Com o ano quase a acabar e com os nossos olhares já postos em 2015, é altura de fazer balanços. E eu vou-me debruçar sobre as palavras que mais enriqueceram o léxico do ano de 2014.

Sim, muitas foram as expressões que passaram a estar na moda ou que mais nos marcaram, pelo seu excesso de uso, tais como: ébola, fatura, legionela, corrupção, jihadista, etc. Mas a que mais foi usada e que entrou nos nossos hábitos foi, sem dúvida nenhuma, a “selfie”.

Uma selfie é, em bom português, uma fotografia de auto-retrato captada por uma câmara. Na essência, selfie advém da junção do substantivo self (em inglês "eu", "a própria pessoa") e do sufixo ie - ou selfy. Normalmente, é tomada com uma câmara digital de mão ou com um telemóvel com câmara incorporada. Frequentemente associadas às redes sociais, as selfies são, muitas vezes, casuais, normalmente tomadas com uma câmara bem segura até ao comprimento do braço ou, então, com a ajuda de um espelho, e normalmente incluem apenas o fotógrafo ou o número de pessoas que possam estar em segundo plano. Neste último caso, as selfies que envolvem várias pessoas são conhecidas como "selfies de grupo". É muito popular, sobretudo em populações jovens.

Os principais sites de redes sociais em que podemos encontrar grandes selfies são Tumblr, Twitter, Facebook, Instagram, Snapchat, Google +, etc. Portanto, se as redes sociais têm ajudado a popularizar a expressão, foi na noite dos Oscar 2014 que a selfie de grupo, conduzida pela apresentadora Ellen DeGeneres (com mais de 2,7 milhões de partilhas, chegando a colapsar o Twitter por alguns minutos), veio tornar o termo (e a prática) mais popular do que nunca.

E vocês, já fizeram a vossa selfie de hoje? Tenham todos um excelente 2015!!!

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A cidade de Lisboa possui uma rede de metropolitano desde 1959. No entanto, tal empreendimento, que demorou mais de um século a ganhar forma, passou por vários projetos utópicos. Foi um processo longo e polémico, que começou no reinado de D. Luís e que desencadeou debates e paixões. Não foi fácil… Por todo o mundo, eram poucas as cidades que já possuíam este transporte coletivo urbano. A primeira cidade a inaugurar uma rede de metropolitano foi Londres, a 10 de Janeiro de 1863.

Mas recordemos… A primeira proposta para construir um metropolitano de Lisboa surgiu em 1855 e previa um traçado que ligasse Santa Apolónia a Algés, com passagem pelo Rossio, São Bento, a Rua das Janelas Verdes e Alcântara. O custo do empreendimento estava orçado em 500$00 reis por metro corrente de túnel, mas a proposta não avançou. Em Maio de 1888, é apresentado pelo Engenheiro Militar Henrique Lima e Cunha à Associação dos Engenheiros Civis Portugueses um novo projeto para o metropolitano. Por razões económicas, o projeto que previa uma extensão de 14 quilómetros, com cerca de 14 estações, passando pelas freguesias mais populosas da cidade de Lisboa (Alcântara, Rato, Largo do Intendente e Cais dos Soldados), não chegou a ser aprovado. A 16 de Maio de 1922, três comerciantes moradores em Lisboa, interessados na concessão do metro, entregam na Câmara Municipal um requerimento onde propõem desenvolver, a expensas próprias, os estudos e orçamentos necessários. A proposta previa que a rede do metropolitano fosse constituída por duas linhas de via dupla subterrâneas, que iriam de Alcântara ao Rossio e de Alcântara aos Caminhos-de-Ferro. A rede, com um total de 8,6 quilómetros, teria 11 estações, com capacidade para composições de quatro carruagens. A via férrea deveria ter a mesma bitola dos elétricos que já circulavam na capital, de forma a permitir a circulação do metro nas linhas da Carris. Eis aqui mais uma proposta que não avançou...
No entanto, dois anos mais tarde, quando a construção de uma rede de metropolitano parecia já um dado irreversível, a Câmara Municipal de Lisboa, presidida na altura por Agostinho Inácio da Conceição Estrela, lança um concurso público destinado à concessão e exploração de uma rede de metropolitano. O projeto - o mais complexo até à época - passava pela construção de oito linhas, com um total de 26,8 quilómetros. É recebida a única proposta que dera entrada, da autoria de dois espanhóis, de Madrid. Mas o projeto acabaria também por ser anulado, devido a uma divergência de critérios propostos para a concessão.

Já no início de 1925 é lançado um novo concurso e, em Abril do mesmo ano, a autarquia de Lisboa, entretanto presidida por Albano Augusto de Portugal Durão, aprova a adjudicação aos madrilenos. O estudo económico e financeiro partia do pressuposto de que seria possível que a rede de metropolitano conseguisse transportar, por ano e por quilómetro de via dupla, cinco milhões de passageiros. Contudo, em 1926, depois de a Câmara de Lisboa ter indeferido um requerimento entregue pelos espanhóis, onde os concessionários do metropolitano sugeriam alterações ao contrato, a sociedade madrilena informa que desiste do processo de construção… Até 1945, a construção de uma rede de metropolitano em Lisboa parecia ter ficado esquecida. Mas nesse ano, são apresentadas mais três propostas para a construção da rede subterrânea.

E eis que, finalmente, o sonho se transforma em realidade… No final da II Guerra Mundial, perante a retoma da economia e a ajuda do Plano Marshall, surge novamente a ideia de se construir uma rede de metropolitano em Lisboa. E a 26 de Janeiro de 1948, é lavrada a escritura de constituição de uma nova sociedade, Metropolitano de Lisboa, S.A.R.L, bem como a escritura de concessão à Sociedade do exclusivo do estudo técnico e económico do Metropolitano. A 1 de julho de 1949 é outorgada a concessão para a instalação e exploração do respetivo serviço público. Em 1950, os projetos das obras do Metro no que respeita a galerias, estações, montagem de via, instalações de ventilação e abastecimento de energia e de sinalização prosseguem e, no final do ano, é aprovado, oficialmente, o projeto do troço entre Sete Rios e Rotunda, assim como o ramal das oficinas.

Em Setembro de 1954, o Engenheiro Francisco de Mello e Castro é nomeado presidente do Metro (cargo que desempenhou até ao final de Agosto de 1972). E no dia 18, é aberto o concurso para adjudicação das obras, material circulante e instalações fixas. As propostas são abertas em Dezembro e conduzem a um encargo total de 196 mil contos. Sete anos decorridos desde os estudos preliminares, a 11 de Julho de 1955 procede-se à assinatura dos contratos referentes à execução do primeiro escalão da rede do Metropolitano de Lisboa. E a 1 de Agosto arrancam, finalmente, os trabalhos de construção do Metro.
Quatro anos depois do arranque das obras e mais de um século após a primeira proposta, as obras do Metropolitano de Lisboa ficam praticamente concluídas e é testado o novo meio de transporte da capital. A primeira geração de material circulante foi a ML70 e o primeiro troço da rede teve como arquiteto Keil do Amaral e a intervenção plástica da artista Maria Keil do Amaral, com exceção da estação da Avenida, que foi intervencionada por Rogério Ribeiro.

A 29 de Dezembro de 1959, assiste-se à inauguração oficial da rede do Metro, que consistia numa linha em Y, com uma extensão de 6,5 quilómetros, percorridos por 24 comboios, e 11 estações, com dois troços distintos, Sete Rios (atualmente Jardim Zoológico) e Entre Campos – Rotunda (hoje Marquês de Pombal) – Restauradores. A estação da Rotunda permitia a correspondência entre os dois troços. As composições eram constituídas por duas carruagens. O Metropolitano de Lisboa foi oficialmente inaugurado pelo seu Presidente D. Francisco Manuel de Mello, tendo como convidado o Cardeal Cerejeira que abençoou este transporte, bem como esteve presente o Presidente da República, Almirante Américo Tomás.

Antes, no dia 22 de Dezembro de 1959, a imprensa estava dominada pelos títulos centrais em letras apelativas que anunciavam que “O Metropolitano é inaugurado dia 29”. Uma realidade que se materializava, finalmente, após tantos anos de obras que mudaram a face de Lisboa. Obras essas envoltas em polémica e descrença em relação à utilidade e importância, para a cidade, de um transporte como aquele “debaixo da terra”. Razão pela qual, em 1957, o Metro iniciara a edição de folhetos intitulados “Manual do Mirone”, onde constavam as características do, então, futuro metropolitano e os métodos de construção.

Nos dias que antecederam a tão aguardada abertura deste novo inovador meio de transporte, os lisboetas muito conversavam como referia o Diário Ilustrado: “O Metropolitano de Lisboa ainda não está a funcionar e é já um centro social lisboeta”. Ninguém estava indiferente a esta tão grande inauguração!

No dia seguinte, a 30 de Dezembro de 1959, dia da abertura ao público, por volta das três horas da manhã, existiam filas intermináveis à porta das estações para utilizar o novo meio de transporte. A afluência foi tanta que algumas estações foram obrigadas, por motivos de segurança, a cancelar temporariamente a venda de bilhetes, de forma a que os passageiros não invadissem o cais. A população, que acudiu em massa ao Metropolitano, fez deste dia não apenas um dia com uma nova modalidade de deslocação, mas todo um divertimento. Entre as principais atrações, estavam as escadas rolantes da estação do Parque. Imagine-se… Portanto, a curiosidade das primeiras escadas rolantes, a magia da técnica, o fascínio de todo um espaço labiríntico moveu, vigorosamente, toda a cidade, permitindo a entrada em todo um novo mundo.

O Metropolitano de Lisboa surgiu para colmatar o problema de tráfego na grande cidade. E hoje, mais do que nunca, percebe-se a sua necessidade. 55 anos depois, o Metro conta com 55 estações. Números coincidentes de sucesso! Parabéns Metro!!!

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Um dos filmes ícones da década de 80, “Ghostbusters” (ou “Os Caça-Fantasmas”), realizado por Ivan Reitman, está a comemorar 30 anos de existência. Lançado em Junho de 1984, nos E.U.A. e em Dezembro do mesmo ano em Portugal, tratava-se de um filme de comédia, que mostrava um mundo dominado por fantasmas e fenómenos paranormais e uma equipa que sempre era contratada para resolver os "problemas" sobrenaturais pela cidade de Nova Iorque.

Esta troupe era formada por Egon Spengler, um génio da Ciência (Harold Ramis), Peter Venkman, o tipo agradável, de boa conversa mas às vezes, um charlatão de primeira(Bill Murray) e Raymond Stantz, um profundo conhecedor do paranormal (Dan Aykroyd). Com o tempo, o volume de chamados para resolverem os casos fantasmagóricos na cidade era tão grande, que acabaram por contratar um quarto membro para a equipa, Winston Zeddemore (Ernie Hudson) e a secretária trapalhona, Janine Melnitz (Annie Potts). Sem esquecer o “lunático” Louis Tully (Rick Moranis) e a sexy e misteriosa personagem Dana Barrett (Sigourney Weaver).

Grande sucesso de crítica, “Ghostbusters” foi a segunda maior bilheteira do ano de 84 (mais do que o segundo Indiana Jones), arrecadando cerca de 291 milhões de dólares, e teve seu auge com a sequela “Ghostbusters 2”, em 1985, e é considerado o maior sucesso dos filmes de comédia dos anos 80. Foram lançadas também duas versões em desenhos animados na altura: "The Real Ghostbusters" (exibido nos anos 80) e "Extreme Ghostbusters". Ambos tinham o fantasma "Slimer" como amigo e membro da equipa.

Em 2000, os leitores da revista “Total Film” elegeram “Ghostbusters” como o 44° melhor filme de comédia de todos os tempos. O American Film Institute classificou-o como o 28° na lista das 100 melhores comédias de todos os tempos (numa lista chamada "AFI's 100 Years… 100 Laughs"). Em 2005, o IGN (Imagine Games Network) elegeu “Ghostbusters” como a melhor comédia de todos os tempos e em 2006, o canal de televisão norte-americano “Bravo” colocou o filme na 76ª posição entre os 100 Filmes mais Divertidos.

Neste ano, em comemoração dos 30 anos do filme e de sua banda-sonora interpretada por Ray Parker Jr., foi lançada uma edição especial em vinil com a canção "Ghostbusters", que teve como conteúdo a versão original, uma versão instrumental e uma versão dance remix. O mais interessante é que este vinil de 10 polegadas brilha no escuro. Foram lançadas apenas 1.000 cópias, o que o confere como artigo de coleção. Também foi reunido o elenco original de “Ghostbusters”, ao posarem juntos para a edição da revista “Entertainment Weekly”, abrindo os ânimos para um terceiro filme… Mas na prática, o reencontro deu-se apenas para ilustrar uma edição especial com outros elencos que marcaram época. Foi também lançada uma versão em Lego. E, claro, foi editada uma edição especial em DVD e Blu Ray, contendo os dois filmes. Uma boa sugestão, para recordar nesta época…
Mais informações em http://www.ghostbusters.com

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Eis chegado mais um Natal... O Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão, comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos, cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado só no dia 7 de janeiro). Esta data é o epicentro das festas de final do ano.

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de Inverno (natalis invicti Solis),a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica, no século III, para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e, então, passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. Mas embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares.

Os costumes populares modernos típicos desta festividade incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalicias, festas de igreja, doçaria especial (como o Bolo Rei e as filhoses) e a exibição de decorações diferentes (incluindo as árvores de Natal, as luzinhas e guirlandas, o visco, presépios, etc.). Além disso, o Pai Natal surge como uma figura mitológica popular em muitos países, associada aos presentes para crianças.

Mas... E se no Natal as crianças recebessem mais valores e menos prendas? Os brinquedos ainda fazem parte do Natal dos mais pequenos, mas acho que deviam de haver pais que equilibrassem mais os presentes materiais com princípios morais. Fica a reflexão...

Desta forma, o blog e o seu autor desejam a todos os seus leitores e seguidores, um Santo Natal e um próspero Ano Novo!

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"Há muitos milhões de anos atrás, havia vida no planeta Cibertron mas não era a vida como a conhecemos agora. As cidades estavam habitadas por robôs inteligentes que podiam pensar e sentir. Chamavam-se Autobots e Decepticons. Mas como estes últimos só sentiam o impulso num único objetivo, o domínio total, propuseram-se destruir os Autobots, que amavam a Paz. A guerra entre as forças do bem e do mal foi desencadeou-se em Cibertron, devastando tudo o que estava no seu caminho e terminando com os recursos abundantes de energia que existiam no planeta. Os Autobots lutavam valentemente por sobreviver..."

Com esta introdução (realizada em inglês por Victor Caroli), em 17 de Setembro de 1984 foi lançado, nos Estados Unidos, o primeiro episódio dos desenhos animados de Transformers. O episódio piloto foi uma minissérie de 3 episódios que, juntos, formariam o arco da história historia “More than meets the eye”, que nos apresentava os heróicos Autobots liderados por Optimus Prime e os malvados Decepticons, liderados por Megatron numa luta interminável que se estendeu do seu planeta natal para a Terra. 30 anos depois, temos um “franchising” com um incontável número de brinquedos, livros aos quadradinhos, séries e os 4 filmes recentes que conglomeraram uma grande quantidade de novos fãs.

Portanto, em 1984, 85, enquanto eu era apenas um adolescente, quase ninguém percebeu que essa série e linha de brinquedos viria a ter um tremendo impacto cultural… Agora, 30 anos mais tarde, pode-se argumentar que Transformers é bem mais popular do que quando começaram... Diga o que se quiser sobre os filmes de Michael Bay, o facto é que eles mantiveram o título bem forte.

Mas voltemos atrás três décadas. Em 1984, a empresa norte-americana de brinquedos Hasbro teve uma ideia absolutamente genial. As crianças gostam de robôs, certo? Mas eles também gostam de brincar com carrinhos, não é verdade? Então, por que não desenvolver uma linha de bonecos que são poderosos robôs guerreiros mas que também, imaginem só, se transformam em fantásticos carrinhos. Uma fórmula perfeita, não acham? Não há nada mais fantástico do que ter um brinquedo que também é outro, um “dois em um”, ou seja, é muito giro ter um avião que também é robô ou um carro que também é robô, etc. Foi precisamente nesse ano que chegaram, às lojas de brinquedos, os primeiros exemplares dos chamados Transformers A partir daí e ao longo dos anos, passaram a povoar a imaginação das crianças. Não apenas com brinquedos, mas também com toda uma série de desenhos animados, uma linha de grande longevidade em edições de BD e ainda videogames, livros e, obviamente, uma milionária franquia cinematográfica.

A par dos bonecos cybertronianos, a série de TV dos Transformers coexistiu com outras de renome, como, por exemplo, os Thundercats ou o He-Man, que também tiveram o seu sucesso na época, mas sempre ficámos mais fascinados em ver aqueles veículos, armas e outras traquitanas electrónicas, ganharem vida e se transformarem em robôs. Eram imensos robôs, muita ação, personagens carismáticas (incluindo os vilões) e o Optimus Prime, líder dos Autobots, tornou-se o herói de infância para muitos. Transformers era, de facto, diferente dos outros desenhos animados, o ritmo era bem mais frenético, e aquelas transformações, acompanhadas do famoso som metálico, eram fascinantes.

Este ano, está-se a celebrar os 30 emocionantes anos de Transformers! Estas figuras têm atravessado gerações como a saga heróica dos robôs mais poderosos da galáxia. Após a guerra épica no seu planeta Cybertron, a grande viagem para a Terra e a contínua batalha através da galáxia, estes guerreiros Autobots e Decepticons têm conseguido manter o seu "poder" de 3 décadas de dedicação, combate intergaláctico e camaradagem!

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Aos 56 anos, Madonna volta a ser a musa da casa Versace. Pela quarta vez e desde 1995, a maior cantora pop da actualidade volta a ser estrela de uma campanha para a marca italiana.

A marca Versace anunciou, na passada quinta-feira, a escolha de Madonna como cara da sua campanha publicitária para a temporada Primavera/Verão de 2015. A cantora americana de 56 anos sucede, assim, a Lady Gaga, de 28, musa de 2014, e foi a escolha da designer Donatella Versace por esta acreditar ser ela um “ícone de verdade”.

As imagens, realizadas em Nova Iorque pela dupla Mert Alas e Marcus Piggott, tiveram como objetivo captar "a determinação e a influência atemporal de Madonna". "Madonna é um dos maiores ícones da Versace. Estou orgulhosa de que minha amiga e a mais poderosa e influente das artistas seja a nova musa", declarou Donatella Versace. Por seu turno, Madonna afirmou: “É sempre emocionante estar vestida de Versace dos pés à cabeça e experimentar, em primeira mão, a vívida imaginação de Donatella e a paixão que ela criou para esta coleção”.

Mesmo após 30 anos na indústria, Madonna ainda está em grande demanda. A cantora tem causado alguma celeuma ultimamente, no seguimento de uma sessão fotográfica para a revista norte-americana “Interview” e após posar em topless, num espartilho “recortado”. A sessão de fotos, que mostra Madonna a modelar uma série de roupas bem sexys, reclinada sobre uma cama, causou um alvoroço nos media. Mas não era para tanto. Afinal, estamos a falar de Madonna…

Quanto ao seu próximo projecto discográfico, Ele está quase a sair… Sobre ele, o vocalista dos OneRepublic, Ryan Tedder, confirmou que já trabalhou com Madonna em algum material para o seu novo álbum. O cantor e produtor recusou-se a dar detalhes sobre as faixas, mas promete que o novo disco da rainha da pop contará com "as suas melhores coisas em mais de uma década". Ele ainda disse ao jornal “The Mirror”: "As faixas que fiz com ela são muito difíceis de explicar. [O material é] muito forte”.

Natalia Kills é outra que tem adiantado pormenores sobre o seu trabalho no próximo álbum da Madonna. A cantora de cult pop, que passou algum tempo no estúdio com Madonna e com o produtor Martin Kierszenbaum no início deste ano, revelou que o trio trabalhou em oito canções para o novo álbum da rainha do Pop, ao longo de sete dias. "Ela escreve letras incríveis, canta belas melodias, mas acima de tudo, ela é tão bem humorada e engraçada", rematou à “Paper”. Kills revelou que a colaboração surgiu após Madonna ter ouvido os seus dançarinos a ensaiar com a música dela: "Os bailarinos de Madonna tocavam a minha música durante os seus ensaios e nos exercícios todas as semanas", acrescentou.

Nos últimos meses, a Rainha da Pop tem usado o seu perfil do Instagram para revelar a diversa palete de colaboradores que ela tem juntado para o seu novo álbum. A lista inclui, até agora, Natalia Kills, Diplo (o colaborador de MIA), o produtor Ariel Rechtshaid (de Sky Ferreira e Haim), Ball MoZell (o co-escritor de Wrecking Ball), o produtor/DJ Avicii, o ex-colaborador de Lady Gaga, Martin Kierszenbaum, o popstar britânico MNEK, o hit-maker americano Toby Gad e o produtor norte-americano de R&B Symbolic One.Destes, Diplo tem dado algumas entrevistas ultimamente para promover os seus projetos mais recentes e, claro, a sua colaboração com Madonna para o próximo álbum. “Eu adorei trabalhar com Madonna. As faixas saíram em grande e com um som brutal. Ela é um daqueles poucos artistas que começaram a tendência de se reinventar antes de qualquer outro. Ela começou com essa tendência de regressar com um refrescante novo look, novo estilo de música e melodias fantásticas; e atingir o topo das tabelas. Ela estava pronta para experimentar coisas novas enquanto colaborava comigo e manteve sempre uma mente muito aberta às minhas ideias".

Entretanto, duas músicas do próximo álbum de Madonna, “Rebel Heart” e “Wash All Over Me” vazaram recentemente na Internet. Eu já as tenho e a julgar pelo que ouvi, o novo álbum de Madonna promete…

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Já aqui tinha falado da Sunlover, sobre ser uma bebida com o objectivo de saciar a sede, ao mesmo tempo que contribui para nutrir e vitaminar a pele, favorecendo o bronzeado, sublinhando o facto surpreendente de ser 100% portuguesa. Agora, com a chegada do tempo frio, dos momentos em que estamos mais sujeitos às variações térmicas, a Sunlover volta a entrar nas nossas rotinas, enquanto trabalhamos, vamos às compras ou simplesmente na azáfama do dia-a-dia. Com extracto de romã, a sua composição é rica em anti-oxidantes muito potentes, que ajudam a diminuir o stress oxidativo e a neutralizar toxinas ambientais.

Como o frio da rua contrasta com o calor do interior das nossas casas, escritórios ou transportes, é importante uma proteção cuidada nesta altura do ano, já que estas agressões diárias podem acelerar o processo natural de envelhecimento da nossa pele. Claro que também é muito importante podermos aproveitar o sol para ajudar à sua regeneração, mas a nova bebida nutricosmética Sunlover Winter Sunshine melhora o metabolismo de células e contribui para a harmonia do corpo humano, estimulando a reparação das células e actuando directamente na pele, inibindo a possibilidade de inflamações. E com zero calorias! Fantástico, não acham?

A sua fórmula activa, com zero calorias, 0% de açúcares e sem qualquer componente energético, actua na regeneração e protecção da pele, por dentro e por fora, evitando o seu envelhecimento precoce e consequente aparecimento de rugas, ajudando também a reverter as alterações da pele induzidas pelo envelhecimento cronológico. Tal como a sua antecessora, a nova Sunlover Winter Sunshine vem ao encontro de homens e mulheres que valorizam a sua aparência perante os outros, e que se preocupam em ter hábitos saudáveis e cuidados estéticos. Em suma, uma geração cosmopolita, mas com um gosto especial pela vida ao ar livre, preocupada com o bem estar e confiante com a sua aparência.

Agora, a bebida da lata dourada vem dar espaço à sua irmã, de lata rosada. Ambas são produtos inovadores, que criaram uma nova categoria no mercado e nos nosso hábitos ‐ a nutricosmética. Ou seja, a saúde em estado líquido. Com extrato de romã e propriedades anti-oxidantes que ajudam a reduzir o stress e a neutralizar toxinas, a Sunlover Winter Sunshine apresenta-se como regeneradora, enquanto o produto tradicional da Sunlover, recheado de vitamina E (laranja e cenoura), revela-se como protector. O slogan "o Sol no seu estado líquido" parece ter provocado uma ideia errada de que a Sunlover apenas ajudava a bronzear e o próprio mercado acabou por o considerar como um produto de verão, tal como acontece com os gelados, que se podem comer em qualquer altura do ano. Mas a fórmula - 100% portuguesa, sem açúcares ou sucedâneos, foi criada com um objetivo bem distinto: ir buscar o que o Sol tem de melhor e liquidificar essas propriedades numa bebida capaz de proteger a pele e mantê-la saudável. Resumindo: a Sunlover Natural Tan protege e hidarata a pele por fora, enquanto que a nova Sunlover Winter Sunshine vem regenerar a pele por dentro.

Recentemente, a marca Sunlover chegou a Andorra. Depois de Portugal, Itália, Espanha, Reino Unido, Rússia, Polónia e Estónia, este é o oitavo mercado onde a bebida dermocosmética, criada em Portugal em 2011, passa a ser comercializada. Esta assinatura do contrato de distribuição da Sunlover Winter Sunshine em Andorra vem posicioná-la como “a bebida da neve deste ano, aumentando as defesas, diminuindo o envelhecimento da pele e contribuindo para a regeneração e protecção da pele nas circunstâncias climatéricas próprias dos desportos de Inverno”, segundo a própria marca. Estou certo de que com a nova variedade, o Sunlover Winter Sunshine, com anti-oxidantes, com a romã como principal ingrediente, a marca vai ainda mais longe…

Mais informações em http://www.sunlover.pt/

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Primeiro, foi a vez do “metrossexual”, do qual o jogador David Beckham ficou consagrado como o exemplo mais que perfeito. No metrossexual tudo era fashion, hype, tendência, marca. Ele gostava de tudo que era moderno, pós-moderno ou hiper moderno. Mas, segundo algumas mulheres, deixava algo a desejar, pois confundiam-se muito com tipologias do universo gay. Vai daí, elas acabaram por inventar um novo “príncipe encantado”: o “übersexual”. Ele era quase perfeito, o último estágio da evolução dos tipos masculinos. Daí a palavra alemã über, que significa “topo”, “acima” ou, como dizem as mulheres, “tudo de bom”. Bem cuidado, sensível, fiel aos seus princípios e às companheiras, ele era um homem sofisticado e amoroso, que muita gente chegava a duvidar que existisse. Do lado oposto ao über, está o chamado “retrossexual”, que é a reação da ala masculina mais “conservadora” às figuras do “metrossexual” e do “überssexual”. Para estes, aqueles são protótipos de um “complot” mundial para uma total feminização do homem.

De facto, e ao contrário do universo feminino, a moda masculina raramente sofre grandes mudanças. Mas ultimamente, têm vindo a ser lançadas muitas tendências, com denominações sempre terminadas em “sexual”. Por isso, os “cool hunters” andam, a todo momento, de antenas no ar para descobrir um novo comportamento no universo dos homens… E “bingo”, eis que surge mais um. Depois dos "metrossexuais" - homens excessivamente preocupados com o corpo e aparência física, e também os "hipster" – um movimento de subculturas que coexiste com a cultura “mainstream”, agora o mercado, que aponta para o movimento dos "barbudos", deu origem aos “lumbersexuais”.

O “lumbersexual” é um termo que surgiu recentemente nos E.U.A. e na Europa, para definir homens que têm um estilo algo parecido com a imagem do clássico lenhador do cinema de Hollywood (o termo "lumberjack" significa lenhador). Assim, o "lumbersexual" é considerado um homem "descuidado", que não se importa com a barba, roupa ou cabelos. Portanto, surge como o oposto dos “metrossexuais” e não como uma sua evolução. Mas atenção, um não anula completamente o outro, pois um homem pode muito bem ser os dois… Contudo, é um termo que evolui directamente do "retrossexual", utilizado para definir um homem com pouco sentido estético, que não gasta nem tempo, nem dinheiro a cuidar da aparência e do seu estilo. O "retrossexual" na sua essência, possui uma aparência rude, com toques primitivos, além de um sorriso angelical. Ele sente-se orgulhoso de não ir ao ginásio e de não utilizar cremes cosméticos, nem loção pós-barba. E sua curiosidade pelas últimas tendências da moda é quase nula.

Mas o “lumbersexual” é mesmo o estilo do momento e inspira-se na imagem dos lenhadores, ou seja, um ar mais masculino e menos cuidado. A grande imagem de marca do verdadeiro “lumbersexual” é a sua barba. Esta deve ser de três dias ou longa e recheada. O cabelo tem de estar pouco penteado. Também têm uma maneira muito própria de se vestir, optando o estilo lenhador, com camisas de flanela aos quadrados, casacos e calças largas, gorro de malha e botas de trabalho tipo Timberland. A rematar, uma mochila às costas. Esta nova moda nos homens está a fazer grande sucesso entre as mulheres... O melhor exemplo de “lumbersexual” que podemos ter é o Opie, personagem da série “Sons of Anarchy” interpretado pelo Ryan Hurst, que vive a personagem Harry 'Opie' Winston que trabalhou como lenhador por um tempo. Por aqui, pode-se considerar como representantes desta nova tendência os atores brasileiros Bruno Gagliasso e Cauã Reymond, os americanos Ryan Gosling, Joe Manganiello e Jake Gyllenhaal e, ainda, o escocês Gerard Butler.

O aspecto rústico estende-se ao comportamento. A preocupação extrema dos “metrossexuais” com o visual sai de cena e dá lugar a homens mais descontraídos, que não se preocupam em manter um visual tão certinho. O jornal britânico “The Guardian” diz que esta poderá ser uma evolução do estilo hipster – alternativo, agora mais maduro, e com uma maior necessidade de afirmação e de fazer a diferença. Até porque, em linhas gerais, muitas das características desta “tribo” social são as mesmas, assim como os locais de encontro e os hábitos culturais. A reportagem do mesmo jornal aponta ainda a ideia de que este novo estilo significa voltar à mais básica definição de homem viril. O principal objetivo é esquecer e renegar a artificialidade, romper com o que existia e ser rebelde, no fundo a definição de moda. Se, por um lado, se acreditava que os “metrossexuais” cultivavam mais o exterior que o interior com todos os cremes, depilações e barbas perfeitamente feitas, agora pensa-se que os “lumbersexuais” são "menos artificiais, mais humildes e supõe-se que tenham mais contacto com a natureza, com a realidade".

Por conseguinte e acima de tudo, o “lumbersexual” tem um ar descontraído, meio negligé e mais masculino. É a nova moda dos homens urbanos. Na imprensa, nos blogues, nas redes sociais, o “lumbersexual” já está em todas. Esta comunidade internacional tem conta no Instagram, com mais de 6700 seguidores e 250 fotos colocadas, no Twitter, com cerca de 300 seguidores e também uma comunidade aberta no Facebook, que já leva mais de 3000 gostos, a que se junta um blogue - http://lumbersexual.blogspot.pt. Todos com um mesmo objetivo: divulgar imagens do estilo. E após tantas tendências, a pergunta surge no ar: que novo homem se segue?


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Eis um belo filme de acção que nos traz de volta Keanu Reeves. Reeves tem andado algo longe da ribalta, especialmente devido ao facto de os seus últimos filme, como "47 Ronin", terem alcançado pouco êxito, quer em termos de bilheteira, quer junto da crítica. O actor também afirmara, recentemente, que sentia já não ser um actor requisitado pelos grandes estúdios de Hollywood. Porém, a situação parece ter mudado com este seu último projecto cinematográfico… “John Wick” é, portanto, o título deste novo filme de Keanu Reeves, que pode significar o seu retorno aos filmes de sucesso e ao panorama dos actores mais solicitados de Hollywood. O filme, além dos bons resultados de bilheteira que tem obtido, tem colhido excelentes críticas…

Quanto ao enredo, temos John Wick (Keanu Reeves) como um dos assassinos mais temidos da cidade de Nova York, a trabalhar com a máfia russa. Um dia, ele decide se retirar, e neste período tem que lidar com a triste morte da sua mulher. Vítima de uma doença grave, a mesma já previa a sua própria morte, e ofereceu ao seu marido um cachorrinho, para o ajudar no seu período de luto. No entanto, poucos dias após o funeral, o cãozinho é morto por ladrões, que também lhe roubam o carro, após o espancarem. Revoltado, John Wick ressurge e parte em busca de vingança contra estes homens e que lhe tiraram o último símbolo da mulher que ele amava.

Realizado por David Leitch e Chad Stahelski, “John Wick” é um filme que, não tendo nada de inovador, trata-se de uma excelente fita com óptimas sequências de ação, que nos deixam, por vezes, sem fôlego. E conta ainda com boas interpretações, com alguns actores conhecidos no elenco, como é o caso de Michael Nyqvist, que é o vilão de serviço, ou Willem Dafoe. Quanto ao papel principal, esse ficou bem entregue a Keanu Reeves, que demonstra, mais uma vez, que os filmes de ação assentam-lhe como uma luva. Mas, para além disso, temos um argumento coeso e bastante sólido, salpicado com linhas de humor q.b. Portanto, não sendo uma obra-prima (nem pretendia sê-lo), “John Wick” acaba por cumprir todos os requisitos para o género de filme que é, ou seja, um filme de ação. Por isso, recomendo-o!

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Lembram-se de "Do They Know It's Christmas?" Pois é, mais uma vez e numa nova versão, esta canção está de volta. Originalmente, foi gravado em 25 de Novembro de 1984 e lançado no Reino Unido a 15 de Dezembro, chegando ao primeiro lugar dos tops. Em 1989, uma nova formação foi reunida por causa de uma outra onda de fome na Etiópia. Esta Band Aid II, como se veio a chamar, regravou a "Do They Know It's Christmas?", e a canção foi novamente colocada na primeira posição dos tops britânicos. Depois, em 2004, outra formação, chamada Band Aid 20, gravou, mais uma vez, o tema, desta vez para o 20º aniversário do projeto. Apesar de terem regravado a mesma canção, foi decidido mudar um pouco o estilo musical. Mais uma vez, foi um sucesso, alcançando o topo das listas musicais em 5 de Dezembro de 2004. E agora ressurge, com nova letra, para angariar fundos na luta contra a epidemia do ébola.

Mas tudo começou em 1984… "Do They Know It's Christmas" foi um single gravado por vários artistas para uma campanha de Natal beneficente da África, mais concretamente, o flagelo da fome na Etiópia. O tema original foi gravado num único dia, a 25 de novembro de 1984. Lançado em Inglaterra a 15 de Dezembro, logo chegou ao primeiro lugar. De entre os artistas presentes na altura estavam: Adam Clayton (U2), Queen, Phil Collins, Bob Geldof, os Spandau Ballet, Chris Cross (Ultravox), os Duran Duran, Paul Young, Glenn Gregory (Heaven 17), as Bananarama, Jody Watley, Bono Vox (U2), Paul Weller (The Style Council), George Michael, Midge Ure, Dennis J. T. Thomas (Kool & the Gang), Sting, David Bowie, Boy George e Jon Moss (dos Culture Club), Holly Johnson (Frankie Goes to Hollywood), Paul McCartney, os Big Country, entre outros.

Anos mais tarde, com a produção de Stock Aitken Waterman, o "Do They Know It's Christmas?" foi regravado. Estávamos em Novembro de 1989 e vários artistas aderiram ao apelo, tais como Bananarama, Kylie Minogue, Big Fun, os Bros, Cathy Dennis, Jason Donovan, Kevin Godley, Glen Goldsmith, Rolf Harris, The Pasadenas, Marti Pellow, Chris Rea, Cliff Richard, Jimmy Somerville, Sonia, Lisa Stansfield, Technotronic, entre outros. O single foi lançado a 1 de Dezembro de 1989 e chegou ao primeiro lugar no Reino Unido, tendo vendido 500,000 cópias e tornando-se no 9º single mais vendido do ano, superando até mesmo “Like a Prayer”, de Madonna.

Eis que surge a versão Band Aid 20, para assinalar os 20 anos do projecto. "Do They Know It's Christmas?" foi regravado novamente, em Novembro de 2004, por vários artistas como Bono Vox, Dido, Joss Stone, Sugababes, Snow Patrol, Daniel Bedingfield, Natasha Bedingfield, Chris Martin (dos Coldplay), Dizzee Rascal, Skye Edwards (dos Morcheeba), Estelle, Danny Goffey (dos Supergrass), Fran Healy (dos Travis), Jamelia, os Keane, Beverley Knight, Lemar, Thom Yorke, Shaznay Lewis, Paul McCartney, Katie Melua, Roisin Murphy, os Feeder, Robbie Williams e Will Young, entre outros. Esta nova versão do single foi tocada, pela primeira vez, no programa "The Chris Moyles Show (na BBC Radio 1) e na rádio Capital, às 8h, no dia 16 de Novembro de 2004. O vídeo foi para o ar no Reino Unido simultaneamente em vários canais, incluindo os cinco canais mais assistidos, em 18 de Novembro de 2004, com uma introdução por Madonna. A canção foi oficialmente lançada a 29 de Novembro de 2004, e alcançou, novamente, o primeiro lugar, chegando a vender 200,000 cópias e arrecadando dinheiro para combater a fome na região sudanesa de África.

E agora, uma nova versão do Natal solidário “Do They Know It’s Christmas?” foi revelada. Desta feita, Bob Geldoff juntou mais uma vez uma parada de estrelas, mas com novo objectivo: ajudar a combater o Ébola. São elas: One Direction, Bastille, Elbow, Chris Martin (dos Coldplay), Karl Hyde (dos Underworld), Roger Taylor (dos Queen), Clean Bandit, Olly Murs, Sinead O’Connor, Ellie Goulding, Jessie Ware, Marcus Mumford (dos Mumford & Sons), Ed Sheeran, Angélique Kidjo, Robert Plant (dos Led Zeppelin), Emeli Sandé, Paloma Faith, Sam Smith, Seal, Rita Ora, Bono Vox, Midge Ure e, claro, Bob Geldof. Esta nova versão foi gravada durante o fim-de-semana passado. Esta é a quarta versão do clássico de Natal, original de 1984, e foi gravada e lançada no espaço de 36 horas. Há 30 anos, a canção pretendeu angariar verbas para lutar contra a fome na Etiópia. Desta vez, a missão é auxiliar no combate ao Ébola, a afectar vários outros países de África.

A letra teve algumas alterações em relação à original para se adaptar à nova missão da canção, já à venda no iTunes. Alguns versos da letra foram alterados para refletir a crise na África Ocidental: "Where a kiss of love can kill you and there's death in every tear" substitui "where the only water flowing is the bitter sting of tears"; "no peace and joy this Christmas in west Africa/the only hope they'll have is being alive" substitui "there won't be snow in Africa".
"Não interessa, verdadeiramente, se não se gosta desta canção", disse Geldof, "também não interessa se não se gosta dos artistas, não interessa se se revelar uma gravação péssima - o que têm de fazer é comprar para ajudar". Para além da compra do single, físico ou via iTunes (a canção pode ser comprada nas lojas digitais por 1,29 Euros), há outras formas de colaborar. Por exemplo, cada visualização do vídeo no You Tube gera dinheiro para a causa e todas as receitas vão, integralmente, para a luta contra a epidemia de ébola.

Aqui fica o link do vídeo: http://youtu.be/i1jeiC-JEsI

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O homem-morcego, lançado em Março de 1939, foi criado por Bob Kane e Bill Finger, e rapidamente se tornou numa das personagens mais conhecidas de todos os tempos do mundo da banda-desenhada. Batman transformou-se numa febre comercial, e nas décadas seguintes, estava nas televisões e nas salas dos cinemas, sendo que as suas revistas vendiam como “pão quente”. O combatente do crime da cidade de Gotham não parou de receber elogios por parte da crítica e dos fãs. Bob Kane não foi o único criador do homem-morcego. Foi o escritor Bill Finger que veio complementar psicologica e dramaticamente a personagem, porém, este último não obteve nenhum crédito financeiro com a criação do combatente misterioso do crime, ficando “a ver navios”. Só Kane é que registou a marca Batman, tendo sido contratado pela editora National, que depois se transformaria na DC Comics. Mas adiante...

Estávamos em 1939 quando ocorreu a publicação da história “The Case of the Chemical Syndicate”, da revista Detective Comics, onde a personagem apareceu pela primeira vez. A sua criação foi uma encomenda da DC Comics para aproveitar o sucesso do Superman ou Super-Homem, criado um ano antes. A tarefa ficou a cargo de Bob Kane, que procurou influências bastante variadas, que iam do Drácula e Zorro, até ao Leonardo Da Vinci. O resultado final foi um cavaleiro das trevas que, ao longo dos anos, ganhou aliados (como o tenente Gordon, Robin e a Batgirl), diversos icónicos vilões (Joker, Pinguim, ou a Catwoman), e tornou-se num dos maiores ícones da cultura pop e um sucesso desmesurado nos livros aos quadradinhos, cinemas, TV, jogos, brinquedos e os mais diversos objetos licenciados. Além de ganhar uma mitologia rica e receber novos tratamentos no traço dos uniformes e do logo do personagem ao longo dos anos, tendo passado pelas mãos de Tim Burton, Neil Gaiman, Frank Miller, Christopher Nolan ou Alan Moore. É, sem dúvida, o super-herói mais filmado de sempre, mas também o mais “analisado no divã”: é o justiceiro fictício mais analisado por psiquiatras e psicólogos.

No ano seguinte, saiu a primeira revista Batman, já com outras duas personagens que ajudaram a definir este cavaleiro das trevas – Joker e Catwoman. A primeira era de Batman foi algo escura e tortuosa. Nos anos 50 e 60 tornou-se mais sorridente, quase paternal, além de bastante “camp” na série televisiva protagonizada por Adam West. Depois, veio a loucura do vigilante na sua incansável busca por vingança, com um storytelling mais rico e inovador, acompanhando as tensões dos anos 70. Mas em 1986 há uma grande mudança…

Nos últimos tempos, duas figuras centrais do universo Marvel (o outro gigante da edição de comics mundial, que também está a cumprir 75 anos este ano e de que darei conta mais adiante) mudaram. Thor, o Deus do trovão vai ser uma mulher e o Capitão América vai deixar de ser loiro para ser um negro. Há cinco anos, a Batwoman viveu a sua homossexualidade e há dois, a Marvel celebrou o seu primeiro casamento gay (na edição #50 da série Astonishing X-Men, Jean-Paul Beaubier, conhecido no universo Marvel como Northstar (Estrela Polar), pede em casamento o seu namorado, Kyle Jinadu, um jovem sem superpoderes). O Super-Homem já morreu e ressuscitou inúmeras vezes e Bruce Wayne também…“Estas inflexões narrativas são um golpe duplo: tira-se o fôlego aos fãs com a mudança drástica e reconquistam-se os seus corações um ano depois, devolvendo tudo à ‘normalidade’”, contextualiza João Lemos, ilustrador e autor de banda-desenhada português, que já colaborou com a Marvel. Apesar de, lembra, Batman também já ter tido outras vidas, nos chamados universos alternativos da DC (do Japão medieval a uma Gotham vitoriana, exemplifica), este ilustrador considera: “À noite, todas as silhuetas icónicas são pardas mas, a longo prazo, a história requer elementos como a duplicidade de um semi-diurno Bruce Wayne para se sustentar”. Ou seja, no fundo, a essência do homem-morcego é menos permeável a estes mecanismos de diversificação e mercado por parte das editoras. Mas uma dessas séries de histórias independentes mudou o Batman para sempre.

Com “The Dark Knight Returns” tudo mudou! Frank Miller (o mesmo de “Sin City” e “300”) reescreveu e redesenhou, com Klaus Janson a história de Batman numa minissérie em que o justiceiro aparecia mais velho (55 anos), Gotham inundada de crime e o Super-Homem em modo de perseguição ao homem-morcego em jeito de saído da reforma. Muitas outras histórias e momentos ajudaram a definir o Batman, mas “o que o Frank Miller fez é agora inseparável do ADN da personagem, que se tornou assim o contraponto lunar do solar Super-Homem”, defende João Lemos. Mudou a nossa percepção do que é hoje” a personagem. Batman tornou-se, com essa história, mais cruel, mais sádico e, por isso, mais real.

Batman é a prova de que não é preciso super-poderes para se ser um super-herói e sempre se reinventar. E este ano, todos os fãs estão a festejar os 3 quartos de século do homem-morcego. Apesar de ainda estar em fase de produção, o novo filme com a personagem, dessa vez vivida por Ben Affleck (e que ainda não se sabe se é uma participação em Superman 2 ou um crossover Batman VS Superman) só deve chegar aos cinemas em 2016. Contudo, até lá, os admiradores do universo do Cavaleiro das Trevas, tal como eu, podem acompanhar, numa nova série live action de televisão, a história das origens e do passado do Comissário Gordon, do Pinguim, do Enigma e outras personagens míticas, numa das cidades mais perigosas do mundo, Gotham. A série “Gotham” passa no canal FOX, às terças à noite e já estreou. Não percam, pois está muito bem conseguida!

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Símbolo da Guerra Fria, dividiu a maior cidade alemã por décadas. No passado domingo, o seu derrube fez 25 anos. Um quarto de século passado desde a data histórica, qual o legado da queda do Muro de Berlim?

A queda do Muro, a 9 de Novembro de 1989, foi um evento que correu mundo, provocando, simultaneamente, a queda do Comunismo, a unificação da Alemanha e o início do fim da Guerra Fria. O mundo viu a queda do Muro como um símbolo do fim da Guerra Fria entre os EUA e a União Soviética. Foi a remoção de uma barreira que impedia a unificação de um país dividido. As pessoas viram o triunfo dos Direitos Humanos sobre os Governos. Foi um evento dramático, coberto pelos media mundiais… Volvidos estes anos, considerada a quarta maior economia do globo e a “locomotiva económica da Europa”, a Alemanha celebrou, no passado domingo, a data que permitiu ao país unir-se depois da divisão sofrida como resultado da trágica 2ª Guerra Mundial. Sobre a mesma, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou «a queda do Muro de Berlim há 25 anos atrás, num prenúncio do fim da Guerra Fria, mostrou ao mundo que os "sonhos podem-se tornar realidade" e deveria inspirar as pessoas dominadas pela tirania»…

Mas porque é que o Muro caiu? Há três razões para tal… A imediata, é a de que o Governo da Alemanha Oriental errou. Quis mudar as regras e viagens no princípio do mês de Novembro de 1989, para quem quisesse visitar a Alemanha Ocidental, e deu uma conferência de imprensa para anunciar as mudanças. Quando um jornalista perguntou ao porta-voz do Governo quando é que as mudanças iam entrar em vigor, o mesmo inventou uma resposta: imediatamente. Ora, os rumores espalharam-se e acreditou-se que se podia passar imediatamente para o outro lado e, aí, começou a pressão. O erro levou a um mal-entendido e produziu-se um movimento instantâneo de mudança. A segunda razão prende-se com a mudança que assolou a região em 1989: as negociações da Mesa Redonda na Polónia; as eleições naquele país; o êxodo de alemães orientais para embaixadas da Alemanha Ocidental; ou o crescente número de manifestações na Alemanha Oriental, sobretudo em Leipzig. O Governo da Alemanha de Leste teria que usar a força bruta para contrariar essa tendência. A terceira e última tem a ver com o papel de Mikhail Gorbachev na União Soviética. Gorbachev cedo mostrou que não iria “salvar” os regimes comunistas na Europa Oriental com as tropas soviéticas, como aconteceu na Alemanha Oriental em 1953...

De facto, o mundo mudou por completo há 25 anos, quando centenas de pessoas se juntaram, com pás e marretas, para destruir a barreira que separou uma nação durante 28 anos e que manteve o mundo em constante ameaça de nova guerra. O dia 9 de Novembro de 1989 é uma data histórica, pois traçou a linha que separa a era da Guerra Fria da era do pós-Guerra Fria. “A queda do Muro permitiu a expansão da União Europeia (UE), celebrando a prioridade à geoeconomia e não à geopolítica”, explica John Feffer, co-director de Foreign Policy In Focus no Instituto (Americano) de Estudos Políticos, um “think tank” sediado em Washington DC.

Além de representar uma grande mudança a nível político e económico, o fim da era do Muro também é visto como uma vitória dos Direitos Humanos, conseguindo inspirar milhares de activistas à procura da Democracia nas suas sociedades. Apesar de a queda do Muro ter trazido mudanças significativas, é um facto que também gerou expectativas e que, um quarto de século passado, continuam por cumprir. “As expectativas estavam muito altas, em 1989 – que todas as ditaduras iriam acabar, que todos os conflitos seriam resolvidos, uma economia equitativamente global e estabelecida… Todo o dinheiro gasto a nível militar poderia ser transferido para as necessidades humanas… Ora, muitas destas expectativas não foram concretizadas”, defende Feffer. E acrescenta: “As guerras não acabaram, muitos ditadores continuam no Poder. E os gastos militares continuam muito elevados.”

Portanto, novas ameaças têm vindo a surgir nos últimos tempos: o espectro de uma nova Guerra Fria começa a ensombrar o Mundo, com a crise na Ucrânia, cujo destino depende dos confrontos entre EUA/UE e a Rússia, e muitas vozes têm chamado à atenção para a possibilidade de um novo confronto, de baixa densidade, entre as grandes potências mundiais. “É importante chamar as coisas pelos nomes e o colapso das relações entre a Rússia e o Ocidente tem, de facto, de ser chamado de Guerra Fria”, escreveu, recentemente, Robert H. Legvold, professor do Departamento de Ciências Políticas da prestigiada Universidade de Columbia, na revista “Foreign Affairs”.

Assim, o 25.º aniversário da queda do Muro, que se celebrou domingo, chega a meio de uma crise internacional. Por isso mesmo, os festejos podem servir como lembrete para os EUA e Rússia dos males que podem trazer confrontos ideológicos e políticos, a nível internacional. “Nunca é tarde para reatar as relações EUA-Rússia e evitar uma nova Guerra Fria. Mas isso exigiria um novo acordo envolvendo Washington, Moscovo e Bruxelas", conclui Feffer.

Mas, obviamente, muitas razões há para se celebrar as bodas de prata da Queda e por isso, simbolicamente, o muro foi reconstruído com balões cintilantes. Para comemorar os 25 anos da queda do Muro de Berlim, o artista Christopher Bauder e o realizador Marc Bauder criaram o “Lichtgrenze”, uma reconstrução de 10 km do Muro. Só que, em vez de betão, o percurso original tem balões luminosos, que ficarão na cidade durante dois dias, ou seja, até hoje. E em seis localizações-chave ao longo do percurso, a “Lichtgrenze” mostra imagens históricas dos tempos em que o Muro ainda dominava a paisagem.

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Na passada semana, tive o prazer de ir à ante-estreia do filme “Rio, I love you”, ou “Rio, Eu Te Amo”, em português do Brasil. Trata-se de um novo episódio da série de filmes Cities of love, que já nos deu “Paris, je t’aime” e “New York, I love you”. Todos estes filmes têm servido como um menu de degustação, que oferece pequenas porções para conquistar o público de pratos maiores. Criada pelo francês Emmanuel Benbihy, esta série aposta sempre no turismo, oferecendo-nos várias experiências com a assinatura de reconhecidos realizadores. No caso de “Rio, Eu te Amo”, há toda uma estratégia económica, também usada por Paris e Nova Iorque, mas um pouco mais assumida. A empresa de cosméticos “O Boticário” aparece nos créditos iniciais e vai aparecendo ao longo do filme. Nada contra, até porque cada vez mais, o cinema tem de viver desses dinheiros…

Portanto, tal como os seus antecessores, temos também aqui uma manta de retalhos, de histórias e estórias, alinhavadas por realizadores como Vicente Amorim, Guillermo Arriaga, Stephan Elliott, Im Sang-soo, Nadine Labaki, Fernando Meirelles, José Padilha, Carlos Saldanha, Paolo Sorrentino, John Torturro e Andrucha Waddington, sempre com o Rio de Janeiro como pano de fundo, e abrilhantadas por actores como Fernanda Montenegro, Eduardo Sterblitch, Emily Mortimer, Basil Hoffman, Ryan Kwanten, Marcelo Serrado, Bebel Gilberto, John Turturro, Tonico Pereira, Roberta Rodrigues, Vanessa Paradis, Vincent Cassel, Bruna Linzmeyer, Rodrigo Santoro, Wagner Moura, Harvey Keitel, entre outros. Ao todo, “Rio, Eu Te Amo” reúne dez episódios, onde cada um revela um bairro e uma característica marcante da “cidade maravilhosa”.

Por serem muitas e uma mais ou menos interessante do que a outra, vou-me centrar apenas nas que mais me tocaram… Por exemplo, “Dona Fulana”, por Andrucha Waddington, onde um rapaz, que acreditava que a sua avó, que conhecera quando criança, estava morta, a vai reencontrar na rua. Dona Fulana (Fernanda Montenegro) mora na rua, e de lá não quer sair. Nem mesmo com os apelos do neto, ela recusa-se a voltar para casa, e ainda o leva a ter uma experiência inesquecível pela cidade. Já em “Acho que Estou Apaixonado”, temos um famoso actor internacional, Jay, que está no Brasil para divulgar o seu novo filme no Festival do Rio. Ele não vê a hora de voltar para o hotel e descansar, mas o seu motorista não pára de falar com ele e de o chatear. Quando Jay se depara com o Pão de Açúcar, fica deslumbrado e é atraído até ao ponto turístico. Aqui, Stephan Elliott, o realizador de “Priscilla, a Rainha do Deserto” optou por contar a sua própria história de amor no Rio de Janeiro, colocando Ryan Kwanten e Marcelo Serrado numa escalada, sem equipamento de segurança, para encontrarem o amor no topo…

Em “O Vampiro do Rio”, temos uma inesperada aparição. Com cenas interessantes, como vampiros a sambar no morro, é um dos trechos mais surpreendentes e o que mais jus faz à cidade. Fernando é um garçon de meia-idade, que trabalha num movimentado restaurante turístico. Ele mora no Vidigal e guarda um grande segredo, mas é apaixonado por Isabel, sua vizinha, uma mulher que trabalha como prostituta para sustentar a filha.

Com “Pas de Deux, temos a subtileza de Carlos Saldanha. Um casal de bailarinos está a ensaiar para um novo espetáculo, quando ele (Rodrigo Santoro) recebe um convite para se apresentar no estrangeiro. O jovem hesita em aceitar a proposta, com medo de prejudicar o seu relacionamento com a parceira. A faltarem poucos minutos para entrar no palco, a discussão sobe de intensidade, mas o show tem que continuar…

E em “O Milagre” temos ternura e humor por Nadine Labaki. Durante uma filmagem no Rio, um casal de actores conhece uma criança que acredita estar a receber telefonemas de Jesus. E mais não conto… Há mais histórias e todas acabam por nos surpreender.

“Rio, Eu Te Amo” não deixa de ser também um retrato de um certo Brasil. Uma mescla de talento e liberdade criativa, com mensagens institucionais, de arte com propaganda, de crítica social. É uma experiência interessante, que apesar de nem sempre estar bem rematada na soma dos seus trechos, talvez seja o filme mais genuíno de Cities of Love.

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