Mais um daqueles posts light e divertido. Já não é novo revisitar, de vez em quando, interpretações de banda-desenhada ou animação. Assim como este artista não é a primeira vez que aqui aparece… Isaiah K. Stephens criou mais uma incrível série de arte, reimaginando príncipes, princesas e outras personagens de Disney, como se fossem super-heróis ou “heróis” de outros universos, como se tivessem fantasiado para tal. O Monstro como Hulk é fantástico, mas ver as princesas vestidas de super-heroínas - personagens femininas fortes para vencer – também.

Por outro lado, o artista Christopher Stoll fez a sua versão, cingindo-se apenas à Marvel (afinal, a Marvel é uma das muitas empresas da Disney), onde a imagem típica da princesa bonita é substituída por uma poderosa mulher. Pocahontas como Capitão América é deveras fascinante.

Vejam alguns das interpretações, excepto a última, que pertence a um outro artista: Robby at Cartoon Cookie.

Isaiah K. Stephens


Branca de Neve como Mulher Maravilha


Ariel ("A Pequena Sereia") como Viúva Negra


Mérida ("Brave - Indomável") como Rogue (X-Men)


Kida ("Atlantis") como Tempestade (X-Men)


Monstro ("A Bela e o Monstro") como Hulk


Megan ("Hércules") como Catwoman


Príncipe Filipe ("A Bela Adormecida") como Indiana Jones


Wendy ("Peter Pan") como Princesa Leia ("Star Wars")


Rapunzel ("Entrelaçados") como Sailor Moon


Mulan como Xena


Aurora ("A Bela Adormecida") como Daenerys Targaryen ("A Guerra dos Tronos")


Príncipe Naveen ("A Princesa e o Sapo") como Capitão Jack Sparrow


Por Christopher Stoll


Jasmine ("Aladino") como Homem de Ferro


Belle ("A Bela e o Monstro") como Thor


Pocahontas como capitão América


Mulan como Hawkeye (Gavião Arqueiro)


Por Robby at Cartoon Cookie


Branca de Neve como Vespa, Aurora como Capitão Marvel, Elsa como Emma Frost (White Queen), Mérida como Hawkeye (Kate Bishop), Megara como Viúva Negra, Esmeralda como Feiticeira Escarlate, Jasmine como Elektra, Belle como Mulher-Hulk, Rapunzel como Sue Storm, Mulan como Psylocke, Pocahontas como X23, Cinderela como Mockingbird, Tiana como Tempestade, Ariel como Hope Summers e Anna como Valkyrie

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Hoje em dia é raro fazer uma trilogia boa do início ao fim. Mas o reboot de “Planeta dos Macacos” conseguiu essa proeza. Como os seus dois predecessores, tem as suas falhas, mas, em geral, trata-se de uma trilogia que ficará como um exemplo de como refazer e voltar a imaginar um material que respeite o original, mas que, ao mesmo tempo, o aprimore.

Humanos e macacos voltam a cruzar-se e não é pelos melhores motivos. César e o seu grupo de símios são forçados a entrar numa guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel (Woody Harrelson). Após vários macacos perderem as suas vidas no conflito, César luta contra os seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo…

Na realização de Matt Reeves tudo, desde as emocionantes sequências de ação, até à marcação orquestral ou até mesmo à seriedade dos seus macacos, que mostram, por vezes, serem mais humanos do que os próprios, demonstram um grande respeito pelo título. Ele não se propôs apenas a realizar um blockbuster para emocionar o público, mas também um drama ao mesmo nível de filmes a que faz referência, como "Apocalypse Now".

Focando-se mais sobre os macacos, o filme apresenta-nos os seres humanos numa posição de desespero. Por outro lado, a forma como estes subjugam os macacos é quase que semelhante ao tratamento Nazi para com os judeus durante o Holocausto. Mas para além de muito bélico e dramático, o filme também é bastante emocional, onde acabamos por nos preocupar muito com a nossa personagem principal, César, bem como também nos encontramos ligados às personagens secundárias, como o já conhecido Maurice, o orangotango, e a jovem, entre outras.

Concluindo, “Planeta dos Macacos – A Guerra” é uma história simples, mas arrebatadora, com emocionantes interpretações combinadas com o excelente trabalho de efeitos especiais, somados a uma eficaz banda sonora a cargo de Michael Giacchino. Se são apreciadores desta trilogia, fiquem a saber que este pode bem ser o melhor filme dos três.


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Twiggy foi a modelo que revolucionou os anos 60. E muito do que se vê nas passarelas atuais, em termos de padrões de beleza, deve-se à sua cara angelical. Lesley Hornby, seu verdadeiro nome, ficou conhecida como Twiggy (termo que vem do inglês Twig e que significa pauzinho ou palito) e que se tornou um ícone de massas, não apenas por ser a primeira das tops, mas também por mudar paradigmas nos idos anos 60.

Ela tornou-se todo um símbolo da sua geração, devido ao seu estilo casual, cool e elegante. Ao invés de curvas generosas, Twiggy mostrou ao mundo que a referência em relação às formas femininas estava a mudar. Com os seus olhos marcantes, as suas longas pestanas, cabelos muito curtos e saias bem curtas, ela foi a pioneira no conceito de que menos é mais, cativando a indústria da moda em todo o mundo. A sua magra figura também cativou os estilistas e o seu rosto foi capa, entre outras, da Vogue americana, o que a catapultou à fama de forma meteórica. Porém, o que mais chamava atenção em Twiggy não era apenas a sua magreza, mas também a maquilhagem exagerada.

Chegou a ser imortalizada por Andy Warhol e trabalhou com o igualmente icónico David Bowie. Ainda nem tinha completado a maioridade, Twiggy já tinha os flashes de reconhecidos fotógrafos da época, entre eles Richard Avedon e Bert Stern. E ganhou fama entre as celebridades contemporâneas, estando em revistas ao lado de Marilyn Monroe, Ginger Rogers, Greta Garbo e Rita Hayworth.

Não obstante, Twiggy foi a única que passou 50 anos na vanguarda da moda. Cinquenta anos volvidos, ela continua a trabalhar apaixonadamente com a moda, tendo criado uma coleção primavera-verão para os armazéns britânicos Mark & Spencer, onde a própria posa como modelo. E, por coincidência, faz também meio século em que Twiggy trocou as passerelles pelo microfone. Como outras modelos, não tardaram em chegar-lhe ofertas do mundo do espectáculo. E, assim, ela gravou o single “Beautiful Dreams”, pela Ember Records. Também foi parar ao cinema, mas isso são outras núpcias… o que interessa agora é mesmo a moda. E o facto de estar há 50 anos no meio.

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Corria o ano de 2010, quando as produtoras Universal Studios e Illumination Entertainment se juntaram para dar vida a um vilão que, inesperadamente, entre planos terríveis e maquiavélicos, torna-se “pai” de três meninas órfãs. Gru, inicialmente bastante carrancudo e antipático, acaba por ver o seu coração amolecer ao tomar consciência do carinho que nutre pelas meninas… Agora, a mesma equipa que nos trouxe “Gru - O Maldisposto” e alguns dos maiores filmes de animação de 2013 e 2015, ou seja, “Gru - O Maldisposto 2” e os “Mínimos”, está de regresso com a continuação das aventuras de Gru, Lucy, as adoráveis filhas - Margot, Edith e Agnes - e os Mínimos, em “Gru - O Maldisposto 3”.

Neste terceiro "episódio" de Gru – O Maldisposto, o vilão é pai, esposo e tornou-se um espião ao serviço do bem e, claro, um pouco menos maldisposto. Balthazar Bratt, um ex-ator infantil que cresceu obcecado com a personagem que interpretou na TV nos anos 80, revela-se como um dos mais formidáveis inimigos de Gru até hoje. Mas Gru também se torna irmão e apesar de enfrentar um dos mais fantásticos vilões da saga, é a relação com o seu irmão gémeo Dru que se torna o grande foco (e surpresa) da história. E quando Gru e a sua mulher Lucy são despedidos da organização devido ao confronto falhado face a Balthazar Bratt, a notícia da existência de Dru acaba por conduzir Gru ao seu último grande golpe “criminoso”…

Realizado por Pierre Coffin e Kyle Balda, neste filme a voz de Steve Carell é partilhada pelas duas personagens: Gru, o maldisposto, e Dru, o bem-disposto. Balthazar Bratt, por seu turno, nasceu do engenho de Trey Parker, um dos criadores da série televisiva "South Park" e é um novo inimigo fascinado pelo estilo musical dos anos 80. Com ele, somos convidados a mover-nos ao som de “Bad” de Michael Jackson, “Take on Me” dos A-ha, “99 Red Balloons” de Nena ou “Into the Groove” de Madonna, entre “Jump” de Van Halen e muitos outros êxitos dessa década. Um dos vários pontos divertidos desta entrega.

Envolto em momentos enérgicos, ritmo alucinante e uma esfuziante alegria, começamos a perceber que a fórmula de Gru – O Maldisposto começa a enfraquecer neste terceiro filme. A descoberta de um irmão gémeo fascinado pelo crime, mas sem qualquer talento para o concretizar, é adorável, ou a Agnes em busca do seu unicórnio, mas é a irreverência e a intervenção dos Mínimos que volta a ser o factor mais marcante do filme.

Não deixem de ver mais este divertido filme. Saibam, porém, que se a saga de Gru não der mais para se estender, os pequenos seres amarelos de hilariante dialecto e doidos por bananas, tomarão conta do recado e, com certeza, terão muito mais para dar…


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A cadeia desportiva americana ESPN revelou mais uma edição Body Issue, onde aparecem vários dos melhores atletas do mundo completamente nus. Para celebrar a diversidade das formas do corpo humano.

Nesta nona edição, surgem atletas como a tenista Caroline Wozniacki; Julian Edelman, estrela dos New England Patriots; Ezekiel Elliot, dos Dallas Cowboys; a equipa de hóquei feminina dos Estados Unidos; o freeskier G us Kenworthy e muitos mais.

Edições anteriores contaram com figuras como Conor Mcgregor, Greg Louganis, Michael Phelps, Ronda Cousey e Serena Williams, para citar alguns.

Vejam algumas fantásticas imagens destes atletas que se despiram para a edição 2017 (mais em http://www.espn.com/espn/feature/story/_/page/body/espn-body-issue-2017):


Javier Báez, dos Chicago Cubs




Julian Edelman, dos New England Patriots


















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