Sim, porque até os super-heróis merecem uma selfiezinha, não acham?
Os autores são vários, mas resulta divertido ver personagens do universo da DC Comics aderir ao tema (e à moda) das selfies. O que também os coloca num patamar bem contemporâneo, atual.

Há de tudo: Batman com o Robin, o Super-Homem a salvar um gatinho, o Lanterna Verde com cara de poucos amigos, o Flash a apostar uma corrida com o Super-Homem… mas sempre com “aquele” momento de pose para a “necessária” selfie. Vejam o resultado. Não é bem giro?

Batman & Robin


Parte da Liga da Justiça


Super-Homem


Batgirl


Aquaman


Catwoman


Harley Quinn


Liga da Justiça


Lanterna-Verde


Fã (e Super-Homem)


Mulher-Maravilha & Super-Homem


Flash & Super-Homem


Mulher-Maravilha

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Quem nunca foi a um McDonald’s que ponha o dedo no ar! Pois bem, este é um filme biográfico sobre os célebres hambúrgueres e sobre a própria McDonald’s. “O Fundador” conta a história do homem que projetou o hambúrguer com batatas fritas para a grande popularidade. No fundo, é mais uma história do clássico sonho americano.

“O Fundador” é a adaptação ao cinema da biografia de Ray Kroc, edificador da cadeia de comida rápida McDonald´s. Relata o percurso de um caixeiro-viajante do interior dos Estados Unidos que veio a adquirir e expandir o franchise do restaurante de hambúrgueres dos pouco ambiciosos irmãos Mac e Dick McDonald. O sucesso e as inovações introduzidas por Kroc permitiram-lhe adquirir a empresa aos McDonald, em 1961, por 2,7 milhões de dólares.

Mas comecemos pelo princípio. A história da ascensão da McDonald's tem início com o vendedor ambulante de máquinas de batidos simultâneos. Após receber uma encomenda sem precedentes, o vendedor de Illinois, Raymond Kroc (Michael Keaton) vai até San Bernardino, na Califórnia, para uma espécie de restaurante e nota ali uma movimentação de consumidores fora do normal. Permanecendo algum tempo no local, acaba por conhecer os irmãos Richard (Nick Offerman) e Maurice "Mac" McDonald (John Carroll Lynch), que lhe explicam a fórmula do sucesso (uma invenção dos irmãos - a cozinha modulada que impunha o fabrico de hambúrgueres a um ritmo eficaz). Ray não perde tempo e acaba por adquirir uma participação nos negócios daquela "lanchonete" no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da equação, transforma a marca num gigantesco império alimentício.

A trajetória da McDonald’s como empresa e símbolo cultural poderia ser contada através de diversas perspectivas: pelo olhar dos funcionários, pelas transformações no ramo alimentício, pela inovação de marketing etc. Mas este filme opta pelo tradicional percurso histórico, acompanhando os passos de uma pessoa muito particular: o grande vencedor deste processo, o homem que ganhou mais dinheiro, que mais expandiu a empresa, o mais arrojado em termos empresariais, que terminaria com as maiores conquistas jurídicas e até com a mulher mais cobiçada e interessante ao seu lado.

Ray Kroc torna-se num exemplo do verdadeiro empreendedor, que tendo-se unido à dupla, acabou por tomar, por vias pouco escrupulosas, o controlo da empresa. Ele é retratado como uma pessoa determinada, visionária, tão focada no sucesso que não hesita em abrir mão da sua ética profissional e familiar sempre que necessário. Ray é o epíteto do capitalismo, o verdadeiro “self made man”. Um empresário que não se contenta em pertencer à classe média, querendo ser maior, mais poderoso e melhor do que os outros. Ele é o homem que afirma que ”se visse um concorrente a afogar-se, colocaria uma mangueira na sua boca”. Aquele que quando a sua esposa lhe resulta pouco interessante (dispensável papel dado à magnifica Laura Dern), encontra logo outra e conquista-a (sem sabermos realmente como).

As atitudes do protagonista levam à letra o célebre ditado “os fins justificam os meios”. Michael Keaton, mais uma vez, vive o homem dúbio e entrega um óptimo trabalho. Torna Ray num tipo carismático, dotado de uma retórica aguçada e de sorriso sempre pronto. Ele faz uso do puro cinismo, tornando as conquistas do herdeiro ilegítimo da empresa uma prova do seu sucesso.O filme também acaba por nos fornecer um discurso cínico, nada crítico. “O Fundador” não faz por se colocar no prisma dos irmãos McDonald, dos funcionários, das esposas, das pessoas no ramo alimentício ou imobiliário. O enredo até consegue elevar a marca McDonald’s como símbolo de estabelecimento familiar, sendo os restaurantes filmados como locais de culto e de encantamento.

Ray é um patife, mas um patife agradável e bem-sucedido. Trai tudo e todos no seu caminho para o sucesso, acabando mesmo por roubar o direito do uso do nome aos próprios irmãos McDonald. Os irmãos Dick e Mac, reais criadores da marca, são a parte triste de todo o processo. Mas também a parte naïve, ingénua, retrógrada e sem visão. Por isso, quase nem pena chegam a dar… O local do original McDonald's, em San Bernardino, ainda existe e é agora um museu.

“O Fundador” é um filme que conta, de forma simples, de que forma se pode construir um sonho, avançar com uma visão, mas sem lhe apontar o dedo. Isso cabe-nos a nós. Não percam, num cinema perto de vós (e não num McDonald’s).



O verdadeiro Ray Kroc


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F is… for Figo, Father & Futebol. assim começa mais um editorial da nova F Magazine Luxury. Porque o F, sendo da empresa mãe - FocusPremium, serve também para muitas outras coisas, como Fabulous, Fantastic, Fascination, and so on...

Mas a revista faz 2 anos, por isso, também é F de Festa! Dois anos a mostrar o mais belo da vida, todo um lifestyle de luxo. E a melhor forma que encontrou para marcar a celebração foi a fazer capa com o ainda ídolo de muitos, Luís Figo. Que para além do futebol, também se afirmou como empresário, filantropo e pai exemplar. Foi um privilégio conhecê-lo e entrevistá-lo.

De resto, na revista há de tudo um pouco: cor na moda, irreverência na casa, com Cavalli, ou tudo sobre como deve ser um hall de entrada por Maria Barros.

A revista também sugere a evasão, seja no Dubai, a fazer safari em Angola ou em escapadinhas perfeitas. Ou seja, há sempre muito para ver e ler em cada nova edição. E passado este par de anos, introduziu uma nova e inovadora App, gratuita, que nos permite levar a revista sempre connosco, tanto para Android como para iOS. Parabéns, F Magazine Luxury!

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O designer indiano e ilustrador Rohan Sharad Dahotre encontra a sua motivação criativa em animais e na Natureza, resultando em projectos que dão novos trajes às criaturas ao desenhar sobre a sua silhueta. E já sabem que gosto deste tipo de intervenções, Disney à parte.

"Animal Doodles" é uma série de imagens encontradas no Google que o designer interveio com as suas ilustrações, atraindo a sua fértil imaginação. O projeto celebra os animais em toda a sua glória, trazendo à tona a beleza das suas características, os seus comportamentos, cores e texturas, apenas com linhas a preto e branco acrescentadas.

"A ideia era fazer experiências com rabiscos de padrões tribais em fotografias de animais na Natureza", comenta o próprio Rohan. "Eu sempre encontrei inspiração na arte tribal em padrões e designs africanos especificamente. A minha primeira experiência deste tipo foi com um rinoceronte, para o qual obtive uma resposta muito boa nos meus feeds sociais e, por isso, decidi fazer toda uma série".

Através de padrões e texturas encontradas na Natureza, Sharat Dahotre embeleza os animais com os seus desenhos tribais como nunca antes visto. Ora apreciem...


















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Da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures chega-nos “Kong: A Ilha da Caveira”, uma longa-metragem que recria as origens do mítico gorila Kong numa emocionante e original aventura.

Uma equipa viaja até à misteriosa Ilha da Caveira numa missão de reconhecimento. Porém, eles não sabem que estão a invadir um território repleto de animais bizarros, de formas gigantescas e, na sua maioria, perigosos. Sobretudo, o grupo não contava encontrar lá um gorila gigante, que os intercepta logo à chegada, dando-lhes uma violenta “boas-vindas”.

King Kong é uma daquelas figuras que faz parte do imaginário cinéfilo colectivo. O gorila gigante a escalar o Empire State Building é algo que, mesmo tendo sido realizado na década de 1930, se tornou um ícone do cinema, afeito a inúmeras reinvenções. “Kong: A Ilha da Caveira” é mais uma delas. Ao longo de 84 anos, o lendário King Kong passou por diversas roupagens e até por projetos que desejavam apenas apanhar boleia do seu sucesso. Por isso, o primeiro desafio de “Kong: A Ilha da Caveira” era, precisamente, saber como trabalhar em cima de um ícone cristalizado há tanto tempo.

Nesse sentido, o filme realizado por Jordan Vogt-Robert utiliza a personagem de King Kong como uma figura já construída e reconstruída, que não precisa de ter a sua verdade, as suas essências ou a sua profundidade reveladas. Aqui, Kong ainda não tem o título de “rei” (por isso não é tratado por King). Ele é o último da sua espécie e tenta defender a ilha de ameaças internas e externas. Os humanos, por exemplo, são uma delas. O gorila gigante é visto como uma espécie de chefe reinante e neste episódio, não se apaixona por ninguém, nem se relaciona de maneira mais intensa com os humanos. Mas também não os ignora por completo… e a personagem feminina não deixa de lhe causar algum fascínio e curiosidade. O elenco aglomera um grupo de estrelas, com Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson, John Goodman e John C. Reilly na pele da equipa de protagonistas que invade a ilha e é recebida pelos temíveis monstros.

“Kong: A Ilha da Caveira” procura também construir uma visão crítica da relação entre os humanos e o meio ambiente, ao mesmo tempo em que tenta ser um filme divertido de guerra e de aventura. “Precisava dizer algo sobre o nosso relacionamento com a natureza, a guerra, e a maneira como vivemos no mundo”, explicou o realizador. “Adorei a ideia de mostrar o quanto os anos 1970 foram o espelho perfeito para todos os problemas que acontecem no mundo de hoje”, acrescenta.

Assim, esta versão de 2017 não visa aprofundar as suas personagens, explicar as suas origens ou o cerne das suas missões. E os espectadores somos colocados numa série de estímulos audiovisuais em que o único objetivo é o espectáculo e a diversão. Neste frenesim de efeitos especiais, macacos e monstros gigantes, de misto entre “Apocalipse Now” e “Indiana Jones”, tudo o que surge visa o puro divertimento. É quase como se de um passeio por um parque de diversões se tratasse. E o que se pode dizer de “Kong: A Ilha da Caveira” é que a entrada para esse parque vale mesmo a pena!

Resumindo, “Kong: A Ilha da Caveira” é o típico filme de pipocas, empolgante e realmente divertido. O compromisso do filme é com o entretenimento e não com a profundidade das suas mensagens ou personagens, o que, feito na dose certa, funciona bem. A ligação com o “Godzilla” de 2014 é subtil, mas empolga ao dar um vislumbre do que será o embate entre os dois monstros da Warner. Aliás, é justamente a cena pós-créditos a responsável por esse empolgamento, ou seja, não abandone a sala até que as luzes do cinema se acendam na totalidade.


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Mais um post apropriado ao dia de hoje (Dia da Mulher). Porque, desde novas, muitas têm crescido com o imaginário de formas perfeitas… e, claro, mais uma incursão ao universo Disney.

Sabemos que os clássicos da Disney são contos mágicos, mas também subtilmente formativos para os mais jovens. No entanto, essas histórias podem, por vezes, promover imagens desactualizadas ou mesmo exageradas, especialmente para as meninas. Vai daí, a ilustradora Loryn Brantz decidiu desafiar os tipos de corpo pouco saudáveis promovidos pelas princesas da Disney, atribuindo-lhes cinturas mais de acordo com a nossa realidade.

“As crianças podem não perceber como estas imagens as afectam, mas elas definitivamente as afectam”, defende Brantz. “Os meios de comunicação têm a oportunidade de mudar a forma como as mulheres são vistas e devem começar a assumir essa responsabilidade. Foi preciso apenas um par de retoques para tornar as cinturas das princesas menos extremas, e elas ainda continuam lindas e mágicas”.

Isto vem bem a propósito, pois um estudo da Universidade Pepperdine (EUA) descobriu que crianças de 3 anos já querem ser magras. Uma constatação preocupante, dado que a pressão para ser-se magro tem sido associada a um maior risco de transtornos alimentares e depressão. Mas não são só as princesas da Disney que promovem imagens irrealistas do corpo humano. O constante uso de Photoshop para deixar as celebridades com aparência inalcançável também prejudica a autoestima das mulheres.

Alguns pesquisadores científicos citam que crianças, mesmo em idade pré-escolar, estão expostas a inúmeros anúncios e mensagens a respeito da perda de peso, produtos de dieta e/ou produtos de beleza. Essas imagens, juntamente com mensagens anti-obesidade, promovem o consenso de que ser-se gordo é mau. Assim, para mantê-las saudáveis por dentro e por fora, um dos seus conselhos é o de limitar a exposição das crianças às fontes de media que enfatizam modelos muito magras ou que colocam um elevado valor na beleza física. Tal, infelizmente, inclui até histórias feitas exclusivamente para o público infantil.

Vejam, então, como seriam algumas das princesas com uma aparência mais saudável e realista…

Elsa


Pocahontas


Ariel


Belle


Yasmeen


Aurora

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O mundo dos super-heróis esta cada vez mais sério. E não me refiro meramente à indústria, que continua a faturar milhões à sua custa, mas às personagens e respectivos enredos. No universo DC, o Super-Homem morreu… e agora, na Marvel, o Wolverine diz-nos adeus…

Passado em 2029, acompanhamos os efeitos colaterais de Logan por ter sido Wolverine por muito tempo. Envelhecido, ele ganha a vida como condutor de uma espécie de Uber de limousine para cuidar do nonagenário Prof. Charles Xavier (Patrick Stewart) e, para tal, conta apenas com a ajuda do frágil Caliban (Stephen Merchant).

Após uma tragédia (mal explicada, por sinal) que vitimou diversos membros dos X-Men, Logan (ou James Howlett, o seu verdadeiro nome) optou por retirar o seu alter-ego Wolverine da militância mutante, passando a viver numa instalação industrial militar abandonada próxima da fronteira com o México. Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, Logan é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que requer a sua ajuda. Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar ao activo, ele é confrontado por um mercenário implacável, o ciborgue Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado em “algo” que Gabriela possui e disposto a tudo para o obter - a menina Laura Kinney (com a formidável Dafne Keen). Tal com um velho pistoleiro cansado de violência, a sua recusa em ajudar é inútil, pois os problemas acabam por bater à sua porta.

Logan, o Professor Xavier e Laura põem-se numa fuga alucinada com um grupo paramilitar e o seu líder, Pierce, no seu encalço. Mestre e pupilo acabam por ficar juntos nesta última missão - impedir que a misteriosa menina caia nas mãos dos mercenários. Na ligação dos três e no estabelecimento de uma família X-Men, Logan triunfa para lá de garras e vísceras. Nessa relação paternal entre Charles e Logan, e Logan e Laura. Porque o que o Woverine sempre mais temeu foi o amor… E os dois atores estão excelentes. Caracterizados de velhos e cansados, Jackman e Stewart realizam o melhor desempenho como estas personagens desde que iniciaram essa jornada. O filme equilibra excepcionalmente bem entre esses momentos mais fraternais e as manifestações de ação e fúria.

Há muitos paralelismos com “Shane”, com o filme a assumir, a partir da fuga, um tom de road movie. A produção é baseada na mini-série de BD “Velho Logan”. Mas abstenham-se os fãs de acusarem o filme de “infiel”, pois desde o princípio da série iniciada por “X-Men - O Filme” (em 2000), os universos e as cronologias das versões cinematográficas há muito que não batem certo com os originais de banda desenhada que as inspiram… A mutante X-23 (Laura), por exemplo, surgiu na versão animada e, devido ao sucesso, migrou para os livros aos quadradinhos, mas jamais coabitou o universo de “Velho Logan”. Portanto, os filmes X-Men costumam trazer muitas mudanças em relação ao material original da BD, mas há um elemento que não muda desde que a primeira longa-metragem foi lançada, há 17 anos atrás: a confusa relação da série com a continuidade. E esse aspecto torna-se mais evidente com o lançamento de “Logan” nos cinemas. Este décimo exemplar da saga X-Men dá um longo salto no tempo, para explorar um mundo em que um envelhecido Wolverine é um dos últimos mutantes ainda vivos.

Depois de interpretar a personagem durante 17 anos em vários volumes de “X-Men”, Hugh Jackman decidiu que esta seria a última vez. Além de ter outros projetos pendentes, dois motivos foram decisivos: a idade (o australiano tem agora 48 anos) e o cancro de pele, embora a 2 de março tenha garantido não haver motivos para preocupações. Todo o processo para o terceiro e último “Wolverine” (depois de “X-Men Origens: Wolverine”, de 2009, e “Wolverine”, em 2013) foi, por isso, extremamente emotivo. Jackman confessou que em certas cenas chegou a ficar com lágrimas nos olhos, incluindo o momento em que carrega Laura às cavalitas ou nas interações com o professor X. “Queria fazer um filme do qual alguém que nunca tivesse visto um filme de comics pudesse retirar algo”, explicou ao “The Sydney Morning Herald”. Apesar de tudo, o actor já explicou porque não vai ter saudades de Wolverine: “Ele não vai a lado nenhum. É parte daquilo que eu sou e algo a que estou muito, muito grato.”

Para tal, contou com o realizador Mangold, também autor do argumento de “Logan”, que apresentou uma solução: nada mais simbólico do que se despedir de um (na realidade “do”) Wolverine apresentando um outro Wolverine (ou melhor, “uma”). Sim, como tudo indica, a pequena Laura é a 23ª tentativa de se “produzir” um novo espécimen recheado de Adamantium.

Concluindo, “Logan” não é o tipo de cinema pirotécnico a que estamos habituados, estando mais virado para aquele tipo que se foca na parte psicológica da personagem. Não sendo a continuação dos filmes a solo do Wolverine, poderia funcionar melhor como sequência de “Shane” (ou “Os Brutos Também Amam”, de 1953) – citado em “Logan” e, segundo dizem, fonte de inspiração para “Velho Logan” em BD. O tom amargurado e desesperançado da vida de Wolverine não é sentimentalismo, é puro sentimento. Por isso, “Logan” vem trazer alguma sofisticação de argumento aos filmes do género. Aliás, que género?, perguntamo-nos quando deixamos a sala.. Este é um filme de super-herói, mas também um road movie, uma espécie de filme de cowboys e um drama familiar. Enfim, um grande filme. Podem ter a certeza. Sem rótulos. Ou, como diz Hugh Jackman, “a medida certa de emoção e violência, tornando esta a despedida perfeita da personagem”.

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