Sim, porque o Verão ainda não se foi embora, a F Luxury está desde Agosto disponível para aquisição. E esta edição tornou-se deveras especial, pois marca o regresso às produções de capa após um interregno imposto pela pandemia. E que belo retorno, com o Ruben Rua. Já tínhamos saudades de uma produção deste nível…

Ruben Rua, modelo, ator e apresentador, dá a cara por esta edição num registo mais sensual do que o habitual, ou não fosse ele já ter sido considerado, por duas vezes, «o homem mais sexy de Portugal».

Esta edição propõe-nos redescobrir o nosso país, repleto de belas paisagens, de verdes florestas, de rios, riachos e cascatas, e de mar, sugerindo itinerários pelas nossas ilhas atlânticas, mas também pelas ilhas situadas a sul, no Algarve, as da Ria Formosa. Para passear de cabelos ao vento, propõe novos modelos de carros descapotáveis, num artigo escrito por mim. Porque fazer-se à estrada de capota aberta é uma experiência divertida e, sobretudo, libertadora. Mas há muito mais para descobrir e ler nesta nova revista.

Por exemplo, fiquem a conhecer uma grande novidade: o F Club, uma nova forma de promover o networking feminino. Um projecto que pretende reunir mulheres, empresárias e empreendedoras, à volta de temas da actualidade e de empoderamento feminino, tendo a gastronomia como pano de fundo. Saibam mais sobre este nosso propósito e outros assuntos de interesse ao adquirirem esta edição na nova loja online do site da F Luxury.


 

E aproveito para vos informar que, tal como eu, o meu site vai gozar de umas mini-férias. Vou adoptar o lado positivo da vida e partir à aventura cá dentro, pelo Algarve, onde existe tanto para desfrutar. E talvez dê um pulo até à vizinha Espanha, porque o Verão ainda está em pleno e há que aproveitá-lo.

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Após vários adiamentos, devido ao infame Coronavírus e ainda com limitações, o novo e aguardado filme de Christopher Nolan finalmente estreou nas salas de cinema. E mal chegou já começou a produzir os efeitos desejados pelo mercado cinematográfico, tendo sido, em Portugal, o filme mais visto do passado fim-de-semana, com perto de 38 mil espectadores. Embora ainda não tenha estreado no gigantesco e cinéfilo mercado norte-americano, é já o nono filme mais bem-sucedido do ano nos cinemas a nível mundial.

John David Washington assume-se como o novo protagonista no filme de acção e sci-fi de Nolan. Armado apenas com uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do planeta, este “herói” viaja pelo mundo penumbroso da espionagem internacional numa missão que irá desvendar algo além do tempo real. Não se trata de uma viagem no tempo. Mas sim, uma inversão. Confusos? Também fiquei… e igualmente, remeteu-me para um outro filme de Nolan, “Memento” (2001), cuja narrativa depende das lembranças difusas de um protagonista que sofre de um tipo de amnésia que não lhe permite guardar memórias recentes. Resultado: temos também uma acção que nos faz imergir em dois tempos.

Mas voltemos a “Tenet”, um filme complexo e intenso, com cenas de tirar o fôlego. Ajudado pela banda-sonora de Ludwig Göransson, a nova obra-prima de Christopher Nolan prende-nos do início ao fim, com um visual deslumbrante, onde o enredo com o tempo nos leva a equacionar intrigantes suposições. Nolan manobra o elemento de ilusão, editando uma realidade paralela e de tempo no seu interior.

 


Volto a lembrar que tal procede ou já foi explorado em filmes anteriores: “Inception – A Origem” (2010) e “Interstellar” (2014), mas sobretudo em “Memento”, onde Nolan opera uma permanente revisitação do futuro ao revés. Em “Tenet”, regressamos a um controlo temporal, que permite operar interferências no passado e onde a justificação científica usada é a do “paradoxo do avô”, uma especulação em caso de viagem temporal onde a possibilidade de matar o avô no passado, impossibilitaria a própria experiência e existência. No entanto, como também nos faz ver o filme, tal não passa mesmo de um paradoxo. E o anagrama intraduzível Tenet dá a possibilidade de poder jogar com essa ideia, bem como a de equacionar uma nova Guerra Mundial.


 

John David Washington, ao lado de Robert Pattinson, não deixa de sublinhar que “a nossa ignorância é a nossa missão”. E essa “nossa” missão, qual é? Salvar o mundo! Mas o seu heroísmo é vivido de forma individual e neutra, pois pouca gente sabe da sua existência, razão pela qual ele até diz no final “ninguém se importa com a bomba que não explodiu”.

 

Mas embora pouco tenha dito, nada mais direi, pois o que importa neste filme é mesmo não saber nada dele, a não ser que "Tenet" vale a pena ver. No grande ecrã, claro! Depois de algum tempo longe do cinema, assistir a um filme deste calibre com máscara não foi uma das melhores experiências, mas acreditem, tal como aconteceu com Tom Cruise, “Tenet” é mesmo a escolha certa para voltar, pois vale cada segundo.

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Pois é, há muito que não falava de filmes, mas depois da pandemia se ter instalado, tudo fechou. E eis que, passados mais de três meses, regresso às salas de cinema com uma história simples, mas muito bela. Porque o cinema também é feito de argumentos singelos, sem grandes aparatos, verdade?

Tive o privilégio de ir ao preview exclusivo de "O Segredo: Atreve-te a Sonhar”, o tão aguardado filme motivado e inspirado no bestseller mundial “O Segredo” de Rhonda Byrne, o livro mais vendido de sempre em Portugal, com meio milhão de exemplares.

Mas não se pense que fui à vontade, pois ainda estamos a cumprir as regras de segurança nas salas de cinema. Os Cinemas NOS retomaram o seu funcionamento com novas regras que garantem a segurança de todos: salas desinfectadas por nebulização, reforço de limpeza das salas e dos espaços comuns, monotorização online e permanente dos sistemas de ventilação e qualidade de renovação do ar, gel desinfectante em vários pontos, circuitos diferenciados de circulação de entradas e saídas com sinalética própria, e, claro, o uso obrigatório de máscara por colaboradores e nós, os clientes. Todos os lugares estavam marcados, coisa que antes não acontecia em ante-estreias, por forma a garantir o distanciamento de segurança de um lugar (lugares alternados e desencontrados na fila).

Voltando a "O Segredo", o filme chegou quinta-feira aos cinemas com uma mensagem forte, “a de que os nossos pensamentos são muito poderosos", segundo a escritora australiana Rhonda Byrne, também co-responsável por o seu livro ter chegado ao grande ecrã.

Depois de se ter tornado um fenómeno desde 2006, traduzido em mais de 50 línguas e com mais de 30 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, permanecendo 190 semanas na lista de livros mais vendidos do "The New York Times", "O Segredo" passou a ser uma referência para muitos ao abordar a Lei da Atracção, teoria de que os pensamentos moldam a realidade e de que os seres humanos podem controlar as suas vidas com a mente de forma a alcançar os seus objectivos. A autora do livro, Rhonda Byrne, chegou a ser considerada, pela revista "Time", uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, em 2007.

Logicamente, essa é também a ideia que move "O Segredo: Atreve-te a Sonhar", filme que adapta este livro de auto-ajuda a um formato ficcionado, centrado no quotidiano de uma viúva que enfrenta vários obstáculos enquanto tem três filhos a seu cargo. Realizado por Any Tennant, com Katie Holmes e Josh Lucas nos principais papéis, não é a primeira vez que "O Segredo" surge em formato de filme: em 2006, mesmo antes do livro, o conceito foi explorado num documentário de Drew Heriot, do qual Rhonda Byrne foi argumentista e uma das produtoras. Porém, a autora acredita que é com esta história que a sua mensagem irá chegar a um público ainda mais vasto.

 

Em "O Segredo: Atreve-te a Sonhar”, Miranda Wells (Katie Holmes), uma mulher trabalhadora, viúva, que luta para criar os seus três filhos sozinha, enfrenta uma forte tempestade que acaba por trazer para a sua vida um desafio devastador e um homem misterioso, Bray Johnson (Josh Lucas). Em poucos dias, a presença de Bray reacende o ânimo da sua família, mas ele transporta consigo um segredo –e esse segredo pode mudar tudo.

Este drama romântico, que mais parece um telefilme, apresenta um enredo baseado na crença de que os pensamentos positivos têm o poder de influenciar directamente o dia-a-dia de cada um, sendo possível alcançar qualquer objectivo da vida da melhor forma. Quando digo que parece um telefilme, refiro-me à simplicidade de narrativa, de planos, da quase ausência de efeitos especiais (tempestade á parte), mas volto a defender que o cinema também precisa de histórias assim. Que nos tocam, que nos fazem pensar. E esta é uma delas! E não poderia ter uma outra, no meu regresso às salas de cinema. Os actores Katie Holmes e Josh Lucas, estão muito bem e convincentes, secundados por Jerry O'Connell, Celia Weston, e as crianças Sarah Hoffmeister, Aidan Pierce Bernnan e Chloe Lee.

Quanto à sua autora, está já a escrever um novo livro, que será editado em Novembro, apresentando-se como o próximo grande passo de "O Segredo": vai ajudar as pessoas a eliminar o sofrimento das suas vidas. Em relação a mais cinema, Rhonda adorava que um dos próximos filmes fosse baseado numa história verídica, dado receber relatos incríveis de pessoas que leram "O Segredo" e que mudaram as suas vidas.

Não percam "O Segredo: Atreve-te a Sonhar” no cinema e acompanhem a personagem Miranda a adoptar a filosofia de acreditar no poder do universo, na relação causa e efeito, passado e presente.

 

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Já aqui tinha abordado o fenómeno das Top Models, aquelas que fizeram parar os anos 90 e apenas eram conhecidas pelos seus primeiros nomes: Claudia, Linda, Christy, Naomi e Cindy, entre outras. Porém, antes delas, muitas vieram que lhes abriram caminho…

O fenómeno das supermodelos começou por surgir nos finais dos anos 1970 e afirmou-se nos anos 1980, mesmo que alguns possam argumentar que havia muitos nomes famosos na indústria nas décadas de 40, 50 e 60. É verdade, porém, naquela época, as modelos eram mais propensas a serem percebidas apenas como musas para os designers ou para os fotógrafos, e todos eles se curvavam ante a “Deusa” Moda. Nos anos 70, no entanto, o conceito de supermodelos simplesmente explodiu e tornou-se popular, o que imediatamente as levou ao estrelato. Aqueles foram tempos tumultuosos e agitados que provocaram imensas mudanças. E com a indústria da moda não foi diferente. As modelos dos anos 80 imergiram na cultura popular e conquistaram o status de “supermodelo”, enquanto davam cartas activamente em muitas outras áreas, como arte, fotografia, TV, música, cinema e por aí em diante. Elas ultrapassavam o mundo da moda, eram verdadeiras estrelas.

Sim, na época o cabelo era maior, mais longo, mas essa não era a única coisa a diferenciar as modelos de capa dos anos 80 das demais. Volto a recordar que o termo "supermodelo" pode parecer sinónimo dos anos 90 - Naomi, Kate e todos os outros grandes nomes de apenas um nome -, mas foram as modelos inovadoras dos anos 80 que abriram o caminho para as suas sucessoras. Por isso, e numa onda saudosista, resolvi dar uma olhada em algumas das supermodelos dos anos 80 que também maravilharam em toda a sua glória e esplendor. Vale a pena ver e recordar a beleza que emanavam…



Brooke Shields
Em 1980, Brooke tornou-se a modelo mais jovem a aparecer na capa da Vogue aos 14 anos de idade. O início da sua carreira foi marcado por controvérsias após ter protagonizado vários filmes que continham cenas de sexo e nu. Ela continuou a actuar e a ser modelo ao longo dos anos 80 e, finalmente, alcançou o estrelato mundial em 1996 com a sua própria comédia de tv, “Suddenly Susan”. Nos últimos anos, Brooke tem-se concentrado mais na sua família, composta pelo marido Chris Henchy e as suas duas filhas. Shields já defendeu a saúde das mulheres e foi criticada por Tom Cruise por falar das suas experiências com depressão pós-parto numa entrevista. Shields agora reside na cidade de Nova Iorque.







Christie Brinkley
A sua boa aparência e um sorriso vencedor renderam a Christie Brinkley uma legião de admiradores nos anos 80. Ela ganhou ainda mais destaque como mulher de Billy Joel (Brinkley apareceu no seu vídeo para “Uptown Girl”). Christie também apareceu em três capas da Sports Illustrated swimsuit edition entre 1979 e 1981, o que a levou a grandes contratos com Chanel, Vogue e Max Factor. Desde então, Brinkley tem perseguido vários projectos diferentes - ela é uma mulher de negócios, designer e actriz de sucesso, mas a sua verdadeira paixão na vida é agora filantropia. A modelo recebeu inúmeros prémios pelo seu trabalho humanitário e é defensora de uma ampla variedade de causas, desde doenças cardíacas e derrames até vegetarianismo. Brinkley já foi casada quatro vezes e tem três filhos. Atualmente vive em Long Island.







Iman
Antes de Naomi, houve Iman. A supermodelo somali-americana invadiu a cena da moda depois de ser descoberta pelo fotógrafo Peter Beard no final dos anos 70. A figura esbelta e alta estatura de Iman garantiu que ela se tornasse rapidamente uma das maiores modelos dos anos 80 - vários estilistas de Gianni Versace a Yves Saint-Laurent fizeram dela sua musa e garantiram que ela fosse capa de centenas das revistas principais. Iman fez uma transição bem-sucedida de modelo para empresária em 1994, quando lançou a Iman Cosmetics, que se concentra em tons de maquilhagem difíceis de encontrar para mulheres de tez mais escura. Ainda é uma das linhas de cosméticos mais populares nos EUA e continua a ter lucro a cada ano. Iman foi casada com o músico David Bowie desde 1992 até à sua morte, em 2016. Actualmente, ela é embaixadora de instituições de caridade, incluindo Save the Children e o programa Keep A Child Alive.








Elle Macpherson
Elle Macpherson era conhecida em todo o mundo pelas suas atraentes fotografias de fato-de-banho - ela chegou a aparecer na capa da famosa edição de fato-de-banho da Sports Illustrated num recorde cinco vezes. Conhecida nos círculos da moda como 'The Body', Macpherson passou para a alta moda com sucesso e pode ser vista a andar graciosamente na passarela de designers como John Galliano nos anos 80. Tal como Crawford mais tarde, a modelo australiana tentou ser empreendedora depois de se aposentar da moda e lançou uma linha de lingerie de luxo chamada Macpherson Intimates. A coleção provou ser um enorme sucesso e agora é vendida nas grandes lojas de departamentos dos EUA: Bloomingdales, Saks Fifth Avenue e Neiman Marcus. Além de procurar outros projectos, parece que Macpherson não conseguiu manter-se longe das suas raízes de modelo e, em 2010, ela fez um retorno muito divulgado à passarela durante o desfile da Louis Vuitton no outono. O seu mais recente empreendimento é uma marca chamada WellCo, que produz "suplementos de bem-estar" orgânicos para pessoas com muito dinheiro.







Carol Alt
Carol Alt foi rainha do mundo da moda nos anos 80 e participou de centenas de sessões de fotografia de alto nível durante a sua carreira. Como muitas das suas colegas supermodelos, Alt encontrou fama na capa da Sports Illustrated Swimsuit Issue antes de iniciar a sua carreira na alta moda. Ela era conhecida como "A Face" no mundo das modelos devido à sua extraordinária aparência e fez campanhas publicitárias distintas como a Pepsi e a General Motors. Alt também tentou atuar e apareceu em vários filmes italianos durante os anos 80. Mais recentemente, apareceu no filme de 2012 “To Rome With Love”. Ela também se tornou uma empreendedora graças à sua coleção de produtos para a pele Raw Essentials, tendo também explorado o mundo da apresentação na TV com um programa na Fox News intitulado “A Healthy You & Carol Alt”.







Paulina Porizkova
Uma das minhas preferidas... Porizkova foi a modelo checa que se tornou a primeira mulher da Europa Central a aparecer na capa da Sports Illustrated Swimsuit Edition. Depois de invadir a cena da moda em 1984, Porizkova rapidamente conquistou o mundo da alta-costura e apenas quatro anos depois, ela recebeu o (então) contrato de modelo mais bem paga de todos os tempos: uma campanha de US $ 600.000 com a Estée Lauder. Sim, nos anos 80, Paulina Porizkova era uma das supermodelos mais bem pagas do mundo, tendo aparecido em várias revistas e protagonizado campanhas para Maybelline, Escada e muito mais. O seu apelo continuou durante os anos 90 e, em 1999, ela apareceu no Millennium Issue da Vogue como uma das "Musas Modernas" da revista. Desde então, Porizkova mergulhou no mundo da actuação, aparecendo em “Desperate Housewives” e “The Mysteries of Laura”.Ela também decidiu seguir o caminho de reality shows com três temporadas no Next Top Model da América como juiz. A modelo anunciou em 2018 a sua separação com o músico Ric Ocasek, com quem se casou em 1989 e com quem teve dois filhos, agora na casa dos 20 anos. Ocasek, vocalista do grupo The Cars, conhecera Porizkova aos 19 anos, quando ela protagonizou o videoclipe de 1984 para a canção "Drive".













Kim Alexis
Kim Alexis foi uma das modelos mais populares dos anos 80 e apareceu em mais de 500 capas de revistas durante a sua carreira. Ela estava prestes a começar um curso de farmacologia quando a Elite Model Management a contratou em 1978 e lançou uma carreira de enorme sucesso para a jovem Alexis. Depois de se tornar mãe de três filhos, Alexis admite que não conseguiu se adaptar e não cuidou dos seus interesses comerciais o suficiente. Em vez disso, ela criou a sua família em Tampa, Flórida, ao lado de seu ex-marido Ron Duguay. Actualmente, tem trabalhado como modelo para a L'Oreal.







Jill Goodacre
A modelo nascida no Texas, Jill Goodacre, ajudou a atrair atenção mundial para uma empresa de lingerie pouco conhecida, chamada Victoria's Secret, no início dos anos 80. As curvas atraentes de Goodacre significavam que ela rapidamente conquistou legiões de fãs e se tornou um dos rostos mais famosos da época. Goodacre casou-se com o cantor Harry Connick Jr. em 1994 e decidiu se aposentar de ser modelo para sempre, a fim de criar a sua família. O casal tem três filhas e ainda está tão apaixonado como sempre. Connick afirmou uma vez: “Ela é minha melhor amiga e eu a amo. Ela é a única esposa que eu já terei. Tivemos sorte.” Infelizmente, Goodacre foi diagnosticada com cancro de mama e teve que suportar uma batalha de cinco anos com a doença. Felizmente, ela voltou à ribalta na Met Gala de 2018 com o marido parecendo mais saudável do que nunca.






Renée Simonsen
Renée Simonsen foi a vencedora do concurso de modelos "Face of the 80s" de 1982 e cinco vezes capa da Vogue. Descoberta aos 15 anos na Dinamarca, a sua terra natal, loira com olhos azuis em forma de amêndoa e um sorriso de megawatts, ela era uma modelo “muito voluptuosa” - como a UPI a descreveu em 1986 - que alcançou sucesso imediato. Num período de oito meses, diz-se que Simonsen acumulou 27 capas de revista. O rosto do álbum The Atlantic Years dos Roxy Music também é de Simonsen. O baixista dos Duran Duran, John Taylor, ansiava por conhecer a modelo depois de ver o seu rosto estampado nas bancas. Os dois teriam um relacionamento de cinco anos que terminou quase ao mesmo tempo que Simonsen deixou o sector em 1989. Ao longo dos anos, ela teve muitos contratos de beleza de longo prazo. Depois de voltar à vida "civil", Simonsen completou o seu bacharelado e estudou psicologia infantil na universidade. Casada com o cantor e compositor dinamarquês Thomas Helmig, ela é mãe de quatro filhos. Ela também escreveu duas séries de livros infantis: a série Tiberius para crianças, e a série Karla, sobre uma menina que cresceu numa extensa família "moderna", que se tornou, admite a sua autora, um "clássico". Foi até transformado num filme dinamarquês.












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