Com o verão a chegar, esta é das melhores novidades para os homens. Madjer, José Carlos Pereira, Marco Costa, Igor Marchesi e eu próprio, entre outros, marcámos presença no lançamento exclusivo dos novos calções de banho “Meander”, da marca de luxo sueca Panos Emporio, no El Corte Inglés de Lisboa, no início de Maio, ao ritmo da música colocada pela talentosa Isabel figueira. Num animado final de tarde, o fundador e designer da marca, Panos Papadopoulos, esteve também presente para nos apresentar a sua original coleção e o seu invento.

Os calções “Meander” são um modelo inovador para quem pretende um bronzeado total ou, então, uma liberdade de movimentos para desportos náuticos, pois apresentam uns discretos fechos laterais que, uma vez abertos, permitem enrolar o tecido e transformar os calções num elegante slip.

Panos Papadopoulos, fundador, designer e empresário da marca Panos Emporio, é de origem grega, mas há mais de 30 anos que vive na Suécia, onde tem desenvolvido a sua carreira. Após terminar os seus estudos sobre os padrões de comportamento da sociedade dos anos 80, em Estocolmo, e da importância da moda nesta década, Panos Papadopoulos decidiu criar a sua própria coleção de moda focada em peças para a praia, por ser um local que lhe é próximo do coração e das suas origens gregas.

Panos, depois de anos de estudo a observar como as pessoas se comportam na praia ou na piscina, percebeu que em qualquer parte do mundo os homens, incluindo os jogadores de futebol de alto nível, acabam sempre por enrolar os seus calcões para cima com o fim de obterem um bronzeado mais abrangente. Ora, este modelo "Meander" foi projetado para ir de encontro a esta tendência e oferecer uma solução para milhares de homens.
O design de “Meander” foi criado a partir de um “desconforto” real que os homens têm sentido durante as últimas décadas. Panos trabalhou neste modelo ao longo dos últimos cinco anos para criar um produto inovador que vai de encontro à necessidade de comodidade e mobilidade que os homens sentem, para além de permitir um bronzeado total.

Para além de designer, Panos Papadopoulos é também uma figura muito conhecida na Suécia, detendo os direitos do certame Miss Suécia, e tem trabalhado com modelos, cantores e atrizes como Traci Bingham da serie americana Baywatch e outros como José Solano, Victoria Silverstedt, Dr. Alban, etc..

Esta novíssima coleção, inspirada na forma como todos os homens usamos os calções de banho na praia para obtermos um bronzeamento total na perna, está agora disponível em Portugal, em exclusivo, no El Corte Inglés de Lisboa. São o máximo. Eu já estou fã!

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"Eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim. Vou ser sempre assim: Gabriela, sempre Gabriela". Era desta forma, na voz de Gal Costa, que começavam os episódios de “Gabriela, Cravo e Canela”, a primeira telenovela brasileira a ser emitida em Portugal. A estreia desta produção baseada no romance de Jorge Amado, aconteceu há 40 anos, mais precisamente a 16 de maio de 1977, no único canal de televisão de então, a RTP.

Logo após a estreia, a telenovela, ainda era a preto e branco, arrebatou o coração dos portugueses de uma forma nunca antes vista. Três anos após nos termos libertado de um regime ditatorial, o país ficou preso à caixa mágica para assistir à famosa história, protagonizada por Sónia Braga (Gabriela) e Armando Bogus (Seu Nacib). E, assim, um novo hábito foi instaurado, que prossegue enraizado na sociedade portuguesa: o de assistir a telenovelas, continuando a manter-se com um dos produtos mais consumidos da televisão.

Gabriela, era uma simples moça do sertão baiano que fora para Ilhéus, uma terra dominada por poderosos fazendeiros de cacau, para fugir da seca do Nordeste. Sofrida, porém muito alegre, seduzia com naturalidade os homens. Acabou por se apaixonar por um estrangeiro que não aceitava da melhor forma o seu comportamento, ora ingénuo, ora loucamente sensual. Gabriela era uma morena ousada, que andava descalça e com vestidos extremamente curtos, mas sempre muito trabalhadora e dedicada. Esta era a base da história, passada em 1925, que se tornou um êxito num país que ainda se estava a adaptar aos primeiros tempos de liberdade e que começou a parar à hora de jantar para seguir o enredo. Portugal parava, literalmente, para poder ver “Gabriela”. Um fenómeno televisivo e social sem precedentes. Em casa, as famílias reuniam-se na sala. E quem não tinha televisão, juntava-se nos cafés para não perder um episódio da trama. A popularidade foi tal que chegou a estender-se até à Assembleia da República, onde o trabalho chegava mesmo a ser interrompido ou adiado.

Para uma audiência que estava habituada a assistir a minisséries europeias, como a "Família Belamy", ou a teatro para televisão, a oportunidade de acompanhar diariamente uma história filmada num país tropical, que falava a mesma língua, mas com sotaque mais doce, cheia de sensualidade, funcionava como uma lufada de ar fresco.

"Gabriela" teve não só o poder de alterar os nossos hábitos, como também de ser transversal a estratos sociais e faixas etárias. No final da década de 1970, esta novela da Globo passou a funcionar como elo de união, de conversas e também de mimetismo. O corte de cabelo da personagem Malvina (Elizabeth Savalla), por exemplo, tornou-se tendência, tendo sido adotado por várias mulheres. O próprio papel da mulher na sociedade portuguesa acabou, também, por sofrer algumas mudanças... De facto, o sucesso reflectiu-se em novas formas de comportamento e de relacionamento social por mostrar aquilo que, normalmente, não era visto em televisão e acabou por ditar modas, desde os penteados à escolha dos nomes próprios e da linguagem usada. E causou algum rebuliço junto do universo masculino. A novela apresentara aos portugueses a actriz Sónia Braga, que se tornou todo um sex symbol.

Para Sónia Braga, foi uma estreia, tendo sido escolhida depois vários de testes com outras atrizes. Sónia acabou por imortalizar a personagem na TV e no cinema, no filme de 1983. Mesmo sendo a protagonista da novela, o seu nome só era creditado em quarto lugar no genérico de abertura, depois de Paulo Gracindo (Coronel Ramiro Bastos), Armando Bógus e José Wilker (Mundinho Falcão). Elizabeth Savalla também se estreou na novela, e foi igualmente um dos destaques da trama na pele da rebelde Malvina, tendo o prémio de actriz revelação do ano. A história da personagem foi usada para mostrar a luta das mulheres contra o jugo familiar. Malvina enfrentava toda a família em nome do verdadeiro amor, e tinha atitudes muito avançadas para época. No elenco vale ainda destacar papeis memoráveis e interpretações inesquecíveis de Fúlvio Stefanini (Tonico Bastos), Nívea Maria (Jerusa); Eloisa Mafalda (Ana Machadão) e Dina Sfat (Zarolha) entre outros.

“Gabriela” foi a primeira novela com apelo sensual como fio condutor. Durante os seis meses em que foi exibida em Portugal, a telenovela foi seguida por uma impressionante média diária de quatro milhões de espectadores.

Anos mais tarde, em 2012, chegou a Portugal o remake da novela, assinado por Walcyr Carrasco e protagonizado por Juliana Paes, em vez de Sónia Braga, e Humberto Martins, na pele de Armando Bógus. Para celebrar o 40.º aniversário de “Gabriela”, o canal Globo está a emitir esta nova versão, de segunda a sexta-feira, às 23h.

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Os Aliens já nos atormentam há quase 40 anos e não há meio de desistirem. Aos 79 anos de idade, Ridley Scott regressa com mais um épico filme da saga – “Alien: Covenant” - repleto de mistérios, suspense e muita emoção.

Este novo episódio surge, em termos temporais, no seguimento de “Prometheus”. Em 2093, a nave "Prometheus" e a sua equipa de cientistas tinha sido enviada aos confins do universo em busca dos criadores da Humanidade. Infelizmente, ao descobrirem o grande segredo da criação da vida, deparam-se também com a maior ameaça à sua extinção. A nave acabou por ser destruída e os seus ocupantes mortos. Dez anos depois, os tripulantes da nave colonizadora "Covenant" encontram um planeta inexplorado onde poderão, finalmente, aterrar depois de uma longa viagem na senda de um lugar propício à vida humana. Porém, quando uma equipa de batedores se desloca ao terreno para uma avaliação mais profunda, depara-se com o maior de todos os horrores…

Realizado pelo britânico Ridley Scott, este é um "thriller" de ficção científica que prossegue a história contada no filme "Prometheus" (preâmbulo da saga "Alien", iniciada em 1979 pelo mesmo realizador). Voltando a contar com a participação de Michael Fassbender, desta vez com um duplo papel, conta no elenco com Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride e Demián Bichir bem como breves aparições de James Franco, Guy Pearce e Noomi Rapace – a retomarem as suas personagens de "Prometheus".

Um clássico do cinema moderno, "Alien - o 8º passageiro" estreou há quase 40 anos e veio revolucionar as indústrias do terror e da ficção científica. Para quem possa não estar familiarizado com esta saga, a história passa-se “num futuro distante”, com viagens inter-espaciais banalizadas, e recai num episódio espacial no qual os tripulantes da nave da sub-tenente Ellen Ripley (Sigourney Weaver) são desafiados por uma criatura temível (o Alien). Um filme aterrorizador, que nos prende à cadeira, tal é o suspense. Isto deve-se, sobretudo, às características da figura do Alien, por ser um monstro alto, ágil e discreto, com uma longa cauda pontiaguda, cujo sangue é ácido e possui duas bocas com dentes de aço, mas também ao modo progressivo e muito cuidado como são desenvolvidas as cenas. O sucesso do primeiro filme transformou-o numa das séries de franchise mais valiosas do mundo e, estranhamente ao contrário da maioria, baseia todo o seu triunfo no “mau da fita”. Em 1979, venceu o Óscar para Melhores Efeitos Especiais e ainda o prémio Saturn Awards de ficção científica. Entretanto, seguiram-se mais três sequelas sobre o conflito entre Ripley e o Alien, e ainda duas prequelas – “Prometheus” (2012) e, agora, “Alien: Covenant” (2017).

Enquanto a aventura anterior construía sugestões ambíguas em grande parte do filme para vir a entregar todos os seus conflitos de uma só vez, desta feita a narrativa distribui de modo equilibrado as suas cenas, garantido um melhor e progressivo ritmo. Apresentando efeitos colaterais da nossa acção invasiva, das questões interpessoais e de confiarmos em quem não devemos, aqui recai o raro fio condutor da série: os alienígenas prevalecem devido à ganância, incompetência ou traição dos humanos, permitindo que o invasor escape e se reproduza. Desde o "Alien – o 8º Passageiro”, a culpa tem sido sempre nossa. E, agora, Scott mostra uma nova maneira pela qual os humanos expõem a sua própria espécie ao risco de extinção.

Embora Daniels (Katherine Waterston) se apresente como uma nova versão de Ripley, o verdadeiro protagonista são os andróides David/ Walter (Michael Fassbender). O resto da tripulação apenas vai reagindo de forma básica ao perigo, seja a metralhar ou a rebentar explosivos, a agir com demasiada displicência numa atmosfera selvagem e desconhecida ou, simplesmente, a meter o nariz onde não deve.

“Alien: Covenant” apresenta novos rumos à narrativa, respondendo a algumas das perguntas que foram deixadas em aberto em “Prometheus”. Depois, quem viu a obra original, deve de se lembrar da alta tensão produzida por um único “xenomorph”, mas aqui somos surpreendidos pelo desenvolvimento e formas de outros “xenomorphs”. Embora o terror tenha uma componente digital, o universo de HR Giger prossegue com os novos bebés Alien, os “neomorphs”, aqueles que emergem do peito e são capazes de levantar os braços como que em sinal de vitória.

Em suma, este Alien é mais uma das obras de qualidade que passaram pelas mãos de Ridley Scott, conseguindo, novamente, surpreender. Em “Alien: Covenant” preparem-se uma emocionante experiência de terror e suspense ao longo das duas horas.

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Artur (Charlie Hunnam) é um jovem que controla os becos de Londonium e desconhece por completo o seu predestino até ao momento em que entra em contacto com a Excalibur. Instigado pela espada, ele precisa de tomar decisões difíceis, enfrentar os seus demónios e aprender a dominar o poder que passou a possuir para conseguir, por fim, unir o seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruíra a sua família.

Quando o pai do muito jovem Artur foi assassinado, Vortigern, seu tio, apoderou-se da coroa. Sem ter o que é seu por direito de nascimento e sem fazer a mínima ideia de quem realmente é, Artur cresceu da maneira mais humilde nas ruelas da cidade. Porém, assim que ele remove a espada da pedra, a sua vida muda por completo e Artur é forçado a descobrir o seu verdadeiro legado…

Bom, mais ou menos, esta é a história que já praticamente todos sabemos. Contudo, o novo filme de Guy Ritchie vem dar uma “roupagem“ nova à lenda, um pouco ao estilo dos videogames, com mundos fantasiosos. Guy Ritchie faz uso das suas conhecidas técnicas de montagem, trazendo a lume diversas cenas não-lineares, bem como takes mais agitados que ajudam a construir o clima tenso da história. É um filme que se situa no mesmo patamar de filmes de acção seus como “Sherlock Holmes”.

Nesta produção realizada por Guy Ritchie, para além de Charlie Hunnam como Rei Arthur, o elenco apresenta Astrid Bergès-Frisbey como Mage, Jude Law como Vortigern, Eric Bana como Uther Pendragon e Djimon Hounsou como Bedivere, entre outros.O veterano dos campos de futebol, David Beckham, possui aqui um pequeno papel.

É um filme de acção, sem dúvida, possuindo muitos efeitos visuais e alguns elementos característicos dos games medievais, que nos vão entretendo no desenrolar da história. Destaque para as cenas onde Artur "rebenta" com uma legião de soldados apenas fazendo uso da Excalibur. Esta é, provavelmente, a versão mais diferente alguma vez retratada da famosa espada. A realização sobressai pelo seu ritmo acelerado, o que, de certa forma, nos distrai do enredo, que se revela algo longo e já é sobejamente conhecido.

Resumindo, a versão de Guy Ritchie não segue linear, nem classicamente, a história original do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, mas isso não impede de resultar num bom filme, com alguns apontamentos de humor e magia à mistura. Por isso, recomendo! Entretenimento puro a não perder.

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No passado dia 27 de abril, a multifacetada empresária angolana Fátima Magalhães, CEO da FocusPremium, celebrou o segundo ano da F Magazine Luxury, no Sheraton Lisboa.

O “Panorama Bar” foi palco de uma grande celebração que reuniu vários empresários e ilustres convidados. Neste espaço, com uma vista soberba sobre Lisboa, Fátima e a sua equipa receberam anunciantes premium, parceiros e figuras públicas, entre as quais algumas que já foram capa da revista, como C4 Pedro, Nayma Mingas, Fredy Costa e Catarina Furtado.

O evento, desenvolvido inteiramente pela FocusPremium, contou ainda com um elegante momento musical – a cantora angolana Bruna Tatiana cantou dois dos seus temas a capella, acompanhada ao piano.

A sétima edição da F Magazine Luxury, que é também a edição de aniversário, atualmente nas bancas de Portugal e Angola, de que já aqui falei, conta na capa com o eterno ídolo Luís Figo.

Mais do evento aqui: http://www.fmagazineluxury.com/pt/people/eventos/2487-f-magazine-luxury-celebra-2-anos.html





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Há quem diga que a Disney deu-nos expectativas irreais sobre o amor. Bom, de certa forma, isso até pode ser verdade, mas a Disney também nos ensinou (e ainda ensina) muitas outras coisas sobre o amor… O amor em todas as suas formas.

Ora vejam…


Amor é ligar-nos um ao outro em momentos difíceis


Amor é esperar


Amor é sacrifício


Amor é abrir mão do medo e encontrar coragem


Amor é olhar além das falhas


Amor é dizer a verdade


Amor é abrir mão do seu antigo estilo de vida


O Amor olha para além da classe e do status


Amor é acreditar nos sonhos um do outro


O Amor muda-te para melhor


Amor é deixar ir...

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Lidar com a morte de um pai ou de uma mãe pode ser a experiência mais dolorosa na vida de uma pessoa. Na passada quarta-feira, a minha mãe partiu. E desde então, não tem sido fácil lidar com a sua ausência. Aliás, é mesmo muito difícil, ou impossível, superar completamente a sua perda, mas sei que há formas de continuar a honrar a sua memória e, ao mesmo tempo, de voltar a dar rumo à minha vida.

Nesta fase delicada, é preciso dar tempo ao tempo para poder processar a perda. Sobretudo, o vazio deixado. Há seis anos que estava a cuidar da minha mãe, que na sua demência passou a depender completamente de mim. A rotina de cuidar dela passou a fazer parte do meu dia-a-dia, de forma natural. Até ia partilhando imagens nossas, selfies, nas redes sociais, ora como forma de algum desabafo, ora como forma de inspiração, para que outros fizessem o mesmo pelos seus entes queridos. Felizmente, neste percurso, pude contar com algumas pessoas fantásticas sempre que me tinha de ausentar ou em outras situações.

Por isso, nunca pensei sofrer tanto. Pensei antes vir a sentir alívio... mas não! Também pensei que não viria a sentir tanto a sua perda, pois a mãe que eu conhecia já partira há muito. No fundo, este é um segundo luto…

Não sei se existe um período de tempo determinado para a duração do luto. Acho que depende de cada um. A saudade da minha querida mãe não mais deixará o meu peito, mas hoje posso dizer que estou a aprender a conviver melhor com a sua ausência. Pensando que a vida que ela levava, já há muito tempo, não fazia sentido e que agora, finalmente, encontrou a paz e a tranquilidade que tanto ansiava e merecia.

O luto pode estar a chegar ao fim, mas não deixarei de pensar nela. E se a minha mãe ainda pudesse dizer-me algo, estou certo de que me diria para continuar a levar a minha vida da melhor forma possível…












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