Este era um confronto muito aguardado, confessem. Desde que houve o
 reeboot do MonsterVerse (Universo dos Monstros) que esta ideia já vos havia passado pela cabeça...

De facto, muitas décadas após o filme King Kong vs. Godzilla original de 1962, os dois monstros icónicos da cultura popular encontram-se novamente, com a promessa de um vencedor definitivo. Depois dos três primeiros filmes do MonsterVerse, “Godzilla” (2014), “Kong: Ilha da Caveira” (2017) e “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), eis que surge agora “Godzilla vs. Kong”.

Nesta nova e atual versão, duas poderosas forças da natureza vão se enfrentar numa grande batalha. Enquanto a organização científica secreta Monarch investiga e estuda a origem dos Titãs, a Apex Cybernetics surge com a intenção de acabar com todo este tipo de criaturas, sejam elas ameaçadoras ou não. E o mundo, será que irá sobreviver ao embate destes dois monstros? Enquanto o gorila gigante está do lado dos “bons” (ou seja, dos humanos), o lagarto desmesurado surge impiedoso, com sede de destruir tudo. Os dois vão protagonizar combates de encher a vista, como o primeiro, que ocorre em alto mar. Porém, a principal ameaça surge com uma criatura que é resultado da intervenção humana... o robot cibernético Mechagodzilla.

Dr. Nathan Lind (Alexander Skarsgård) leva Kong para a Antártica na tentativa de que este o levasse à Terra Oca (um lugar que poderá vir a ser explorado numa possível sequência no MonsterVerse). Ele usa o primata gigante como o seu guia neste antigo ecossistema localizado no centro da Terra, composto por uma rede subterrânea de túneis que cruzam o mundo inteiro e também é o lar de todos os Titãs. Assim, o gorila gigante e os seus protetores embarcam numa perigosa jornada para encontrar o seu verdadeiro lar. Entre eles está Jia (Kaylee Hottle), uma jovem órfã surda-muda que tem uma ligação única e forte com Kong, e a sua mãe adoptiva, Dra. Ilene Andrews (Rebecca Hall), uma linguista antropológica que de alguma forma foi convencida a se mudar para uma simulação da Ilha da Caveira e trabalhar com King Kong. Contudo, eles desconheciam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que deixava um rastro de destruição por onde passava. Godzilla ataca a equipa e consequentemente Kong quando estes se dirigiam para o Pólo Sul. Este combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra... Realizado por Adam Wingard, o filme conta ainda com actuações de Millie Bobby Brown, Brian Tyree Henry, Shun Oguri, Eiza González, Julian Dennison, Kyle Chandler e Demián Bichir.


Godzilla sagrou-se Rei dos Monstros ao derrotar o Guidorah e outros monstros que o desafiaram em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. Porém, nunca tinha atacado Kong antes porque a organização Monarch estava a proteger o primata na Ilha da Caveira, onde construíram uma redoma de contenção sobre toda a ilha para proteger Kong de um possível ataque do Godzilla. O receio da organização era que Godzilla procurasse Kong para fazer valer ainda mais a sua supremacia. Como ele é o último da sua espécie, protegê-lo de Godzilla era uma prioridade para a Monarch, desde que o descobriu em 1973. Outro dos motivos da construção da redoma foi devido a uma tempestade que extinguiu os indígenas, de onde surgiu Jia, que viviam na ilha anos atrás.

“Godzilla vs. Kong” mostra-nos o confronto clássico na história do cinema entre Godzilla e King Kong ambientado no MonsterVerse – franchising de monstros da Warner e Legendary. Esta nova versão é, na verdade, o 36º filme com Godzilla e o 12º com King Kong. E, conforme havia mencionado, ambos já tinham sido rivais em 1962, porém nunca com tanta ajuda dos efeitos especiais como atualmente. O filme quebrou recordes de bilheteira no seu lançamento internacional, tornando-se a maior estreia durante a pandemia. Agora com 345 milhões de euros de receitas, esta grande produção da Warner já ultrapassou os números do filme de ficção científica “Tenet”, de Christopher Nolan, que rendera 302 milhões de euros. Tais números estão a ser vistos como um sinal de esperança neste desconfinamento e um reflexo de que os espectadores estão sedentos do cinema espetáculo.



E quanto ao confronto? Conforme a interessante abordagem do site The Conversation, Godzilla provavelmente utiliza a sua cauda robusta tanto para o ataque, quanto para a defesa. No entanto, Kong, mais confortável em terra, é mais rápido e ágil, usa as suas pernas fortes para saltar e possui braços muito mais fortes do que Godzilla. E como macaco que é, provavelmente também faz uso de ferramentas e pode capitalizar a sua habilidade de arremesso. Ambos possuem uma mordida letal, com Kong provavelmente a obter uma ligeira vantagem. No entanto, a mordida de Godzilla não é de forma alguma fraca, pois todos os seus dentes são perfurantes. Na defesa, Godzilla assume a vantagem, com pele escamosa espessa e pontas afiadas. Ele pode até agir como um porco-espinho, virando as costas para uma ameaça que se aproxima rapidamente. No entanto, a agilidade superior de Kong em terra deve ser capaz de lhe oferecer também alguma proteção. Mas, convém não esquecer, Godzilla tem a vantagem de possuir um hálito atómico...

 

Portanto - e não vou ser spoiler - independentemente de quem sair vitorioso, esta batalha ficará nos anais da história do cinema para sempre. Não percam “Godzilla vs. Kong”, pois o confronto entre os dois monstros do cinema mais icónicos de todos os tempos merece.




0 comentários


Sim, já imaginaram se as princesas da Disney fossem umas fashionistas modernas? A ilustradora russa Anastasia Kosyanova fê-lo por nós.

Dos lindos trajes do dia-a-dia a vestidos de baile deslumbrantes, as princesas da Disney sempre foram a principal inspiração de moda para as meninas do mundo inteiro. E embora essas meninas tenham crescido e ainda sonhem nostalgicamente com vestidos faustosos e sapatinhos de cristal das personagens da Disney, há que admitir - eles já estão bem antiquados e dificilmente iriam aparecer numa passarela moderna de uma marca de luxo ou na capa de uma revista de moda. Verdade?

Mas agora, imaginem: que marcas de moda e roupas as princesas da Disney escolheriam usar se vivessem nos tempos modernos? A artista Anastasia Kosyanova, originária da cidade de Yessentuki, sabe a resposta a esta pergunta e compartilha-a com todas as fashionistas. Uma coisa é certa, condizente com o estatuto de verdadeiras princesas, essas raparigas iriam certamente comprar alta-costura. De Prada a Versace, as nossas lindas e adoradas princesas certamente reconhecem o seu valor e estão prontas para fazerem uma declaração de moda.

Quanto a Anastasia, desde criança ela já era talentosa. Aos 17 anos ingressou na universidade e formou-se como figurinista. Agora, aos 30, além do seu trabalho como ilustradora de moda, ela diariamente encanta os seus 149 mil seguidores no Instagram com as suas princesas estilosas. Anastasia sabe tudo sobre estilo, tendências e marcas que, combinadas com a admiração que nutre pelas icónicas princesas da Disney, resulta numa coleção glamorosa digna de uma Vogue.

Desçam na página e descubram alguns dos looks mais chiques e modernos das princesas. E acompanhem o trabalho de Anastasia através do seu perfil de Instagram e do seu site.


Cinderela @ Chanel

Aurora @ Valentino

Mulan @ Tom Ford


Tiana @ Louis Vuitton


Belle @ Gucci

Ariel @ Dior

Vaiana @ Versace

Pocahontas @ Fendi

Merida @ Moschino

Elsa @ Ralph Lauren 

Anna @ Dsquared2

Rapunzel @ Prada

Esmeralda @ Dolce & Gabbana


Kida @ Burberry

Vanellope @ Hermès

Branca de Neve @ Tiffany & Co.

Megara @ Alexander McQueen

Jasmine @ Cartier 

Sininho @ Givenchy





0 comentários


Deixando o pó assentar, aqui me têm no meu habitual resumo da 93ª cerimómia dos Oscars. E, claro, tendo acontecido em tempo de pandemia, nunca poderia resultar num evento como de costume...


O acontecimento anual da Academia fez história antes mesmo de o primeiro Oscar ter sido entregue. Após anos de críticas por falta de diversidade, a lista de nomeados deste ano apresentou algumas estreias notáveis. Foi a primeira vez que uma equipa de produção totalmente negra foi indicada para melhor filme. Foi também a primeira vez que dois actores de ascendência asiática receberam nomeação de “Best Actor” e ainda o primeiro ano em que duas mulheres foram indicadas para Melhor Realizador. Quando os vencedores foram revelados, tal refletiu o espírito da desejada inclusão.


Chloe Zhao levou para casa o troféu de Melhor Realização, tornando-se a segunda mulher a reivindicar o título. O seu filme, “Nomadland”, também recebeu o prémio principal da noite, Melhor Filme. No entanto, contrariamente à tradição, este Oscar não foi entregue por último. Em vez disso, foi entregue antes dos galardões de Melhor Actriz e Melhor Actor. Ainda não está bem claro por que a Academia fez essa alteração... 

Mia Neal e Jamika Wilson, dois terços da equipa de cabelos e maquilhagem por trás de "Ma Rainey’s Black Bottom", também fizeram história no domingo. As duas são as primeiras mulheres negras a receber uma nomeação de melhor maquilhagem e penteado e, também, as primeiras a vencer.

 

“Soul”, que recebeu o Oscar de Melhor Filme de Animação, também é o primeiro filme da Pixar a apresentar uma personagem negra no papel principal.

 

Yuh-Jung Youn foi a primeiro artista coreana a vencer numa das quatro categorias de actuação, tendo levado o Oscar de Melhor Atriz Secundária pelo seu trabalho em "Minari", de Lee Isaac Chung.

 

Uma das surpresas da cerimónia foi Anthony Hopkins ter levado o troféu de Melhor Actor sobre o falecido Chadwick Boseman. Boseman foi agraciado, postumamente, com prémios de melhor actuação nas cerimónias Critics Choice, Golden Globes e Screen Actors Guild deste ano.

 

A Netflix foi a grande vencedora da noite, levando para casa sete troféus - dois para “Ma Rainey’s Black Bottom”, dois para “Mank” e prémios individuais para Melhor Curta de Acção ao Vivo, Melhor Curta de Animação e Melhor Documentário. A Disney teve a segunda maior arrecadação, com cinco Oscars, incluindo três para “Nomadland” e dois para “Soul”.



Quanto à cerimónia em si, este ano foi uma experiência muito mais íntima, quer para os participantes, quer para nós, que assistimos em casa. Devido às restrições de viagens e à necessidade de maior distanciamento social por causa da pandemia de Coronavírus em curso, o evento deste ano foi realizado em dois locais de Los Angeles: o Dolby Theatre e a Union Station, onde até 170 convidados, entre nomeados e apresentadores, se puderam reunir.




A cerimónia também foi tratada como um cenário de filme. Os nomeados foram autorizados a permanecer sem máscara enquanto estavam diante das câmaras e dos flashes, mas tiveram que colocá-las de volta quando as mesmas pararam de filmar.



 

Embora tenha havido momentos de leveza, como Glenn Close a dançar "Da Butt", os Oscars deste ano foram moderados e focados principalmente nos próprios prémios. Com as restrições da Covid, havia poucas brincadeiras entre os apresentadores e a maioria dos Oscars era concedida apenas por uma pessoa.




Ao contrário dos anos anteriores, todas as apresentações ao vivo dos nomeados para Melhor Música foram pré-gravadas e difundidas antes do início do evento principal, enquanto os convidados eram recebidos na passadeira vermelha.



 

Normalmente realizado em Fevereiro, os Oscars foram adiados dois meses, na esperança de que o afrouxamento das restrições da Covid-19 possibilitasse um evento mais luxuoso. Mas, mesmo com uma cerimónia reduzida, os organizadores tentaram dar o seu melhor para recuperar o glamour pelo qual o evento é sobejamente conhecido. E as estrelas presentes também fizeram a sua parte, vestindo uma variedade de dramáticos tons de vermelho e dourado, com atitudes ousadas, onde peças de alta costura desfilaram entre ténis e Crocs dourados.



 

Maria Bakalova usou um vestido de "distanciamento social": um Louis Vuitton com uma saia de tule enorme. Carey Mulligan surgiu em ouro oversized de Valentino, enquanto Regina King luziu outro Louis Vuitton, com mangas largas como asas de borboleta. Angela Bassett, em Alberta Ferretti, ostentou um vestido vermelho com laço gigante e Laura Dern surpreendeu com a sua saia emplumada por Oscar de La Renta. Amanda Seyfried desfilou num Armani Privé escarlate com um decote deslumbrante e uma saia plissada de alguns metros de diâmetro. Halle Berry surgiu triunfante num Dolce and Gabbana e Margot Robbie num “discreto” Chanel.




A supermodelo Paulina Porizkova, também em dourado, fez-se acompanhar pelo argumentista Aaron Sorkin, tornando a sua relação oficial na maior noite de Hollywood. Também na red carpet Chloé Zhao fez “história”, com os seus ténis brancos, carteira a tiracolo e duas tranças.




Mas fiquem com o registo dos vencedores desta 93ª edição de entrega de prémios do cinema:

 

MELHOR FILME

“Nomadland – Sobreviver na América” (Vencedor)

“O Pai”

“Judas e o Messias Negro”

“Mank”

“Minari”

“Uma Miúda Com Potencial”

“O Som do Metal”

“Os 7 de Chicago”

 

MELHOR REALIZAÇÃO

Chloé Zhao, “Nomadland – Sobreviver na América” (Vencedora)

Lee Isaac Chung, “Minari”

Emerald Fennell, “Uma Miúda Com Potencial”

David Fincher, “Mank”

Thomas Vinterberg, “Mais uma Rodada”

 

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Emerald Fennell por “Uma Miúda com Potencial” (Vencedora)

Will Berson e Shaka King por “Judas e o Messias Negro”

Isaac Chung por “Minari”

Darius Marder e Abraham Marder por “O Som do Metal”

Aaron Sorkin por “Os 7 de Chicago”

 

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Christopher Hampton e Florian Zeller por “O Pai” (Vencedores)

Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Swimer, Peter Baynham, Erica Rivinoja, Dan Mazer, Jena Friedman e Lee Kern por “Borat, o Filme Seguinte”

Chloé Zhao por “Nomadland – Sobreviver na América”

Kemp Powers por “Uma Noite em Miami”

Ramin Bahrani por “O Tigre Branco”

 

MELHOR ACTRIZ

Frances McDormand, “Nomadland – Sobreviver na América” (Vencedora)

Viola Davis, “Ma Rainey: A Mãe do Blues”

Andra Day, “Estados Unidos vs. Billie Holiday”

Vanessa Kirby, “Pieces of a Woman”

Carey Mulligan, “Uma Miúda Com Potencial”

 

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Yuh-Jung Youn, “Minari” (Vencedora)

Maria Bakalova, “Borat, o Filme Seguinte”

Glenn Close, “Lamento de uma América em Ruínas”

Olivia Colman, “O Pai”

Amanda Seyfried, “Mank”

 

MELHOR ACTOR

Anthony Hopkins, “O Pai” (Vencedor)

Riz Ahmed, “O Som do Metal”

Chadwick Boseman, “Ma Rainey: A Mãe do Blues”

Gary Oldman, “Mank”

Steven Yeun, “Minari”

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Daniel Kaluuya, “Judas e o Messias Negro” (Vencedor)

Sacha Baron Cohen, “Os 7 de Chicago”

Leslie Odom Jr., “Uma Noite em Miami”

Paul Raci, “O Som do Metal”

Lakeith Stanfield, “Judas e o Messias Negro”

 

MELHOR FILME INTERNACIONAL

“Mais uma Rodada”, Dinamarca (Vencedor)

“Better Days”, Hong Kong

“Collective”, Roménia

“The Man Who Sold His Skin”, Tunísia

“Quo Vadis, Aida?”, Bosnia-Herzegovina

 

MELHOR CURTA-METRAGEM

Dois Perfeitos Estranhos” (Vencedor)

“Feeling Through”

“The Letter Room”

“The Present”

“White Eye”

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Soul: Uma Aventura com Alma” (Vencedor)

“Bora Lá”

“Para Além da Lua”

“A Ovelha Choné, o Filme: A Quinta Contra-Ataca”

“Wolfwalkers”

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO — CURTA

Se Acontecer Alguma Coisa, Adoro-vos” (Vencedor)

“A Toca”

“Genius Loci”

“Opera”

“Yes-People”

 

MELHOR MAQUILHAGEM E PENTEADOS

Sergio Lopez-Rivera, Mia Neal e Jamika Wilson por "Ma Rainey: A Mãe do Blues" (Vencedores)

Marese Langan, Laura Allen and Claudia Stolze por "Emma"

Eryn Krueger Mekash, Matthew Mungle e Patricia Dehaney por "Lamento de uma América em Ruínas"

Gigi Williams, Kimberley Spiteri e Colleen LaBaff por "Mank"

Mark Coulier, Dalia Colli e Francesco Pegoretti por "Pinocchio"

 

MELHOR GUARDA-ROUPA

Ann Roth por "Ma Rainey: A Mãe do Blues" (Vencedora)

Alexandra Byrne por "Emma"

Trish Summerville por "Mank"

Bina Daigeler por "Mulan"

Massimo Cantini Parrini por "Pinocchio"

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO

A Sabedoria do Polvo” (Vencedor)

“Collective”

“Crip Camp: Uma Revolução pela Inclusão”

“The Mole Agent”

“Time”

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO — CURTA

Colette” (Vencedor)

“A Concerto Is a Conversation”

“Do Not Split”

“Hunger Ward”

“Uma Canção de Amor para Latasha”

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Andrew Jackson, David Lee, Andrew Lockley e Scott Fisher por "Tenet" (Vencedores)

Matt Sloan, Genevieve Camilleri, Matt Everitt e Brian Cox por "Love and Monsters"

Matthew Kasmir, Christopher Lawrence, Max Solomon e David Watkins por "O Céu da Meia-Noite"

Sean Faden, Anders Langlands, Seth Maury e Steve Ingram por "Mulan"

Nick Davis, Greg Fisher, Ben Jones e Santiago Colomo Martinez po "O Único e Imcomparável Ivan"

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Donald Graham Burt e por Jan Pascale por “Mank” (Vencedores)

Peter Francis e Cathy Featherstone por “O Pai”

Mark Ricker, Karen O'Hara e Diana Stoughton por “Ma Rainey: A Mãe do Blues”

David Crank e Elizabeth Keenan por “News of the World”

Nathan Crowley e Kathy Lucas por “Tenet”

 

MELHOR FOTOGRAFIA

Erik Messerschmidt por "Mank" (Vencedor)

Sean Bobbitt por "Judas e o Messias Negro"

Dariusz Wolski por "News of the World"

Joshua James Richards por "Nomadland — Sobreviver na América"

Phedon Papamichael por "Os 7 de Chicago"

MELHOR MONTAGEM

Mikkel E. G. Nielsen por “O Som do Metal” (Vencedor)

Yorgos Lamprinos por "O Pai"

Chloé Zhao por "Nomadland — Sobreviver na América"

Frédéric Thoraval por "Uma Miúda Com Potencial"

Alan Baumgarten por "Os 7 de Chicago"

 

MELHOR SOM

Nicolas Becker, Jaime Baksht, Michellee Couttolenc, Carlos Cortés e Phillip Bladh por “O Som do Metal” (Vencedores)

Warren Shaw, Michael Minkler, Beau Borders e David Wyman por "Greyhound"

Ren Klyce, Jeremy Molod, David Parker, Nathan Nance e Drew Kunin por "Mank"

Oliver Tarney, Mike Prestwood Smith, William Miller e John Pritchett por "News of the World"

Ren Klyce, Coya Elliott and David Parker por "Soul"

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste por "Soul" (Vencedores)

Terence Blanchard por "Da 5 Bloods: Irmãos de Armas"

Trent Reznor e Atticus Ross por "Mank"

Emile Mosseri por "Minari"

James Newton Howard por "News of the World"

 

MELHOR MÚSICA ORIGINAL

Fight for You”, música de H.E.R. e Dernst Emile II; letra de H.E.R. e Tiara Thomas, em "Judas e o Messias Negro" (Vencedores)

"Hear my Voice", música de Daniel Pemberton; letra de Daniel Pemberton e Celeste Waite, em "Os 7 de Chicago"

'Husavik', música e letra de Savan Kotecha, Fat Max Gsus e Rickard Göransson, em "Festival Eurovisão da Canção: A História dos Fire Saga"

'Io Sì (Seen)', música de Diane Warren; letra de Diane Warren e Laura Pausini, em "Uma Vida à Sua Frente"

'Speak Now', música e letra de Leslie Odom, Jr. e Sam Ashworth, em "Uma Noite em Miami"




0 comentários



Finalmente, pude ir novamente ao cinema. E a uma entusiasmante antestreia. “Mortal Kombat”, baseado no conhecido franchising de videojogos surgido, originalmente, na década de 1990, é um dos filmes em cartaz que assinalou a reabertura dos cinemas nesta terceira fase do desconfinamento.

Após algumas complicações legais, a Warner Bros. Pictures adquiriu os direitos da adaptação cinematográfica do título em 2009, assim como as propriedades intelectuais da Midway Games, empresa de Chicago que desenvolveu os conhecidos jogos Mortal Kombat. Em 2011, depois da falência da Midway, a produção de jogos Mortal Kombat passou a ser adquirida pela Warner Bros, tornando-se a empresa em Netherealm.
 
Após anos em desenvolvimento na Warner Bros. Pictures e New Line Cinema, “Mortal Kombat” está finalmente entre nós no grande ecrã. Sendo uma adaptação de um videojogo, o filme tinha a premissa de adaptar de forma muito fiel o mesmo. Numa equipa encabeçada pelo realizador Simon McQuoid e pelo argumentista Greg Russo, esta nova longa-metragem tenta agradar os fãs veteranos do franchiging, bem como conquistar os mais recentes, gerando um possível lugar de destaque em Hollywood. Porém, mesmo tratando-se de um filme para maiores de idade, “Mortal Kombat” teve que cortar algumas cenas sangrentas... Simon McQuoid garante que a sua versão para os cinemas é sangrenta tal como os fãs do jogo esperam, mas, mesmo assim, ele teve que suprimir algumas cenas que "poderiam ter causado problemas" para a produção, pois "havia uma linha que o filme não podia cruzar", principalmente se não quisesse (como o jogo original) ser banido de alguns países.



A história é a seguinte: Cole Young (Lewis Tan), um lutador de MMA sem sucesso e com uma misteriosa marca de dragão no peito, começa a ser perseguido por Sub-Zero (Joe Taslim), assassino do Outworld. Rapidamente, Cole precisa de confiar noutros guerreiros, como Kung Lao e Liu Kang, e descobrir a sua verdadeira linhagem, de forma a torná-lo digno de competir pela Terra. O filme então revela que Outworld ganhou nove dos dez torneios em Mortal Kombat, o que significa que mais uma vitória significará o fim de Earthrealm. Como os vilões nunca jogam limpo, Shang Tsung (Chin Han) decide manipular o torneio final de certa forma, matando preventivamente os campeões de Earthrealm, enviando os seus lutadores para despachá-los um a um. Jax (Mehcad Brooks) tenta avisar Cole do seu destino antes de ter os seus braços congelados e arrancados pelo vilão Sub-Zero. “Mortal Kombat” realmente ganha vida com tais sequências de luta e suas fatalidades. Cole encontra o seu caminho até Sonya Blade (Jessica McNamee), que, juntamente com o brincalhão e dúbio mercenário Kano (Josh Lawson), levam o protagonista para o templo de Raiden, o Deus do Trovão, para ele poder treinar para o próximo torneio. E é aqui que "Mortal Kombat" entra em pausa, onde cada personagem tem que treinar para aprender a perceber quais os seus "arcanos" ou poderes especiais que se poderão revelar.
 
Porém, ainda não é neste filme que veremos o verdadeiro Mortal Kombat, ou seja, o torneio em si. Tal decisão prepara o terreno para possíveis sequelas e continuações. Pelo menos, é o que indica uma entrevista do actor Joe Taslim, que interpreta a personagem Sub-Zero, para a revista Variety, onde ele afirma ter assinado contrato com a produtora para mais quatro filmes, além do que já está em cartaz. “Não sabemos se existirá uma sequência, espero que sim. [...] Se este for um sucesso, talvez façamos mais” - revela o actor. Com uma boa recepção do público e da crítica especializada, esta nova adaptação da série de jogos de luta tem tudo para produzir uma continuidade.



Voltando ao filme, os efeitos visuais e cenários resultaram muito bons e convincentes. E um dos principais pontos altos são Scorpion e Sub-Zero. Desde a sua rivalidade no Japão Feudal, envolvendo os clãs Shyrai Ryu e Lin Kuei, até aos dias atuais onde Hanzo continua em busca da sua vingança pela morte da família, Hiroyuki Sanada e Joe Taslim provaram ser escolhas perfeitas para tais papéis. Fazendo jus aos seus talentos para cenas de confronto, os dois conseguem entregar fascinantes lutas, com Sub-Zero a exercer um medo quase como uma personagem de filme de terror, verdadeiramente aterrorizante.
 
Embora muitos possam não saber, houve uma versão cinematográfica em 1995 e a mesma possui o Mortal Kombat, um torneio com o confronto entre Liu Kang e Shang-Tsung. Mas quase 30 anos depois de Mortal Kombat ter mudado o cenário dos jogos de luta para sempre, “Mortal Kombat” convence logo pelo prólogo eficaz que abre o filme, passado no Japão do século XVII, quando os assassinos de Lin Kuei liderados por Bi-Han (Joe Taslim) atacam Hanzo Hasashi (Hiroyuki Sanada) e a sua família, matando a sua mulher e filho. A coreografia nesta primeira cena é surpreendentemente intensa, misturando movimentos familiares aos fãs de Mortal Kombat com um nível de combate intenso que há muito já não se via na Meca do Cinema...
 
“Mortal Kombat” recupera o fôlego com algumas lutas climáticas, incluindo uma bem forte entre as duas personagens mais lendárias do franchising. Eu, que nada sabia ao respeito, nem nunca tinha jogado o videojogo, penso, tal como muitos, que o filme é inegavelmente bom e convincente. Porém, deixa a desejar por mais...



0 comentários


Helen Morgun, uma artista digital ucraniana a viver em Espanha, reimaginou celebridades como personagens da Disney, desde princesas clássicas até vilões. Isto porque Morgun tem um talento especial para encontrar irmãos gémeos da Disney em celebridades famosas. As suas cativantes ilustrações digitais fazem uma perfeita fusão entre actores e cantores com o seu semelhante animado, incluindo até os companheiros animais.

“Estou apaixonada pela Disney desde a infância”, afirma Helen. “Ao longo dos anos, colecionei memórias maravilhosas de desenhos e personagens da Disney. E o incrível é que eles continuam a me surpreender.”

No seu portfólio repleto de estrelas encontram-se Amanda Seyfried como Rapunzel, Blake Lively como a Bela Adormecida e Lucy Liu como Mulan. A cantora e compositora Billie Eilish também aparece na arte de Morgun como a Kida de cabelos brancos do filme “Atlantis: The Lost Empire”. Além disso, Margot Robbie surge como Elsa na ilustração inspirada em “Frozen 2” e Selena Gomez como Vaiana (Moana no original), entre outros. E a semelhança dos seus desenhos com os famosos é verdadeiramente assombrosa.

"Quando comecei a desenhar esta série de trabalhos, queria que os meus amigos e seguidores do YouTube vissem, mas confesso que não esperava tanta atenção", afirma Morgun. “Estou feliz que os meus desenhos tenham atraído a atenção de tantas pessoas e quero agradecer a todos aqueles que me apoiaram e ao meu trabalho. É muito motivador perceber que o teu trabalho tem eco nas pessoas.”
 
Segundo a artista, normalmente leva entre dois a três dias para terminar cada retrato. Isto porque apenas dedica duas ou três horas, todas as noites, para trabalhar nos desenhos. E embora este seu projeto tenha demorado algum tempo e envolvesse muito trabalho, Morgun diz que planeia dar continuidade. “Tenho muitos seguidores que realmente gostam desta minha série. Eu gosto muito de transformar estrelas da vida real nessas personagens famosas. É como uma pequena aventura todas as vezes que o faço.”
 
Antes de Morgun começar a esboçar o que quer que seja, ela vasculha o repertório Disney de princesas, rainhas, vilãs e por aí fora para encontrar a combinação perfeita para a celebridade que ela tem em mente. Em seguida, fazendo uso de uma fotografia da estrela como referência, a artista começa a trabalhar cuidadosamente no Photoshop. Nesse período, agrega roupas e acessórios que lembram a personagem da Disney. Ocasionalmente, adiciona o habitual companheiro animal à composição. Por exemplo, no retrato de Rihanna como Tiana de “A Princesa e o Sapo”, a famosa cantora ostenta as joias e luvas de Tiana do filme e é acompanhada pelo Príncipe Naveen como um sapo. Só a partir daí é que Morgun parte para o desenho final. 
 
Podem saber mais sobre o processo artístico de Morgun (e até mesmo vê-la a pintar passo a passo) através do seu canal no YouTube e manterem-se atualizados com as suas últimas criações seguindo-a no seu Instagram.
 
De Mulan a Merida, aqui estão alguns dos desenhos impressionantes de Morgun de celebridades reinventadas como personagens da Disney.

Alyssa Milano como Ariel


Blake Lively como Aurora

Elizabeth Olsen é Jane


Tom Hiddleston é Hades

Megan Fox como Megara

Salma Hayek é Mother Gothel

Rihanna é Tiana

Camila Cabello é Jasmine

Amanda Seyfried como Rapunzel


Selena Gomez como Vaiana

Billie Eilish como Kida Nedakh

Emma Stone é Merida

Mila Kunis é Esmeralda

Lady Gaga é Ursula

Lena Headey como a Rainha Má

Lily Collins como Branca de Neve

Eva Green é Maléfica

Margot Robbie como Elsa

Leigh-Anne Pinnock como Pocahontas

Lucy Liu é Mulan

Amber Heard é Alice

Emilia Clarke como Belle

Melissa McCarthy como a Rainha de Copas

Rami Malek como Jafar 

Sophie Turner como Ariel

Emma Stone como Cruella De Vil


Lili Reinhart é Alice


Taylor Swift como Sininho

Emma Watson como Anna 

Ariana Grande como Vanellope

Rachel Mcadams como Cinderela


0 comentários