A artista plástica italiana Chritina Guggeri teve a excelente ideia de criar fotomontagens com os lideres mais poderosos deste mundo, cada um sentado no seu respectivo “trono”. Sem dúvida para fazer lembrar que, apesar da sua força politica impressionante, também eles fazem “cócó” como toda a gente. E eu decidi partilhar, pois também é preciso ter algum humor nestes dias…

A artista, em colaboração com o site www.areashoot.net , criou uma série de fotomontagens onde coloca alguns dos mais importantes líderes mundiais num “trono” bem diferente do habitual, a sanita. Não deixa de ser engraçado e perturbador, mesmo sem o ruído e o cheiro.

Fazendo uso do photoshop, a série batizada como “Krydy” impressiona, não apenas pela ousadia e pelo tom divertido e satírico do trabalho, mas também pela riqueza de pormenores que compõem cada cena. As casas-de-banho acabam por reflectir muito sobre cada um dos líderes retratados, como Barack Obama, Vladimir Putin, Silvio Berlusconi, Angela Merkel ou o Papa Francisco, o Dalai Lama e a Reina Isabel II. Porque, lideres mundiais ou não, num certo “trono”, todos somos iguais…

Mais em http://areashoot.net/category/photo-finishers e em http://cristinaguggeri.weebly.com

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A noite de ontem foi marcada pela 72ª edição dos Globos de Ouro. Como acontece anualmente, foi mais uma noite com muito glamour na passadeira vermelha e de momentos inesquecíveis ocorridos em palco, nomeadamente uma pseudo-selfie (depois da selfie tirada nos últimos Óscares, a produção dos Globos de Ouro tentou repetir a proeza mas de forma um pouco forçada) e a defesa da liberdade de expressão (ninguém ficou indiferente ao atentado em Paris e várias foram as celebridades que se manifestaram relativamente à liberdade de expressão). Na red carpet, destaque para a inusitada presença do travesti barbudo Conchita Wurst (ou o cantor austríaco em drag queen, Thomas "Tom" Neuwirth), que envergou um longo vestido de veludo verde.

"Boyhood" foi o grande vencedor nas categorias de cinema, ao arrecadar três prémios na 72.ª gala, em que "Birdman" e "The Theory of Everything" ("A Teoria de Tudo") conseguiram dois galardões, respectivamente. A gala decorreu no hotel Beverly Hilton, de Los Angeles, E.U.A., e contou, entre os vários apresentadores, com as latinas Salma Hayek e Jennifer López, e com Lupita Nyong'o, Meryl Streep, Harrison Ford e Matthew McConaughey, entre muitos outros… Como sabem, os Globos de Ouro, prémios do cinema e da televisão americanos, atribuídos pela associação de imprensa estrangeira de Hollywood, são vistos como uma antecâmara dos Óscares, cujos nomeados vão ser anunciados já na próxima quinta-feira.

Mas, de facto, "Boyhood" foi mesmo o vencedor maior. O prémio de Melhor Realizador foi para Richard Linklater, pelo filme “Boyhood: Momentos de uma vida”, que estava nomeado em cinco categorias. Linklater destronou, para além do realizador mexicano Alejandro González Iñárritu (“Birdman”), outro favorito, os realizadores Wes Anderson ("Grand Budapest Hotel"), Ava Duvernay" ("Selma"), e David Fincher ("Em parte incerta"). A somar ao prémio de Melhor Realizador, "Boyhood" venceu também nas categorias de Melhor Filme e Melhor Actriz Secundária (Patricia Arquette).

Eddie Redmayne levou o prémio de Melhor Actor de Drama em "The Theory of Everything (A Teoria de Tudo), enquanto Julianne Moore obteve o de Melhor Actriz de Drama em "Still Alice" (O Meu Nome é Alice), pelo desempenho do papel de uma mulher com a doença de Alzheimer. Michael Keaton recebeu o prémio de Melhor Actor de Comédia ou Musical pelo papel no filme "Birdman (ou a inesperada virtude da ignorância)”, que estava nomeado em sete categorias. Por seu turno, Amy Adams foi distinguida como Melhor Actriz de Comédia, por "Big Eyes". "The Affair", "Fargo" e "Transparent", com dois galardões cada um, repartiram a glória nas categorias de TV desta 72.ª edição dos Golden Globes. "The Affair" conseguiu, na reta final da cerimónia, os galardões de Melhor Série Dramática e o de Melhor Actriz para Ruth Wilson.

George Clooney, homenageado com o prémio Cecil B. DeMille, foi uma das estrelas presentes que levou a mensagem "Je suis Charlie" para a cerimónia, em solidariedade com as vítimas dos ataques na semana passada, em Paris. "Os milhões de pessoas que se manifestaram em Paris e em todo o mundo, incluindo cristãos, judeus e muçulmanos, não o fizeram em protesto. Manifestaram-se em apoio à ideia de que não vamos caminhar com medo. Não o teremos", disse Clooney. O actor Jared Leto, que apresentou um dos galardões da noite, foi outro dos presentes que levou a frase "Je suis Charlie" ao palco. Ainda neste contexto, a audiência aplaudiu de pé o presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, Theo Kingma, que defendeu a unidade contra todos os que atentam contra a liberdade de imprensa em qualquer parte do mundo, "desde a Coreia do Norte a Paris".

A cerimónia foi hábil e divertidamente conduzida pelas comediantes Tina Fey e Amy Poehler, que proporcionaram um momento de humor sobre o ataque informático à Sony Pictures, realizado com o objetivo de impedir a estreia do filme "The Interview", uma sátira sobre um plano para matar o líder da Coreia do Norte. "Hoje celebramos todos os filmes e programas de televisão aprovados pela Coreia do Norte", ironizou a dupla.

Fiquem, então, com a lista dos vencedores dos prémios Globos de Ouro de 2014, entregues na noite de ontem, em L.A.:

Cinema:

Melhor Drama: "Boyhood"

Melhor Comédia/Musical: "Grand Budapest Hotel"

Melhor Realizador: Richard Linklater, "Boyhood"

Melhor Actor de Drama: Eddie Redmayne, "The Theory of Everything" ("A Teoria de Tudo"

Melhor Actriz de Drama: Julianne Moore, "Still Alice" ("O meu nome é Alice"

Melhor Actor de Comédia/Musical: Michael Keaton, "Birdman"

Melhor Actriz de Comédia/Musical: Amy Adams, "Big Eyes"

Melhor Actor Secundário: J.K. Simmons, "Whiplash"

Melhor Actriz Secundária: Patricia Arquette, "Boyhood"

Melhor Filme Estrangeiro: "Leviathan" (Rússia)

Melhor Filme de Animação: "How to Train Your Dragon 2"

Melhor Argumento: "Birdman"

Melhor Banda Sonora: "The Theory of Everything" ("A Teoria de Tudo")

Melhor Música Original: "Selma"


Televisão:

Melhor Série Dramática: "The Affair"

Melhor Actor de Drama: Kevin Spacey, "House of Cards"

Melhor Actriz de Drama: Ruth Wilson, "The Affair"

Melhor Série de Comédia: "Transparent" (Amazon)

Melhor Actor de Comédia ou Musical: Jeffrey Tambor, "Transparent"

Melhor Actriz de Comédia ou Musical: Gina Rodríguez, "Jane The Virgin"

Melhor Minissérie/Telefilme: "Fargo" (FX)

Melhor Actor de Série/Minissérie/Telefilme: Billy Bob Thornton, "Fargo"

Melhor Actriz de Série/Minissérie/Telefilme: Maggie Gyllenhaal, "The Honorable Woman"

Melhor Actor Secundário de Série/Minissérie/Telefilme: Matt Bomer, "The Normal Heart"

Melhor Actriz Secundária de Série/Minissérie/Telefilme: Joanne Froggatt, "Downton Abbey")


Prémio Carreira Cecil B. DeMille: George Clooney


Mais info em: www.goldenglobes.com

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É verdade! Elvis ainda não perdeu o título. O “Rei do Rock” nasceu há exactamente 80 anos. Elvis Aaron Presley, conhecido apenas como Elvis Presley, faria 80 anos nesta quintta-feira.. Apesar de ter morrido em 1977, os fãs continuam a recordá-lo como se ainda estivesse vivo…

Elvis nasceu a 8 de Janeiro de 1935, em Tupelo, no Mississipi, E.U.A. Com ele nasceu um irmão gémeo, mas já sem vida. Portanto, filho único de Vernon e Gladys Presley, tinha 13 anos quando se mudaram para Memphis (no Tennessee) e por essa altura, já a música lhe corria nas veias... No seu 11º aniversário, Elvis recebeu de presente uma guitarra. Foi na sua juventude que Elvis absorveu influências de Blues, da música Country e do Gospel, géneros musicais com que cresceu na comunidade religiosa e na Beale Street de Memphis, rua que frequentava na adolescência.

Mundialmente aclamado como o «Rei do Rock'n'Roll», o cantor ficou também conhecido como “Elvis, The Pelvis”, pela sua forma extravagante e ousada de dançar. Conhecido também como “o branco que cantava Blues”, Elvis foi o mais popular, e certamente um dos primeiros artistas a fundir o género Gospel com aquilo que viria a ser o Rock & Roll, estilo musical que ajudou a definir. Sem dúvida, uma das grandes riquezas de Elvis Presley foi a capacidade de reunir todas as influências com que cresceu.

Em 1954, Elvis gravou sua primeira música, 'That’s All Right', no estúdio de Sam Phillips. Portanto, a carreira discográfica de Elvis Presley teve início nesse ano, na lendária “Sun Records”. Um ano depois, em 1955, Elvis assinou seu primeiro contrato com a RCA Records, com a participação do empresário Tom Parker e passado apenas um ano, era já uma estrela internacional. Em 1956, 'Heartbreak Hotel', o seu primeiro single comercializado, vende um milhão de cópias. O álbum 'Elvis Presley' veio logo a seguir e apareceu em primeiro lugar no top da Billboard. No mesmo ano, Elvis apareceu no programa de Ed Sullivan 'Toast of the Town' e o primeiro filme “Love me tnder” foi lançado. Toda uma estrela…

Além da música, participou em 33 filmes e protagonizou dezenas de atuações musicais que fizeram história na televisão. Vendeu mil milhões de discos e ganhou vários prémios, entre eles três Grammy (em 14 nomeações). Porém, a fama não lhe retirou a humildade: em 1958 interrompera a carreia para responder à chamada do exército norte-americano.

O mundo chorou a sua morte, em 1977, quando o corpo do artista foi encontrado na sua casa de Graceland. Elvis morreu no dia 16 de Agosto, com 42 anos, No entanto, as circunstâncias do seu desaparecimento são dos pontos mais polémicos e controversos, fazendo perdurar o mito de que poderia não ter morrido naquele dia. Hoje, 38 anos depois da sua morte, Elvis é um artista que ainda vende e se ouve. No YouTube, por exemplo, soma milhões de visualizações, bem como nos novos serviços de streaming, como o Spotify.

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E que melhor forma de começar o novo ano do que falar de um calendário? Pois é! Há 50 anos que fotógrafos de renome e exuberantes modelos ilustram um dos calendários mais sexys do mundo, o Calendário Pirelli. Editada sempre em número limitado, esta ansiada publicação serve como objecto de sedução no relacionamento da empresa com alguns clientes VIPs. A 42.ª edição do já tradicional calendário, intitulado “The Cal”, junta modelos famosas, um fotógrafo de renome e muita beleza.

Para ilustrar este ano de 2015, o fotógrafo responsável foi Steven Meisel, famoso, entre outros, por ter editado o livro “Sex” de Madonna, em 1992, e por ser encarregado de fotografar campanhas de marcas como Versace, Louis Vuitton, Calvin Klein ou Prada. O styling ficou a cargo de Carine Roitfeld e a maquilhagem foi assinada por Pat McGrath

A lógica do calendário mantém-se inalterada: cada mês é dedicado a uma manequim. Na perspetiva de moda, a principal novidade a nível de materiais é o latex, ainda que normalmente usado em pouca quantidade... As rendas e transparências também aparecem. E um dos destaques é Candice Huffine, de 29 anos e que já foi capa da revista Vogue, a primeira modelo
size plus a ilustrar o calendário Pirelli. As restantes 11 modelos, todas fotografadas em Nova Iorque, são as americanas Gigi Hadid, Carolyn Murphy e Cameron Russell, as brasileiras Isabeli Fontana, Adriana Lima e Raquel Zimmermann, a britânica Karen Elson, a porto-riquenha Joan Small, as russas Natalia Vodianova e Sasha Luss e a alemã Anna Ewers.

Para “apimentar” o ambiente fetichista da 42ª edição, as modelos aparecem envergando peças de látex, como meias acima do joelho e corsets. “Nós usámos o látex para dar para às imagens uma pitada de moda… para complementar a beleza das modelos – e uma pitada de humor também”, explicou Carine Roitfeld ao site da revista “Harper’s Bazaar”. Já Meisel defendeu: “Na minha opinião, estas são as modelos-chave da estética mundial de hoje. Elas representam a moda e o sistema solar que nos é imposto neste momento". No que respeita à sua visão sobre o projecto, o mesmo acrescentou: “Eu não quis fazer um calendário conceitual ou ligá-lo a um local em particular, mas sim criar 12 pósteres nos quais as mulheres, em toda a sua sensualidade, são as protagonistas absolutas de 12 imagens bem diferentes.”

Mais imagens em http://www.pirellical.com/ Bom ano novo!!!

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Com o ano quase a acabar e com os nossos olhares já postos em 2015, é altura de fazer balanços. E eu vou-me debruçar sobre as palavras que mais enriqueceram o léxico do ano de 2014.

Sim, muitas foram as expressões que passaram a estar na moda ou que mais nos marcaram, pelo seu excesso de uso, tais como: ébola, fatura, legionela, corrupção, jihadista, etc. Mas a que mais foi usada e que entrou nos nossos hábitos foi, sem dúvida nenhuma, a “selfie”.

Uma selfie é, em bom português, uma fotografia de auto-retrato captada por uma câmara. Na essência, selfie advém da junção do substantivo self (em inglês "eu", "a própria pessoa") e do sufixo ie - ou selfy. Normalmente, é tomada com uma câmara digital de mão ou com um telemóvel com câmara incorporada. Frequentemente associadas às redes sociais, as selfies são, muitas vezes, casuais, normalmente tomadas com uma câmara bem segura até ao comprimento do braço ou, então, com a ajuda de um espelho, e normalmente incluem apenas o fotógrafo ou o número de pessoas que possam estar em segundo plano. Neste último caso, as selfies que envolvem várias pessoas são conhecidas como "selfies de grupo". É muito popular, sobretudo em populações jovens.

Os principais sites de redes sociais em que podemos encontrar grandes selfies são Tumblr, Twitter, Facebook, Instagram, Snapchat, Google +, etc. Portanto, se as redes sociais têm ajudado a popularizar a expressão, foi na noite dos Oscar 2014 que a selfie de grupo, conduzida pela apresentadora Ellen DeGeneres (com mais de 2,7 milhões de partilhas, chegando a colapsar o Twitter por alguns minutos), veio tornar o termo (e a prática) mais popular do que nunca.

E vocês, já fizeram a vossa selfie de hoje? Tenham todos um excelente 2015!!!

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A cidade de Lisboa possui uma rede de metropolitano desde 1959. No entanto, tal empreendimento, que demorou mais de um século a ganhar forma, passou por vários projetos utópicos. Foi um processo longo e polémico, que começou no reinado de D. Luís e que desencadeou debates e paixões. Não foi fácil… Por todo o mundo, eram poucas as cidades que já possuíam este transporte coletivo urbano. A primeira cidade a inaugurar uma rede de metropolitano foi Londres, a 10 de Janeiro de 1863.

Mas recordemos… A primeira proposta para construir um metropolitano de Lisboa surgiu em 1855 e previa um traçado que ligasse Santa Apolónia a Algés, com passagem pelo Rossio, São Bento, a Rua das Janelas Verdes e Alcântara. O custo do empreendimento estava orçado em 500$00 reis por metro corrente de túnel, mas a proposta não avançou. Em Maio de 1888, é apresentado pelo Engenheiro Militar Henrique Lima e Cunha à Associação dos Engenheiros Civis Portugueses um novo projeto para o metropolitano. Por razões económicas, o projeto que previa uma extensão de 14 quilómetros, com cerca de 14 estações, passando pelas freguesias mais populosas da cidade de Lisboa (Alcântara, Rato, Largo do Intendente e Cais dos Soldados), não chegou a ser aprovado. A 16 de Maio de 1922, três comerciantes moradores em Lisboa, interessados na concessão do metro, entregam na Câmara Municipal um requerimento onde propõem desenvolver, a expensas próprias, os estudos e orçamentos necessários. A proposta previa que a rede do metropolitano fosse constituída por duas linhas de via dupla subterrâneas, que iriam de Alcântara ao Rossio e de Alcântara aos Caminhos-de-Ferro. A rede, com um total de 8,6 quilómetros, teria 11 estações, com capacidade para composições de quatro carruagens. A via férrea deveria ter a mesma bitola dos elétricos que já circulavam na capital, de forma a permitir a circulação do metro nas linhas da Carris. Eis aqui mais uma proposta que não avançou...
No entanto, dois anos mais tarde, quando a construção de uma rede de metropolitano parecia já um dado irreversível, a Câmara Municipal de Lisboa, presidida na altura por Agostinho Inácio da Conceição Estrela, lança um concurso público destinado à concessão e exploração de uma rede de metropolitano. O projeto - o mais complexo até à época - passava pela construção de oito linhas, com um total de 26,8 quilómetros. É recebida a única proposta que dera entrada, da autoria de dois espanhóis, de Madrid. Mas o projeto acabaria também por ser anulado, devido a uma divergência de critérios propostos para a concessão.

Já no início de 1925 é lançado um novo concurso e, em Abril do mesmo ano, a autarquia de Lisboa, entretanto presidida por Albano Augusto de Portugal Durão, aprova a adjudicação aos madrilenos. O estudo económico e financeiro partia do pressuposto de que seria possível que a rede de metropolitano conseguisse transportar, por ano e por quilómetro de via dupla, cinco milhões de passageiros. Contudo, em 1926, depois de a Câmara de Lisboa ter indeferido um requerimento entregue pelos espanhóis, onde os concessionários do metropolitano sugeriam alterações ao contrato, a sociedade madrilena informa que desiste do processo de construção… Até 1945, a construção de uma rede de metropolitano em Lisboa parecia ter ficado esquecida. Mas nesse ano, são apresentadas mais três propostas para a construção da rede subterrânea.

E eis que, finalmente, o sonho se transforma em realidade… No final da II Guerra Mundial, perante a retoma da economia e a ajuda do Plano Marshall, surge novamente a ideia de se construir uma rede de metropolitano em Lisboa. E a 26 de Janeiro de 1948, é lavrada a escritura de constituição de uma nova sociedade, Metropolitano de Lisboa, S.A.R.L, bem como a escritura de concessão à Sociedade do exclusivo do estudo técnico e económico do Metropolitano. A 1 de julho de 1949 é outorgada a concessão para a instalação e exploração do respetivo serviço público. Em 1950, os projetos das obras do Metro no que respeita a galerias, estações, montagem de via, instalações de ventilação e abastecimento de energia e de sinalização prosseguem e, no final do ano, é aprovado, oficialmente, o projeto do troço entre Sete Rios e Rotunda, assim como o ramal das oficinas.

Em Setembro de 1954, o Engenheiro Francisco de Mello e Castro é nomeado presidente do Metro (cargo que desempenhou até ao final de Agosto de 1972). E no dia 18, é aberto o concurso para adjudicação das obras, material circulante e instalações fixas. As propostas são abertas em Dezembro e conduzem a um encargo total de 196 mil contos. Sete anos decorridos desde os estudos preliminares, a 11 de Julho de 1955 procede-se à assinatura dos contratos referentes à execução do primeiro escalão da rede do Metropolitano de Lisboa. E a 1 de Agosto arrancam, finalmente, os trabalhos de construção do Metro.
Quatro anos depois do arranque das obras e mais de um século após a primeira proposta, as obras do Metropolitano de Lisboa ficam praticamente concluídas e é testado o novo meio de transporte da capital. A primeira geração de material circulante foi a ML70 e o primeiro troço da rede teve como arquiteto Keil do Amaral e a intervenção plástica da artista Maria Keil do Amaral, com exceção da estação da Avenida, que foi intervencionada por Rogério Ribeiro.

A 29 de Dezembro de 1959, assiste-se à inauguração oficial da rede do Metro, que consistia numa linha em Y, com uma extensão de 6,5 quilómetros, percorridos por 24 comboios, e 11 estações, com dois troços distintos, Sete Rios (atualmente Jardim Zoológico) e Entre Campos – Rotunda (hoje Marquês de Pombal) – Restauradores. A estação da Rotunda permitia a correspondência entre os dois troços. As composições eram constituídas por duas carruagens. O Metropolitano de Lisboa foi oficialmente inaugurado pelo seu Presidente D. Francisco Manuel de Mello, tendo como convidado o Cardeal Cerejeira que abençoou este transporte, bem como esteve presente o Presidente da República, Almirante Américo Tomás.

Antes, no dia 22 de Dezembro de 1959, a imprensa estava dominada pelos títulos centrais em letras apelativas que anunciavam que “O Metropolitano é inaugurado dia 29”. Uma realidade que se materializava, finalmente, após tantos anos de obras que mudaram a face de Lisboa. Obras essas envoltas em polémica e descrença em relação à utilidade e importância, para a cidade, de um transporte como aquele “debaixo da terra”. Razão pela qual, em 1957, o Metro iniciara a edição de folhetos intitulados “Manual do Mirone”, onde constavam as características do, então, futuro metropolitano e os métodos de construção.

Nos dias que antecederam a tão aguardada abertura deste novo inovador meio de transporte, os lisboetas muito conversavam como referia o Diário Ilustrado: “O Metropolitano de Lisboa ainda não está a funcionar e é já um centro social lisboeta”. Ninguém estava indiferente a esta tão grande inauguração!

No dia seguinte, a 30 de Dezembro de 1959, dia da abertura ao público, por volta das três horas da manhã, existiam filas intermináveis à porta das estações para utilizar o novo meio de transporte. A afluência foi tanta que algumas estações foram obrigadas, por motivos de segurança, a cancelar temporariamente a venda de bilhetes, de forma a que os passageiros não invadissem o cais. A população, que acudiu em massa ao Metropolitano, fez deste dia não apenas um dia com uma nova modalidade de deslocação, mas todo um divertimento. Entre as principais atrações, estavam as escadas rolantes da estação do Parque. Imagine-se… Portanto, a curiosidade das primeiras escadas rolantes, a magia da técnica, o fascínio de todo um espaço labiríntico moveu, vigorosamente, toda a cidade, permitindo a entrada em todo um novo mundo.

O Metropolitano de Lisboa surgiu para colmatar o problema de tráfego na grande cidade. E hoje, mais do que nunca, percebe-se a sua necessidade. 55 anos depois, o Metro conta com 55 estações. Números coincidentes de sucesso! Parabéns Metro!!!

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Um dos filmes ícones da década de 80, “Ghostbusters” (ou “Os Caça-Fantasmas”), realizado por Ivan Reitman, está a comemorar 30 anos de existência. Lançado em Junho de 1984, nos E.U.A. e em Dezembro do mesmo ano em Portugal, tratava-se de um filme de comédia, que mostrava um mundo dominado por fantasmas e fenómenos paranormais e uma equipa que sempre era contratada para resolver os "problemas" sobrenaturais pela cidade de Nova Iorque.

Esta troupe era formada por Egon Spengler, um génio da Ciência (Harold Ramis), Peter Venkman, o tipo agradável, de boa conversa mas às vezes, um charlatão de primeira(Bill Murray) e Raymond Stantz, um profundo conhecedor do paranormal (Dan Aykroyd). Com o tempo, o volume de chamados para resolverem os casos fantasmagóricos na cidade era tão grande, que acabaram por contratar um quarto membro para a equipa, Winston Zeddemore (Ernie Hudson) e a secretária trapalhona, Janine Melnitz (Annie Potts). Sem esquecer o “lunático” Louis Tully (Rick Moranis) e a sexy e misteriosa personagem Dana Barrett (Sigourney Weaver).

Grande sucesso de crítica, “Ghostbusters” foi a segunda maior bilheteira do ano de 84 (mais do que o segundo Indiana Jones), arrecadando cerca de 291 milhões de dólares, e teve seu auge com a sequela “Ghostbusters 2”, em 1985, e é considerado o maior sucesso dos filmes de comédia dos anos 80. Foram lançadas também duas versões em desenhos animados na altura: "The Real Ghostbusters" (exibido nos anos 80) e "Extreme Ghostbusters". Ambos tinham o fantasma "Slimer" como amigo e membro da equipa.

Em 2000, os leitores da revista “Total Film” elegeram “Ghostbusters” como o 44° melhor filme de comédia de todos os tempos. O American Film Institute classificou-o como o 28° na lista das 100 melhores comédias de todos os tempos (numa lista chamada "AFI's 100 Years… 100 Laughs"). Em 2005, o IGN (Imagine Games Network) elegeu “Ghostbusters” como a melhor comédia de todos os tempos e em 2006, o canal de televisão norte-americano “Bravo” colocou o filme na 76ª posição entre os 100 Filmes mais Divertidos.

Neste ano, em comemoração dos 30 anos do filme e de sua banda-sonora interpretada por Ray Parker Jr., foi lançada uma edição especial em vinil com a canção "Ghostbusters", que teve como conteúdo a versão original, uma versão instrumental e uma versão dance remix. O mais interessante é que este vinil de 10 polegadas brilha no escuro. Foram lançadas apenas 1.000 cópias, o que o confere como artigo de coleção. Também foi reunido o elenco original de “Ghostbusters”, ao posarem juntos para a edição da revista “Entertainment Weekly”, abrindo os ânimos para um terceiro filme… Mas na prática, o reencontro deu-se apenas para ilustrar uma edição especial com outros elencos que marcaram época. Foi também lançada uma versão em Lego. E, claro, foi editada uma edição especial em DVD e Blu Ray, contendo os dois filmes. Uma boa sugestão, para recordar nesta época…
Mais informações em http://www.ghostbusters.com

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Eis chegado mais um Natal... O Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão, comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos, cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado só no dia 7 de janeiro). Esta data é o epicentro das festas de final do ano.

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de Inverno (natalis invicti Solis),a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica, no século III, para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e, então, passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. Mas embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares.

Os costumes populares modernos típicos desta festividade incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalicias, festas de igreja, doçaria especial (como o Bolo Rei e as filhoses) e a exibição de decorações diferentes (incluindo as árvores de Natal, as luzinhas e guirlandas, o visco, presépios, etc.). Além disso, o Pai Natal surge como uma figura mitológica popular em muitos países, associada aos presentes para crianças.

Mas... E se no Natal as crianças recebessem mais valores e menos prendas? Os brinquedos ainda fazem parte do Natal dos mais pequenos, mas acho que deviam de haver pais que equilibrassem mais os presentes materiais com princípios morais. Fica a reflexão...

Desta forma, o blog e o seu autor desejam a todos os seus leitores e seguidores, um Santo Natal e um próspero Ano Novo!

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"Há muitos milhões de anos atrás, havia vida no planeta Cibertron mas não era a vida como a conhecemos agora. As cidades estavam habitadas por robôs inteligentes que podiam pensar e sentir. Chamavam-se Autobots e Decepticons. Mas como estes últimos só sentiam o impulso num único objetivo, o domínio total, propuseram-se destruir os Autobots, que amavam a Paz. A guerra entre as forças do bem e do mal foi desencadeou-se em Cibertron, devastando tudo o que estava no seu caminho e terminando com os recursos abundantes de energia que existiam no planeta. Os Autobots lutavam valentemente por sobreviver..."

Com esta introdução (realizada em inglês por Victor Caroli), em 17 de Setembro de 1984 foi lançado, nos Estados Unidos, o primeiro episódio dos desenhos animados de Transformers. O episódio piloto foi uma minissérie de 3 episódios que, juntos, formariam o arco da história historia “More than meets the eye”, que nos apresentava os heróicos Autobots liderados por Optimus Prime e os malvados Decepticons, liderados por Megatron numa luta interminável que se estendeu do seu planeta natal para a Terra. 30 anos depois, temos um “franchising” com um incontável número de brinquedos, livros aos quadradinhos, séries e os 4 filmes recentes que conglomeraram uma grande quantidade de novos fãs.

Portanto, em 1984, 85, enquanto eu era apenas um adolescente, quase ninguém percebeu que essa série e linha de brinquedos viria a ter um tremendo impacto cultural… Agora, 30 anos mais tarde, pode-se argumentar que Transformers é bem mais popular do que quando começaram... Diga o que se quiser sobre os filmes de Michael Bay, o facto é que eles mantiveram o título bem forte.

Mas voltemos atrás três décadas. Em 1984, a empresa norte-americana de brinquedos Hasbro teve uma ideia absolutamente genial. As crianças gostam de robôs, certo? Mas eles também gostam de brincar com carrinhos, não é verdade? Então, por que não desenvolver uma linha de bonecos que são poderosos robôs guerreiros mas que também, imaginem só, se transformam em fantásticos carrinhos. Uma fórmula perfeita, não acham? Não há nada mais fantástico do que ter um brinquedo que também é outro, um “dois em um”, ou seja, é muito giro ter um avião que também é robô ou um carro que também é robô, etc. Foi precisamente nesse ano que chegaram, às lojas de brinquedos, os primeiros exemplares dos chamados Transformers A partir daí e ao longo dos anos, passaram a povoar a imaginação das crianças. Não apenas com brinquedos, mas também com toda uma série de desenhos animados, uma linha de grande longevidade em edições de BD e ainda videogames, livros e, obviamente, uma milionária franquia cinematográfica.

A par dos bonecos cybertronianos, a série de TV dos Transformers coexistiu com outras de renome, como, por exemplo, os Thundercats ou o He-Man, que também tiveram o seu sucesso na época, mas sempre ficámos mais fascinados em ver aqueles veículos, armas e outras traquitanas electrónicas, ganharem vida e se transformarem em robôs. Eram imensos robôs, muita ação, personagens carismáticas (incluindo os vilões) e o Optimus Prime, líder dos Autobots, tornou-se o herói de infância para muitos. Transformers era, de facto, diferente dos outros desenhos animados, o ritmo era bem mais frenético, e aquelas transformações, acompanhadas do famoso som metálico, eram fascinantes.

Este ano, está-se a celebrar os 30 emocionantes anos de Transformers! Estas figuras têm atravessado gerações como a saga heróica dos robôs mais poderosos da galáxia. Após a guerra épica no seu planeta Cybertron, a grande viagem para a Terra e a contínua batalha através da galáxia, estes guerreiros Autobots e Decepticons têm conseguido manter o seu "poder" de 3 décadas de dedicação, combate intergaláctico e camaradagem!

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Aos 56 anos, Madonna volta a ser a musa da casa Versace. Pela quarta vez e desde 1995, a maior cantora pop da actualidade volta a ser estrela de uma campanha para a marca italiana.

A marca Versace anunciou, na passada quinta-feira, a escolha de Madonna como cara da sua campanha publicitária para a temporada Primavera/Verão de 2015. A cantora americana de 56 anos sucede, assim, a Lady Gaga, de 28, musa de 2014, e foi a escolha da designer Donatella Versace por esta acreditar ser ela um “ícone de verdade”.

As imagens, realizadas em Nova Iorque pela dupla Mert Alas e Marcus Piggott, tiveram como objetivo captar "a determinação e a influência atemporal de Madonna". "Madonna é um dos maiores ícones da Versace. Estou orgulhosa de que minha amiga e a mais poderosa e influente das artistas seja a nova musa", declarou Donatella Versace. Por seu turno, Madonna afirmou: “É sempre emocionante estar vestida de Versace dos pés à cabeça e experimentar, em primeira mão, a vívida imaginação de Donatella e a paixão que ela criou para esta coleção”.

Mesmo após 30 anos na indústria, Madonna ainda está em grande demanda. A cantora tem causado alguma celeuma ultimamente, no seguimento de uma sessão fotográfica para a revista norte-americana “Interview” e após posar em topless, num espartilho “recortado”. A sessão de fotos, que mostra Madonna a modelar uma série de roupas bem sexys, reclinada sobre uma cama, causou um alvoroço nos media. Mas não era para tanto. Afinal, estamos a falar de Madonna…

Quanto ao seu próximo projecto discográfico, Ele está quase a sair… Sobre ele, o vocalista dos OneRepublic, Ryan Tedder, confirmou que já trabalhou com Madonna em algum material para o seu novo álbum. O cantor e produtor recusou-se a dar detalhes sobre as faixas, mas promete que o novo disco da rainha da pop contará com "as suas melhores coisas em mais de uma década". Ele ainda disse ao jornal “The Mirror”: "As faixas que fiz com ela são muito difíceis de explicar. [O material é] muito forte”.

Natalia Kills é outra que tem adiantado pormenores sobre o seu trabalho no próximo álbum da Madonna. A cantora de cult pop, que passou algum tempo no estúdio com Madonna e com o produtor Martin Kierszenbaum no início deste ano, revelou que o trio trabalhou em oito canções para o novo álbum da rainha do Pop, ao longo de sete dias. "Ela escreve letras incríveis, canta belas melodias, mas acima de tudo, ela é tão bem humorada e engraçada", rematou à “Paper”. Kills revelou que a colaboração surgiu após Madonna ter ouvido os seus dançarinos a ensaiar com a música dela: "Os bailarinos de Madonna tocavam a minha música durante os seus ensaios e nos exercícios todas as semanas", acrescentou.

Nos últimos meses, a Rainha da Pop tem usado o seu perfil do Instagram para revelar a diversa palete de colaboradores que ela tem juntado para o seu novo álbum. A lista inclui, até agora, Natalia Kills, Diplo (o colaborador de MIA), o produtor Ariel Rechtshaid (de Sky Ferreira e Haim), Ball MoZell (o co-escritor de Wrecking Ball), o produtor/DJ Avicii, o ex-colaborador de Lady Gaga, Martin Kierszenbaum, o popstar britânico MNEK, o hit-maker americano Toby Gad e o produtor norte-americano de R&B Symbolic One.Destes, Diplo tem dado algumas entrevistas ultimamente para promover os seus projetos mais recentes e, claro, a sua colaboração com Madonna para o próximo álbum. “Eu adorei trabalhar com Madonna. As faixas saíram em grande e com um som brutal. Ela é um daqueles poucos artistas que começaram a tendência de se reinventar antes de qualquer outro. Ela começou com essa tendência de regressar com um refrescante novo look, novo estilo de música e melodias fantásticas; e atingir o topo das tabelas. Ela estava pronta para experimentar coisas novas enquanto colaborava comigo e manteve sempre uma mente muito aberta às minhas ideias".

Entretanto, duas músicas do próximo álbum de Madonna, “Rebel Heart” e “Wash All Over Me” vazaram recentemente na Internet. Eu já as tenho e a julgar pelo que ouvi, o novo álbum de Madonna promete…

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Já aqui tinha falado da Sunlover, sobre ser uma bebida com o objectivo de saciar a sede, ao mesmo tempo que contribui para nutrir e vitaminar a pele, favorecendo o bronzeado, sublinhando o facto surpreendente de ser 100% portuguesa. Agora, com a chegada do tempo frio, dos momentos em que estamos mais sujeitos às variações térmicas, a Sunlover volta a entrar nas nossas rotinas, enquanto trabalhamos, vamos às compras ou simplesmente na azáfama do dia-a-dia. Com extracto de romã, a sua composição é rica em anti-oxidantes muito potentes, que ajudam a diminuir o stress oxidativo e a neutralizar toxinas ambientais.

Como o frio da rua contrasta com o calor do interior das nossas casas, escritórios ou transportes, é importante uma proteção cuidada nesta altura do ano, já que estas agressões diárias podem acelerar o processo natural de envelhecimento da nossa pele. Claro que também é muito importante podermos aproveitar o sol para ajudar à sua regeneração, mas a nova bebida nutricosmética Sunlover Winter Sunshine melhora o metabolismo de células e contribui para a harmonia do corpo humano, estimulando a reparação das células e actuando directamente na pele, inibindo a possibilidade de inflamações. E com zero calorias! Fantástico, não acham?

A sua fórmula activa, com zero calorias, 0% de açúcares e sem qualquer componente energético, actua na regeneração e protecção da pele, por dentro e por fora, evitando o seu envelhecimento precoce e consequente aparecimento de rugas, ajudando também a reverter as alterações da pele induzidas pelo envelhecimento cronológico. Tal como a sua antecessora, a nova Sunlover Winter Sunshine vem ao encontro de homens e mulheres que valorizam a sua aparência perante os outros, e que se preocupam em ter hábitos saudáveis e cuidados estéticos. Em suma, uma geração cosmopolita, mas com um gosto especial pela vida ao ar livre, preocupada com o bem estar e confiante com a sua aparência.

Agora, a bebida da lata dourada vem dar espaço à sua irmã, de lata rosada. Ambas são produtos inovadores, que criaram uma nova categoria no mercado e nos nosso hábitos ‐ a nutricosmética. Ou seja, a saúde em estado líquido. Com extrato de romã e propriedades anti-oxidantes que ajudam a reduzir o stress e a neutralizar toxinas, a Sunlover Winter Sunshine apresenta-se como regeneradora, enquanto o produto tradicional da Sunlover, recheado de vitamina E (laranja e cenoura), revela-se como protector. O slogan "o Sol no seu estado líquido" parece ter provocado uma ideia errada de que a Sunlover apenas ajudava a bronzear e o próprio mercado acabou por o considerar como um produto de verão, tal como acontece com os gelados, que se podem comer em qualquer altura do ano. Mas a fórmula - 100% portuguesa, sem açúcares ou sucedâneos, foi criada com um objetivo bem distinto: ir buscar o que o Sol tem de melhor e liquidificar essas propriedades numa bebida capaz de proteger a pele e mantê-la saudável. Resumindo: a Sunlover Natural Tan protege e hidarata a pele por fora, enquanto que a nova Sunlover Winter Sunshine vem regenerar a pele por dentro.

Recentemente, a marca Sunlover chegou a Andorra. Depois de Portugal, Itália, Espanha, Reino Unido, Rússia, Polónia e Estónia, este é o oitavo mercado onde a bebida dermocosmética, criada em Portugal em 2011, passa a ser comercializada. Esta assinatura do contrato de distribuição da Sunlover Winter Sunshine em Andorra vem posicioná-la como “a bebida da neve deste ano, aumentando as defesas, diminuindo o envelhecimento da pele e contribuindo para a regeneração e protecção da pele nas circunstâncias climatéricas próprias dos desportos de Inverno”, segundo a própria marca. Estou certo de que com a nova variedade, o Sunlover Winter Sunshine, com anti-oxidantes, com a romã como principal ingrediente, a marca vai ainda mais longe…

Mais informações em http://www.sunlover.pt/

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Primeiro, foi a vez do “metrossexual”, do qual o jogador David Beckham ficou consagrado como o exemplo mais que perfeito. No metrossexual tudo era fashion, hype, tendência, marca. Ele gostava de tudo que era moderno, pós-moderno ou hiper moderno. Mas, segundo algumas mulheres, deixava algo a desejar, pois confundiam-se muito com tipologias do universo gay. Vai daí, elas acabaram por inventar um novo “príncipe encantado”: o “übersexual”. Ele era quase perfeito, o último estágio da evolução dos tipos masculinos. Daí a palavra alemã über, que significa “topo”, “acima” ou, como dizem as mulheres, “tudo de bom”. Bem cuidado, sensível, fiel aos seus princípios e às companheiras, ele era um homem sofisticado e amoroso, que muita gente chegava a duvidar que existisse. Do lado oposto ao über, está o chamado “retrossexual”, que é a reação da ala masculina mais “conservadora” às figuras do “metrossexual” e do “überssexual”. Para estes, aqueles são protótipos de um “complot” mundial para uma total feminização do homem.

De facto, e ao contrário do universo feminino, a moda masculina raramente sofre grandes mudanças. Mas ultimamente, têm vindo a ser lançadas muitas tendências, com denominações sempre terminadas em “sexual”. Por isso, os “cool hunters” andam, a todo momento, de antenas no ar para descobrir um novo comportamento no universo dos homens… E “bingo”, eis que surge mais um. Depois dos "metrossexuais" - homens excessivamente preocupados com o corpo e aparência física, e também os "hipster" – um movimento de subculturas que coexiste com a cultura “mainstream”, agora o mercado, que aponta para o movimento dos "barbudos", deu origem aos “lumbersexuais”.

O “lumbersexual” é um termo que surgiu recentemente nos E.U.A. e na Europa, para definir homens que têm um estilo algo parecido com a imagem do clássico lenhador do cinema de Hollywood (o termo "lumberjack" significa lenhador). Assim, o "lumbersexual" é considerado um homem "descuidado", que não se importa com a barba, roupa ou cabelos. Portanto, surge como o oposto dos “metrossexuais” e não como uma sua evolução. Mas atenção, um não anula completamente o outro, pois um homem pode muito bem ser os dois… Contudo, é um termo que evolui directamente do "retrossexual", utilizado para definir um homem com pouco sentido estético, que não gasta nem tempo, nem dinheiro a cuidar da aparência e do seu estilo. O "retrossexual" na sua essência, possui uma aparência rude, com toques primitivos, além de um sorriso angelical. Ele sente-se orgulhoso de não ir ao ginásio e de não utilizar cremes cosméticos, nem loção pós-barba. E sua curiosidade pelas últimas tendências da moda é quase nula.

Mas o “lumbersexual” é mesmo o estilo do momento e inspira-se na imagem dos lenhadores, ou seja, um ar mais masculino e menos cuidado. A grande imagem de marca do verdadeiro “lumbersexual” é a sua barba. Esta deve ser de três dias ou longa e recheada. O cabelo tem de estar pouco penteado. Também têm uma maneira muito própria de se vestir, optando o estilo lenhador, com camisas de flanela aos quadrados, casacos e calças largas, gorro de malha e botas de trabalho tipo Timberland. A rematar, uma mochila às costas. Esta nova moda nos homens está a fazer grande sucesso entre as mulheres... O melhor exemplo de “lumbersexual” que podemos ter é o Opie, personagem da série “Sons of Anarchy” interpretado pelo Ryan Hurst, que vive a personagem Harry 'Opie' Winston que trabalhou como lenhador por um tempo. Por aqui, pode-se considerar como representantes desta nova tendência os atores brasileiros Bruno Gagliasso e Cauã Reymond, os americanos Ryan Gosling, Joe Manganiello e Jake Gyllenhaal e, ainda, o escocês Gerard Butler.

O aspecto rústico estende-se ao comportamento. A preocupação extrema dos “metrossexuais” com o visual sai de cena e dá lugar a homens mais descontraídos, que não se preocupam em manter um visual tão certinho. O jornal britânico “The Guardian” diz que esta poderá ser uma evolução do estilo hipster – alternativo, agora mais maduro, e com uma maior necessidade de afirmação e de fazer a diferença. Até porque, em linhas gerais, muitas das características desta “tribo” social são as mesmas, assim como os locais de encontro e os hábitos culturais. A reportagem do mesmo jornal aponta ainda a ideia de que este novo estilo significa voltar à mais básica definição de homem viril. O principal objetivo é esquecer e renegar a artificialidade, romper com o que existia e ser rebelde, no fundo a definição de moda. Se, por um lado, se acreditava que os “metrossexuais” cultivavam mais o exterior que o interior com todos os cremes, depilações e barbas perfeitamente feitas, agora pensa-se que os “lumbersexuais” são "menos artificiais, mais humildes e supõe-se que tenham mais contacto com a natureza, com a realidade".

Por conseguinte e acima de tudo, o “lumbersexual” tem um ar descontraído, meio negligé e mais masculino. É a nova moda dos homens urbanos. Na imprensa, nos blogues, nas redes sociais, o “lumbersexual” já está em todas. Esta comunidade internacional tem conta no Instagram, com mais de 6700 seguidores e 250 fotos colocadas, no Twitter, com cerca de 300 seguidores e também uma comunidade aberta no Facebook, que já leva mais de 3000 gostos, a que se junta um blogue - http://lumbersexual.blogspot.pt. Todos com um mesmo objetivo: divulgar imagens do estilo. E após tantas tendências, a pergunta surge no ar: que novo homem se segue?


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