A Disney finalmente revelou detalhes sobre os seus parques temáticos Star Wars. Tal como muitos de vocês, eu também fico muito entusiasmado por causa do próximo Star Wars Land. É como um sonho tornado realidade, verdade? Mas ainda não há muito a dizer, tudo não passam de boatos, a não ser as imagens que mostro, de fontes oficiais.

Ainda nem tudo está muito seguro sobre a nova Star Wars Land, a surgir tanto na Disneylândia, na Califórnia, como no Walt Disney World, em Orlando, na Florida. O certo é que estes acrescentes vão mesmo existir, estando já iniciada a expansão em Orlando, e o primeiro Star Wars Land vai abrir no Walt Disney World, em 2018. Não pensem que a Disney ia comprar a Lucasfilm por 4 milhões de dólares apenas para fazer uns filmes de J.J. Abrams, alguns desenhos animados e jogos de vídeo. A fábrica de sonhos sempre quis uma receita de longa duração e a Star Wars Land faz parte.
















Universal Studios vai ter a sua própria fábrica de chocolate à la Willy Wonka




Por outro lado, também em Orlando, mas na Universal Studios, outro sonho vai ser concretizado para os amantes de doces. Foram recentemente revelados planos para a construção de uma fábrica de chocolate no Universal CityWalk. Na mesma, não só vai ser servido um saboroso menu de comidas e bebidas, mas os visitantes também vão ter a oportunidade de ver como os seus doces favoritos são criados.

A Fábrica de Chocolate Toothsome contará com um interior inspirado no século XIX. Uma ilustração revela uma abundância de gaiolas de pássaros suspensas, tubos de cobre e detalhes de relógios. É provável que a equipa de atendimento esteja vestida em trajes de inspiração vitoriana.

Enfim, depois da Nintendo Land, parece que a moda dos Parques Temáticos veio para ficar (e dar lucro).


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Como já têm vindo a constatar, adoro "postar" aqui no meu blog ilustrações de interpretações e abordagens de personagens do universo Disney dos mais diferentes autores e estilos. Pois neste domingo de Páscoa, decidi dar a vez a pinturas a óleo realistas de algumas personagens da Disney.

A artista em causa é Heather Theurer, dos Estados Unidos, que trabalha com óleo sobre tela e que nos deslumbra com a riqueza dos pormenores, com o realismo de sua obra.

O seu portfólio contém temas tão variados como simbolismo religioso, realismo fantasia, equinos e, claro, Disney. A arte de Heather é inspiradas nos grandes mestres renascentistas e modernos. A artista costuma aplicar nas suas obras camadas de tinta e esmalte para trazer as personagens à vida!

Para aqueles que ficarem envolvidos por estes trabalhos de arte, podem encontrar mais e até adquirirem algum, no site de Heather - http://heathertheurer.com/galleries/disney. Entretanto, "deliciem-se" com a sua obra...

Anna e Elsa crianças (de "Frozen")


Cinderela


Mérida (de "Brave")


Mulan


Rapunzel (de "Tangled")


Belle (de "Beauty and the Beast")


Lilo & Stitch


Por seu turno, o designer gráfico finlandês Jirka Väätäinen, da "The Arts University College at Bournemouth", em Inglaterra, de quem já aqui dei nota, acrescentou mais uns "quadros" à sua galeria Disney de "como seriam as personagens Disney na vida real". Particularmente, aumentou a sua lista de Príncipes realistas (consultem meu post sobre tal). Ora apreciem...

Ariel (de "The Little Mermaid")


Ursula alter-ego Vanessa (de "The Little Mermaid")


Tiana (de "Princess and the Frog")


Flynn Rider (de "Tangled")


Kristoff (de "Frozen")


Capitão Phoebus (de "The Hunchback of Notre Dame")


Li Shang (de "Mulan")

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Há filmes de super-heróis… e há este! Foi assim que me senti quando deixei a ante-estreia deste “Batman vs Super-Homem: O Despertar da Justiça” em Imax 3D. Excelentes actores nos papéis principais, uns actores secundários de primeira e uma realização surpreendente.

A história é totalmente original e não feita a partir de um álbum de Banda Desenhada, universo de onde as personagens são oriundas. Contudo, totalmente baseada nela, nomeadamente quando vemos o “monstro” devastador Doomsday. Com o título original de "Batman v Superman: Dawn of Justice", Zack Snyder regressa ao filmes baseados em personagens da DC Comics (grande rival da Marvel). Antes, com “Homem de Aço” (Man of Steel), um óptimo reboot do Super-Homem no grande ecrã, Snyder acabou por ficar para o Super-Homem, como Christopher Nolan resultou para Batman.

Tomando como ponto de partida o primeiro filme de Snyder, temos o caso do confronto entre Super-Homem (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon) em Metrópolis ter feito com que a população mundial se dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos consideram o Super-Homem como um novo Deus, há aqueles que consideram extremamente perigoso haver um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controlo. Bruce Wayne (Ben Affleck) é um dos que mais acredita nesta segunda hipótese. Obcecado, ele investiga Lex Luthor (Jesse Eisenberg), após este ter descoberto uma pedra verde que consegue eliminar e enfraquecer os nascidos no planeta Krypton.

O que mais nos fascina neste filme é ver dois dos maiores super-heróis da DC Comics reunidos, pela primeira vez, no cinema. Já sem contar com a Mulher-Maravilha… O Super-Homem de Henry Cavill é fiel à aura de símbolo da bondade, que precisa lidar com o mal sempre a tentar corrompê-lo, já o Batman de Ben Affleck lembra-nos a histórica saga da BD, "O Cavaleiro das Trevas". Obcecado e mais violento, ele é a representação da alma corrompida pelas agruras do constante combate ao crime. E é no confronto entre estas duas personagens que reside o fascínio, a curiosidade e a excitação deste filme.

Observar a eminente luta entre os super-heróis tem algo de idílico, no contraste entre homens e semi-deuses, mortais e imortais, que vai sendo trabalhada ao longo do filme, tal como aquele momento num ringue de boxe, o impasse antes de tocar o sino do “round”. E, acreditem, mais não posso dizer. Mas o que certamente mais me motivou a ir ver o filme foi a curiosidade de ver um super ser, imbatível (Super-Homem), lutar com o único super-herói que não tem super poder nenhum, valendo-se apenas da sua mente e do muito dinheiro que possui (Batman). Ou seja, músculo contra intelecto…

Quanto às personagens, confesso que fiquei reticente quando Ben Affleck foi anunciado como o próximo Bruce Wayne, pois era difícil, para ele e para qualquer actor, suplantar o excelente desempenho de Christian Bale enquanto Batman. Contudo, tenho de admitir que Ben Affleck conseguiu ser convincente e trazer-nos um outro Batman, o tal a que já me referi, de “O Cavaleiro das Trevas” em BD. Por seu turno, Jesse Eisenberg trouxe-nos um “delicioso” Lex Luthor, rompendo com o outro que sempre povoou o nosso imaginário. Este Lex é louca e divertidamente maquiavélico, quase a lembrar um “Joker”. Adorei a sua interpretação! E Jeremy Irons foi uma surpresa, a trazer-nos um excelente Alfred e adaptando-se, na perfeição, a este novo Batman. Temos ainda Gal Gadot (como Diana Prince/Wonder Woman) e um “sneak peak” de Jason Momoa (como Aquaman), que nos prometem um novo filme…

Concluindo, “Batman vs. Super-Homem: O Despertar da Justiça” é um filme bem negro e intenso. Super-Homem e Batman estão sublimes e são o garante de duas horas e meia (sim, é longo) bem passadas. Se puderem, tentem ir, como eu, ao IMAX. E bom filme!

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Sabiam que existia? Pois, é mesmo verdade! Para além do Dia Mundial da Poesia, hoje também se assinala o Dia Internacional da Cor. E o facto deste dia se celebrar a dia 21 de Março em todo o mundo, tem uma importância especial para Portugal. Tudo porque esta efeméride foi sugerida pela APCor-Associação Portuguesa da Cor, membro da AIC- International Colour Association, e defendida até à sua implementação a nível mundial, desde 2009.

A ideia surgiu com base na importância e influência que as cores têm na vida e cultura de cada um de nós. Assim, o Dia Internacional da Cor foi institucionalizado com o objectivo de defender a relevância da cor nas mais diversas culturas.

Diversos profissionais do nosso mercado sabem que as cores são inseparáveis do mundo da arquitectura e decoração. Razão pela qual os fabricantes de tintas tirem partido desta data. É o caso das tintas CIN, que aproveitam, tal como faz a Pantone, para lançar a sua cor tendência. E Verdigris (E706) é a Cor do Ano 2016, nome dado ao pigmento de cor verde azulado resultante da oxidação do cobre. É um tom transversal que oscila entre o verde e o azul, exprimindo os benefícios de ambas as cores. É equilibrado e intemporal, combinando na perfeição com ambientes completamente distintos, desde a madeira, ao mármore e aos metalizados, bem como com formas geométricas. Um tom histórico que se apresenta como a cor tendência da temporada de decoração para interiores e que promete marcar a diferença.

E desta forma presto a minha homenagem a uma data que foi lançada pelo nosso país e que me orgulha, fazendo lembrar que as cores são imprescindíveis à nossa vida, seja para inspirar ambientes, momentos ou estados de espírito.

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Esta é certamente a melhor notícia para todos os fãs da Nintendo desde o anúncio do Game Boy. Finalmente, a Nintendo está a capitalizar as suas personagens e jogos mais populares para um parque temático. Bem, tecnicamente não se trata de um parque temático, mas sim de uma secção no Universal Studios do Japão.

Considerando o custo de 351 milhões de dólares (para que tenham uma ideia, o "World of Harry Potter" na Universal Studios de Orlando,no EUA, custou 250 milhões), podemos muito bem imaginar a quantidade de passeios, diversão e tecnologia que irá conter a "Nintendo Land", como está a ser chamada actualmente. Quando pronta, vai ser uma das principais áreas do parque, visto ficará situada à esquerda do acesso ao centro de diversões. Juntamente a ela, vão nascer novas lojas de merchandising e restaurantes.

Quanto às atracções, por enquanto a Universal Studios Japão não divulgou nada, mas espera-se algo bem familiar, dado que as personagens da Nintendo têm esse estilo. Juntamente com esta notícia, um rumor surgiu, o de que os parques da Universal Studios nos Estados Unidos vão também receber uma área da Nintendo, porém não antes desta estar pronta e a funcionar em pleno no Japão.

Infelizmente, para os mesmos fãs que se alegraram com a notícia não pensem que irão ver esta novidade pronta assim tão cedo, pois a previsão de abertura é apenas para o ano 2020, aproveitando os Jogos Olímpicos de Tóquio. Até lá, todo o projecto está a ser executado em conjunto com a Nintendo, para que tudo saia na perfeição!

Uma coisa é certa, com a diversidade de personagens, as possibilidades são simplesmente infinitas. Por isso, mais do que os bilhetes, é precios ir começando já a poupar para o seu merchandising...




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É sabido que as personagens dos filmes da Disney são fáceis de gostar, especialmente quando se tratam de animais. Muitas vezes, não apenas as crianças, mas também os adultos, identificam-se com eles, colocando-se nos seus lugares. Chegando até a imaginar como eles seriam se fossem pessoas... Pois, já perceberam, eis aqui mais um divertido desenvolvimento a partir do rico universo da Disney.

Bom, mas agora, todos podem parar de imaginar. Por um lado, um artista de 24 anos que vive em Wisconsin, nos EUA, e que se autodenomina Pugletto, decidiu redesenhar essas personagens tal como acha que eles se pareceriam se fossem seres humanos.
Pugletto teve essa ideia depois de ficar frustrado com a quantidade de Simbas interpretados com pele branca e longos cabelos vermelhos (na peça musical “O Rei Leão”). De modo que quis retratar as personagens de forma a respeitar as suas origens étnicas.
Além de etnicamente corretos, os desenhos são belos e captam bem a essência de cada figura conhecida com a qual convivemos em nossa imaginação por tanto tempo. Pugletto ainda espera vir a reinterpretar outros clássicos, como “Os 101 Dálmatas” e outros desenhos antigos.

Por seu turno, Alaina Blaine, uma artista freelancer de 19 anos de idade, também dos EUA, com o pseudónimo de S0alaina no site DeviantArt, decidiu fazer também a sua própria reinterpretação neste campo. Isto porque adora Disney e, consequentemente, pôs-se a brincar com a ilustração, transformando animais da Disney em seres humanos! Vendo “A Dama e o Vagabundo”, Simba e outras personagens humanizadas resulta estranho mas cool.

Provavelmente, depois de ver todas estas ilustrações, poderão ficar a pensar que divertido seria ver o oposto, ou seja, os seres humanos da Disney como animais. Mas até lá, fiquem com estas inusitadas transformações. De qual artista preferem?

Por Pugletto

Simba, de "O Rei Leão"



"A Dama e o Vagabundo"



Balu e Baguera, de "Mogli"



Kovu, de "O Rei Leão"



Shere Khan e Kaa, de "Mogli"



Nala, Zazu e Simba, de "O Rei Leão"



As hienas, de "O Rei Leão"



"Os Aristogatos"



Por S0alaina

A Dama e o Vagabundo



"Os Aristogatos"



Simba e Nala, de "O Rei Leão"



"Bolt"



Balu e Baguera, de "Mogli"



"Oliver e Companhia"



"Tarzan"



Cavalos Disney

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