Não paro de me surpreender a mim próprio. No passado dia 23 de Abril, no âmbito da cadeira "Publicidade e Relações Públicas", leccionada ao 3º ano de Ciências da Comunicação, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), fui um dos participantes convidados no Workshop "Comunicar Solidariedade", que visava contribuir para a compreensão das particularidades das técnicas de comunicação, publicidade e relações públicas nas Organizações Não Governamentais (ONG).

Segundo o grupo promotor deste workshop, constituído por alunos finalistas em Ciências da Comunicação, o convite fora-me dirigido devido à minha “vasta experiência profissional enquanto relações públicas, quer no sector privado quer no terceiro sector”. Como devem imaginar, senti-me, deveras, lisonjeado. Não é todos os dias que se tem a possibilidade de falar, para uma plateia interessada, sobre as várias e muito ricas experiências que vivi quando colaborei na AMI – Assistência Médica Internacional ou enquanto voluntário na Abraço.

No Pólo Universitário da Ajuda, para além de mim, estavam também presente na palestra, como convidadas, a Alexandra Sousa, fund raiser e marketeer da Fundação do Gil, e uma ex-aluna do curso, que apresentou um trabalho de investigação feito na mesma Fundação.

Estou certo de que, embora objectiva e sucinta, a minha exposição representou um bom contributo para a compreensão do papel das relações públicas no terceiro sector e das suas principais diferenças face ao sector privado. A julgar pelas perguntas que surgiram, o interesse dos presentes foi grande e genuíno. Para mim, foi mesmo um privilégio, passar a minha experiência a jovens que estão preste a s e formar. Confesso que gostava de repetir esta experiência, neste ou noutros temas.

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Está a decorrer, até 26 de Abril, a segunda edição do "Peixe em Lisboa". Após o sucesso obtido com a estreia, no ano passado, este evento regressou à capital, no fantástico Pavilhão de Portugal.

O festival "Peixe em Lisboa" permite aos visitantes a apreciação e degustação de inovadoras criações gastronómicas à base de peixe e marisco (e não só), num ambiente descontraído, que convida ao convívio entre família e amigos. Estando no "Peixe em Lisboa", podemos ficar a conhecer os melhores restaurantes da região, bem como ver (e provar) o trabalho de grandes Chefs de cozinha.

Foi o que eu fiz, no passado dia 23, a convite do meu amigo Vicente Temudo de Castro, por ocasião da eleição do "Melhor Pastel de Nata", que iria acontecer nessa tarde. Com mais alguns seus amigos e uma animada conversa, lá fomos provando os deliciosos menus dos Chefs presentes, entre os quais Vítor Sobral e José Avillez. Tudo regado a bom vinho, como deve de ser. Um privilégio!

Quanto ao facto de, no "Peixe em Lisboa", se vir a eleger o “Melhor Pastel de Nata", tal deve-se à Confraria do Pastel de Nata, da qual Vicente faz parte e que promoveu a efeméride. Eu já tinha saído, devido a compromissos, mas parece que o concurso foi muito apreciado, a julgar pelo público que encheu o auditório do Pavilhão de Portugal.

A prova contou com 11 concorrentes e um júri composto por quatro elementos elementos, a saber: José António Silva e Sousa (Confraria do Pastel de Nata), David Pasternack (chefe de cozinha norte-americano), Vítor Sobral (chefe de cozinha) e Domingos Soares Franco (enólogo e administrador da José Maria da Fonseca). Os pastéis foram sendo provados, em regime de prova cega, até que o júri chegou a um consenso e acabou por eleger o pastel de nata da Pastelaria Cristal como o melhor. O pastel de nata da Pastelaria Chique de Belém ficou em segundo lugar e a terceira posição coube ao pastel de nata do hotel Ritz. Ficam as dicas para irem comer o que de melhor se faz no género...

Voltando ao "Peixe em Lisboa", se tiverem oportunidade de lá passar, não percam. Vale a pena a experiência e... a degustação.

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Pois é, desde os Oscars, nunca mais me refiz de tantos filmes que vi de seguida. E que bons que foram: "O leitor", "Slumdog Millionaire", "A duquesa", etc. Mas com o ritmo de trabalho, não tive tempo de falar neles todos, de modo que retomo agora, com os mais recentes...

The Spirit

Em Junho de 1940, Will Eisner criou o herói Spirit e uma série de BD com o seu nome, The Spirit, que passou a ser publicada num jornal dominical. Spirit foi um dos nomes de Denny Colt, um homem que foi considerado morto, mas que na, verdade, vivia secretamente como um anónimo combatente do crime. As histórias deste paladino da justiça envolviam-no nas mais variadas situações: crime, romance, mistérios, horror, comédia, drama e humor negro…

Volvidos 69 anos, o The Spirit surge em carne e osso, nos ecrãs de cinema. Este grande clássico chega às telas pelas mãos de Frank Miller. Aqui a história é semelhante: o polícia novato Denny Colt (Gabriel Macht), após ser morto em serviço, regressa e assume uma nova identidade: Spirit. O seu objectivo, esse, manteve-se, na essência: lutar contra todas as forças do mal em Central City. Sobretudo, o criminoso e impiedoso assassino Octopus (Samuel L. Jackson). Octopus tem uma missão diferente. Ele quer “limpar” a cidade tão amada por Spirit, bem como prosseguir na sua “própria” versão de imortalidade.

Tal como no universo da BD, glamour e beleza não faltam. O nosso cruzado mascarado vai tentando encontrar o seu arqui-inimigo, em catacumbas húmidas e armazéns duvidosos, ao mesmo tempo que se depara com um sem fim de belas mulheres, que o querem seduzir, amar ou, simplesmente, matar. À sua volta surgem a doce médica Ellen Dolan (Sarah Paulson); Silken Floss (Scarlett Johansson), uma assistente punk e rígida vixen ; Plaster of Paris (Paz Vega), a dançarina francesa de nightclub e assassina; Lorelei (Jaime King),uma sereia fantasmagórica; e Morgenstern (Stana Katic), a sexy jovem polícia. Sem esquecer, claro, Sand Saref (Eva Mendes), a ladra de jóias com perigosas curvas. Ela é o amor da vida de Spirit, que a vida a fez tornar-se na má da fita. Irá ele salvá-la ou irá ela matá-lo?

“The Spirit” vai-nos mostrando a resposta a esta e muitas outras questões. Mas embora se denote, no filme, o génio criativo de Frank Miller, também se nota, neste realizador, alguma repetição e pouca fidelidade em relação ao original. Talvez por isso, não tenha tido muito boa aceitação entre a comunidade cinéfila, e muito menos entre os admiradores do herói. Frank "cola-se" demasiado ao universo plástico que criou para “Sin City”, quando aqui se pretendia uma outra coisa, mais fidedigna a Eisner, mais “vintage”, por assim dizer. Lembro-me de “Dick Tracy”, de Warren Beatty, muito bem adaptado, sem perder o traço original da personagem da banda-desenhada. Depois, também nos provoca uma sensação algo incómoda, devido a uma certa confusão. Estamos perante uma estética tipo anos 40, mas onde existem telemóveis e outros avanços tecnológicos que nos aborrecem, que nos levam a achar que não deviam estar ali…

Mas depois, pensamos: estamos perante um universo BD, logo, as coisas têm de ser leves e divertidas. Caricaturas da vida real. Exageradas e irreais. Portanto, se por um lado, "The Spirit" não enche as medidas dos fãs do género “super-heróis”, não deixa de ser um bom filme de entretenimento para o público em geral.

Quanto à sua versão em BD, cuja origem e máscara lembram o também popular The Lone Ranger, a DC Comics está a pensar relançar a série The Spirit. Entretanto, uma última aparição do Spirit (produzida por Eisner) surgiu num número recente da "The Escapist", publicação da Dark Horse Comics. E, em 2008, foi publicado um encontro entre Batman e The Spirit, escrito por Jeph Loeb, com arte de Darwyn Cooke. Provas de que, afinal, a sua imortalidade perdura...


Marley & eu

O filme homónimo é uma adaptação do livro best seller de John Grogan, sobre a vida de um incorrigível Labrador retriever. Marley é o cão em causa, que é adoptado por John (Owen Wilson), um colunista do “Philadelphia Inquirer” e a sua recente mulher, Jenny (Jennifer Aniston). A ideia era a de virem a ter uma sensação de paternidade (Jenny queria testar o seu talento materno antes de enveredar pela gravidez. A mesma temia não ter esse “dom” ao ter morto uma planta por excesso de cuidado: afogando-a), mas com a hiperactividade do cachorro, a sensação passou a ser outra, bem diferente… A vida desta família nunca mais foi a mesma!

Marley rapidamente cresce e torna-se num labrador trapalhão de 44kg. Ele rebenta com as portas, uiva desmedidamente por ter medo de trovoadas, abocanha as roupas dos vizinhos, e come praticamente tudo que vê pela frente, incluindo jóias. Mas apesar de Marley “comer” sofás, ser “expulso” de uma escola de obediência para cães e ficar ainda mais irascível com a chegada das crianças, ele também prova ser um elemento indispensável na família. Acima de tudo, Marley demonstra ter um coração puro e ser possuidor de uma lealdade incondicional.

Por isso, preparem-se. O cartaz do filme engana. "Marley & eu" não é a comédia que possam imaginar, embora se passem alguns momentos bem hilariantes. É, antes, um intenso drama. No final, era ver as muitas as pessoas a abandonarem a sala ainda emocionadas. Eu próprio não consegui reter as lágrimas… Uma verdadeira lição de vida, é o que vos digo. “Marley & eu” retrata uma grande amizade incondicional, daquelas que só se vivem com um animal de estimação. E mostra-nos o valor que estes animais podem ter nas nossas vidas.

Com a realização a cargo de David Frankel e as convincentes interpretações por parte de Owen Wilson e de Jennifer Aniston, a maior interpretação cabe ao cão Labrador. Aliás, aos cães. Foram usados vários daquela raça, ao longo do filme.

Não li o respectivo livro, mas “Marley e eu” é um filme que recomendo. Ah, e não se esqueçam de levar um pacote de lenços para aguentarem o final…

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A exclusividade e originalidade do ClubeFashion voltam a ser representados pela jovialidade e o espírito urbano de Filipa de Castro, que presta, pela segunda vez, a sua imagem pelo primeiro e exclusivo Clube de Moda online em Portugal.

A produção desta nova campanha de verão, teve lugar na passada Quinta-feira, 2 de Abril, e foi conduzida pelo fotógrafo Bernardo Coelho, nas novas instalações do ClubeFashion, no Lx Factory, em Alcântara, Lisboa.

Para quem ainda não sabe, o ClubeFashion desenvolve a sua actividade de venda de produtos e acessórios de moda através de um site... à distância de um "clic" - www.clubefashion.com.

Criado há cerca de 3 anos, o Clube Fashion nasceu com o objectivo de democratizar o acesso às grandes marcas de moda, através de campanhas de curta duração e de preços promocionais. Só em 2008, o Clube Fashion apresentou perto de 300 campanhas, que incluiram marcas como Swatch, Adidas, Samsonite, Timberland, Armani, Levi's, Nike, Eastpack, Ray Ban, entre muitas outras... Portanto, Moda acessível, todo o ano!

Os Clientes nada pagam para pertencer ao ClubeFashion, mas assim que se inscrevem, começam logo a ter a sensação de fazerem parte do mesmo. Um clube online que conta já com 300 mil membros inscritos. E, apesar de vender moda a preços acessíveis, com promoções que vão de 30% a 70%, o ClubeFashion garante estar a disponibilizar produtos das actuais tendências, e não de outlet, como erradamente se poderia supor...

No Clube Fashion, aquilo que se vê é aquilo que se paga, não havendo custos adicionais, como taxas de envio e afins. E se o Cliente não ficar satisfeito com a sua aquisição, pode trocar ou devolver, sem acréscimo de custos. Que tal?

Para aproveitar as excelente oportunidades do ClubeFashion e estar a par das campanhas que vão sendo regularmente lançadas, os membros recebem, nos seus emails, uma newsletter sobre a marca e respectivos produtos a promover, bem como informação do prazo de duração das mesmas online - normalmente, uma semana. Basta ir a www.clubefashion.com num computador mais próximo e inscrever-se.

Quanto à campannha em si, basta ir acompanhado o site e as novidades que o mesmo vier a comunicar, para ver a Filipa em todo o seu esplendor, como modelo. Os membros do ClubeFashion adoram marcas com desconto. E vocês? www.clubefashion.com

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