A primeira parte da construção, efectuada entre 1938 e 1940, é constituída pelo conjunto de casas regionais portuguesas: Solares de Trás-os-Montes e Minho e outras casas típicas de cada região com pomares, hortas e pequenos jardins, capelas, azenhas e pelourinhos. Um mimo! A este núcleo pertence também o conjunto de Coimbra, espaço onde se encontram representados os monumentos mais importantes da cidade. A segunda fase integra a “área monumental”, espaço ilustrativo dos monumentos nacionais, de Norte a Sul do País. De destacar a cópia da janela manuelina do Convento de Cristo, em Tomar, obra em cantaria da autoria de Valentim de Azevedo. Terminada em finais dos anos 50, a terceira fase engloba a representação etnográfica e monumental dos países africanos de língua oficial portuguesa, do Brasil, de Macau, da Índia e, ainda, de Timor, rodeados por vegetação própria destas regiões. Esta fase integra, também, os monumentos das regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
Com cerca de 400 mil visitantes por ano, o parque representa, de forma pormenorizada e numa escala reduzida (e divertida), um grande número de elementos da arquitectura e História do nosso Portugal, nos seguintes segmentos: Portugal Monumental, Casas Regionais, Países de Língua Oficial Portuguesa (já descritos), Museus do Traje, da Marinha e do Mobiliário. É sem, dúvida, uma excelente opção para um passeio em família! Eu, que fui lá há muito pouco tempo, voltei maravilhado...
O Portugal dos Pequenitos pertence à Fundação Bissaya Barreto, que tem vindo a desenvolver actividades nas áreas da educação, da cultura e da assistência social. Portanto, ao visitarmos o Portugal dos Pequenitos também estaremos a contribuir para estas causas. Vale sempre a pena ir e sentirmo-nos criança outra vez…
Mais info em www.portugaldospequenitos.pt