O cantor espanhol Dani Martin foi o mais recente de uma série de celebridades masculinas que louvam a liberdade e a igualdade ao publicarem fotografias dos seus corpos desnudados. E fazem questão de que tal sirva para questionar as regras das redes sociais ao regular qual a imagem ser ou não ofensiva, ou com hashtags como #loquemedalagana, #bootyfree e #freedom também pretendem solidarizar com algumas mulheres que têm sido censuradas por mostrarem exactamente o mesmo que eles. Como o calor teima em não nos deixar, achei por bem partilhar este post. Ora vejam…

Dani Martín
O ex-vocalista da banda El Canto del Loco e desde 2010 artista a solo não é novato nisto de tirar a roupa. Já o fez, com o resto do seu grupo, para vídeos promocionais e também em séries espanholas como “Cuenta Atrás”, transmitida pela rede espanhola Cuatro. O último “nude” de Dani Martin (Madrid, 1977) foi neste verão, no Instagram, onde o hashtag “o que eu estiver a fim” se rebela contra as imposições das redes sociais em relação aos corpos sem roupa. Isso sim, muitos dos seus seguidores pediam nos comentários que ele podia ter-se mostrado de frente.
Mais aqui: https://www.instagram.com/p/BngMS_XnZkP/?utm_source=ig_embed



Maxi Iglesias
O actor madrilenho que ganhou fama na série “Física o Química”, é hoje muito popular no México e não esquece que o seu físico é parte importante do seu sucesso e ao qual deve o seu status. Por isso, no Instagram, Maxi Iglesias (Madrid, 1991) presenteia os seus seguidores com fotos no chuveiro, na praia, no ginásio, num navio... e, às vezes, como nesta imagem que publicou em outubro de 2016, sem nada de roupa.
Mais aqui: https://www.instagram.com/p/BLE4bMkB09F/?hl=en&taken-by=maxi_iglesias



Justin Bieber
Não é a primeira vez que Justin Bieber (London, Canadá, 1994) mostra o seu traseiro: já havia feito o mesmo em julho de 2015, numa foto que precisou apagar depois que alguns dos seus admiradores lhe recordarem que tinha muitos seguidores menores de idade, e que um nu não era o mais adequado. Pediu desculpas, retirou a imagem... e publicou outra nove meses depois, a que vemos agora, talvez já convencido de que é um artista adulto. Desde então, vimos a anatomia de Justin por trás, pela frente, de lado, de canto, de cima e de baixo, pois os “paparazzi” já o fotografaram nu várias vezes e em todas as situações possíveis.
Vejam mais aqui: https://www.instagram.com/p/BDcArURAvtC/?utm_source=ig_embed


Jon Kortajarena
Quando se é dono de um dos físicos mais privilegiados do mundo, o mesmo que fez de si o modelo espanhol mais internacional (junto com Andrés Velencoso), por que não tirar partido do mesmo para uma foto? O modelo Jon Kortajarena (Bilbao, 1985) oferece “nudes” de forma habitual aos seguidores da sua conta do Instagram: na praia, na piscina, no chuveiro, noutro chuveiro... Entre os comentários, algo milagroso nesta rede social: não há ninguém a se queixar. E olhem que são centenas.
Mais aqui: https://www.instagram.com/p/BbucA7xBgRG/?taken-by=kortajarenajon


Luis Cepeda
O concorrente de “Operación Triunfo 2017” (uma espécie de “The Voice” espanhol) Luis Cepeda (Ourense, 1989) tornou-se galã oficial graças a seu apreço pela balada romântica e, indubitavelmente, pelo seu atrativo físico. O seu posterior romance com a também participante Aitana acabou por fazer dele um fenómeno da Internet. E justamente na Internet revelou-se como um especialista nas redes sociais ao dar às suas admiradoras (e admiradores) o que elas esperam: colírios. A sua foto mais explícita foi publicada no final de agosto com uma só palavra de acompanhamento: “freedom”, ou seja, liberdade. Mas antes já tinha mostrado a sua anatomia em diversas imagens, frequentemente para reivindicar a liberdade de sua companheira Aitana, quando esta recebia críticas nas redes por mostrar o corpo no seu perfil.
Mais aqui; https://www.instagram.com/p/Bm32nT1gxJq/?taken-by=cepeda



Paco León

O actor e realizador Paco León (Sevilha, 1974) tampouco é novato em ficar nu. Certa vez, atreveu-se a fazê-lo frontalmente no Twitter (onde, diferentemente do Facebook e do Instagram, o nu frontal não está vetado) para comemorar um milhão de seguidores. E na sua conta do Instagram frequentemente aparece sem roupa, com mensagens de autoaceitação e liberdade. Esta imagem é apenas uma delas, mas há muitas por onde escolher.
Seu perfil aqui: https://www.instagram.com/pacoleon/


Jake Shears
Líder do grupo pop Scissor Sisters, Jake Shears (Arizona, 1978) tem uma imagem mediática compatível com o colorido grupo que lidera: é um “showman” extravagante que nunca teve medo de exibir a sua anatomia, à qual, aliás, dá um bom trato no ginásio. Protagonizou sessões de fotos com pouca roupa e foi pródigo em imagens de casas-de-banho e praia no Instagram. De todas as suas reivindicações do nu, ficamos com esta imagem em que, sem roupa nenhuma, dá uma barrigada na neve. Dois atrevimentos num só.
Perfil aqui: https://www.instagram.com/jakeshears/



Darren Criss
Os fãs da série “Glee” já o adoravam pelo seu papel como Blaine, mas Darren Criss (San Francisco, 1987) foi descoberto por um público mais adulto graças à sua magistral interpretação do assassino de Versace, Andrew Cunanan, na segunda temporada de “American Crime Story”. Na série, Criss dava boa conta do seu talento interpretativo e também da sua anatomia. O papel assim o pedia: Cunanan usava o seu corpo e os seus encantos sedutores para conquistar milionários e chegar até ao designer de moda, a sua verdadeira obsessão. Na sua conta oficial do Instagram, o actor e cantor não exibe tantos nus, mas, quando o faz, como nesta imagem em que ostenta o bronzeado, não decepciona.
seu perfil aqui: https://www.instagram.com/darrencriss/


Arturo Valls
Outro nu na neve é o do apresentador Arturo Valls (Valência, 1975), publicado a 1 de janeiro de 2018 como mensagem de feliz ano-novo aos seus 440.000 seguidores. Não era a primeira vez que o ator e apresentador se despia: tinha feito o mesmo anteriormente em números cómicos e em séries espanholas como “Un Paso Adelante”.
Perfil aqui: https://www.instagram.com/arturovallsofficial/


Ricky Martin
Se pensam que esta imagem de Ricky Martin (San Juan, 1971), a mesma que abre o post, está demasiado trabalhada para ter sido um flagrante casual para o Instagram, pensem duas vezes. A fotografia é de Walid Azami e pertence a um documentário que o fotógrafo filmou sobre as actuações da estrela latina em Las Vegas. Ricky Martin, que ostenta um físico esplêndido aos seus 46 anos, mostra-o frequentemente na sua conta do Instagram, mas o nu integral é algo que pouco praticou na sua carreira. Esta imagem é uma das poucas que existem do artista sem roupa.
Perfil do artista: https://www.instagram.com/ricky_martin/


John Legend
Um detalhe diferencia esta imagem das outras que aparecem neste post: o cantor John Legend (Ohio, 1978) não a publicou na sua conta do Instagram. Quem o fez foi a sua mulher, a modelo Chrissy Teigen, em 2015, como protesto pelas imagens dela própria que a rede social tinha censurado. Aliás, como único texto, Teigen etiquetou o perfil oficial do Instagram. Funcionou? Aparentemente não, pois a rede social continua a censurar os peitos femininos. Entretanto, a imagem do cantor continua lá, três anos depois. Os fãs da liberdade de expressão não estão contentes. Os de John Legend, bastante.
Vejam a publicação original aqui: https://www.instagram.com/p/42eludJjQH/?utm_source=ig_embed


Jorge Javier Vázquez
Uma das mensagens que subjazem nos “nudes” do Instagram não é apenas a própria aceitação do corpo sem roupa, mas sim de que esse corpo que se mostra sem roupa possa não obedecer aos padrões da beleza normativa, do físico esculpido no ginásio e parecido com os dos anúncios de roupa íntima. Jorge Javier Vázquez (Badalona, 1970), o apresentador mais famoso da Espanha e muito ativo nas suas redes sociais, animou-se neste verão ao posar com um nu durante as suas férias na Grécia. Entre os comentários, muitas críticas de detratores e outros comentários de incentivo e celebração como: “está estupendo, olé!”.
Mais aqui: https://www.instagram.com/jorgejaviervazquez/?hl=en


Carles Francino
Por último, Carles Francino (Barcelona, 1980), um dos atores mais prolíficos da sua geração, é também um dos mais desejados, graças a um físico privilegiado que mostra sem reparos no Instagram, através de imagens do seu cotidiano na praia, na piscina ou simplesmente a praticar desporto. Neste verão, homenageando a natureza com o hashtag #summer, publicou um vídeo onde, sem complexos, tira o fato de banho para se atirar na piscina.
Vejam a publicação original aqui: https://www.instagram.com/carles_francino/?hl=en










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Eis um filme que resulta numa agradável surpresa. E de como uma relação de amizade inusitada pode realmente começar com um pequeno favor…

Stephanie (Anna Kendrick) é uma dona-de-casa, viúva, com um vlog (blog de vídeo), que vive para cuidar da casa e do seu filho. Emily (Blake Lively) é uma executiva do ramo da moda que adora tomar Martini às três da tarde e, eventualmente, ser uma mãe presente na vida do seu filho. Um belo dia, os seus caminhos acabam por se cruzar, já que os filhos, colegas de escola, tornam-se amigos. Por um lado, Stephanie, por viver para a casa e 100% para o filho, é uma mulher que precisa relaxar. Por seu turno, Emily é uma mãe que devido ao seu trabalho fora de horas, precisa de ser mais presente. Juntas, elas desenvolvem uma estranha amizade, abrem os seus segredos mais íntimos, partilham ideias e Emily passa a pedir vários favores à sua nova amiga. Até que um dia… Emily desaparece. Onde está Emily?

Stephanie tem um vlog voltado para as mães e donas-de-casa. Através dele, ela ensina receitas saudáveis, dá dicas de saúde, de artes manuais feitas em casa, etc. No fundo, o facto de ser uma mãe com muito tempo livre faz com que o seu vlog seja a sua grande distração e verdadeira companhia. Até Emily entrar na sua vida, Stephanie levava uma vida bem caseira e tranquila. Porém, com o desaparecimento da sua recente amiga, ela passa a usar o vlog para tentar encontrar Emily. Aos poucos, entre uma dica e outra, ela vai dando conta dos detalhes do seu desaparecimento, sempre a tentar manter a boa imagem que Emily tanto se esforça para ter. Quem diria que a mãe executiva, cheia de pinta e elegante iria abandonar o seu marido e filho?

A partir daí, Stephanie começa a mostrar um outro lado seu. Determinada, ela mesma passa a investigar o paradeiro da amiga. Viaja até Nova Iorque, procura a empresa onde Emily trabalhava, encontra os seus pais e até um antigo acampamento que Emily frequentava quando adolescente. Muitos segredos vão surgindo e a trama começa a revelar-se extremamente tensa.


E mais não se pode dizer, pois isso é estragar e dar todo e qualquer spoiler de “Um Pequeno Favor”, a não ser que com o desenrolar da história, Stephanie muda com o desaparecimento da amiga. Ela passa a ser vista de outra forma pelos pais e mães da escola do seu filho e vê-se na oportunidade de viver um pouco do glamour da vida de Emily.
Este filme tem tudo para nos agarrar à tela, com um enredo repleto de surpresas e conspirações, personagens caricatas e carismáticas, um ambiente algo provinciano que convence e potencializa o desaparecimento de Emily, duas protagonistas de peso com uma química fantástica e um final surpreendente, quase hitchcockiano. De facto, Blake Lively como a senhora dos drinks e Anna Kendrick como mãe demasiado certinha formam uma dupla surpreendentemente incrível. Para completar, ainda temos o charme de Henry Golding como Sean, o marido de Emily.

Realizado pelo já veterano de comédias, Paul Feig (o mesmo de “Spy” & “Ghostbusters”) sabe contar uma história envolvente e não desaponta com “Um Pequeno Favor”. Consegue passar-nos um ambiente misterioso e incutir nas protagonistas um grande contraste de personalidades que se vai desenvolvendo à medida que o filme progride. A produção baseia-se na obra literária de Darcey Bell com o mesmo nome. O argumento adaptado pertence a Jessica Sharzer (de “American Horror Story”) e apresenta um suspense intercalado com humor. A narrativa está bem construída, incorrendo numa dinâmica espectacular e acelerada, quase não dando tempo para tentarmos elaborar alguma teoria sobre o que de facto está a acontecer na história.

Por tudo isto, “Um Pequeno Favor” é um filme a não perder! Pelas duas atrizes e por, sendo de suspense, conseguir habilmente misturar o género crime misterioso com comédia. É aquele tipo de longa-metragem carregada de plot twists, que quando pensamos que acertámos, prova-nos que estivemos enganados. Outro ponto positivo recai na banda sonora que se harmoniza com a trama e que só nos faz desejar ouvi-la em looping. É, de facto, difícil não se deliciarem com este filme.

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Todos sabemos que a Disney não seria a mesma sem o Mickey Mouse. Este simpático ratinho é a figura mais emblemática da insígnia e moldou gerações que se divertiram com ele ao longo de 90 anos.

Esta icónica personagem estreou-se nas telas com "Steamboat Willie", lançado em 18 de novembro de 1928 em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O seu criador Walt Disney, conhecendo a dívida para com Mickey, disse um dia: "Só espero que nunca percamos a visão de uma coisa: que tudo foi iniciado por um rato".


Porém, este adorável roedor, antes de empreender uma longa jornada, esteve quase para não acontecer… Ele começou a vida como um coelho chamado Oswald, porém o animador Walt, que estava a trabalhar na Universal Pictures, descobriu que havia perdido os direitos da personagem. Walt revelou em 1948 que Mickey apareceu na sua imaginação quando "o desastre parecia estar bem na esquina e eu temia perder tudo. Ele saiu da minha cabeça para um bloco de desenho numa viagem de comboio entre Manhattan a Hollywood, numa época em que as fortunas de negócios do meu irmão Roy e minhas estavam no ponto mais baixo”.

E Walt prosseguia: "Nascido de necessidade, este pequeno companheiro literalmente libertou-nos da preocupação imediata. Ele forneceu os meios para estender a nossa organização às dimensões actuais e alargar o meio de animação de desenho animado para novos níveis de entretenimento. Ele soletrou a libertação da produção para nós ".

A transformação de Oswald de coelho para rato, ajudada pelo amigo mais antigo de Walt - o animador Ub Iwerks - fez com que os seus ouvidos ficassem encurtados e redondos, tornando mais fácil para os animadores o desenharem. Walt nomeou-o Mortimer Mouse, mas a sua mulher, a artista Lillian, nunca gostou e implorou-lhe que mudasse para Mickey.

O rato foi uma sensação instantânea após aparecer no desenho animado “Steamboat Willie”, exibido no Colony Theatre antes de uma longa-metragem e causou logo grande agitação, especialmente porque foi um dos primeiros desenhos animados a sincronizar, com sucesso, o som.

Como a popularidade de Mickey subiu, o mesmo aconteceu com as suas aparições. Em alguns meses, uma série de curtas animadas do Mickey Mouse foi lançada - todas dobradas pelo próprio Walt Disney. convém lembrar que Mickey foi a primeira personagem de desenho animado a falar, exclamando: "Hot dogs" em “The Karnival Kid”, de 1929. Três anos depois, a Disney ganhou um Oscar pela criação do Mickey. A sua parceira Minnie Mouse, que também se estreou em "Steamboat Willie", estava ao seu lado. Ao longo dos anos, o grupo de amigos de Mickey cresceu para incluir o Pato Donald, Pateta e Pluto.


Em 1935, Fred Moore encurtou o nariz de Mickey para torná-lo mais "querido" e deu-lhe luvas brancas para distinguir as suas mãos do seu corpo negro. Este é o Mickey que ainda hoje conhecemos. Cinco anos depois, Mickey interpretou o Aprendiz de Feiticeiro em “Fantasia”. Explicando a sua duradoura aclamação, Walt explicou: "Quando as pessoas se riem do Mickey Mouse é porque ele ser tão humano. Esse é o segredo da sua popularidade.

Havia merchandising do Mickey e um clube de fãs para crianças que atraíam números crescentes nos anos 50 na América. Mais tarde, o programa de TV do Mickey Mouse Club teve estrelas infantis conhecidas como Mouseketeers e lançou as carreiras de Justin Timberlake, Britney Spears e Ryan Gosling. Em 1978, Mickey tornou-se a primeira personagem fictícia a se estrear no Hollywood Walk of Fame.

Ao longo dos anos, a fábrica Disney passou de animações de contos de fadas, como Bambi e o Rei Leão, a dominar a cultura popular com o recente lançamento de novos filmes de Star Wars e sucessos de super-heróis da Marvel. Mas Mickey continua a ser o embaixador da marca para o maior conglomerado de entretenimento do mundo.
Refletindo sobre o seu relacionamento com Mickey, Walt, que morreu em 1966, disse: "É compreensível que eu tenha um apego sentimental pela pequena personagem que desempenhou um papel tão importante no curso da Disney Productions. Ele ainda fala por mim e eu ainda falo por ele ".


Agora, em 2018, a mascote mais popular do mundo está a celebrar o seu 90º aniversário. E para festejar a especial efeméride, a Disney anunciou uma comemoração mundial para a personagem, que tem sido embaixadora da The Walt Disney Company desde a sua primeira aparição. Desde então, Mickey já apareceu em mais de 100 desenhos animados.

As celebrações já começaram no início de ano, mas em outubro, o canal norte-americano ABC irá exibir um especial do Mickey em homenagem ao seu aniversário. A programação contará com convidados especiais, apresentações musicais e outras atrações. A quinta temporada das curtas animadas Mickey Mouse chega ao Disney Channel, completando a sua 90ª produção com um episódio especial de aniversário que será exibido no final do ano.

Mas não as celebrações não se resumem a apenas isso: os parques da Disney também vão comemorar o 90º aniversário do Mickey com atrações especiais. Por isso, fiquem atentos para as novidades do Walt Disney World Resort, Disneyland Resort e muito mais para o dia 18 de novembro. Em todos os parques temáticos da Disney vai acontecer a Maior Festa Mouse do Mundo entre o fim de 2018 e o começo de 2019, por exemplo — mas é preciso ficar alerta para descobrir mais detalhes sobre esta grande festa.

Se pretendem visitar um país que tenha uma Disney Store ou irem até à que temos em Portugal, no Colombo, também é bom para se programarem: as lojas temáticas continuarão as comemorações com a Coleção Memórias Mickey Mouse, lançada em janeiro de 2018. Nestes espaços, também é possível encontrar uma série limitada de 12 bonecos de peluche, canecas e pins coleccionáveis e à venda. Mais de 30 livros também serão lançados para comemorar o aniversário.

Kate Moss e outros famosos também não deixam passar em branco tal data e celebram os 90 anos do Mickey Mouse. O fotógrafo britânico Rankin convidou 30 celebridades para um ensaio e as suas imagens forma transformadas num livro especial e de edição limitada, batizado de “Mickey Mouse & Me”. O mesmo não está à venda, mas irá ser leiloado por uma causa nobre: todo o dinheiro reunido será doado à Together for Short Lives, uma instituição conhecida no Reino Unido pelo seu trabalho com crianças com doenças graves e terminais. E há marcas que também se estão a associar á efeméride, com linhas especiais do Mickey.



Por isso, muitas novidades ainda estão programas para os próximos meses. Se não quiserem perder nada e participarem da comemoração, basta usarem o hashtag #Mickey90 nas redes sociais como Instagram, Twitter e Facebook. Parabéns, Mickey!

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Eis um filme que bem poderia ser bom para vermos numa tarde de inverno em casa, tipo home cinema, mas não. O elenco e a frescura do mesmo merecem uma ida ao cinema.

Nos arredores da Califórnia, quatro amigas de longa data, já na casa dos 60 anos, decidem ler, no seu clube do livro mensal, o polémico "As Cinquenta Sombras de Grey". E a partir daí inicia-se uma mudança que vai abalar as suas vidas por completo…

No original, este “Do Jeito Que Elas Querem” chama-se “Book Club”, o que vem mais a propósito, pois é a partir do seu clube de leitura que estas amigas, já na terceira idade, vão ver as suas vidas alteradas. De alguma forma, as suas vidas sexuais e amorosas ganham um novo fôlego graças ao romance erótico da britânica E.L. James (que até faz um cameo no filme). É esta a premissa da comédia co-escrita e realizada por Bill Holderman, que assinou o guião de "Por Aqui e Por Ali" (“A walk in the woods”), de 2015, e agora estreia-se a comandar um filme após um percurso também dedicado à produção.

Conforme disse, o elenco é o grande trunfo deste filme. A dar vida ao quarteto central temos Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen e Mary Steenburgen, todas atrizes com carreiras longas em Hollywood, e que é sempre um privilégio voltar a vê-las trabalhar. A elas juntam-se nomes igualmente interessantes, como Andy García, Don Johnson, Craig T. Nelson, Alicia Silverstone, Richard Dreyfuss ou Wallace Shawn, entre outros.


Vivian, Diane, Sharon e Carol são quatro amigas de longa data e inseparáveis. Bem posicionadas na vida, elas possuem boa saúde e trabalhos estáveis, de modo que o único assunto que as aflige diz respeito à vida afetiva. Seguindo uma dinâmica algo parecida com “Sex and the City”, o argumento desta comédia romântica oferece quatro personalidades complementares: uma mulher que só pensa em sexo, mas que não quer assumir um compromisso a longo prazo (Jane Fonda), outra ocupada demais com a vida de profissional de juíza para se dedicar aos romances (Candice Bergen), outra ingénua e sonhadora, a única ainda casada (Mary Steenburgen) e aquela que reúne o grupo, além de ser a narradora da história (Diane Keaton).

O quarteto reúne-se mensalmente sob o pretexto da discussão de um livro, que não parece muito verossímil – raramente discutem literatura nas suas reuniões. Porém, elas conversam, e muito, sobre as suas vidas. O clube de leitura acaba por assentar em diálogos, onde as amigas se confrontam quanto às suas visões do mundo e trazem à tona conflitos morais e geracionais: por exemplo, ainda é tarde para pensar em sexo depois dos 60? É possível encontrar um novo amor e fazer planos para o futuro’ Ou reacender a chama de um casamento demasiado estável?

De certo modo, o humor de “Do jeito que elas querem” reside na semelhança entre as quatro mulheres seniores e as adolescentes: elas têm o mesmo receio quanto ao sexo, de conquistarem o homem desejado ou de serem rejeitadas. E não sabem o que vestir ou se maquilharem perante novas situações. Além disso, o filme faz questão de ter um tom solto e leve. A sua estética contribui para um certo positivismo, com os cenários e figurinos a adoptarem cores suaves, e a música bem “feel good” ajuda a manter o optimismo. E a mensagem final acaba por passar: uma mulher, independente da idade, pode encontrar a felicidade. Tal como Vivian defende, a idade delas não é um indício de que devam parar de viver. Pelo contrário! A partir do momento em que estas senhoras se permitem descobrir coisas novas, a ideia de que a velhice é monótona desfaz-se por completo e o passado acaba por ser colocado de lado para que elas possam aproveitar o presente com maior entusiasmo.


O factor decisivo para que “Do jeito que elas querem” resulte tão agradável e carismática não reside apenas nas piadas que as amigas vão lançando ou no enredo em si. Está no próprio conceito do filme e nas quatro premiadas atrizes. Desde o início, é bem evidente que a intenção do filme não é a de ser inovador ou memorável. É simplesmente a de mostrar uma história ligeira e agradável a partir de personagens com as quais é fácil nos identificarmos e mostrar que, independentemente de termos 16 ou 70 anos, podemos sempre apaixonar-mo-nos. E, nisso, acreditem, o filme é bem-sucedido!

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Roménia, 1952. Um padre veterano e uma freira noviça são enviados pelo Vaticano para investigarem o suicídio de uma freira no mosteiro de Carța, na Transilvânia. É esta a premissa do quinto capítulo da saga de terror "The Conjuring", inspirada nas investigações reais do casal Ed e Lorraine Warren, que dedicaram a vida a tentar perceber possíveis ocorrências sobrenaturais. Mas, no fundo, trata-se de um spin-off de "The Conjuring 2: A Evocação", com a acção a desenrolar-se antes de todos os outros filmes, sejam os da série "The Conjuring" ou "Annabelle". Aqui, o padre é interpretado por Demián Bichir, enquanto à freira é encarnada por Taissa Farmiga (irmã de Vera Farmiga, protagonista de ambos os "The Conjuring").

Este é o segundo filme realizado pelo britânico Corin Hardy, que já tinha realizado "The Hallow" em 2015, mas cuja obra não teve estreia comercial entre nós. A história de “The Nun” é escrita por James Wan, que realizou os dois "The Conjuring", e Gary Dauberman, que escreveu os dois "Annabelle" e que assina aqui o guião.


“The Nun - A Freira Maldita” tinha tudo para ser o perfeito filme de terror. Um trailer que provocou saltos de terror e que acabou por ser retirado pelo Youtube. Verdade, a publicidade ao filme provocou uma reacção de tal forma inflamada na internet que o YouTube viu-se forçado a retirá-la do ar. Depois, a sua estreia superou as expectativas não apenas nos EUA, mas a nível mundial. Além de arrecadar 53 milhões de dólares nos E.U.A., a produção fez mais 77 milhões em mercados internacionais, chegando a um total de 131 milhões só na estreia. Com tal, o filme tornou-se a maior estreia da série “The Conjuring” nos EUA. Até então, o recorde era do primeiro filme, com 41 milhões de dólares. Além disso, apenas no mercado doméstico norte-americano, o filme foi a segunda maior estreia de setembro, ficando só atrás do sucesso “It”, que arrecadou 123 milhões de dólares. Destaque para a Warner que consegue completar quatro semanas na 1ª e 2ª posição da bilheteira dos E.U.A., um feito que não acontecia há 25 anos. A distribuidora está há quatro semanas com filmes nas primeiras posições de bilheteira graças ao bom desempenho de “The Meg”, “Crazy Rich Asians” e “A Freira Maldita”. Como se não bastasse, “The Nun - A Freira Maldita” teve o melhor dia de estreia de sempre de um filme de terror em Portugal. Mas…

Em “The Nun – A Freira Maldita”, quinto filme da saga “The Conjuring”, que já teve dois títulos em nome próprio (em 2013 e 2016), mais dois spin-of (“Annabelle” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”, em 2014 e 2017, respetivamente), após uma jovem freira enclausurada numa abadia na Roménia se suicidar, o sacerdote Burke (Demián Bichir) com um passado assombrado por um exorcismo e a noviça Irene (Taissa Farmiga) no limiar dos seus votos finais, são enviados pelo Vaticano para investigar tamanho e inesperado acontecimento. A sua missão era a de avaliar se o local ainda seria sagrado. Não demora muito para perceberem que se trata exactamente do contrário. Juntos, com a ajuda do agricultor Frenchie (Jonas Bloquet), vão descobrir o segredo da Ordem das irmãs devotas, arriscando não só as suas vidas, mas também as suas próprias almas e fé.

A série, iniciada por James Wan em 2013, tem uma abordagem estrutural feita à medida para um universo mais expandido: nos dois filmes principais, o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) encontra e enfrenta diversos demónios, que acabam por ser explorados com maiores detalhes em filmes a solo. Tal ocorreu com a boneca Annabelle e é o caso agora de “A Freira Maldita”, que incide na assombração demoníaca Valak (interpretado pela actriz Bonnie Aarons).


Visualmente, julgo tratar-se do melhor da saga. O filme não só surpreende nas composições (o mosteiro da Roménia com o seu ar de terror clássico, o uso de luz e sombras para desconcertar o espectador e o chiaroscuro a criar belos planos que realçam a imponência dos cenários ou a ameaça sobre os protagonistas), como também faz uso da temática religiosa: cruzes invertidas e em chamas, pentagramas e possessões que causam impacto. Além do visual simples e poderoso, quase gótico, também há uma boa gestão da tensão. Mesmo sem abandonar os habituais jump-scares de som elevado ou estridente, os sustos não são assim tão gratuitos como acontece nos dois filmes “Annabelle”, por exemplo, pois há toda uma construção feita através do silêncio e da claustrofobia, que ludibria as expectativas do público ao fazer aguantar as surpresas até o último momento.

Porém, o meu “mas” deve-se ao demónio em si. Este foi o momento de apresentar, de maneira mais detalhada, a história daquela figura que roubou a cena em “The Conjuring 2”: a freira demoníaca. Não foi à toa que a presença do demónio Valak no filme de 2016 deu que falar e que instigou o público a querer saber mais. Por que possuía aquele aspecto? Por que Lorraine sentia tanto pavor? Tais perguntas vão sendo respondidas, de maneira gradual, ao longo de “A Freira Maldita”. Este spin-off que é também uma prequela, mostra-nos as origens da freira demoníaca, mas não nos explica o que lhe acontece para que continue a assombrar vinte anos depois, quando se passa “The Conjuring 2”. E, acreditem, as melhores e mais assustadoras cenas da freira demoníaca continuam a ser as que aparecem em “The Conjuring 2”, que mesmo acontecendo em cenas à luz do dia, dão-nos muito mais medo e calafrios do que algumas vezes em que Valak surge aqui. Pode ser por culpa em não se tratar de novidade, ou devido aos constantes trailers do filme da net, mas é isto que penso.

Finalizando, depois de “Annabelle”, “The Nun - A Freira Maldita” demonstra como o universo partilhado de “The Conjuring” tem potencial, entregando-nos uma experiência com um certo gosto familiar, mas nova o suficiente para nos prender a atenção e assustar-nos. Goste-se ou não do género terror, pode-se dizer que a saga “The Conjuring” consegue introduzir personagens consistentes e casos ainda mais assustadores a cada nova abordagem. Mais um spin-off que respeita a linha da série e comprova que uma boa história pode gerar desdobramentos interessantes e promissores.

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Pensavam que só a língua inglesa é que exportava palavras? Pois enganam-se: a nossa língua portuguesa também deixou sementes em várias partes do mundo. Porque nos tempos em que Portugal dominava os mares, dominava também as influências linguísticas.

De facto, actualmente, todos os idiomas possuem uma forte tendência em adoptar palavras com origem inglesa. Mas nem sempre foi assim. Na época em que Portugal deu a conhecer novos mundos ao mundo, muitas foram as palavras de origem portuguesa que foram sendo adoptadas por outras línguas… Mosquito, Comando, Zebra... Pasmem-se! Aqui ficam alguns exemplos de palavras de origem portuguesa ainda hoje usadas em todo o mundo.

Cobra
Tem origem no século XVII, quando os portugueses utilizaram pela primeira vez o termo "Cobra de Capello".

Auto-da-fé
Esta palavra é por vezes utilizada exactamente como está nos países de língua inglesa para descrever um dos episódios mais vergonhosos da História, relacionado com a inquisição.

Comando
Com origem no século XVIII, designava as milícias que combatiam entre Angola, Namíbia e África do Sul.

Fétiche
Origem na palavra portuguesa feitiço.

Albino
Indivíduo de cor totalmente branca devido a uma mutação genética. Usada pela primeira vez pelos portugueses no século XVIII.



Albatroz
Nome de ave marinha. Usada pela primeira vez pelos portugueses no século XVII.

Veranda
Neste caso, a língua inglesa utilizou a fonética da nossa palavra e alterou-a "ligeiramente" para designar varanda ou alpendre.

Banana
Nome de fruto usado pela primeira vez pelos portugueses no século XVI.

Cachalote
Espécie de baleia. Usado pela primeira vez pelos portugueses no século XVI.

Tempura
Nome de prato japonês com origem provável na palavra portuguesa tempero. Porém, No século XVI, os católicos abstinham-se de comer carne nos dias de "Têmporas", os três dias de jejum semanal, em cada uma das quatro estações do ano. Os portugueses no Japão, como bons católicos, comiam nestes dias apenas legumes e peixe, que frequentemente eram empanados e fritos, para espanto do japoneses que os consumiam crus ou cozidos. Os japoneses cristianizados pelos Jesuítas também passaram a consumir alimentos fritos durante as Têmporas e, assim, a palavra "Têmpora" passou a ser associada no Japão aos empanados de legumes.

Zebra
Animal selvagem semelhante ao cavalo, com listas. Este nome foi usado pela primeira vez pelos portugueses em 1600.


Mosquito
Tipo de insecto cuja palavra deriva do diminutivo português de "mosca".



Aqui ficam mais algumas:

Palavras de origem portuguesa utilizadas na língua espanhola
Caramelo
Alecrín (Alecrim)
Jangada
Lancha
Ostra
Perca
Mandarín (Mandarim)
Barroco
Chato
Mimoso
Enfadar
Placentero (Prazenteiro)

Palavras de origem portuguesa utilizadas na língua francesa
Albatros (Albatroz)
Bambou (Bambú)
Baroque (Barroco)
Caste (Casta)

Palavras de origem portuguesa utilizadas na língua japonesa
Furasuko
Como pode uma palavra tão bizarra ter origem portuguesa? É fácil, tentem ler de forma mais rápida. Furasko provém da palavra portuguesa "frasco".

Botan
A palavra "Botan" em japonês derivou da palavra "botão" em português.

Pan
Os japoneses não devem dizer "pan nosso de cada dia", mas a verdade é que "pan" derivou da palavra pão em português.

Koppu (copo)
Iruman (irmão)

Arigatô
Ao contrário da crença de alguns, "arigato" não tem origem na expressão portuguesa obrigado. Na realidade, "arigato" é a forma moderna do "arigatashi" do japonês arcaico que consiste da aglutinação de "Ari" do verbo "Aru" (ser, estar, existir) e "Katashi" um adjetivo que significa dificuldade. A expressão tem origem da forma como os budistas louvavam duas divindades, e agradeciam pelos ensinamentos budistas. Literalmente, a expressão quer dizer "Há dificuldade", algo como "Tenho dificuldade em expressar minha gratidão frente ao seu ato".

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A ilustradora chilena Fernanda Suarez perguntou-se um dia como seriam as princesas da Disney se vivessem na actualidade. Não é a primeira vez que vemos um artista reinterpretar estas personagens clássicas, onde inclusive aqui já dei conta, e certamente nem será o último, mas como sabem, aprecio muito estes dois universos: arte e Disney, de modo que aqui me têm a dar conta de mais uma reinterpretação gráfica.

Agora, imaginem se as princesas da Disney fossem vossas colegas de trabalho, vossas amigas ou qualquer rapariga que vocês encontrassem na rua... como elas se iriam parecer? Fernanda Suarez introduz-nos, assim, uma Bella, Branca de Neve, Cinderela, Mulan, Pocahontas, Ariel, Jasmine e companhia com ares de século XXI, graças às suas incríveis ilustrações.

Nos últimos tempos, temos assistido a inúmeras versões do que seriam as princesas da Disney se vivessem em circunstâncias muito diferentes daquelas que nos mostram as suas ficções. Porém, nunca vimos ilustrações tão realistas de como seriam estas emblemáticas figuras da fábrica de animação se as suas vidas se passassem hoje em qualquer cidade do mundo.

Contudo, cada uma delas mantém alguns sinais inconfundíveis da sua personalidade e cultura do contexto original. Bella, por exemplo, continua imersa no seu mundo de livros e bibliotecas, mas optou por um estilo mais casual e usa um blusão em jeans com estampa floral, tão à moda. Por outro lado, Branca de Neve ainda é apaixonada por maçãs, mas mudou o seu vestido para uma camisa justa com os ombros nus. Cinderela, claro, não pode resistir aos sapatos e decidiu seguir a tendência de ombros combinada com um cabelo apanhado algo desgrenhado. Mulan, fiel às tradições da sua terra natal, veste uma blusa com motivos orientais e optou por usar sobrancelhas largas. Enquanto isso, uma Pocahontas moderna não renuncia à sua cabeleira preta XXL, com uma camisa de decote assimétrico e, obviamente, alguns acessórios de inspiração étnica. Por seu turno, Ariel mostra o seu cabelo ruivo como nenhum outro e bate com as transparências que revelam uma lingerie com um toque festivo. E por aí fora… embora Fernanda também se tenha debruçado por alguns vilões, bem como tenha optado por humanizar alguns animais.

E, para além de tudo isso, no traço de Fernanda Suarez as princesas da Disney perderam a sua inocência característica para ganharem uma versão mais poderosa e cheia de estilo. Com olhares intensos e poses confiantes, elas mostram-se tal como as mulheres de hoje em dia.

Na sua página no DeviantArt (https://www.deviantart.com/fdasuarez/journal/poll/6914904/), a ilustradora também permite que os seus seguidores votem para decidir quais serão as próximas princesas a ser retratadas. Fernanda também produz vídeos onde mostra o seu processo de criação e, além de partilhar parte deles nas suas redes sociais, a artista também disponibiliza os vídeos completos aos seus apoiantes no Patreon (https://www.patreon.com/fdasuarez). Se quiserem, podem acompanhar mais o seu trabalho de ilustração através do Instagram (https://www.instagram.com/fdasuarez/) ou fazendo like na página da Fernanda no Facebook (https://www.facebook.com/FernandaSuarezArt).

Ora, descubram agora tudo o que aqui foi falado...

Belle de "A Bela e o Monstro"


Mérida, de "Brave - Indomável"


Cinderela


Jasmine de "Aladdin"


Kidagakash Nedakh ou Kida, de "Atlântida: O Continente Perdido"


Branca de Neve



Sininho de "As Aventuras de Peter Pan"



Pocahontas


Alice de "Alice no País das Maravilhas"


Megara de "Hércules"


Elsa de "Frozen"


Rapunzel de "Entrelaçados"


Moana/ Vaiana



Mulan



Aurora de "A Bela Adormecida"


Tiana de "A Princesa e o Sapo"


Nala de "O Rei Leão"


Lady de "A Dama e o Vagabundo"




E OS MAUS DA FITA...

Scar de "O Rei Leão"


Cruella de Vil de "Os 101 Dálmatas"


Hades de "Hércules"



Rainha Má de "Branca de Neve e os Sete Anões"


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