Filme onde acção e adrenalina não faltam, este "The Bourne Ultimatum" é o terceiro de uma triologia, que tem como denominador comum Jason Bourne.


O que faz de Bourne uma personagem interessante é o facto de ele ser um herói de acção "terra-a-terra". Em vez de usar super-computadores, armas muito especiais e carros "último modelo", como o 007, Bourne prefere fazer pesquisas no Google, usar uma caneta como arma ou entrar numa frenética perseguição, a conduzir uma mota.
Buorne é um espião sem memória, interpretado eficazmente por Matt Damon, na procura da sua verdadeira indentidade. De certo modo, a história deste agente lembra um pouco a de Frankenstein: Bourne também foi "reconstruído" por um cientista, ao serviço da CIA (neste caso, a sua memória).

Ajudado por uma agente que se torna, também ela, dissidente, (desempenhada por Julia Stiles), Jason incorre numa alucinante busca (Moscovo, Paris, Madrid, Londres, Tânger e Nova Iorque) para recuperar a sua verdadeira identidade e perceber verdadeiramente quem é. Contudo, a Agência torna-se sua predadora, ao tentar impedi-lo. Cada tentativa de o deter (polícias, agentes federais e da Interpol, etc.) vem sempre acompanhada de impressionantes cenas de luta e incríveis perseguições de carro, mota ou a pé. Mas, não se pense e volto a referir, que estamos perante um Agente Secreto ao Serviço de Sua Majestade. Nada disso. Bourne não só sangra, como também sua... e muito.

“O Ultimato” deve dar respostas a questões dos dois filmes que o precedem mas, infelizmente, não os cheguei a ver. Resta-me o DVD... Porém, ao contrário de outras continuações, podemos ver este filme isolado, sem problemas. Percebemos tudo. Um filme recheado de acção, suspense e muita intriga. Muito bom, no seu género. Se irão haver mais aventuras para Bourne, só o tempo o dirá, mas "O ultimato" acaba com aquela sensação de poder voltar...

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One Response so far.

  1. Anónimo says:

    sinceramente não gostei o filme a principio é confuso sen enrredo menas ação do que o esperado merecia um final melhor em prol da triologia,e mais gilberto de piento essa foi boa o

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