizessem como ele... Espero que o rapaz responsável por este acto seja punido para que sirva de exemplo a muitos que, como ele, agridem gratuitamente as pessoas, maioritariamente colegas e, pasme-se, alguns professores.

Mas eu questiono-me - como é possível ter acontecido tal coisa? O Pedro Ramos e Ramos é sempre simpático e nunca usou a sua quota de fama para o que quer que fosse... Daí me interrogar como é que a sua figura possa ter provocado tal acto de violência. O Pedro é educado e atencioso, pelo que não vejo que um rapaz tivesse razões para fazer o que fez...

É este o País que temos? Se jovens reagem desta maneira perante uma pessoa por ser "apenas" conhecida, nem quero imaginar como poderão reagir face à diferença, seja ela qual for...
Aqui têm uma imagem do estado em que ficou o Pedro, mas prefiro dar destaque a uma outra de arquivo, para que percebam o que eu digo. O Pedro dá-se bem com a vida. Força, amigo!

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Mais um evento a meu cargo. Foi no passado dia 17. A reconhecida marca italiana de acessórios “luxury affordable” das Amoreiras, mudou de localização… e de conceito.

Nesta nova loja Furla, com 36 m2, o produto é estrela. Dotado de um papel de parede personalizado, o espaço é muito mais luminoso e as prateleiras, em acrílico, vêm dar maior relevância às malas, sapatos e restantes acessórios. Vale a pena visitar!

Algumas senhoras elegantes da nossa sociedade não faltaram ao meu convite e estiveram presentes na apresentação desta novidade. De entre elas, destaque para a querida actriz Maria João Bastos, “acessorizada” pela marca há cerca de dois anos.







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A Timberland, marca de lifestyle e calçado, inserida no Grupo Brodheim (onde desempenho as funções de responsável de Comunicação e RP), está a comemorar 10 anos de existência no nosso país. Para assinalar a data, organizei a inauguração da renovada loja da Avenida da Liberdade, no passado dia 16 de Outubro.

A estrutura desta nova loja enquadra-se no novo conceito “carbono neutro” da marca. assim, os materiais utilizados são reciclados – as madeiras, por exemplo, vêm de lojas antigas e/ou de outros usos… Por outro lado, este novo espaço da Avenida resulta de uma estreita parceria entre a Timberland Internacional e o nosso Grupo, dado que, para além do mobiliário standard da marca, outro houve que lhe juntar, fruto de grande pesquisa e desenvolvimento da equipa portuguesa, incorporando peças antigas do mobiliário português. Daí encontrarmos elementos muito nossos - uma oliveira na montra, uma cadeira tipicamente alentejana, azulejos, etc.

Este é um novo conceito de loja Timberland, que respeita não só o meio ambiente, como também os valores culturais do país onde se encontra, razão pela qual também encontramos ali um mural de Fernando Pessoa, com um excerto do seu poema “Mar Português”.

A esta apresentação não faltaram inúmeros convidados e amigos, de entre os quais, Pedro Lima e Ana Westerlund, o casal que é a imagem lifestyle da marca em Portugal.

Esta foi também uma ocasião para ser apresentado o mais novo "produto" Timberland - o Fiat Panda Cross dressed by Timberland. Se para todos nós, esta é uma marca sinónimo de qualidade e inovação, daquele estilo “outdoor” ou "casual chique" que tão frequentemente encontramos nos objectos de design e se estes são exactamente os valores que definem um outro objecto de design, o Fiat Panda Cross, que melhor união podia, então, haver se não a destes dois ícones dos tempos modernos? O resultado está aí: o Fiat Panda Cross Timberland.


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Filme onde acção e adrenalina não faltam, este "The Bourne Ultimatum" é o terceiro de uma triologia, que tem como denominador comum Jason Bourne.

O que faz de Bourne uma personagem interessante é o facto de ele ser um herói de acção "terra-a-terra". Em vez de usar super-computadores, armas muito especiais e carros "último modelo", como o 007, Bourne prefere fazer pesquisas no Google, usar uma caneta como arma ou entrar numa frenética perseguição, a conduzir uma mota.
Buorne é um espião sem memória, interpretado eficazmente por Matt Damon, na procura da sua verdadeira indentidade. De certo modo, a história deste agente lembra um pouco a de Frankenstein: Bourne também foi "reconstruído" por um cientista, ao serviço da CIA (neste caso, a sua memória).

Ajudado por uma agente que se torna, também ela, dissidente, (desempenhada por Julia Stiles), Jason incorre numa alucinante busca (Moscovo, Paris, Madrid, Londres, Tânger e Nova Iorque) para recuperar a sua verdadeira identidade e perceber verdadeiramente quem é. Contudo, a Agência torna-se sua predadora, ao tentar impedi-lo. Cada tentativa de o deter (polícias, agentes federais e da Interpol, etc.) vem sempre acompanhada de impressionantes cenas de luta e incríveis perseguições de carro, mota ou a pé. Mas, não se pense e volto a referir, que estamos perante um Agente Secreto ao Serviço de Sua Majestade. Nada disso. Bourne não só sangra, como também sua... e muito.

“O Ultimato” deve dar respostas a questões dos dois filmes que o precedem mas, infelizmente, não os cheguei a ver. Resta-me o DVD... Porém, ao contrário de outras continuações, podemos ver este filme isolado, sem problemas. Percebemos tudo. Um filme recheado de acção, suspense e muita intriga. Muito bom, no seu género. Se irão haver mais aventuras para Bourne, só o tempo o dirá, mas "O ultimato" acaba com aquela sensação de poder voltar...

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Aconteceu, nestes últimos quatro dias, aquela que seria a 29ª ModaLisboa, mas como mudou de local, ganhou nova denominação, passando a chamar-se ModaLisboa - Estoril.

Esta mudança de sítio deve-se à ruptura que ocorreu entre a Associação ModaLisboa e a Câmara de Lisboa. Felizmente para a Associação, foram logo encontrados novos parceiros interessados, entre os quais a Junta de Turismo do Estoril, que contribuiu para a maior parte do bolo orçamental.

Sob o tema "Move", pela passarela passaram criações Primavera-Verão 2008 de Luís Buchinho, Dino Alves, Alexandra Moura, Miguel Vieira, José António Tenente, Ana Salazar, Pedro Mourão, Lidija Kolovrat, Maria Gambina, Nuno Gama, Ricardo Preto e Nuno Baltazar, para nomear alguns. A dupla Manuel Alves e José Manuel Gonçalves, que sempre marcou presença na ModaLisboa, tendo ultimamente feito as suas apresentações à parte, em recintos próprios e com forte sentido exclusivista, esteve ausente. Parece que por questões logísticas...

A Cidadela de Cascais foi um local bem escolhido. Espaçoso, de fácil acesso... Contudo, o necessário recurso a tendas e o clima, que teima em não se decidir, fez com que o calor que se fez sentir chegasse a ser, por vezes, difícil de suportar. Mas fora isso, a organização está toda de parabéns! Até um comboio especial da CP havia...

Ali, pude apreciar o que de melhor andam a fazer os nossos criadores. E foi bom constatar que, nalguns casos, há uma maturidade na, por vezes difícil, ligação entre moda de criador/sentido comercial. Tive também oportunidade para saudar jornalistas de moda (e não só), com que lido por e-mail ou telefone, quase diariamente, mas que nem sempre temos o tempo necessário para, descontraidamente, trocar opiniões. E, claro, estar com amigos.

Mais informações em http://www.modalisboa.pt/







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O que têm em comum um Daniel Cruzeiro, uma Luísa Jeremias, um Pedro Boucherie Mendes, uma Lurdes Baeta e eu? Fomos todos colegas de faculdade! Estes são só alguns dos nomes mais sonantes, mas fomos uma licenciatura que deu muitos frutos, daí eu estar a chamar ao jantar, que aconteceu na passada Sexta-feira, de "Colheita" de 93 (ano em que nos formámos).

Ao fazer uma retrospectiva, verifiquei que muitos de nós estavamos com grande sucesso profissional. Ou seja, não há dúvida de que a "safra" desse ano em Licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Nova foi fantástica!!!
Mas mais fantástico foi poder reunir alguns colegas. E que gosto deu revê-los...

O reencontro aconteceu no Rio's, em Oeiras. Entre pratos e copos, fomos sabendo dos percursos de cada um. Embora tenham ocorrido encontros casuais, alguns de nós não nos viamos há mais de 10 anos. A boa disposição reinou sempre!

Apesar dos meus esforços em reunir um núcleo "duro" de cerca de 50 colegas (o nosso ano acabou com mais de 120 licenciados), apenas compareceram 19. Mas já foi muito bom!

Ficou a promessa de nos reencontrarmos em Maio de 2008, data em que cumprimos 15 anos de fim de curso. Vamos ver se até lá, o número de colegas a aderir a este novo encontro aumenta...

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Parece que vão ocorrer algumas mudanças na ortografia da Língua Portuguesa. A partir de Janeiro de 2008, Brasil, Portugal e os outros países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor Leste, vão ter a sua ortografia unificada.

O português é a terceira língua ocidental mais falada, a seguir ao inglês e ao espanhol (castelhano). Alguns entendidos na máteria, alegam que, o facto de haver de duas ortografias, atrapalha a divulgação do idioma e a sua práctica em eventos internacionais, defendendo que a sua unificação poderá facilitar a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros (???).

Portanto, com as modificações propostas num acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada. Pudera, a nossa é que vai ficar igual à deles... Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país. (vá lá...)

Para que tenham uma ideia do que muda na ortografia em 2008, em Portugal, desaparecem da língua escrita o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado, como em "acção", "acto", "adopção" e "baptismo". O certo passará a ser ação, ato, adoção e batismo. (quem disse que não são pronunciados silenciosa e mentalmente por nós?)

Também em Portugal, elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser grafado como no Brasil, ou seja, "úmido". (como é que isto é possível?)

Portugal mantém o acento agudo no "e" e no "o" tónicos que antecedem "m" ou "n", enquanto no Brasil continuará a ser usado circunflexo nessas palavras: académico/acadêmico, génio/gênio, fenómeno/fenômeno, bónus/bônus. (ao menos isto)

Bom, o que parece certo é que vai mesmo ocorrer uma mudança na nossa língua escrita, que também é nosso património (não patrimônio) e nós estamos a assistir a tudo passivamente, sem nada fazer. E assim vai o nosso Português...

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Cantora-autora, de formação clássica, que transporta subtilmente o piano para a pop, na tradição de muitas outras (como Tori Amos, por exemplo), mas com um toque muito actual e original.

Americana, Vanessa tem uma voz de menina, agri-doce, que ora "carrega" quando é preciso ou a adoça em ritmos mais calmos. As suas músicas têm uma melodia que nos envolve, graças às notas de piano que se fazem ouvir...

Vanessa editou o seu álbum de estreia, "Be Not Nobody", com apenas 22 anos, mas parece que sempre foi precoce. Começou a tocar piano aos dois anos e, ainda na barriga da mãe, ela era já uma ouvinte atenta de música clássica, quando a sua progenitora tocava ao piano (era professora deste instrumento).

Carlton possui ascendência escandinava, pelo lado paterno, e russo-judaica, pelo materno, daí resultar um rosto tão belo quanto exótico. Seus são os êxitos "A thousand miles", do seu álbum de platina "Be Not Nobody" (2002) e "White houses", do segundo álbum "Harmonium" (2004). Parece que este não obteve o êxito comercial esperado, o que a levou a abandonar a sua editora. Não se percebe bem porquê, pois trata-se de um belissimo álbum e, por outro lado e a julgar pela sua música, Vanessa nunca quis ser muito "comercial". Em 2006, Vanessa Carlton muda-se para a The Inc., mais conhecida por gravar Hip-Hop.

O que me leva a falar dela agora, é o aguardado lançamento do seu terceiro trabalho de originais. "Heroes and Thieves" está previsto sair amanhã, no mercado norte-americano. Para a Europa, desconheço quando será, mas eu já o ouvi e estou ansioso. Experimentem conhecê-la. Estou certo de que irão gostar. Mais informações em http://www.vanessacarlton.com/

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Eis aqui um óptimo filme de fantasia. "Stardust - O Mistério da Estrela Cadente" deslumbra-nos pelos fabulosos cenários e ambiente, pelos efeitos especiais, pelos seus actores, mas também nos surpreende pelo humor. Neil Gaiman, famoso argumentista de histórias de BD, escreveu a história, levada ao ecrã por Matthew Vaughn.

Como em qualquer filme de fantasia, há espaço para tudo acontecer, mas aqui os trunfos devem-se a uma fantástica bruxa desempenhada por Michelle Pfeiffer, a um pirata "larilas" a cargo de Robert de Niro, ao narrador Ian McKellen e a umas curtas, mas convicentes, aparições de Peter O'Toole e Ricky Gervais, a provar que os bons actores, mesmo em papéis pequenos, brilham sempre.

A propósito de brilho, esta é história de uma estrela cadente, que se vê cobiçada por todos, e de um rapaz de aldeia, que acaba por encontrar nela o verdadeiro amor. Sim, também há romantismo q.b., mas nada lamechas.
"Stardust" não se apresenta como um épico, mas vem mostrar que uma história pequena pode conter uma grande mensagem e divertir ao mesmo tempo. O resultado final é mesmo bom. Estamos, certamente, perante um dos melhores filmes de fantasia do ano.

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Neste fim-de-semana, estive em Porto Santo, graças ao simpático convite de Abel Dias, para promover o Colombo's Resort (The Luxury Collection), que vai abrir em 2008.

Porto Santo é uma ilha pequena, mas encantadora. Talvez um pouco árida e agreste, em termos paisagisticos, mas reconheço que poderei estar a compará-la, inconscientemente, com os verdejantes Açores, onde vou, praticamente, todos os Verões, o que pode ser injusto.

A praia é magnífica. O verdadeiro ex-libris da ilha, pois vai de uma ponta à outra do território, sem interrupção. Ao todo, são cerca de 9 kms de areal. A água, para além de limpa, tem uma temperatura muito agradável. Em suma, vale a pena conhecer e, sobretudo, eleger Porto Santo como um destino de lazer e descanso.

Neste dois dias, diverti-me imenso - experimentei umas tacadas no Golfe, passeei de catamarã pela costa (onde tive oportunidade de mergulhar em pleno alto mar), fiz praia, assisti a uma noite "mágica" encenada por Miguel Dias, dancei, conheci pessoas incríveis... Um fim-de-semana em cheio, de que não irei esquecer nunca.

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