"The Conjuring 2: A Evocação" é o segundo filme do género realizado por James Wan. Patrick Wilson e Vera Farmiga repetem os seus papéis de Ed e Lorraine Warren, os investigadores do paranormal. Após o famoso caso Amityville, os Warren, famoso casal de demonologistas, viajam para o Reino Unido no sentido de ajudar a família Hodgson, que está a enfrentar uma actividade poltergeist na sua casa, em Enfield Council, em 1977. Os eventos, aterrorizantes, englobam mobílias a mover-se sozinhas, possessão, vozes demoníacas, levitação e sons do além.

Quando chegou aos cinemas em 2013, "The Conjuring" poderia parecer apenas mais um filme de terror. Mas não! As excelentes actuações, uma realização competente e a tensão necessária acabaram por fazer do filme algo diferente entre as produções do género mais recentes. O resultado foi um sucesso comercial que não só garantiu a sua continuação, como também um spin-off: “Annabelle” (2014).

E agora eis a sequela. Normalmente, os segundos episódios deixam sempre algo a desejar, mas com "The Conjuring 2", mesmo que não esteja ao nível do original, é muito competente naquilo a que se propõe: causar medo e assustar. Grande parte dos filmes de terror “irritam” por colocar constantemente personagens a tomarem atitudes ridículas, como, por exemplo, comprar uma boneca assustadora para uma filha recém-nascida. Mas o par de filmes "The Conjuring" surpreende e destaca-se por contar histórias de suspense e terror que não dependem da vontade dos seus protagonistas. Vão muito mais longe… E, por isso, causam muito mais medo.

Voltando ao enredo, o casal Lorraine e Ed Warren, abalado pelo marcante caso de Amityville no final dos anos 70, está disposto a não aceitar mais casos sobrenaturais. Contudo, são contactados pela Igreja para averiguarem uma estranha ocorrência em Inglaterra, envolvendo uma menina de 11 anos e a sua família. Reticentes, eles acabam por aceitar a missão e partem para a Europa… Até aqui, a história enveredava em duas frentes, mostrando situações que envolviam o casal nos E.U.A. e a família em Inglaterra, até que as duas partes se juntam.

O realizador James Wan, o mesmo de "Insidious" e "Saw", remexeu nos arquivos do verdadeiro casal Warren para nos contar uma história de terror cuja acção decorre sete anos após os eventos de "The Conjuring”. Wan demonstra, mais uma vez, a sua competência na construção de tensão e na condução da sua câmara. Sempre em movimento, a câmara passa ao espectador a sensação de que algo está prestes a acontecer. E, muitas das vezes, está mesmo! As sequências de suspense são longas, tensas e surpreendem, seja pelo instante do susto, seja pela própria concepção. Wan acaba por criar um ambiente no qual sonho e realidade se confundem para que, no final de cada sequência, consiga alcançar o máximo de um realismo de terror.

É um filme de terror de autor, sem dúvida. E se bem que a dupla principal vai bem, é de destacar o elenco infantil. São quatro juvenis em cena que resultam muito bem, especialmente Janet (Madison Wolfe), a vítima das possessões. Sem descurar a mãe Peggy (Frances O’Connor), que consegue transmitir muita angustia. Acabamos por nos envolver com as personagens e a nos preocupar com o que lhes vai acontecer… "The Conjuring 2" é recorrente nos ambientes sombrios, nas sombras e vultos, e conta com espíritos malignos realmente assustadores, como a “Freira demoníaca” dos trailers ou o “Homem Torto”. E mais não digo.

Portanto, esta continuação pode não ter o frescor da novidade do primeiro, mas isso não tira o brilho deste "The Conjuring2", que atinge a mesma qualidade do seu predecessor e vai mais além. E se nos ficarmos pela questão que muitos se fazem de se mete medo, posso garantir-vos que sim. E muito!

“The Conjuring 2: A Evocação” bateu o recorde de melhor estreia de sempre de um filme de terror em Portugal. E Wan já fala em “The Conjuring 3”… Vamos ver. Se gostam do género, não percam!

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Santo António, São João e São Pedro são os três santos populares mais festejados por nós, de Norte a Sul, e o mês de Junho consagra festas e arraiais a estes santos, desde os dias treze ao vinte e nove. As principais são as Festas de Lisboa, celebradas de 12 para 13 de junho, dia de Santo António, o Santo Casamenteiro, e as do Porto, na noite de 23 para 24 de Junho, quando se celebra o S. João.

Por ser lisboeta, falarei mais das festas alfacinhas, de grande animação, em que todos vêm para a rua comer, beber e divertir-se pelas ruas dos bairros mais populares, engalanadas a preceito com arcos, balões coloridos e cheiros de manjerico. E não há melhor altura para se estar com amigos, acompanhados de umas belas sardinhas e deliciosas sangrias. Ainda me lembro da tradição de saltar a fogueira… pratica, infelizmente, já em desuso. A par do tempo mais quente, na capital festeja-se o Santo Casamenteiro desde o século XVI que, como já é hábito, culmina com o desfile das marchas populares na Avenida da Liberdade, onde os bairros mais típicos competem entre si. Esta artéria da capital enche-se de centenas de figurantes, música, cores e muito público. Mas a animação não é menor nas ruas desses bairros representados, seja em Alfama, na Graça, Bica, Mouraria ou Madragoa. Nos largos e vielas de traço medieval, come-se caldo verde e sardinha assada, canta-se, baila-se e brinda-se pela noite dentro. Como já vem sendo tradição, o Hotel Tryp Lisboa Oriente não fugiu à regra e realizou mais um grande arraial, que contou com muita animação e com os sabores típicos destas festas populares – farturas, pão com chouriço, sardinhas ou porco no espeto, brindados com bebidas refrescantes.

Lisboetas, saiam para a rua e aproveitem tudo o de bom que esta época tem para oferecer. E vão mais longe, pois é também tradição oferecer, ao vosso par romântico, um aromático vaso de manjerico, com bonitas quadras a falar de amor, ou não estivessem estas festas ligadas ao solstício de Verão e a antigos rituais de fertilidade…

No Porto, a festa é semelhante em cor e alegria, ao longo dos bairros mais tradicionais, como Miragaia, Fontainhas, Ribeira, Massarelos e outros. Mas a Invicta tem outros usos e costumes: se antigamente os foliões batiam com alho-porro na cabeça dos amigos, hoje usam martelos de plástico com o mesmo fim. Além disso, para além do fogo-de-artifício lançado à meia-noite em pleno rio Douro, no Porto também se lançam coloridos balões de ar quente, constituindo uma das mais belas celebrações dos festejos populares.

A 29 de Junho comemora-se ainda o São Pedro, também com festas populares em várias localidades do país, como Sintra ou Évora, ambas Património Mundial. Évora tem ainda a particularidade de celebrar não apenas um, mas dois santos populares, pois realiza, desde o séc. XVI, a Feira de S. João, uma das maiores da região sul do país, comemorando, também, o dia de S. Pedro como feriado municipal.

E termino a dizer…

Santo António a treze de Junho
Com marchas de encantar,
A vinte e quatro, o S. João
A vinte e nove, S. Pedro a terminar.


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Vários actores britânicos, incluindo Emma Thompson e o seu marido, o actor Greg Wise, posaram nus com peixes para as imagens da nova campanha da “Fishlove”, uma Organização Não Governamental (ONG) contra a pesca descontrolada.

Juntaram-se a estes dois actores, o comediante Adrian Edmondson, o bailarino Gary Avis, os também actores Alex Jennings, Mark Rylance, Tom Bateman, Joseph Millson e Dougray Scott e as actrizes Jodhi May, Miriam Margolyes, Felicity Dean e Chipo Chung. Todos foram fotografados nus, tendo como únicos “acessórios” os peixes, por Jillian Edelstein.

As campanhas da “Fishlove” começaram em 2011 e entre os nomes que já deram o seu corpo ao manifesto contam-se Jerry Hall, Lizzie Jagger, Terry Gilliam, Helena Bonham-Carter, Gillian Anderson, Judy Dench, Ben Kingsley, Richard Branson, entre outros.

Tal é-me oportuno partilhar, pois no passado 5 de Junho foi Dia Mundial do Ambiente. A campanha “Fishlove” luta contra a destruição do ecossistema marinho, querendo chamar a atenção da população mundial para as práticas de pescas sustentáveis. E uma espécie visada é portuguesa...

Os actores britânicos Ema Thompson e Greg Wise despiram-se e acabaram por posar com dois exemplares de peixe-espada preto português. Em declarações reportadas pelo projecto “Fishlove”, Ema e e Greg defendem que, em particular, a pesca em águas profundas não é sustentável ou necessária e deve parar. “Sentes-te um bocadinho culpado por segurar um peixe morto gigante enquanto estás vivo, mas ao fazer este retrato para o Fishlove com um peixe-espada preto queremos deixar claro esta mensagem: se não acabarmos com o excesso de pesca e poluição do oceano, todas estas belas criaturas estão ameaçadas”, dizem. Fica o recado!

Mais informações em https://fishlove.co.uk
















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Esta é uma notícia que não vai agradar muito aos gabinetes de estética, mas isso de voltar a depilar os pelos do peito num homem já era… Neste Verão, os pelos do peito são os protagonistas.

Segundo um artigo do “The New York Times”, o seu autor Max Berlinger vaticina o regresso do estilo “macho latino”. E no mesmo, defende-se um manifesto à “masculinidade orgânica”, como refere o médico Oldstone-Moore. É uma espécie de regresso aos anos 70. E não é de estranhar, pois “o final dos anos 60 e o início dos anos 70 foram sobre liberdade, o movimento hippie e uma imensidade de pelos”, defende Tim Bess, analista da Doneger Group (uma agência norte-americana de tendências de moda).

Não restam dúvidas! Os pelos do peito voltam, assumidamente, a estar na moda. Depois do Metrosexual, do Lumbersexual, da barba e afins (de que aqui já dei conta), agora os homens querem-se peludos. Pelo menos, no peito e nas pernas, diz a publicação. Mas não se pense que esta é uma mera questão de tendência ou de maior liberdade. É mais um regresso à essência, pois o como o Dr. Oldstone-Moore frisa no artigo, os homens têm andado “desconectados com a sua masculinidade”, muito ao sabor da depilação “obrigatória” imposta nos últimos anos. Contudo, homens: não se entusiasmem! Há que ser “regrado” e ter atenção à quantidade de pelo que se tem, pois "pode parecer um pouco Neandertal", alerta Bess no artigo “Welcome Back, Chest Hair”. Um dos bons exemplos é o modelo surdo Nyle Dimarco.

Mas há mais explicações para o regresso do homem peludo. Segundo declarações ao jornal britânico “The Telegraph”, Jo Hemmings, psicólogo no The Harley Medical Group explica que os homens têm menos formas de expressar a sua personalidade, estilo e individualidade do que as mulheres. Os pelos, o cabelo e a barba são uma das poucas formas aceitáveis pela sociedade para que se possam destacar.

Por isso, venham daí essas camisas desabotoadas, essas camisolas em ‘V’ ou andem em tronco nu… Assumam o estado natural, pois os pelos do peito voltam a estar em evidência. Resta saber por quanto tempo, uma vez que, tal como na moda, as tendências de beleza também são cíclicas…

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Quem diria que esta doce menina, que a muitos encantou, já tem 50 anos... Tudo começou em 1954, quando o ilustrador belga Marcel Marlier foi convidado pela editora Castman para criar uma menina que pudesse ser figura de proa de uma coleção de livros infantis. Ao aceitar tal desafio, Marcel estava longe de imaginar que a sua nova personagem se iria tornar a estrela das infâncias de milhares de crianças em todo o mundo, nem que a iria desenhar ao longo de 56 anos e 60 livros...

Em Portugal, a personagem só veio a surgir 12 anos depois, já em 1966, pela editora Verbo. A tal menina chamava-se Anita (e não Martine, como no original). Também por cá, rapidamente se tornou um clássico entre a criançada, especialmente as raparigas. “Anita, dona de casa” foi o primeiro livro da coleção publicado no nosso país.

As aguarelas realistas de Marlier, conjugadas com a vida quotidiana de Anita, imaginada e descrita por Gilbert Delahaye, tornavam cada acontecimento mais banal — como ir às compras, à praia, fazer ballet, andar de comboio ou passear no campo — numa improvável e deliciosa aventura. Esta dupla foi responsável por criar todo um imaginário que fazia cada criança sonhar que os seus dias também poderiam tornar-se maravilhosos e aventureiros como os da personagem. Sobretudo nos anos 70 e 80, os livros da Anita eram um presente obrigatório nas festas de aniversário ou no Natal. De facto, eram muito completos e serviam para tudo: para treinar a leitura dos mais pequenos, para os novos artistas copiarem os desenhos, para mostrar regras de boa educação, etc. Liam-se e reliam-se sem parar, sempre como o mesmo prazer.

Ao longo do tempo, as ilustrações foram-se alterando, nomeadamente o rosto de Anita, e a temática das histórias procurou adaptar-se aos novos tempos. A “heroína” que, nos anos 60, ia às compras ou cuidava do irmão, passou a ser ecologista, a fazer cursos de culinária e a usar calças. Contudo, as suas aventuras terminaram em 2010, já com um “cheirinho” a contos de fadas com "Anita/Martine e o Príncipe Misterioso" (último livro). Marlier veio a morrer nesse mesmo ano, quase tão famoso quanto a personagem que fez nascer.

No ano passado, os direitos portugueses da coleção foram adquiridos pela editora “Zero a Oito”. Uma nova tradução foi feita e, tal como os Estrumpfes passaram a ser Smurfs, a Anita passou a chamar-se Martine, como na edição original belga. Esta mudança destinada às crianças do futuro não deixa de ser uma desilusão para todos os que cresceram com a Anita. Na verdade, esta troca não é mais do que um regresso à origem, uma vez que a “nossa” Anita foi sempre Martine no seu país de origem, a Bélgica. Foi aqui que o primeiro livro da sua coleção foi publicado, em 1954, com o título original “Martine à la Ferme” (em Portugal veio a ser “Anita na Quinta”). Cerca de 12 anos depois, há precisamente meio século, Martine chegou a Portugal, e ganhou um novo nome: Anita.

Contudo, esta mudança foi feita também na crença de que a Martine irá conquistar as famílias portuguesas. Atualmente, as crianças falam uma linguagem universal e a maioria delas não sabe quem é a Anita. Por isso, segundo a actual a responsável editorial, “a Anita dos nossos tempos vai ser a Martine da nova geração. O encanto da coleção vai muito para além do nome”. Esperemos que sim…

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Mais um "crossover" Disney, mais uma nova interpretação, mas os resultados são sempre tão giros que não dá como não os partilhar. Uma artista, Crystal Ro, ilustrou as pessoas que "emprestam" as vozes às personagens famosas da Disney como sendo as próprias personagens a quem dão voz... E o resultado é incrível.

Assim, vemos Idina Menzel com a longa trança loira de Elsa em "Frozen" e outros tantos actores como personagens de "Toy Story", "Brave" ou "Entrelaçados". Vejam como seriam parecidos com algumas personagens favoritas da Disney...

Idina Menzel como a Rainha Elsa (Frozen)


Kristen Bell como a Princesa Anna (Frozen)


Kelly Macdonald como a Princesa Merida (Brave - Indomável)


Emma Thompson como a Rainha Elinor (Brave - Indomável)


Mandy Moore como Rapunzel (Entrelaçados)


Zachary Levi como Flynn Rider (Entrelaçados)


Tom Hanks como Woody (Toy Story)


Tim Allen como Buzz Lightyear (Toy Story)

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“X-Men: Apocalipse” (no original X-Men: Apocalypse) é um novo filme de super-heróis, desta feita baseado nas fantásticas personagens X-Men da Marvel Comics. É a sequência direta de “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido” e já o nono “capítulo” da série de filmes X-Men no cinema. Realizado por Bryan Singer, o filme apresenta um elenco de luxo, com James McAvoy (Prof. Charles Xavier), Michael Fassbender (Magneto), Jennifer Lawrence (Raven/ Mística), Nicholas Hoult (Hank McCoy/ Fera), Rose Byrne (Profª Moira McTaggert) e Lucas Till, que voltam nos seus respectivos papéis, enquanto Oscar Isaac é o vilão de serviço do título. Olivia Munn (Psylocke), Evan Peters (Mercúrio), Kodi Smit-McPhee (Noturno), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope), Alexandra Shipp (Tempestade), Josh Helman, Lana Condor (Jubileu) e Ben Hardy (Anjo), bem como a participação de Hugh Jackman (Wolverine), completam o quadro.

Apocalipse, também conhecido como En Sabah Nur, é o primeiro e mais poderoso mutante do mundo. Após milhares de anos, ele volta à vida disposto a garantir a sua supremacia e a acabar com a humanidade. Para o efeito, ele seleciona os seus Quatro Cavaleiros do Apocalipse ao “recrutar” uma equipa de mutantes, como Magneto, Psylocke, Anjo e Tempestade. Do outro lado, para lhes fazer frente, estão o Professor Xavier, Raven, Fera e Mercúrio, e uma série de novos alunos, como Jean Grey, Ciclope e Noturno, que tudo farão para tentar impedir o mega vilão.

A cena de abertura é impactante. Apocalipse (Oscar Isaac) é revelado com pompa e circunstância egípcia para situar a parte religiosa da história numa época em que a mutação era vista como superioridade divina, e não genética. É na década de 80, mais precisamente no ano de 1983, que o filme encontra a sua grandiosidade, entre o mundano e o fantástico.

“Pelo menos, concordamos que o terceiro filme é sempre o pior de uma saga”, afirma uma jovem Jean Grey ao sair de uma sessão de “O Regresso de Jedi”. Esta é uma piada sobre o terceiro filme de uma trilogia ser sempre o pior. E é uma clara referência a “X-Men - O Confronto Final” (2006), que gerou uma unanimidade como o pior filme da saga mutante a chegar aos cinemas. Porém, este novo filme também poderia estar a fazer uma autocrítica, afinal, trata-se do terceiro X-Men após o “reboot” com “X-Men: Primeira Classe”...

Mas em “X-Men: Apocalipse”, Bryan Singer tenta evitar a repetição dessa sina, ao retornar ao universo que criou em 2000 para abraçar as possibilidades deixadas por “Dias de Um Futuro Esquecido” e concluir este percurso com mais dignidade. Além de contar com um excelente elenco, Singer sabe criar momentos empolgantes, como a luta de mutantes numa jaula no centro de um antigo teatro de Berlim Oriental, a evolução dos poderes de Magneto ou a já "obrigatória" cena com Mercúrio, que continua a eclipsar o filme, tal como no filme anterior. Mercúrio surge ao som de "Sweet Dreams (Are Made Of This)", dos Eurythmics, para protagonizar a cena mais fantástica do filme.

“X-Men: Apocalipse” cumpre bem o seu papel de entretenimento. Bons atores, excelentes momentos e um realizador competente... Com os efeitos especiais no ponto, é um filme que não desilude os fãs desta equipa de mutantes.


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A F Magazine Luxury está a celebrar o seu 1º aniversário! O quarto número da revista, editado pela FocusPremium, acaba de sair para as bancas, novamente com duas capas de destaque – Ana Moura e C4 Pedro. Duas estrelas maiores da música, uma do Fado e outra da Kizomba.

Nesta edição de aniversário, a música é a sua «espinha dorsal». Começando pelas capas, dois estilos díspares, mas que têm na sua essência algo que os une, porque a música é transversal. E, mais uma vez, dois países em destaque com as suas culturas, para deleitar ambos os públicos, o angolano e o português e para demonstrar que a revista a todos apela.

Com mais páginas do que o normal, 108 no total, a F Magazine Luxury é uma revista trimestral no segmento de luxo, que aborda moda, lifestyle, arte, joalharia, beleza & saúde, viagens, home&deco, gourmet e muito mais... A única, do seu segmento, de venda em banca. Por isso, este é um marco para ser celebrado.

Concentrada num leitor de charme e sofisticado, oferecendo conteúdos ricos, exclusivos, inovadores e interessantes, a F Magazine Luxury possui uma distribuição premium, estando presente nas bancas de Portugal e Angola. Para além disso, possui um site dinâmico e sempre actual - www.fmagazineluxury.com. E conta também com uma App interactiva. Por isso, numa banca perto de vocês ou online, não percam a nova edição da F Magazine Luxury. Todo um luxo!




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Antes de haver a hegemonia da Apple, havia… a Sony! Há 70 anos atrás, Ibuka e Morita-san decidiram criar a empresa Tokyo Tsushin Kogyo K.K (Totsuko), que adaptava e criava voltímetros de tubo de vácuo para as organizações governamentais japonesas. Mais tarde, em 1955, criaram a marca Sony e, posteriormente, em 1958, renomearam-na para Sony Corporation.

Criada com um pequeno investimento inicial, a atividade da empresa teve início num espaço alugado de uns armazéns japoneses. Porém, o enorme e rápido sucesso da marca, bem como as suas fantásticas e inovadores criações fizeram com que se tornasse numa indústria global multimilionária, líder em inovação em todo o mundo.

A Sony tem vindo a alcançar grandes e históricas metas, como o lançamento do primeiro televisor portátil, o desenvolvimento dos televisores Trinitron, a criação do célebre Walkman, o primeiro leitor de CD e a primeira câmara compacta full-frame, entre outros. E continua a impulsionar novos marcos no mercado da tecnologia. Prova disso são os televisores 4K HDR, a nova gama de câmaras Full-frame A7, as lentes G Master tecnologicamente revolucionárias para as câmaras, bem como as câmaras compactas multifunções, sem esquecer os revolucionários equipamentos de som da nova gama h.ear ou a reinvenção do gira-discos com o modelo PS-HX500, capaz de converter quaisquer vinis em ficheiros sem compressão.
Atualmente, a companhia tem vindo a trabalhar mais intensamente em algumas frentes específicas, como smartphones, tablets, notebooks, videogames e televisores. Para que tenham uma ideia, a empresa é proprietária da marca PlayStation.

Para celebrar este aniversário, a Sony vai partilhar nas suas redes sociais um projeto da autoria de sete fotógrafos europeus que, através das suas câmaras A7, captaram sete temas relacionados com a Sony durante sete dias. Os temas dizem respeito à herança da empresa, como a música, o design, o valor da engenharia e a dedicação à excelência e à inovação. A alusão ao número sete deve-se ao facto de a marca ter nascido a 7 de Maio de 1946.

Pelo que vemos, aos 70 anos, a Sony continua a ser uma empresa de espírito muito jovem. E não para de evoluir, mantendo-se fiel ao seu espírito “kando”, ao desenvolver novos produtos capazes de emocionar os seus utilizadores.


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Sim, imaginem Cinderela como Emma Frost, Yasmin como Mística, Ariel como Jean Grey... As princesas da Disney são sempre donzelas indefesas que precisam de ser salvas por um galante rapaz, seja ele príncipe, guerreiro ou até ladrão. Claro que existem excepções como Mulan e Merida, que arrasam na questão do “girl power”, ou até mesmo Alice, que só é considerada “princesa” por ser a protagonista do seu filme.

Entretanto, com a iminente chegada aos cinemas de “X-Men: Apocalipse”, o artista Diego Gomez decidiu mudar esse status de donzelas indefesas e imaginou como seria se as principais personagens dos filmes da Disney tivessem super-poderes e fossem mutantes membros dos X-Men.

Assim, Diego transformou protagonistas como Cinderela, Pocahontas, Yasmin e Branca-de-Neve em mutantes icónicas como Emma Frost, Psylocke, Mística e Jubileu, entre outras. Portanto, já temos visto as princesas da Disney de várias maneiras, mas agora a coisa é diferente, pois nunca ninguém as tinha interpretado como integrantes dos X-Men. Sempre giro de se ver. Ora espreitem…

Tiana, de "A Princesa e o Sapo", como Tempestade

Branca-de-Neve como Jubileu

Belle, de "A Bela e o Monstro", como Lince Negra

Cinderela como Emma Frost

Mulan como X-23

Alice como Magik

Aurora, de "A Bela Adormecida", como Cristal

Merida, de "Brave", como Vampira

Ariel, de "A Pequena Sereia", como Jean Grey/Fénix

Pocahontas como Psylocke

Yasmin, de "Aladdin", como Mística

Rapunzel, de "Entrelaçados", como Polaris

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E pode abrir já em 2017! A Associação Museu da Publicidade (AMUSP), dirigida por João Monsanto, tem vindo a dinamizar a criação de um Museu da Publicidade. A parte física do museu físico pode vir a ser inaugurada já no próximo ano, numa localidade que, para já, os responsáveis preferem não divulgar, por se encontrar em processo de negociação do espaço com um município, igualmente não revelado.

O projecto está a ser cuidadosamente pensado para que seja uma referência nacional e internacional, não só pelos conteúdos, mas também pela forma arquitectónica, que irá contar com uma forte componente tecnológica, “nomeadamente na área da realidade aumentada”, adianta João Monsanto, também presidente da agência de publicidade «Laranja Mecânica».

O espólio inclui originais dos poetas Fernando Pessoa e Ary dos Santos, aquando das suas passagens pela publicidade, autocarros de dois andares com anúncios nos jardins e até estúdios que vão permitir aos futuros visitantes vestirem a pele de personagens marcantes em anúncios históricos.
A intenção de criar um museu surgiu da necessidade de defender um património histórico e cultural. Um património físico e humano. A ideia do Museu da Publicidade foi apresentada há mais de dois anos a um conjunto de publicitários, que desde logo a abraçaram. A partir de então, constituiu-se a AMUSP e depois passou-se à definição do projecto e ao estabelecimento de contactos para a sua viabilidade.

O Museu será exclusivamente dedicado à publicidade produzida em Portugal. Contudo, compreensível e atractivo para qualquer cidadão internacional que o queira visitar. Será fácil perceber que se trata de publicidade portuguesa, mas não necessariamente produzida para marcas portuguesas.
Eu, que adoro publicidade, estou ansioso… Podem seguir (e apoiar) toda a evolução na página de Facebook do Museu.


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