A Câmara Municipal de Sintra marcou presença na 23ª edição da Feira Internacional do Turismo, que decorreu no Parque das Nações, em Lisboa, entre os dias 23 e 27 de Fevereiro. Esta foi uma oportunidade de, entre outras actividades, apresentar a Brochura de Charme dedicada a Sintra. Tal efeméride ocorreu no passado dia 25 de Fevereiro, no stand de Sintra.

Esta Brochura de Charme é uma das novidades de turismo sob a marca Sintra, Capital do Romantismo para 2011. Uma edição especial, destinada a um público-alvo requintado, que funciona como cartão-de-visita do património histórico e cultural do Concelho. Bonita de se ver e consultar...

Paula Taborda, Jorge Santos Silva, Maria do Céu Ferreira, Paulo Sassetti, Ana Caetano e a actriz Márcia Leal, foram alguns dos amigos que não faltaram a este lançamento, que contou também com a presença do Vereador do Turismo, José Lino Ramos. Para o efeito, realizou-se uma pequena apresentação de produtos locais da Fábrica de Queijadas “O Preto”. Uma delícia!

Ao longo da edição de 2011 da BTL, o Departamento de Turismo da Câmara Municipal de Sintra apresentou, ainda, ao público três novos itinerários turísticos (roteiros culturais), as visitas virtuais acessíveis através do site www.sintraromantica.net e o novo roteiro do livro “Sintra, Outro Lado do Património – Caminhos da Cultura”.

Para além da Fábrica "O Preto", houve outras mostras diárias de produtos regionais, tais como o Leitão de Negrais, com o restaurante "O Caneira", iguarias do restaurante “G-Spot”, o Vinho de Colares com a "Adega Viúva Gomes", entre outros...
Realizou-se, também, um sorteio de estadias nas unidades de alojamento de Sintra e refeições nos restaurantes do Concelho.

Ao todo, foram mais de 2.500 pessoas a visitarem o stand de Sintra e a sairam de lá mais e melhor informadas sobre os destinos turísticos da região. Mais em www.sintraromantica.net e www.sintrainn.net

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“TRON Legacy” em 3D é uma aventura high-tech, num mundo digital. Algo nada visto no grande ecrã! Sam Flynn (Garrett Hedlund), um jovem rebelde de 27 anos, é “perseguido” pelo misterioso desaparecimento de seu pai, Kevin Flynn (Jeff Bridges), um homem conhecido pelo mundo como líder no desenvolvimento de jogos-vídeo.
Eis que, quando Sam investiga um estranho sinal enviado para um pager, a partir da velha loja “Flynn’s Arcade” — um sinal que só poderia ter sido enviado pelo seu pai, ele vê-se sugado par um mundo digital onde Kevin se encontra preso há 20 anos...

Com a ajuda da guerreira Quorra (Olivia Wilde), pai e filho embarcam numa jornada de vida e morte, através de um cyber universo com um visual surpreendente. Um universo criado pelo próprio Kevin, que se tornou mais avançado do que ele alguma vez poderia imaginar: com veículos de alta velocidade, armas e um vilão – Clu, sem escrúpulos, que tudo fará para prevenir o escape de Kevin e Sam para o mundo real…

Apresentado em Disney Digital 3D e estando a partitura musical a cargo do duo electrónico Daft Punk, “TRON Legacy” é puro entretenimento! Trata-se de uma sequela de um filme da década de 80, que nunca vi. Sei, contudo, que a sua estética e o seu mundo virtual lhe fazem jus: o filme está inundado de cores azuis e vermelhas, as mesmas que dominavam os cenários de ‘Tron’. Portanto, sem ter sido espectador do original, não tinha qualquer expectativa que não a de me entreter. E nesse sentido, o filme serviu na perfeição. Já no que respeita ao argumento, nada de surpresas…

Portanto, apesar do seu aparato e de ser uma sequela de um filme de culto(?) já esquecido, ‘TRON Legacy’ diverte bem e emociona, sobretudo, os apaixonados de filmes sci-fi, mas não deixa de ser um filme de aventuras algo linear...

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O ano ainda vai no início, pelo que estou bem a tempo de falar deste calendário. E que calendário, o da Pirelli! De papel de parede de uma empresa fabricante de borracha a ícone da fotografia fashion e sensual, o Calendário Pirelli é um dos mais aguardados do ano, sempre com modelos de referência e profissionais de renome por trás das câmaras. A edição deste ano de 2011 tem como tema a Mitologia clássica e vem com o olhar e captação de luz do fotógrafo e “kaiser” da moda, Karl Lagerfeld. Os destaques deste ano são a modelo brasileira Isabeli Fontana e a actriz Julianne Moore, que emprestou o seu corpo para encarnar a deusa Hera.

Depois da China, imortalizada por Patrick Demarchelier na edição de 2008, do Botswana retratado por Peter Beard em 2009, e do Brasil de Terry Richardson em 2010, 2011 foi assinado pelo génio criativo de Karl Lagerfeld, artista e figura polivalente e, principalmente, esteta celebrado no mundo inteiro. No seu estúdio parisiense, Karl Lagerfeld deu vida a uma das suas paixões mais profundas, a das lendas e mitos da mitologia greco-romana, que conta a origem do homem e do mundo através das aventuras de deuses e deusas, heróis e heroínas. Numa viagem ao passado, através da linguagem universal da fotografia, este trabalho leva-nos de volta às raízes da civilização clássica e reaproxima o Calendário Pirelli do Velho Continente, onde há quase 140 anos foram iniciadas as actividades desta empresa, que se tornou uma multinacional, operando em mais de 160 países.

Claro que, quando Karl Lagerfeld se inspira na mitologia para fazer o Calendário Pirelli 2011, surgem nas imagens verdadeiros deuses, deusas e heroínas da mitologia clássica, graças à ajuda de 21 protagonistas, entre os quais Erin Wasson e Daria Werbowy e, pouco usual, vez fazendo uso de modelos masculinos, como Brad Kroenig e Baptiste Giabiconi. O olhar de Lagerfeld propõe-nos fotos “esculpidas” com rigor estético e referências constantes à arte da escultura e aos seus cânones clássicos.

"Mythology" é o nome deste trabalho que não é vendido, mas, sim, oferecido pela empresa aos clientes, há mais de quatro décadas. As fotografias, em preto e branco, representam 24 personagens, entre divindades, heróis e mitos que aparecem em imagens "esculpidas, tanto do ponto de vista do rigor estético quanto pelas contínuas referências à arte da escultura e aos cânones clássicos", informa a empresa.

A Pirelli costuma dar carta-branca aos melhores fotógrafos do mundo para que estes imortalizem as mulheres e os homens mais belos na edição anual do seu calendário, que vai na sua 38ª edição. Richard Avedon, Bruce Weber, Peter Lindbergh, Mario Testino e Annie Leibovitz são alguns dos que nomes que já assinaram esta obra. O difícil é conseguir um exemplar…

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É isso mesmo: Yabba Dabba-Do! Bedrock está em festa!!! Os pré-históricos mais famosos do planeta estão a comemorar 50 anos! “Os Flintstones”, título de uma famosa série de televisão animada, produzida pela dupla Hanna-Barbera, de 1960 a 1966, são cinquentenários. Estes desenhos animados retratam o quotidiano de uma família de classe média, mas no tempo da Idade da Pedra. Calcula-se que já foi assistido por 300 milhões de espectadores em 80 países, tendo sido dobrado em 22 idiomas...

Nestes desenhos animados, o casal Flintstone vive na cidade pré-histórica de Bedrock. Fred, o “patriarca”, casado com Vilma, trabalha numa pedreira e conduz um carro com rodas de pedra, embora movido pelos seus próprios pés. Eles têm uns amigos vizinhos, o casal Barney e Bete Rubble, assim como possuem uns peculiares animais de estimação: um dinossauro e um tigre dente-de-sabre. Com o passar do tempo na série, surgiram ainda a filha Pebbles, dos Flintstones, em 1962, e o filho adoptivo dos Rubbles, Bambam, em 1963.

Exibida pela primeira vez na ABC, a 30 de Setembro de 1960, “Os Flintstones” foi a primeira e a mais duradoura série animada de comédia de todos os tempos! E tornou-se na primeira animação a exibir uma história contínua num episódio completo de meia hora, ao contrário dos desenhos animados até então, bem mais curtos. Foi também a primeira série de animação a ser exibida em horário nobre, já que era voltado para o público adulto - uma grande novidade na época, e ajudou os seus criadores, a empresa Hanna-Barbera Productions, a se tornarem num dos maiores estúdios de Hollywood.

Não há dúvida de que Fred Flintstone e o seu universo mexem com a imaginação de milhares de pessoas em todo o mundo, há já 50 anos. E o seu grito tão característico: Yabba Dabba Doo? Ecoa por diversas gerações... A primeira temporada teve 166 episódios. Mas o sucesso foi tal, que a série gerou diversos especiais, versões, filmes para TV e novas temporadas, sendo a última produzida em 1996. "Os Flintstones" foram indicados ao Emmy em 1961 na categoria programa de humor, tendo perdido para "The Jack Benny Show", famosa comédia da CBS. Depois disso vários programas sobre as famílias de Bedrock foram sendo exibidos, bem como novas séries de desenhos baseados no original, tais como “Bambam e Pedrita” (1971-1972), que contava a história deles já adolescentes e “Flintstones nos Anos Dourados” (1986-1988), que narra as aventuras de Fred, Barney, Vilma e Betty quando eram crianças.

Bem mais recente, vieram ainda as versões em carne e osso para o cinema, com “The Flintstones” (1994), com John Goodman, Rick Moranis e Rosie O'Donnell, e cujo tema foi cantado pelos B-52s, seguido de uma sequela, o “The Flintstones in Viva Rock Vegas” (2000), já com pouco do elenco original - Mark Addy, Stephen Baldwin, Kristen Johnston, Jane Krakowski e Joan Collins. Este filme contou ainda com Ann-Margret, que aparece como 'Ann-Margrock' e que canta a música principal, uma versão de outra canção temática do filme “Viva Las Vegas”, onde, curiosamente, Ann-Margret contracenou com Elvis Presley.

Para terminar, duas curiosidades… A música de abertura, que todos conhecem - "Meet the Flintstones", foi ao ar, pela primeira vez, na 3ª temporada da série, em 1965, e é de Hoyt Curtin. Antes disso, a primeira música de abertura era a instrumental "Rise and Shine", também de Curtin. Por outro lado, estes desenhos animados são tidos como o pilar dos estúdios Hanna-Barbera. O norte-americano William Hanna é um dos grandes animadores de todos os tempos. Em parceria com Joseph Barbera, produziu mais de 2.000 personagens animadas, tais como Tom&Jerry, The Jetsons, Magilla Gorilla, Yogi Bear, Antom Ant, Top Cat, Scooby Doo, Jabberjaw, entre muitos outros, de 1957 a 1991. Os estúdios Hanna-Barbera também produziram diversos anúncios, utilizando algumas das suas personagens, e são seus os “créditos” do genérico de animação da série de TV “Bewitched”. Quando William Hanna morreu, em Março de 2001, os estúdios Hanna-Barbera foram adquiridos pela Warner Bros. Animation e transformados no Cartoon Network Studios. Em Dezembro de 2006 faleceu, com 95 anos, Joseph Barbera, por causas naturais. O seu legado, com “Os Flintstones” à cabeça, ficará para sempre nas nossas memórias… e nos nossos corações.

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Há já algum tempo que não falava aqui de cinema... Uma das minhas paixões e lazeres. Pois bem, antes estes meus post eram começados por "Filme da semana" mas agora passa a ser denominado "At the movies", por achar piada mas, sobretudo, por ser mais abrangente, dado que numa semana poderei nem sequer pôr os pés num cinema, e na seguinte poderei ir duas vezes ver filmes... Aqui fica o primeiro de muitos. “Hereafter-Outra vida” é o mais recente filme de Clint Eastwood. E é sempre bom termos algo novo deste fabuloso realizador…

Trata-se de uma história de “suspense sobrenatural”, que gira à volta de três pessoas – George, um americano sem rumo(Matt Damon), Marie, uma jornalista de televisão francesa (Cecile de France) e Marcus, uma criança britânica (Frankie/George McLaren) - afectadas pela morte, das mais diferentes maneiras. E as suas relações com a morte que lhes foi próxima, quer pelo dom de contactar os mortos, quer por ter passado por ela e ter regressado à vida ou por alguém demasiado próximo ter morrido, são o cerne da narrativa. Cada personagem enceta uma viagem na busca da verdade, as suas vidas ligam-se e interagem, e são completamente mudadas por aquilo que elas acreditam ser – ou dever ser – o que existe para além da morte…

É um filme bem diferente daqueles que Eastwood nos costuma apresentar, mas reconhecemos nele a mesma realização minuciosa e rígida, tão sua. Dizem que quando Steven Spielberg, um dos produtores, se deparou com o guião, convidou, sem hesitar, Clint Eastwood, pois, segundo ele, só este poderia realizá-lo de forma credível.

Portanto, “Hereafter” assenta num tema polémico e o filme mostra-nos isso: lida com críticas, ao nos mostrar que há muitos esquemas fraudulentos, sugere-nos que nem todas as pessoas estão preparadas para aceitar esta “verdade” e chega a indiciar-nos uma certa conspiração global que tenta refutar estudos científicos na área. Mas ainda assim, a forma como esta temática é explorada tem o cunho de Eastwood, denotando o seu rigor no tratamento da história e na realização. O ritmo é pausado, e bem poderia trata-se de um telefilme típico do final dos anos 70, mas a sequência inicial e outras cenas de grande impacto que se lhe seguem, vêm dizer-nos o contrário.

Como filme de Eastwood, confesso que me deixou um pouco aquém… Não pela temática em si, à qual, tal como algumas pessoas na história, sou indiferente, não ligo muito, mas porque estou habituado a ser surpreendido pela beleza, carga dramática e emoção a que este realizador nos acostumou. Mas, tal como Spielberg, acho que só ele poderia ter feito este filme. E, nesse sentido, “tiro-lhe o chapéu”!

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