É sabido que as personagens dos filmes da Disney são fáceis de gostar, especialmente quando se tratam de animais. Muitas vezes, não apenas as crianças, mas também os adultos, identificam-se com eles, colocando-se nos seus lugares. Chegando até a imaginar como eles seriam se fossem pessoas... Pois, já perceberam, eis aqui mais um divertido desenvolvimento a partir do rico universo da Disney.

Bom, mas agora, todos podem parar de imaginar. Por um lado, um artista de 24 anos que vive em Wisconsin, nos EUA, e que se autodenomina Pugletto, decidiu redesenhar essas personagens tal como acha que eles se pareceriam se fossem seres humanos.
Pugletto teve essa ideia depois de ficar frustrado com a quantidade de Simbas interpretados com pele branca e longos cabelos vermelhos (na peça musical “O Rei Leão”). De modo que quis retratar as personagens de forma a respeitar as suas origens étnicas.
Além de etnicamente corretos, os desenhos são belos e captam bem a essência de cada figura conhecida com a qual convivemos em nossa imaginação por tanto tempo. Pugletto ainda espera vir a reinterpretar outros clássicos, como “Os 101 Dálmatas” e outros desenhos antigos.

Por seu turno, Alaina Blaine, uma artista freelancer de 19 anos de idade, também dos EUA, com o pseudónimo de S0alaina no site DeviantArt, decidiu fazer também a sua própria reinterpretação neste campo. Isto porque adora Disney e, consequentemente, pôs-se a brincar com a ilustração, transformando animais da Disney em seres humanos! Vendo “A Dama e o Vagabundo”, Simba e outras personagens humanizadas resulta estranho mas cool.

Provavelmente, depois de ver todas estas ilustrações, poderão ficar a pensar que divertido seria ver o oposto, ou seja, os seres humanos da Disney como animais. Mas até lá, fiquem com estas inusitadas transformações. De qual artista preferem?

Por Pugletto

Simba, de "O Rei Leão"



"A Dama e o Vagabundo"



Balu e Baguera, de "Mogli"



Kovu, de "O Rei Leão"



Shere Khan e Kaa, de "Mogli"



Nala, Zazu e Simba, de "O Rei Leão"



As hienas, de "O Rei Leão"



"Os Aristogatos"



Por S0alaina

A Dama e o Vagabundo



"Os Aristogatos"



Simba e Nala, de "O Rei Leão"



"Bolt"



Balu e Baguera, de "Mogli"



"Oliver e Companhia"



"Tarzan"



Cavalos Disney

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A 46ª edição da ModaLisboa - KISS assinalou os seus 25 anos. Um quarto de século a narrar muitas histórias de amor com a moda, a marcar encontros da arte com a criação, a estabelecer harmonia entre a produção e a indústria. Quanto à temática KISS, tal advém do facto de o beijo representar, neste contexto, a vontade de unir os autores, os criadores e os produtores em torno de um só objectivo, tal como a garantia e a permanência do amor no acto da criação de moda. Eduarda Abbondanza e toda a sua equipa estão de parabéns!

A ModaLisboa - KISS começou na quinta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com Fast Talks, um convite à reflexão e ao debate. Os desfiles só tiveram inicio na sexta, no Pátio Galé como já vem sendo costume, abrindo com Sangue Novo, a tal mostra do trabalho dos jovens designers de moda, com Carolina Machado, Cristina Real, David Catalán, Inês Duvale, Patrick de Pádua, Rúben Damásio, Sara Santos, Tânia Nicole e Tiago Loureiro (Banda).

Quase 25 anos se passaram desde a primeira ModaLisboa, que tomou conta do Teatro São Luiz em abril de 1991, com as criações de Ana Salazar, José António Tenente ou Luís Buchinho. Nuno Gama também lá estava, e assim, também em jeito de celebração, resolveu fazer uma retrospectiva no grande auditório do Centro Cultural de Belém, substituindo o habitual desfile carregado de testosterona por um filme-documentário onde comemorou 50 anos de vida e 30 de carreira.

Depois, foi o acompanhar dos desfiles. Os estilistas Miguel Vieira e Carlos Gil apresentaram no sábado, as suas propostas para o próximo inverno, com coleções marcadas pela liberdade e pelo ecletismo, respectivamente. No domingo, o inverno gélido do criador Luís Carvalho, as coroas reais de Dino Alves, com destaque para Manuela Moura Guedes, que regressou à passerelle da ModaLisboa vinte e cinco anos depois, ao som do seu êxito dos anos 80 “Foram Cardos, Foram Prosas”, e o tributo à mulher decidida e determinada feito por Filipe Faísca marcaram o último dia desta 46.ª edição.

Foram quatro dias preenchidos de criatividade, inovação e de intenso amor pela arte da criação. O Pátio da Galé viu muito talento a desfilar, assim como imprensa e convidados, que não quiseram perder pitada da ModaLisboa – KISS.

E com o mote desta edição me despeço. "Kisses for you all"!!! Até à próxima, que deve ser em outubro.

Mais em dailymodalisboa.blogspot.com e em www.modalisboa.pt


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O que têm em comum as supermodelos do momento, um fotógrafo de renome e uns headphones? Tudo, quando se fala da nova campanha da marca de auscultadores Beats by Dre. A mesma reuniu a nata das top models actuais (com algumas "old school") para um ensaio fotográfico, no qual cada uma delas encarna uma versão "fashion" dos sete pecados capitais.

Assim, Kate Moss, Naomi Campbell, Maria Carla Boscono, Karen Elson e Lara Stone, entre outras, surgem nas imagens feitas por Nick Knight, que também realizou o filme “The Seven Deadly Sins of Edward Enninful”. Isto porque a campanha também celebra os 25 anos de carreira do estilista e editor de moda Edward Enninful, que colaborou com o projeto.

O filme foi exibido em fevereiro na concorrida Times Square, em Nova Iorque, e junto dele a Beats lançou uma edição super limitada de headphones para ser exclusivamente distribuída entre os principais "opinion makers". O vídeo está disponível no YouTube. Quanto às fantásticas imagens, aqui ficam, para vosso deleite...


VAIDADE - Naomi Campbell, vestida por Yohji Yamamoto e Givenchy


LUXÚRIA - Kate Moss veste John Galliano


PREGUIÇA - Mariacarla Boscono também veste John Galliano


INVEJA - Jordan Dunn vestida por Thierry Mugler e Marc Jacobs


IRA - Karen Elson de Jean Paul Gaultier


GANÂNCIA - Lara Stone e Anna Ewers vestem a alta costura de Giambattista Valli


GULA - Karlie Kloss com criações de Alexander McQueen e Philip Treacy\

Mais imagens...


Jordan Dunn


Karen Elson





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Bem a propósito do Dia Internacional da Mulher, venho falar-vos de um livro da DC Comics que promove o verdadeiro “girl power” entre os mais novos. Porque “de pequenino se torce o pepino”... E também porque as super-heroínas estão a ganhar mais destaque no mundo da BD.

A DC Comics decidiu dar mais atenção às suas super-heroínas, que já o mereciam, lançando o livro infantil “My First Book of Girl Power”, que tem como objetivo ensinar as crianças sobre o respeito, a importância e o valor do poder das mulheres na sociedade.

Este livro didático sobre o poder das mulheres, bem visual e atrativo, conta com imagens de várias heroínas da DC Comics como a Batgirl, Mulher Maravilha, Mulher Gavião, Supergirl, entre outras, e frases que falam sobre sua força, inteligência e coragem.

Por isso, este projeto da DC Comics é fantástico! Afinal, com este livro, ajuda as super-heroínas a terem maior influência positiva na vida das meninas, servindo-lhes de modelo e inspiração. E não só delas, pois o livro também mostra aos rapazes que as super-heroínas são corajosas, fortes e que podem fazer coisas tão incríveis quanto os seus super-heróis favoritos. E eu acrescento, é aquele tipo de livro que todas as escolas deveriam ter nas suas bibliotecas, para ensinar a igualdade de direitos entre homens e mulheres desde cedo. O único senão, é que ainda não existe versão em português, mas encontra-se à venda na Amazon.

Uma iniciativa que se propõe mostrar que a mulher não é apenas delicada, que pode ser independente e proteger-se a si própria. Parabéns à DC Comics pela iniciativa e que venham muito mais livros "bons exemplos" por aí... (será que a Marvel vai fazer algo do género?)






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Bem sei que o Dia dos Namorados já passou, mas o domingo é sempre um belo dia para se enamorar. Por isso, deixo-vos com mais um daqueles posts “lights” da Disney (que adoro).

Desta vez, não se trata de colocar as personagens da Disney num outro universo. O artista australiano com o pseudónimo kelogsloops assumiu o desafio de recriar algumas das cenas mais inesquecíveis da Disney para celebrar o amor. Os resultados são de tirar o fôlego… E o uso de belas luzes e cores de Hieu (seu nome verdadeiro na net), fazem com que as imagens fiquem simplesmente hipnotizantes.

Podem ver estas e outras peças deslumbrantes ao seguirem o trabalho de kelogsloops no Facebook, Instagram ou DeviantArt. Até lá, inspirem-se com as que deixo aqui… Tratam-se de algumas das passagens mais românticas dos filmes da Disney, como a Cinderela a dançar com o seu príncipe ou a Rapunzel com o Flynn a passearem de barco no quadro das lanternas. Para além da excelente selecção, o artista deixou tudo muito mágico e até meio etéreo. Deliciem-se...

"Tangled": I See The Light


All at once everything is different, now that I see you.

"Pocahontas": Colours of the Wind


I’d rather die tomorrow than live a hundred years without knowing you.

"The Little Mermaid": Part of Your World


It don’t take a word, not a single word. Go on and kiss the girl.

"Cinderella": A Dream Is A Wish Your heart Makes


So this is love, so this is what makes life divine.”

"Tarzan": Two Worlds


Trust your heart and let fate decide.


"Aladdin": A Whole New World


Let me share this whole new world with you.”


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Lembram-se da selfie de Ellen DeGeneres, rodeada de múltiplos rostos conhecidos do mundo do entretenimento, ter sido o momento mais memorável dos Óscares? Pois, a vitória de Leonardo DiCaprio na categoria de melhor ator 'explodiu' nas redes sociais. Por isso, a famosa selfie foi destronada. Nessa gala, em 2014, a imagem de DeGeneres gerou um recorde de 255 mil tweets por minuto, fossem comentários ou partilhas da imagem, mas o momento em que Leonardo DiCaprio subiu ao palco para receber o Óscar de Melhor Actor Principal registou uma média de 440 mil tweets por minuto… Mas vamos aos Óscares!

A 88.ª cerimónia de entrega dos Academy Awards (mais conhecidos como Óscares 2016) aconteceu no passado Domingo, 28 de fevereiro e foi realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia e transmitida ao vivo pela emissora de televisão norte-americana ABC. A mesma foi difundida por emissoras em mais de 200 outros países. Produzida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, para premiar os melhores actores, técnicos e filmes e tudo o que os envolve do ano transato, ou seja, 2015, e teve como anfitrião o comediante Chris Rock, que já o havia sido na cerimónia de 2005. O apresentador aproveitou o seu “tempo de antena” com piadas sobre o racismo no cinema e o boicote aos Óscares proposto por algumas celebridades negras. Tratando o assunto com bastante piada e sarcasmo, acabou por ser bem recebido pela plateia.

Contudo, apesar de muito glamour, esta 88.ª edição dos Óscares teve as audiências mais baixas desde 2008, registando 34,3 milhões de telespectadores, com um índice de audiência global de 10,4% entre o público adulto -- entre os 18 e os 49 anos. A cerimónia realizada em 2015, com Neil Patrick Harris como anfitrião, conseguiu um melhor resultado, registando uma audiência de 37,3 milhões de telespectadores com uma quota de audiência de 11%. Mas aí, ainda ninguém “bateu” Ellen DeGeneres. A gala de 2014, conduzida por si, mantém-se como a mais vista do século XXI, com 43,7 milhões de telespectadores.

Quanto a premiações, os Óscares deste domingo foram uma noite de primeiras vezes. A começar por Leonardo DiCaprio, que levou a estatueta de melhor actor por "O Regresso". A vitória de DiCaprio, após quatro nomeações falhadas, valeu-lhe uma ovação dos seus colegas, que o homenagearam de forma efusiva. No entanto, o prémio de melhor filme foi para "O Caso Spotlight". No que respeita a actores premiados, que venceram na sua primeira indicação, temos Brie Larson, que levou a estatueta por "O quarto", a sueca Alicia Vikander foi melhor actriz secundária por "A rapariga dinamarquesa" e Mark Rylance foi o melhor secundário por "Ponte dos Espiões".

O realizador mexicano Alejandro González Iñárritu marcou outro grande momento da noite, ao ‘bisar’ na categoria de Melhor Realização. Tendo vencido o galardão em 2015, pelo filme “Birdman”, o realizador voltou a levar para casa a estatueta, desta vez por “The Revenant- O Renascido” (que assinalou também o terceiro prémio consecutivo de Melhor Fotografia para Emmanuel Lubezky). "Mad Max: Estrada da Fúria" arrasou nos prémios técnicos, pois em termos estatísticos foi quem saiu da cerimónia com os bolsos mais recheados, arrecadando seis estatuetas nessa áreas: - montagem, mistura de som e montagem de som, caracterização, guarda-roupa e cenografia. Uma das grandes derrotadas foi Lady Gaga, que embora mais elegante do que nunca, perdeu o Oscar de melhor canção original para Sam Smith.

Mas verifiquem a seguir os principais vencedores (a bold):

MELHOR FILME
"A grande aposta"
"Ponte dos espiões"
"Brooklyn"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"The Revenant”(“O Renascido”)
"O quarto"
"Spotlight"("O Caso Spotlight")

MELHOR ACTOR
Bryan Cranston ("Trumbo")
Matt Damon ("Perdido em Marte")
Leonardo DiCaprio, por "The Revenant"("O Renascido")
Michael Fassbender ("Steve Jobs")
Eddie Redmayne ("A rapariga dinamarquesa")

MELHOR ACTRIZ
Cate Blanchett ("Carol")
Brie Larson ("O quarto")
Jennifer Lawrence (“Joy”)
Charlotte Rampling (“45 anos”)
Saoirse Ronan ("Brooklyn")

MELHOR REALIZADOR
Alejandro González Iñárritu, por “The Revenant” (“O Renascido”)
Tom McCarthy ("O caso Spotlight”)
George Miller ("Mad Max: Estrada da fúria")
Adam McKay ("A grande aposta")
Lenny Abrahamson ("O quarto")

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO
Christian Bale ("A grande aposta")
Tom Hardy (“The Revenant” - “O Renascido”)
Mark Ruffalo ("O caso Spotlight”)
Mark Rylance ("Ponte dos Espiões")
Sylvester Stallone ("Creed")

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA
Jennifer Jason Leigh ("Os oito odiados")
Rooney Mara ("Carol")
Rachel McAdams ("O caso Spotlight”)
Alicia Vikander (“A rapariga dinamarquesa”)
Kate Winslet ("Steve Jobs")

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"Earned it", The Weeknd ("Cinquenta sobras de Grey ")
"Manta Ray", J. Ralph & Antony ("Racing extinction")
"Simple song #3", Sumi Jo e Viktoria Mullova ("Youth")
"Writings on The Wall", Sam Smith ("007 contra Spectre")
"Til it happens to you", Lady Gaga ("The hunting ground")

MELHOR BANDA SONORA
"Ponte dos espiões"
"Carol"
"Hateful Eight" ("Os Oito Odiados"), por Ennio Morricone
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Son of Saul", por László Nemes (Hungria)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
"Anomalisa"
"O menino e o mundo"
"Inside Out" ("Divertida-mente")
"Shaun, o carneiro"
"As memórias de Marnie"

MELHORES EFEITOS VISUAIS
"Ex Machina", por Andrew Whitehurst, Paul Norris, Mark Ardington e Sara Bennett.

MELHOR FOTOGRAFIA
"The Revenant"("O Renascido"), por Emmanuel Lubezky.

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
"The Big Short"("A Queda de Wall Street"), argumento reescrito por Charles Randolph e Adam McKay.

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL - 'Spotlight', argumento da autoria de Josh Singer e Tom McCharthy.

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