Porque hoje, dia 15 de Fevereiro, é Dia Internacional da Criança com Cancro... Mais de 40 personagens de desenhos-animados ficaram carecas para apoiar a campanha "Carequinhas" ou "Bald Cartoons". Sem chapéus, cabelos, pelos ou penas, o Popeye e a Olívia Palito, a Hello Kitty, o Snoopy, a Turma da Mônica, até o Fantasma e as aves do filme "Rio 2", entre outros, “entraram” no projecto e deram a cabeça calva ao manifesto para aumentar a auto-estima de crianças com cancro numa campanha de consciencialização contra o preconceito.

A original iniciativa foi criada no Brasil pelo GRAAC (Grupo de Apoio à Criança e ao Adolescente com Cancro), que teve início com a campanha "Carequinhas", lançada em 2013. As personagens mais queridas das crianças estão carecas para lembrar que a criança com cancro merece desfrutar da sua infância como qualquer outra criança. A ideia atingiu 120 milhões de pessoas, que aderiram e trocaram as imagens dos avatares nas redes sociais pelos cartoons calvos em apoio à causa.

Em 2014, a acção teve alcance internacional. A campanha tornou-se um movimento internacional, sob o nome “Bald Cartoons”. E entraram para a lista de personagens “carequinhas” Popeye, Snoopy, Hello Kitty, Equestria Girls, The Phanton, Mister Patato Head, Rio 2 e Garfield, entre tantos outros. O convite para aderir ao movimento é um vídeo (com legendas em inglês), onde crianças contam dificuldades em lidar com a falta de cabelos adquiridas no tratamento contra o cancro. "Eu queria que as pessoas entendessem que a gente não está doente porque quer", desabafa uma menina no vídeo.

É missão da "Bald Cartoons" reduzir o preconceito que existe ao redor da doença. E mudar também a ideia das crianças com cancro com a própria imagem. No mesmo vídeo, é possível ver a reação emocionada do público infantil do GRAAC ao assistir às imagens das personagens da campanha, carecas como elas.

Querem apoiar a campanha? Saibam mais aqui:
http://www.baldcartoons.com e http://www.carequinhas.com.br













0 comentários

É impossível não gostar do universo Disney… Assim como é difícil não sonhar com o mundo mágico de Harry Potter. Ora, a ilustradora americana “Annabella” misturou o melhor dos dois mundos e colocou as princesas e os príncipes da Disney no universo do pequeno mago Harry Potter, em Hogwarts…

É engraçado, com a sua ajuda, imaginar as personagens da Disney a ingressar na mais famosa escola de bruxos. Se é o sonho de muitos, porque não poderia ser também o sonho da Branca-de-Neve ou da Rapunzel?

Apesar de declarar não ser muito fã de misturar universos diferentes, a artista resolveu fazer estas ilustrações apenas para treinar. Mas o resultado foi tão bom que “Annabella” já pensa em fazer mais – inclusive com os vilões da Disney! Até lá, fiquemos com estes engraçados quadros, com lindos desenhos. Reparem em alguns pormenores como, por exemplo, o Linguado na mão da Ariel e a carteira da Jasmine ser feita com o mesmo tecido das calças do Aladino.

O talentoso artista Isaías K. Stephens também fez a sua própria combinação de duas coisas suas favoritas - Disney e Harry Potter, fazendo ambos mundos colidirem. Criando uma série de ilustrações, Stephens deu-nos também uma nova forma de ver as nossas personagens favoritas da Disney numa outra realidade.

Aqui ficam ambas as interpretações. Qual delas preferem vocês?

Annabella


Príncipe Hans, Rainha Elsa, Princesa Anna e Kristoff Bjorgman


Princesa Aurora e Príncipe Phillip


Princesa Jasmine, Rajah, Aladino, Princesa Mérida, Flynn e Rapunzel


Tiana e o Príncipe Naveen


Tarzan, Jane Porter, Milo Thatch e Princesa Kida


Belle e o Príncipe Adam (a Besta)


Cinderella e o Príncipe Henry


Ariel, Príncipe Eric, Branca-de-Neve e Príncipe Florian


Isaías K. Stephens


Mulan e Ariel


Aladino


Pocahontas e Shang num jogo de Quidditch contra Jasmine e Príncipe Naveen


Aurora, Philip e Belle no Hogwarts Express


Tiana e Príncipe Naveen


Milo Thatch com Tarzan, Ariel, Pocahontas e Príncipe Eric a usarem o mapa Marauders


Megara, Monstro e Belle


Branca-de-Neve e o espelho Erised


Elsa e o chapéu Selector


Ursula como a Professora Dolores Umbridge

0 comentários

Eis uma bela comédia, que apesar do aproximar do Dia dos Namorados, em nada o favorece. Aqui não se trata de casais mas de como se descobrir a si próprio fora deles… Portanto, “Como ser solteira” é uma comédia romântica mas que, ironicamente, aborda o lado bom de se ser/estar solteiro.

Alice (Dakota Johnson) acaba de sair voluntariamente de um relacionamento e não sabe muito bem como agir e ser ela própria sem a sua outra metade. Para sua sorte, ela tem uma animada colega de trabalho, Robin (Rebel Wilson), especialista na vida nocturna de Nova Iorque e que se dedica a ensiná-la a ser solteira e a tirar proveito disso. Em várias saídas por alguns dos mais badalados bares e discotecas, a cidade torna-se um verdadeiro parque de diversões de sexo casual, mas também um verdadeiro desafio para quem esteja em busca de amor. A ajudá-la nesta nova fase da sua vida, Alice contará também com alguns dos corações masculinos da city, mas também do apoio da sua irmã Meg (Leslie Mann).

Assim, por um lado, temos Lucy (Alison Brie), uma “veterana” em encontros online, que desenvolveu a estratégia ideal para encontrar o homem da sua vida, enquanto se torna numa enorme ameaça à vida de “solteirão” de Tom (Anders Holm), o dono do bar que frequenta, ao passo que por outro, temos a tal Robin, viciada em festas e em aproveitar a vida ao máximo, sem pressas, nem receios, segura e animada, apesar da sua reboliça forma. Temos também as irmãs, Meg, a independente que achava que uma relação só lhe iria perturbar a carreira e, claro, Alice, a recém-solteira à força, que se separou do namorado para tentar outra vida. Tudo isto misturado, acreditem, dá um bem-disposto filme. De pequenas histórias que se vão entrelaçando e colidindo umas com as outras, num ambiente divertido e descontraído.

O filme, realizado por Christian Ditter (o mesmo de “Simplesmente Acontece”) e inspirada no romance com o mesmo nome, escrito em 2008 por Liz Tuccillo, é apresentado de forma aceitável e divertida, mesmo com as piadas às vezes mais exageradas, a cargo de Rebel Wilson. Claro que há momentos mais intensos, carregados de drama, que nos põem mais pensativos, mas sempre de forma ligeira.

Portanto, “Como ser solteira” é um divertido e despretensioso filme, que faz uma ponte simpática entre comédia e romance (e algum sexo), com um elenco que é o seu trunfo, repleto de actrizes conhecidas como Dakota Johnson, a mesma que morde os lábios em “As 50 sombras de Grey”, Rebel Wilson, a Fat Amy do “Pitch Perfect” que vai aparecendo com mais frequência em comédias carregadas de estrogénio, e as fabulosas Alison Brie e Leslie Mann. Damon Wayans Jr. (David), Anders Holm, Jake Lacy (Ken) e Nicholas Braun (Josh, o namorado deixado sozinho por Alice), são a parte masculina que completa o elenco.

0 comentários

O Carnaval existe desde sempre… Desde os egípcios, que homenageavam a Deusa Ísis e o Touro Ápis. Entre os gregos e romanos havia as festas Bacanais, Lupercais e Saturnais, onde os escravos tomavam o lugar dos senhores e os senhores o dos escravos. Já na Idade Média, com o domínio da vida religiosa e do culto aos santos, tais festividades foram perdendo força. Mas mais adiante, o santo Entrudo surgiu como uma manifestação religiosa, onde a igreja se misturava com o povo em danças e procissões. A partir do século XVI, a Igreja Católica estabelece a data da Quaresma e, em consequência, a dos festejos de Carnaval. Estes deveriam limitar-se aos três dias antes do início da Quaresma, que começa na Quarta-feira de Cinzas, ou seja, no dia seguinte ao dia de Carnaval.

A Itália do século XVI transfigurou o Carnaval, transformando-o na obra-prima de poetas e pintores. Em pleno século XVIII, Veneza cria o Pierrot, a Columbina, o Arlequim e o Polichinelo, numa celebração que une teatro, dança e espectáculos acrobáticos. No Carnaval de Veneza, a partir do século XVII, a nobreza disfarçava-se para poder desfilar e misturar-se com o povo e a partir de então, as famosas máscaras de Veneza tornaram-se um símbolo e a peça mais emblemática deste Carnaval até aos dias de hoje.

Em França, o Carnaval era uma manifestação mais artística, onde prevalecia a ordem e a elegância, com os seus bailes e desfiles alegóricos. Já no Brasil, o Carnaval festeja-se desde os finais do século XVIII e a partir de então, ganhou uma projeção sem igual. Actualmente, é a maior festa do país, com as suas escolas de samba, danças, fantasias e monumentais carros alegóricos.

Ora, o Carnaval do Brasil foi, como é natural, introduzido pelos portugueses e foi acompanhando a evolução dos costumes cá da metrópole. Em Portugal, em princípios do século XIX, co-existiam duas tradições carnavalescas: a rural e a urbana. Na rural, os festejos carnavalescos, denominados Entrudo, concentravam-se nos três dias que antecediam a Quarta-Feira de Cinzas. Apesar da sua enorme diversidade, em todo o país, tinham alguns pontos em comum: a entronização do Rei do Carnaval, a realização de grandes comezainas, brincadeiras de todo o tipo, onde se atiravam água, farinha ou lama à cabeça das pessoas. Grupos de mascarados, em cortejos pelas ruas, cantavam e dançavam, fazendo um enorme barulho e aterrorizando tudo e todos. A festa só terminava com o enterro do Entrudo (Quarta-Feira), símbolo da folia, associadas a forças pagãs ou diabólicas. Na tradição urbana (sobretudo Lisboa e Porto), o Carnaval começou a "civilizar-se". Os cortejos desregrados de foliões foram sendo substituídos por cortejos de carruagens profusamente ornamentadas, que passeavam pelas principais ruas e avenidas, atirando confeites, flores, etc. E as festas grosseiras foram sendo substituídas por bailes de mascarados.

Na cidade de Lisboa, os cortejos eram acompanhados por figuras populares como o “Xé-Xé”, uma das principais personagens do Carnaval até cerca de 1910. Chamavam-lhe Salsa, Peralta ou Pisa-flores. Era uma caricatura da Lisboa do século XVIII. Usava uma casaca colorida com punhos de renda, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, um enorme bicorne, luneta de vidro e bastão ornado de um chavelho. Quanto aos bailes de máscaras, assaltos e corsos, eram espectáculos reservados à burguesia, que se adornava para passear na Avenida da Liberdade e subir o Chiado, em caleche ou carro alegórico, decorados de forma vistosa e imaginativa. Os dois tipos de Carnavais mantiveram-se em Portugal até ao presente, embora adaptando-se aos tempos modernos.

Assim, no Brasil, predominou até meados do século XIX, o Entrudo rural português. O Carnaval urbano português foi introduzido em 1853, quando um grupo de jovens ligados ao comércio do Rio de Janeiro, onde predominavam os portugueses, resolveu mascarar-se e percorrer, em carruagens, algumas ruas da cidade. A população local reagiu bem a este tipo de festejos, e estes não tardaram a criar o Congresso das Sumidades Carnavalescas para preparem e organizar estes festejos. Pouco depois, forma-se formando outras colectividades. Em 1899, o rancho Rosa de Ouro encomendou a Chiquinha Gonzaga uma música para o desfile carnavalesco ("Ó Abre-alas"), surgindo, assim, a primeira música especialmente concebidas para o Carnaval. Com a profusão dos automóveis, os cortejos de carros alegóricos passaram a ser motorizados. Em Portugal, o fenómeno foi idêntico, onde se tornaram muito populares as "batalhas de flores".

Em 1929, foi criada a primeira escola de samba do Brasil, a “Deixa Falar”. Por seu turno, a portuguesa Carmem Miranda (natural de Marco de Canavezes) lá radicada, nos anos trinta e quarenta do século XX, veio popularizar a fantasia no vestuário dos foliões carnavalescos. Mais tarde, a folia começou a perder a sua dimensão espontânea e irreverente, passando a assumir, como em algumas terras de Portugal, uma estrutura organizada e pensada para atrair e divertir os locais e turistas. O espírito ruidoso e irreverente começava a desaparecer no Brasil. E o Carnaval passou a ser um cortejo ordeiro, num espaço fechado, apenas para turista ver.

Engraçado, volvido todo este tempo e sabendo que também neste campo demos “novos mundos ao Mundo”, ver que agora se sucede o contrário. A tradição a deixar de ser o que era por cá e vermos a folia brasileira a ser adaptada, sem eira, nem beira. Não temos o clima quente, nem o “samba” faz parte de nós, para depois vermos "garotas" lusas, bem descascadas, a sambarem pelos cortejos de rua… Não combina! Mas, enfim... Bom Carnaval!!!

0 comentários

Já imaginaram o engraçado que seria misturar nostalgia com um mundo ideal? Foi o que aconteceu com o artista Isaiah Stephens, que teve a brilhante ideia de transformar as personagens da Disney de sempre em estrelas da música pop, para a revista Cosmopolitan americana.

Isaiah colocou a Bela, a Fera, a Cinderela, a Pocahontas e companhia no papel de artistas que nós já idolatrámos um dia. E o resultado ficou incrível! Ora apreciem…

Pocahontas e amigas como as Destiny's Child


Pocahontas como (Beyoncé), Nakoma seria Kelly Roland (esquerda) e uma companheira da tribo Powhatan seria Michelle Williams

Príncipes como os *NSYNC


Da esquerda para a direita: Príncipe Encantado ("Cinderela") como Joey Fatone, Li Shang ("Mulan") como Chris Kirkpatrick, Flynn Rider ("Entrelaçados") como JC Chasez, Naveen ("A Princesa e o Sapo") como Justin Timberlake e Príncipe Philip ("A Bela Adormecida") como Lance Bass

Bella como Jennifer Lopez


e a Fera como P. Diddy

Esmeralda como Aaliyah



Princesas como as Spice Girls


Mulan ("Mulan") seria Sporty Spice, Ariel ("A Pequena Sereia") seria Ginger Spice, Megara ("Hércules") seria Posh Spice, Aurora ("A Bela Adormecida") como Baby Spice e Kida ("Atlantis - O Reino Perdido") como Scary Spice

Jasmine como Christina Aguilera


Aladim e o Génio como guarda-costas

Trio de Príncipes como os Hanson


Jonh Smith ("Pocahontas") como Isaac, Kristoff ("Frozen") como Taylor e Arthur ("A Espada era a Lei") como Zack

E agora, com "MMMBop" a não vos sair da cabeça, desejo-vos um bom fim-de-semana.

0 comentários

Sabiam que a invenção do automóvel tem uma data “oficial”? Pois, foi a 29 de Janeiro de 1886, há bem mais de um século, que Carl Benz registou a patente do seu "veículo com motor a gasolina". Curiosamente, mais tarde, mas ainda no mesmo ano e sem qualquer associação com Benz, Gottlieb Daimler construiu o seu veículo motorizado. Sem dúvida, o ano de 1886 marcou o início de uma longa história de sucesso da Mercedes-Benz e do automóvel com “motor a gasolina” que conta já com 130 anos.

Quando o engenheiro alemão Carl Benz registou no German Imperial Patent Office, em Berlim, a patente “Benz Patent-Motorwagen”, ele veio mudar a mobilidade no mundo. O certificado de nascença do automóvel possui o número DRP 37435, um documento que é o testemunho do espírito inovador, da criatividade e da visão empreendedora de Benz. A velocidade máxima do seu veículo de três rodas era de 16 km/h. E só a partir de 1908, com o lançamento do Ford Model T, o automóvel ficou disponível de uma forma global para todos. O primeiro veículo movido a hidrogénio é de 1807 e aquele com sistema de vapor data de 1768, mas nenhum deles teve impacto significativo.

Desde 2011, essa patente faz parte do Registo da Memória do Mundo da UNESCO, que também inclui a Bíblia de Gutenberg, a Magna Carta e a obra Mass em B Menor de Johann Sebastian Bach.

Juntamente com o veículo motorizado de Gottlieb Daimler, que foi desenvolvido também em 1886, o veículo motorizado e patenteado de Carl Benz é o primeiro veículo em exposição que os visitantes podem encontrar no início da visita ao Museu Mercedes-Benz. Esse Museu celebra o seu 10º aniversário agora, em 2016, tendo recebido, até à data, mais de sete milhões de visitantes.

0 comentários

O fotógrafo inglês Daniel Sachon não tem dúvidas de que, se vivesse na actualidade, Marilyn iria adorar o Instagram. Por isso, criou a sua primeira exposição mostrando como seria a grande estrela se fosse viva nos dias de hoje.

Neste projecto, Sachon contou com a sua imaginação para “descobrir” como seriam as imagens do ícone Marilyn Monroe se ela estivesse a fazer sucesso em 2016. Será que a veríamos a praticar uma selfe com um Iphone? Andaria pelas ruas com um copo de café da Starbucks nas mãos? Seria ela a nova musa da Chanel?

Apesar de falecida, Marilyn Monroe ainda é um grande ícone nos dias que correm. Sempre foi sinónimo de sensualidade, fama e riqueza. Mas o seu suposto suicídio em 1962, aos 36 anos, interrompeu tudo o que ainda poderia vir e, ironicamente, tornou-a numa estrela imortal.

Resta-nos agora a modelo Suzie Kennedy, surpreendentemente parecida com Marilyn, para nos transportar para esta hipotética realidade… Vejam o resultado:







0 comentários