A 46ª edição da ModaLisboa - KISS assinalou os seus 25 anos. Um quarto de século a narrar muitas histórias de amor com a moda, a marcar encontros da arte com a criação, a estabelecer harmonia entre a produção e a indústria. Quanto à temática KISS, tal advém do facto de o beijo representar, neste contexto, a vontade de unir os autores, os criadores e os produtores em torno de um só objectivo, tal como a garantia e a permanência do amor no acto da criação de moda. Eduarda Abbondanza e toda a sua equipa estão de parabéns!

A ModaLisboa - KISS começou na quinta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com Fast Talks, um convite à reflexão e ao debate. Os desfiles só tiveram inicio na sexta, no Pátio Galé como já vem sendo costume, abrindo com Sangue Novo, a tal mostra do trabalho dos jovens designers de moda, com Carolina Machado, Cristina Real, David Catalán, Inês Duvale, Patrick de Pádua, Rúben Damásio, Sara Santos, Tânia Nicole e Tiago Loureiro (Banda).

Quase 25 anos se passaram desde a primeira ModaLisboa, que tomou conta do Teatro São Luiz em abril de 1991, com as criações de Ana Salazar, José António Tenente ou Luís Buchinho. Nuno Gama também lá estava, e assim, também em jeito de celebração, resolveu fazer uma retrospectiva no grande auditório do Centro Cultural de Belém, substituindo o habitual desfile carregado de testosterona por um filme-documentário onde comemorou 50 anos de vida e 30 de carreira.

Depois, foi o acompanhar dos desfiles. Os estilistas Miguel Vieira e Carlos Gil apresentaram no sábado, as suas propostas para o próximo inverno, com coleções marcadas pela liberdade e pelo ecletismo, respectivamente. No domingo, o inverno gélido do criador Luís Carvalho, as coroas reais de Dino Alves, com destaque para Manuela Moura Guedes, que regressou à passerelle da ModaLisboa vinte e cinco anos depois, ao som do seu êxito dos anos 80 “Foram Cardos, Foram Prosas”, e o tributo à mulher decidida e determinada feito por Filipe Faísca marcaram o último dia desta 46.ª edição.

Foram quatro dias preenchidos de criatividade, inovação e de intenso amor pela arte da criação. O Pátio da Galé viu muito talento a desfilar, assim como imprensa e convidados, que não quiseram perder pitada da ModaLisboa – KISS.

E com o mote desta edição me despeço. "Kisses for you all"!!! Até à próxima, que deve ser em outubro.

Mais em dailymodalisboa.blogspot.com e em www.modalisboa.pt


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O que têm em comum as supermodelos do momento, um fotógrafo de renome e uns headphones? Tudo, quando se fala da nova campanha da marca de auscultadores Beats by Dre. A mesma reuniu a nata das top models actuais (com algumas "old school") para um ensaio fotográfico, no qual cada uma delas encarna uma versão "fashion" dos sete pecados capitais.

Assim, Kate Moss, Naomi Campbell, Maria Carla Boscono, Karen Elson e Lara Stone, entre outras, surgem nas imagens feitas por Nick Knight, que também realizou o filme “The Seven Deadly Sins of Edward Enninful”. Isto porque a campanha também celebra os 25 anos de carreira do estilista e editor de moda Edward Enninful, que colaborou com o projeto.

O filme foi exibido em fevereiro na concorrida Times Square, em Nova Iorque, e junto dele a Beats lançou uma edição super limitada de headphones para ser exclusivamente distribuída entre os principais "opinion makers". O vídeo está disponível no YouTube. Quanto às fantásticas imagens, aqui ficam, para vosso deleite...


VAIDADE - Naomi Campbell, vestida por Yohji Yamamoto e Givenchy


LUXÚRIA - Kate Moss veste John Galliano


PREGUIÇA - Mariacarla Boscono também veste John Galliano


INVEJA - Jordan Dunn vestida por Thierry Mugler e Marc Jacobs


IRA - Karen Elson de Jean Paul Gaultier


GANÂNCIA - Lara Stone e Anna Ewers vestem a alta costura de Giambattista Valli


GULA - Karlie Kloss com criações de Alexander McQueen e Philip Treacy\

Mais imagens...


Jordan Dunn


Karen Elson





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Bem a propósito do Dia Internacional da Mulher, venho falar-vos de um livro da DC Comics que promove o verdadeiro “girl power” entre os mais novos. Porque “de pequenino se torce o pepino”... E também porque as super-heroínas estão a ganhar mais destaque no mundo da BD.

A DC Comics decidiu dar mais atenção às suas super-heroínas, que já o mereciam, lançando o livro infantil “My First Book of Girl Power”, que tem como objetivo ensinar as crianças sobre o respeito, a importância e o valor do poder das mulheres na sociedade.

Este livro didático sobre o poder das mulheres, bem visual e atrativo, conta com imagens de várias heroínas da DC Comics como a Batgirl, Mulher Maravilha, Mulher Gavião, Supergirl, entre outras, e frases que falam sobre sua força, inteligência e coragem.

Por isso, este projeto da DC Comics é fantástico! Afinal, com este livro, ajuda as super-heroínas a terem maior influência positiva na vida das meninas, servindo-lhes de modelo e inspiração. E não só delas, pois o livro também mostra aos rapazes que as super-heroínas são corajosas, fortes e que podem fazer coisas tão incríveis quanto os seus super-heróis favoritos. E eu acrescento, é aquele tipo de livro que todas as escolas deveriam ter nas suas bibliotecas, para ensinar a igualdade de direitos entre homens e mulheres desde cedo. O único senão, é que ainda não existe versão em português, mas encontra-se à venda na Amazon.

Uma iniciativa que se propõe mostrar que a mulher não é apenas delicada, que pode ser independente e proteger-se a si própria. Parabéns à DC Comics pela iniciativa e que venham muito mais livros "bons exemplos" por aí... (será que a Marvel vai fazer algo do género?)






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Bem sei que o Dia dos Namorados já passou, mas o domingo é sempre um belo dia para se enamorar. Por isso, deixo-vos com mais um daqueles posts “lights” da Disney (que adoro).

Desta vez, não se trata de colocar as personagens da Disney num outro universo. O artista australiano com o pseudónimo kelogsloops assumiu o desafio de recriar algumas das cenas mais inesquecíveis da Disney para celebrar o amor. Os resultados são de tirar o fôlego… E o uso de belas luzes e cores de Hieu (seu nome verdadeiro na net), fazem com que as imagens fiquem simplesmente hipnotizantes.

Podem ver estas e outras peças deslumbrantes ao seguirem o trabalho de kelogsloops no Facebook, Instagram ou DeviantArt. Até lá, inspirem-se com as que deixo aqui… Tratam-se de algumas das passagens mais românticas dos filmes da Disney, como a Cinderela a dançar com o seu príncipe ou a Rapunzel com o Flynn a passearem de barco no quadro das lanternas. Para além da excelente selecção, o artista deixou tudo muito mágico e até meio etéreo. Deliciem-se...

"Tangled": I See The Light


All at once everything is different, now that I see you.

"Pocahontas": Colours of the Wind


I’d rather die tomorrow than live a hundred years without knowing you.

"The Little Mermaid": Part of Your World


It don’t take a word, not a single word. Go on and kiss the girl.

"Cinderella": A Dream Is A Wish Your heart Makes


So this is love, so this is what makes life divine.”

"Tarzan": Two Worlds


Trust your heart and let fate decide.


"Aladdin": A Whole New World


Let me share this whole new world with you.”


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Lembram-se da selfie de Ellen DeGeneres, rodeada de múltiplos rostos conhecidos do mundo do entretenimento, ter sido o momento mais memorável dos Óscares? Pois, a vitória de Leonardo DiCaprio na categoria de melhor ator 'explodiu' nas redes sociais. Por isso, a famosa selfie foi destronada. Nessa gala, em 2014, a imagem de DeGeneres gerou um recorde de 255 mil tweets por minuto, fossem comentários ou partilhas da imagem, mas o momento em que Leonardo DiCaprio subiu ao palco para receber o Óscar de Melhor Actor Principal registou uma média de 440 mil tweets por minuto… Mas vamos aos Óscares!

A 88.ª cerimónia de entrega dos Academy Awards (mais conhecidos como Óscares 2016) aconteceu no passado Domingo, 28 de fevereiro e foi realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia e transmitida ao vivo pela emissora de televisão norte-americana ABC. A mesma foi difundida por emissoras em mais de 200 outros países. Produzida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, para premiar os melhores actores, técnicos e filmes e tudo o que os envolve do ano transato, ou seja, 2015, e teve como anfitrião o comediante Chris Rock, que já o havia sido na cerimónia de 2005. O apresentador aproveitou o seu “tempo de antena” com piadas sobre o racismo no cinema e o boicote aos Óscares proposto por algumas celebridades negras. Tratando o assunto com bastante piada e sarcasmo, acabou por ser bem recebido pela plateia.

Contudo, apesar de muito glamour, esta 88.ª edição dos Óscares teve as audiências mais baixas desde 2008, registando 34,3 milhões de telespectadores, com um índice de audiência global de 10,4% entre o público adulto -- entre os 18 e os 49 anos. A cerimónia realizada em 2015, com Neil Patrick Harris como anfitrião, conseguiu um melhor resultado, registando uma audiência de 37,3 milhões de telespectadores com uma quota de audiência de 11%. Mas aí, ainda ninguém “bateu” Ellen DeGeneres. A gala de 2014, conduzida por si, mantém-se como a mais vista do século XXI, com 43,7 milhões de telespectadores.

Quanto a premiações, os Óscares deste domingo foram uma noite de primeiras vezes. A começar por Leonardo DiCaprio, que levou a estatueta de melhor actor por "O Regresso". A vitória de DiCaprio, após quatro nomeações falhadas, valeu-lhe uma ovação dos seus colegas, que o homenagearam de forma efusiva. No entanto, o prémio de melhor filme foi para "O Caso Spotlight". No que respeita a actores premiados, que venceram na sua primeira indicação, temos Brie Larson, que levou a estatueta por "O quarto", a sueca Alicia Vikander foi melhor actriz secundária por "A rapariga dinamarquesa" e Mark Rylance foi o melhor secundário por "Ponte dos Espiões".

O realizador mexicano Alejandro González Iñárritu marcou outro grande momento da noite, ao ‘bisar’ na categoria de Melhor Realização. Tendo vencido o galardão em 2015, pelo filme “Birdman”, o realizador voltou a levar para casa a estatueta, desta vez por “The Revenant- O Renascido” (que assinalou também o terceiro prémio consecutivo de Melhor Fotografia para Emmanuel Lubezky). "Mad Max: Estrada da Fúria" arrasou nos prémios técnicos, pois em termos estatísticos foi quem saiu da cerimónia com os bolsos mais recheados, arrecadando seis estatuetas nessa áreas: - montagem, mistura de som e montagem de som, caracterização, guarda-roupa e cenografia. Uma das grandes derrotadas foi Lady Gaga, que embora mais elegante do que nunca, perdeu o Oscar de melhor canção original para Sam Smith.

Mas verifiquem a seguir os principais vencedores (a bold):

MELHOR FILME
"A grande aposta"
"Ponte dos espiões"
"Brooklyn"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"The Revenant”(“O Renascido”)
"O quarto"
"Spotlight"("O Caso Spotlight")

MELHOR ACTOR
Bryan Cranston ("Trumbo")
Matt Damon ("Perdido em Marte")
Leonardo DiCaprio, por "The Revenant"("O Renascido")
Michael Fassbender ("Steve Jobs")
Eddie Redmayne ("A rapariga dinamarquesa")

MELHOR ACTRIZ
Cate Blanchett ("Carol")
Brie Larson ("O quarto")
Jennifer Lawrence (“Joy”)
Charlotte Rampling (“45 anos”)
Saoirse Ronan ("Brooklyn")

MELHOR REALIZADOR
Alejandro González Iñárritu, por “The Revenant” (“O Renascido”)
Tom McCarthy ("O caso Spotlight”)
George Miller ("Mad Max: Estrada da fúria")
Adam McKay ("A grande aposta")
Lenny Abrahamson ("O quarto")

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO
Christian Bale ("A grande aposta")
Tom Hardy (“The Revenant” - “O Renascido”)
Mark Ruffalo ("O caso Spotlight”)
Mark Rylance ("Ponte dos Espiões")
Sylvester Stallone ("Creed")

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA
Jennifer Jason Leigh ("Os oito odiados")
Rooney Mara ("Carol")
Rachel McAdams ("O caso Spotlight”)
Alicia Vikander (“A rapariga dinamarquesa”)
Kate Winslet ("Steve Jobs")

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"Earned it", The Weeknd ("Cinquenta sobras de Grey ")
"Manta Ray", J. Ralph & Antony ("Racing extinction")
"Simple song #3", Sumi Jo e Viktoria Mullova ("Youth")
"Writings on The Wall", Sam Smith ("007 contra Spectre")
"Til it happens to you", Lady Gaga ("The hunting ground")

MELHOR BANDA SONORA
"Ponte dos espiões"
"Carol"
"Hateful Eight" ("Os Oito Odiados"), por Ennio Morricone
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Son of Saul", por László Nemes (Hungria)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
"Anomalisa"
"O menino e o mundo"
"Inside Out" ("Divertida-mente")
"Shaun, o carneiro"
"As memórias de Marnie"

MELHORES EFEITOS VISUAIS
"Ex Machina", por Andrew Whitehurst, Paul Norris, Mark Ardington e Sara Bennett.

MELHOR FOTOGRAFIA
"The Revenant"("O Renascido"), por Emmanuel Lubezky.

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
"The Big Short"("A Queda de Wall Street"), argumento reescrito por Charles Randolph e Adam McKay.

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL - 'Spotlight', argumento da autoria de Josh Singer e Tom McCharthy.

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Hollywood, anos 50. Edward Mannix (Josh Brolin) é o responsável por proteger as estrelas do estúdio Capitol Pictures de escândalos e polémicas. A viver um dia-a-dia de forma intensa, eis quando Baird Whitlock (George Clooney), actor principal da superprodução “Hail, Caesar!”, é misteriosamente raptado a meio das filmagens por uma organização chamada "Futuro". Com isso, Mannix, o assistente de produção da longa-metragem em curso, vai ter que fazer de tudo para encontrar o seu actor e impedir que o filme seja arruinado.

Com um elenco espectacular, este "Salve, César!" dos irmãos Joel e Ethan Coen, traz-nos ainda Scarlett Johansson, a viver DeeAnna Moran, uma actriz a la Esther Williams, que engravida durante a produção de um grande filme. Temos também Tilda Swinton a fazer o papel de duas irmãs gémeas jornalistas/colunistas sociais, Ralph Fiennes como realizador, Channing Tatum como actor de musicais e sapateados, Frances McDormand como editora e Alden Ehrenreich como Hobie Doyle, o actor canastrão de westerns. Jonah Hill e Christopher Lambert completam o elenco. "Ave, César!" é já a oitava colaboração de Frances McDormand com os irmãos Coen (bom, a actriz é casada com um deles, Joel).

Para muitos, como eu, o filme é uma delícia, mostrando-nos os bastidores de diversas produções do cinema da década dourada. Vamos assistindo a pequenos filmes, cenas, dentro do enredo principal, que apresentam elementos musicais e danças coreografadas, mas o filme, em si, não pode ser descrito como se tratando de comédia musical. Vai um pouco mais longe…

Contudo, entendo aqueles que não se deslumbraram. Apesar de muitos, como eu, terem ficado animados com este filme, por ser escrito e realizado por Ethan e Joel Coen, isso não significa necessariamente que o filme seja 100% bom. O enredo acaba por ser um pouco fraco, confesso. E isto tende a acontecer quando uma grande quantidade de estrelas de Hollywood estão juntas num mesmo filme.

Mas não deixa de ser uma homenagem ao cinema da década de 50. “Salve, César!” é, por isso, um filme único no panorama actual, com alguma sátira própria dos Cohen, um desfile de actores de gabarito que são um festim para o olhar, cenas bem "retro" que nos remetem para eras gloriosas do cinema, enfim, dispõe bem e entretém muito. Vale a pena, em todos os sentidos!

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A terceira edição da F Magazine Luxury, editada sob a chancela da FocusPremium e com Fátima Magalhães como Diretora, já está nas bancas, tanto em Portugal como em angola, com duas fabulosas capas – os modelos Elsa Baldaia e Bruno Rosendo. Dois nomes a seguir no mundo da moda. Novamente, duas "covers" para agradar ambos os públicos, o angolano e o português e para demonstrar que a revista apela a todos, independentemente do sexo e idade.

Nesta edição, destaque para a nova rubrica “Radar”, onda agora podemos acompanhar o que de mais interessante vai acontecendo, culturalmente, pelo mundo. A revista também revisita os spots mais “in” de Luanda e dedica mais páginas à decoração, com um especial Louis Vuitton.

Com 100 páginas, capas distintivas e um layout sofisticado, a F Magazine Luxury é uma revista direcionada para o segmento do luxo e highlife standard, que aborda moda, lifestyle, joalharia, beleza & saúde, viagens, home&deco, gourmet e muito mais…

Com uma distribuição premium, estando presente nas bancas de Portugal e Angola, a F Magazine Luxury possui também um site dinâmico, apelativo e sempre atual - www.fmagazineluxury.com e uma App interativa e inovadora, para ler nos smartphones ou tablets, disponível para iOS e Android.

Acreditem, esta é mais uma edição com conteúdos ricos e interessantes, que a todos vai agradar. Não deixem de a adquirir!


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Um dos primeiros filmes de terror de 2016, “A Floresta” é um desses filmes do género que começa com uma ideia intrigante e que nos prende até ao ponto de ser tornar arrepiante. Decentemente executado, “A Floresta” é o filme de estreia do realizador Jason Zada, construído em volta de uma convincente performance de Natalie Dormer, a mesma actriz da série “Game of Thrones” (“A Guerra dos Tronos”).

Sara Price (Natalie Dormer) tem uma irmã gémea, Jess (também Dormer) e está preocupada com o seu desaparecimento misterioso. O seu maior receio é de que a irmã tenha ido parar à floresta de Aokigahara, no Japão, mais conhecida como a “floresta dos suicidas”. Apesar de todos a alertarem para não ir, Sara decide enveredar pela floresta, repleta de horrores inexplicáveis, determinada a descobrir a verdade sobre o destino de sua irmã.

A tal floresta de Aokigahara, também conhecida como Mar de Árvores, é uma floresta de 35km² situada na base noroeste do monte Fuji e um local habitualmente usado por suicidas, que pretendem pôr termo à vida. Apesar dos diversos avisos para se manter nos trilhos, Sara acaba por entrar nas profundezas da floresta, onde vai sendo confrontada com as almas atormentadas dos mortos, que perseguem quem se atreva a cruzar os seus caminhos. Para os comuns, tratam-se de meros fantasmas, mas para os nativos, trata-se de uma entidade bem pior: os “yurei”.

Ao longo do percurso de Sara, vamos tendo bastantes "jump scares", sustos que aparecem de repente. Mas também alguns "cheap thrills", sustsos fáceis para assustar audiências, ou seja, vamos dando conta de alguma falta de ritmo e superficialidade. “A Floresta” acaba por se revelar apenas em mais uma obra num género bem explorado, não se destacando. Contudo, a performance de Dormer é um dos pontos fortes do filme e, após alguns sustos sucessivos, a parte final surpreende.


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Porque hoje, dia 15 de Fevereiro, é Dia Internacional da Criança com Cancro... Mais de 40 personagens de desenhos-animados ficaram carecas para apoiar a campanha "Carequinhas" ou "Bald Cartoons". Sem chapéus, cabelos, pelos ou penas, o Popeye e a Olívia Palito, a Hello Kitty, o Snoopy, a Turma da Mônica, até o Fantasma e as aves do filme "Rio 2", entre outros, “entraram” no projecto e deram a cabeça calva ao manifesto para aumentar a auto-estima de crianças com cancro numa campanha de consciencialização contra o preconceito.

A original iniciativa foi criada no Brasil pelo GRAAC (Grupo de Apoio à Criança e ao Adolescente com Cancro), que teve início com a campanha "Carequinhas", lançada em 2013. As personagens mais queridas das crianças estão carecas para lembrar que a criança com cancro merece desfrutar da sua infância como qualquer outra criança. A ideia atingiu 120 milhões de pessoas, que aderiram e trocaram as imagens dos avatares nas redes sociais pelos cartoons calvos em apoio à causa.

Em 2014, a acção teve alcance internacional. A campanha tornou-se um movimento internacional, sob o nome “Bald Cartoons”. E entraram para a lista de personagens “carequinhas” Popeye, Snoopy, Hello Kitty, Equestria Girls, The Phanton, Mister Patato Head, Rio 2 e Garfield, entre tantos outros. O convite para aderir ao movimento é um vídeo (com legendas em inglês), onde crianças contam dificuldades em lidar com a falta de cabelos adquiridas no tratamento contra o cancro. "Eu queria que as pessoas entendessem que a gente não está doente porque quer", desabafa uma menina no vídeo.

É missão da "Bald Cartoons" reduzir o preconceito que existe ao redor da doença. E mudar também a ideia das crianças com cancro com a própria imagem. No mesmo vídeo, é possível ver a reação emocionada do público infantil do GRAAC ao assistir às imagens das personagens da campanha, carecas como elas.

Querem apoiar a campanha? Saibam mais aqui:
http://www.baldcartoons.com e http://www.carequinhas.com.br













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É impossível não gostar do universo Disney… Assim como é difícil não sonhar com o mundo mágico de Harry Potter. Ora, a ilustradora americana “Annabella” misturou o melhor dos dois mundos e colocou as princesas e os príncipes da Disney no universo do pequeno mago Harry Potter, em Hogwarts…

É engraçado, com a sua ajuda, imaginar as personagens da Disney a ingressar na mais famosa escola de bruxos. Se é o sonho de muitos, porque não poderia ser também o sonho da Branca-de-Neve ou da Rapunzel?

Apesar de declarar não ser muito fã de misturar universos diferentes, a artista resolveu fazer estas ilustrações apenas para treinar. Mas o resultado foi tão bom que “Annabella” já pensa em fazer mais – inclusive com os vilões da Disney! Até lá, fiquemos com estes engraçados quadros, com lindos desenhos. Reparem em alguns pormenores como, por exemplo, o Linguado na mão da Ariel e a carteira da Jasmine ser feita com o mesmo tecido das calças do Aladino.

O talentoso artista Isaías K. Stephens também fez a sua própria combinação de duas coisas suas favoritas - Disney e Harry Potter, fazendo ambos mundos colidirem. Criando uma série de ilustrações, Stephens deu-nos também uma nova forma de ver as nossas personagens favoritas da Disney numa outra realidade.

Aqui ficam ambas as interpretações. Qual delas preferem vocês?

Annabella


Príncipe Hans, Rainha Elsa, Princesa Anna e Kristoff Bjorgman


Princesa Aurora e Príncipe Phillip


Princesa Jasmine, Rajah, Aladino, Princesa Mérida, Flynn e Rapunzel


Tiana e o Príncipe Naveen


Tarzan, Jane Porter, Milo Thatch e Princesa Kida


Belle e o Príncipe Adam (a Besta)


Cinderella e o Príncipe Henry


Ariel, Príncipe Eric, Branca-de-Neve e Príncipe Florian


Isaías K. Stephens


Mulan e Ariel


Aladino


Pocahontas e Shang num jogo de Quidditch contra Jasmine e Príncipe Naveen


Aurora, Philip e Belle no Hogwarts Express


Tiana e Príncipe Naveen


Milo Thatch com Tarzan, Ariel, Pocahontas e Príncipe Eric a usarem o mapa Marauders


Megara, Monstro e Belle


Branca-de-Neve e o espelho Erised


Elsa e o chapéu Selector


Ursula como a Professora Dolores Umbridge

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