Copos sexy, cheios com bebidas elegantes, saborosas e misteriosas. Bares de gin a aparecer como cogumelos, uma revista dedicada exclusivamente à bebida, um evento, o Gin Tasting, que voltou a ter uma edição na semana passada, várias marcas nacionais a nascerem… É, o gin é a bebida da moda e, para muita gente, é muito mais do que isso! Sejam adeptos ou não, há que reconhecer esta tendência que tem vindo a assolar o país. Mas o que aconteceu aos portugueses para, num ápice, andarem todos com um copo-balão gelado na mão? A verdade é que o gin tónico nem sempre foi esta "febre" em Portugal e raras eram as vezes em que era realmente bem servido. Cometiam-se muitos erros, como deitar a garrafa de gin para dentro do copo e tirar espaço à água tónica. Mas agora, o país parece ter-se rendido a esta bebida destilada, obtida a partir de cereais como milho, trigo e cevada e, posteriormente, aromatizada com “botânicas”, com a presença obrigatória do zimbro. Trata-se de um cocktail e, como tal, obedece a regras e a números precisos, tal como qualquer receita. Não é à toa que a “cocktelaria” seja equiparada à pastelaria. Ora, foi a negligência dessas “regras” que veio desacreditar o gin e a ser preterido por outras bebidas destiladas, como a vodka ou o whisky.

A revitalização do gin é recente e data de 2007 e 2008. A vizinha Espanha foi responsável por dar-lhe uma lufada de ar fresco. Tudo porque, nas cozinhas de Madrid e de Barcelona, devido a serem muito quentes, os chefs começarem a beber, ao final do dia, água tónica, com muito gelo, em copos grandes, para se refrescarem. A partir daí, foi uma questão de tempo até alcançarem a fórmula perfeita para o gin tónico. E esta versão “moderna” de gin tónico saltou a fronteira, começando a difundir-se no Norte. Na altura, o “Gin Club”, que actualmente se chama “The Gin House”, localizado no Porto, foi um dos primeiros impulsionadores. Na capital, essa função deveu-se à “Taberna Moderna”, que se lembrou de servir o gin como parte integrante da refeição.

Agora, os bares que servem a bebida em questão são mais que muitos e aqueles que a procuram, idem. Certamente, a vinda de muitas marcas estrangeiras, que continuam a proliferar, veio ajudar. Mas o mais relevante desta tendência é o surgimento de marcas portuguesas. Primeiro, chegou “Big Boss” e a seguir, a “NAO” (gin envelhecido em pipas de vinho do Porto). A “Templus”, que afirma ser o primeiro gin biológico da Península Ibérica, não tardou muito a chegar e foi logo precedida pela “Sharish”, proveniente de Monsaraz. No início deste ano, o empresário Pedro Miguel Ramos lançou o seu “Amo-te.Gin”, no qual se realça a conjugação da rosa, coentro, flor de laranjeira, poejo e o zimbro da Serra da Estrela. E também chegou aos escaparates o “Wild Snow Dog”, destilado de zimbro da Serra da Estrela e de mais nove botânicos: angélica, coentro, amêndoa, rosa, kumkuat, noz-moscada, cássia, canela e casca de limão. Também neste ano, surgiu um novo Gin nacional no mercado: “Tinto”. E há poucos dias atrás, nasceu o “Gin Nautilus”, um gin “com sabor a mar”. De realçar que este gin, do mesmo produtor do “Templus” e com tripla destilação, é aromatizado com algas da Ria de Aveiro. Foi lançado a 21 de Maio e já tem encomendas de diversos países. Será caso para dizer que o gin também tem alma nacional?

O certo é que, hoje em dia, qualquer bar que se preze tem de ter várias marcas de gin e aquele que não servir gin tónico, pode crer, está condenado ao insucesso. Segundo o entendido de gins, do colectivo Gin Lovers, e autor (juntamente com Daniel Carvalho) do “Primeiro Livro Português sobre o Mundo do Gin - Vamos Beber um Gin?”, o jornalista Miguel Somsem, o grande problema do país ao nível do gin reside na falta de formação existente no mercado. “Os clientes, às vezes, sabem mais do que os bartenders. A maior revolução que precisa de ser feita é ao nível do serviço”.

Uma parte de gin para quatro partes de água tónica. Um copo grande, com capacidade superior a 60cl, muitos cubos de gelo, de preferência, de água mineral, especiarias ou cascas de limão ou laranja a infundirem. Uma receita simples que veio revolucionar o gosto por esta bebida por parte dos portugueses, quando antes um gin tónico era apenas isso, um gin tónico, a água tónica era a que havia e o preço era mais acessível do que um whisky ou do que um cocktail. Mas hoje as coisas mudaram a valer! E já ninguém gosta de beber gin num copo vulgar…

E o gin tónico é pedido de acordo com ingredientes específicos, ao gosto do consumidor: clássico (predominante de zimbro com um toque picante); cítrico (dominado pelos aromas de laranja, limão ou tangerina); spicy (reforçado com sementes de coentros, raiz de lírio, canela, cardamomo, pimenta e noz-moscada); ou herbal (com tomilho, hortelã, alecrim ou manjericão). Já para não falar da água tónica, que deixou de ser um mero líquido gasoso adocicado para diluir o álcool para passar a ser tão importante (ou mais, dizem os entendidos) do que o próprio gin. Uma boa tónica tem a capacidade de transformar um gin razoável num bom gin, mas uma má tónica tem o condão de transformar um bom gin num mau gin. Acreditem! E até aqui, os consumidores estão mais atentos…

Posto tudo isto, qual o futuro do gin tónico em Portugal? Miguel Somsen explica que essa é uma questão recorrente. E defende: “É uma bebida que está a dar. Está na moda e a moda renova-se, não desaparece. O gin terá de se renovar, caso as pessoas queiram continuar a bebê-lo. É, realmente, uma bebida com muita vida”. Acrescentando: “Os gins premium não são conversa, são um produto de qualidade gastronómica. O gin premium vai abrir a porta a mais produtos premium na área dos destilados e alimentação. Sim, os hambúrgueres também estão na moda. Mas algum de nós acredita que daqui a dez anos voltaremos a comer apenas hambúrgueres congelados? Não me parece”.

Anotem na agenda: o Dia Nacional do Gin Tónico assinala-se a 27 de Junho. Mais info em www.ginlovers.pt

E termino, com a receita para um gin tónico “standard”:
É preciso um copo-balão grande, uma colher alta e um doseador. É indispensável um bom gin (nem mais!), gelo, água tónica, um citrino (lima, laranja ou limão) e algumas especiarias (por exemplo zimbro, pimenta-rosa, cardamomo… etc).
1. Pressionem a casca do citrino contra o copo para espalhar os óleos.
2. Encham o copo de cubos de gelo e deixem gelar o copo. No fim, retirem a água que derreteu.
3. Adicionem 5cl de gin para cada 20cl de água tónica; vertam a água tónica pelo cabo da colher para perder menos gás.
4. Juntem as especiarias: três a quatro bagas de zimbro esmagadas; pimenta-rosa ou pimenta-de-sichuan.
5. Misturem com a colher... e desfrutem com amigos!!!
(e podem ir variando com outros gins, outras águas tónicas e outras especiarias).

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Bom, há 31, mais exactamente. Mas, inexplicavelmente, passou-me ao lado, no ano passado, o aniversário de um dos videojogos mais populares do mundo. Conhecido também como “o jogo de mente soviético”, a história do Tetris começou durante o período de Guerra Fria na URSS, quando os russos Alexey Pajitnov e Dmitry Pavlovsky trabalhavam no Centro de Computadores da Academia Russa de Ciência, em Moscovo.

Nessa altura, Alexey tentava levar para os ecrãs de computador o seu jogo favorito de Tetraminós. Este jogo de tabuleiro é composto por várias formas criadas com pequenos quadrados idênticos, e onde o objetivo é preencher uma área sem deixar espaços vazios. No fundo, é um puzzle mental. Com a ajuda do seu colega de trabalho, Dmitry Pavlovsky, eles acabaram por criar um simples jogo virtual com gráficos muito básicos e sem som. O jogo foi adaptado para o sistema Electronica 60. Ainda numa fase embrionária, o conceito deste projeto assentava em ir buscar todos os elementos dos puzzles com Tetraminós, adicionando algumas variáveis, como a gravidade e a imprevisibilidade da peça a usar a seguir. O jogo adicionava ainda um elemento de dificuldade: o aumento da velocidade à medida que as peças caiam. O objetivo para passar de nível era simples, criar linhas horizontais completas, que iam sendo eliminadas, abrindo espaço no ecrã para novas peças encaixarem. Caso fossem deixados espaços em aberto, a linha incompleta permanecia até que o “buraco” fosse preenchido.

Nesta altura de desenvolvimento, o jogo estava praticamente feito, tal como o conhecemos, com quase todas as mecânicas, mas eis que faltava o mais importante: o nome. Pajitnov “resolveu” este problema de uma maneira simples, agarrou nos Tetraminós e no seu desporto favorito, o Ténis, e assim nasceu o Tetris.
Vadim Gerasimov, foi também um elemento importante para a história do Tetris. O estudante da Academia Russa de Ciências, aproveitou os seus conhecimentos de programação e converteu o projeto de Pajitnov para computadores da IBM. A partir daqui, o Tetris tornou-se um fenómeno, pois os colaboradores do Centro de Computadores ficaram completamente viciados com o videojogo, ao ponto de colocarem em causa o seu trabalho.

No verão de 1985, o jogo, que continuava em desenvolvimento, recebeu cores. Esta atualização levou o jogo para as “ruas” de Moscovo e tornou-o ainda mais popular. O Tetris acabou, depois, por chegar a Budapeste, na Hungria, onde uma empresa de software inglesa o ficou a conhecer. Na altura, Pajitnov trabalhava para o governo soviético, por isso a sua propriedade intelectual pertencia ao Estado. Tal facto fez com que Pajitnov demorasse anos até receber qualquer tipo de receitas da sua criação… Mas na época, Pajitnov não tinha noção de que o Governo se podesse apoderar da sua propriedade intelectual. O Tetris tornou-se, assim, um catalisador de uma guerra de direitos entre a empresa governamental russa ELORG e algumas empresas ocidentais.

No meio destas batalhas legais, em 1986, apareceu nos Estados Unidos uma versão do Tetris para PC, que supostamente seria oficial. Este foi o primeiro jogo soviético a chegar ao público americano e foi comercializado como um símbolo cultural russo. Até então, era completamente diferente de tudo o que era comercializado nos E.U.A., onde o mercado estava saturado de videojogos de tiros, corridas e plataformas em vez de jogos que requeriam o uso da mente. Tal como todos os que já tinham experimentado o jogo antes, os jogadores ocidentais ficaram “colados” a esta novidade e o Tetris tornou-se extremamente popular. No entanto, ainda ninguém tinha direitos sobre o jogo.

Ao fim de alguns anos de batalhas legais entre empresas, incluindo a Atari, foram Henk Rogers e a Nintendo que conseguiram ficar com os direitos do jogo, em 1989. Com esta vitória, a Nintendo lançou o Tetris incluindo-o na sua consola NES e no popular GameBoy, com o objetivo de atrair mais consumidores. A versão de GameBoy apresentava-se sem cor e mas já incluia o seu tema icónico. Esta versão acabava por ser a mais parecida com o original de Pajitnov.
Para Pajitnov, 1996 foi um ano em grande, pois começou, finalmente, a receber royalties quando os direitos do jogo começaram a reverter para ele, em vez do governo russo. Aliou-se a Henk Rogers e ambos criaram a Tetris Company para tratar do licenciamento do jogo nos E.U.A., e começou a trabalhar na Microsoft, depois de se mudar para os E.U.A. cinco anos antes.

A popularidade do jogo foi-se alastrando ao longo dos anos e a febre do Tetris não tinha fim. O jogo até se tornou objeto de estudos científicos, onde alguns concluíram que demasiado tempo de exposição ao jogo fazia com que os jogadores vissem o mundo como peças de Tetris em termos de organização e de como tudo se pode encaixar. Essas reações ao jogo foram categorizadas como uma forma de alucinação chamada “O Efeito Tetris”. Saltando no tempo até 2012, o jogo foi passou a ser visto como terapia, prevenindo sintomas de stress pós-traumático.

Desde a sua criação, o Tetris tornou-se um fenómeno que se expandiu a diferentes culturas, raças e que atraiu não só jogadores, mas quase toda a gente. É, sem dúvida, um dos clássicos dos jogos eletrónicos e, mesmo passadas três décadas, em que se venderam mais de 170 milhões de cópias, continua a agradar a miúdos e graúdos. Durante todo este tempo apareceram centenas de imitações, versões alternativas e até melhorias do jogo, que são hoje acessíveis em quase todos os dispositivos eletrónicos e que continuam a vender milhões de cópias afirmando que foi e continua a ser um dos jogos mais populares da história dos videojogos. Trinta anos mais tarde e depois de já ter passado por todas as plataformas, o popular e viciante jogo mantém-se presente nas consolas de última geração. Quem nunca o jogou?


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30 anos depois, Mad Max regressa ao cinema, com Tom Hardy, Charlize Theron e muito barulho. Aliás, Charlize Theron é a grande e boa surpresa de “Mad Max: Estrada da Fúria”, um dos melhores filmes de ação (frenética) deste ano. Embora a presença de Max acompanhe o espectador do começo ao fim, sentimos que a personagem de Charlize, Imperator Furiosa, é a verdadeira protagonista deste Mad Max. É ela que põe a trama em movimento…

Um dos maiores riscos no cinema é voltar ao sítio onde já se foi feliz. Foi isso que fez o cineasta australiano George Miller, criador do pós-apocalíptico Mad Max. 36 anos exactos após o primeiro filme (1979), o próprio Miller recomeça a saga do lendário Mad Max. Mas falar num "quarto filme" não faz muito sentido. Não apenas por conta das três décadas que separam este Estrada da Fúria do Além da Cúpula do Trovão, mas principalmente porque Miller faz poucas referências ao passado da série. Aliás, nem há uma cronologia a ser seguida. O futuro apocalíptico parece, neste último, mais avançado no tempo, com mutantes e uma guerra por água que parecem dar seguimento ao que foi visto nos filmes anteriores. Depois, o "Mad" Max Rockatansky de Tom Hardy é visivelmente menos experiente do que o de Mel Gibson. Portanto, para lá do carro V8 Interceptor, no início do filme, e das assombrações da filha morta de Max, não há mais nada em Estrada da Fúria que sugira uma relação com as outras longas-metragens. A ideia era essa mesma, a de que este Mad Max se sustentasse sozinho, ou seja, ", se alguém nunca tivesse visto um Mad Max, pode desfrutar desta nova entrega e não se sentir perdido. Como afirma, Miller, “Nós partimos com a intenção de fazer um filme que tivesse princípio, meio e fim”.

Embora exista um elo comum, que torna todos os Mad Max parte de uma coisa só, tanto em termos de estética, como na acção, a substituição de Mel Gibson por Tom Hardy pode tornar-se o principal foco de discussão, por parte dos entendidos e dos fãs. Em 2015, Max continua a ser uma personagem de poucas palavras e olhos loucos, encarregado de liderar as cenas de acção, mas, claro, os dois actores têm níveis de carisma bem distintos, o que faz toda a diferença neste Estrada da Fúria. Depois, George Miller, embora tivesse as condições climáticas perfeitas no deserto da Austrália, viu-se obrigado a mudar os sets para a Namíbia. Portanto, esteticamente, este quarto filme não se diferencia assim tanto dos anteriores, com as paisagens de um alaranjado empoeirado infinito, mas mais rochosas e acidentadas do que nas planícies australianas.

Sobre a ambientação no futuro, Miller diz que, na sua mente, o enredo passa-se, efectivamente, num lugar como a Austrália, 45 anos depois de um evento apocaliptico. "Aquele lugar, um centro da Austrália, é como um microcosmo do mundo, com gangues a controlar recursos diferentes. Não há vegetação, e quando a personagem de Nicholas Hoult vê uma árvore, ele nem sequer sabe como chamá-la”, diz.

Após ser capturado por Immortan Joe (vivido pelo actor Hugh Keays-Byrne, que fez o vilão Toecutter no primeiro Mad Max), o guerreiro das estradas chamado Max vê-se no meio de uma guerra mortal, iniciada pela corajosa Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), na tentativa de salvar um grupo de jovens esposas do déspota. Também na sua tentativa de fuga, Max aceita ajudar Furiosa na sua luta contra Joe e vê-se dividido entre seguir sozinho o seu caminho ou ficar com o grupo. Após o “golpe” dado ao homem mais poderoso deste mundo desértico e decadente, o que se segue é uma perseguição implacável com boa música, muitos tiros, bólides artesanais, repletos de gadgets e formas originais de fazer guerra num filme em constante movimento. Além das brilhantes cenas de ação, no meio do deserto há espaço para crueldade, boas intenções, passados sombrios e improváveis heróis.

“Mad Max: Estrada da Fúria” pode ser considerado como o melhor filme de acção do ano e não fica nada a dever à mítica saga, sobressaindo – mantém os níveis de adrenalina no máximo. É um filme incansável, um espetáculo para os sentidos, emocionante, vibrante, electrizante. E está tudo lá, da tragédia à análise da condição humana. Ao mesmo tempo, com muitos carros, motas e perseguicões, Aconselhado para quem não tem arritmias…

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Adoro dar conta de bons projectos! “Gente bonita come fruta feia” é o lema de um projeto fantástico, que pretende associar bons ideais às pessoas que estão dispostas a comer fruta não normalizada, para evitar o desperdício. Na sociedade actual, no nosso país, em que cada vez há mais pobreza e até mesmo fome, deparamo-nos com a situação irónica e triste de cerca de 30% da fruta produzida em Portugal ser considerada desperdício porque, apesar de ser saborosa e de qualidade, não possui o aspecto “perfeito” em termos de cor, formato e calibre, que os canais de grande distribuição procuram e que os consumidores também escolhem. Ora, a cooperativa “Fruta Feia” nasceu com com o objectivo principal de canalizar essa parte da produção fruto-hortícola desperdiçada até aos consumidores que não julguem a qualidade pela aparência, combatendo, assim, uma ineficiência de mercado, e criando uma marca e um movimento que visa alterar padrões de consumo e gerar um mercado para a chamada "fruta feia”. Um mercado que agregue valor e combata tanto o desperdício alimentar, como o gasto desnecessário dos recursos utilizados na sua produção (água, energia e terrenos agrícolas). Missão: salvar fruta às toneladas!

Esta cooperativa de consumo “Fruta Feia” abriu a sua primeira delegação no Bairro dos Anjos, em Lisboa, em Novembro de 2013. Em apenas um ano de atividade, a cooperativa "Fruta Feia" conseguiu evitar que fosse diretamente para o lixo qualquer coisa como 100 toneladas de frutas e hortaliças. “A nossa meta era superar as 100 toneladas. Hoje em dia, estamos a trazer quatro toneladas do campo, o que, para os agricultores, representa um aumento bastante significativo na sua rentabilidade”, defende Isabel Soares, uma das fundadoras da cooperativa “Fruta Feia”. O projeto, único no panorama nacional, resulta de uma ideia de quatro amigos para aproveitar cerca de um terço da fruta e vegetais que os supermercados deitam para o lixo, por considerarem que não têm o aspeto perfeito que os consumidores procuram…

Hoje em dia, conta com dois pontos de entrega em Lisboa, 32 agricultores, 650 consumidores associados e uma lista de espera de 2.100, evitando, semanalmente, que cerca de 2 toneladas de fruto-hortícolas vão parar ao lixo! Com a abertura do último ponto de entrega da “Fruta Feia” na Parede, linha de Cascais, no passado mês, Isabel Soares considera ter sido dado mais “um salto no crescimento” do projeto e atingido um dos objetivos para Abril, que era descentralizar a distribuição em Lisboa.

Adiram a esta ideia! Mais informação em www.frutafeia.pt

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Este foi um visual masculino que ganhou corpo em 2014, mas que permanece em 2015, com força. A barba, tradicional ou com cortes mais ousados, tem vindo a ganhar o seu espaço, apesar de uma corrente anti-hipster que já começou a surgir nas redes sociais…

Quando se trata de barba, existe uma certa “concorrência” entre duas escolas estéticas: a americana (com mais detalhes e recortes) e a europeia, mais tradicional, à base de navalha e tesoura. O facto é que estas duas vertentes andam a fazer as suas trocas de influências, criando cortes que combinam as duas especialidades e dando mais alternativas aos adeptos do look “macho bem-cuidado” (o tal lumbersexual, de que já aqui dei conta). Porém, o que é bom destas combinações é que tornam o quotidiano mais diversificado e ajudam o homem a mudar de aparência. Na europa, contudo, as barbas em alta atingem dois extremos. Um, inclui a clássica barba rala, com acabamento leve, misturando a pele ao pelo (o chamado dirty look). O outro modelo de barba em alta, chamado de viking, soma barba cerrada e longa, com cabelos também compridos, às vezes presos em tranças.

Mas o que é certo, e como já devem ter reparado, os homens vão adoptando, cada vez mais, um rosto peludo. Até eu aderi à tendência! E estou a gostar muito de me ver de barba. Porque, não há dúvida de que o visual com barba está a ganhar mais e mais adeptos, e os próprios famosos como Ben Affleck, Jake Gyllenhaal, Matthew McConaughey, Jamie Dornan, George Clooney ou Hugh Jackman também promovem e impulsionam o uso da barba. Como vêem, não há dúvida. Pode ser uma barba bem acabada, cultivada e cuidada. Ou então, mais comprida, despenteada, ao estilo “homem das cavernas”. O certo é que as barba vieram mesmo para ficar.

Já agora, se se tornaram adeptos recentemente ou, pelo contrário, estão fartos da barba, aqui vos deixo 10 motivos não desfazerem a barba:
1.Os homens com barba são mais sexys
Uma pesquisa da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, mostrou a centenas de mulheres heterossexuais 10 fotos de diferentes etapas de crescimento da barba e pediu para pontuarem as fotos por atracção, masculinidade, saúde e potencial para serem namorados ou marido. Resultado: os homens que não desfaziam a barba há dez dias foram os mais populares entre mulheres pesquisadas. Já os homens com pouca barba, aquela de três/cinco dias, foram considerados menos atraentes pelas mulheres.
2.A barba protege contra o sol
Segundo uma pesquisa recente da Universidade de Southern Queensland, também na Austrália, os investigadores descobriram que as partes do rosto cobertas por barbas e bigodes, têm, em média, um terço a menos de exposição aos raios UV prejudiciais. O estudo foi feito no sol do deserto australiano com manequins com e sem barba (barbas de 3,8 e 8,8 centímetros). Os resultados mostraram que as barbas pareciam oferecer 90 a 95% de proteção contra o sol, dependendo do comprimento do pelo.
3.A barba mostra respeito
Com quem gostavam de ser parecidos, com o Ken ou o Falcon? Pois é! A cara sem barba passa a impressão de um homem mais jovem e, por esse motivo, as pessoas poderão não o levar tão a sério. Já com barba, transmitimos um respeito maior e mostramos uma cara mais experiente.
4.A barba economiza tempo
Já calcularam quanto tempo se perde a fazer a barba todos os dias? Considerando 10 minutos diários, num ano, dispensamos cerca de 60 horas, ou 2 dias e meio, com a máquina de barbear ou a Gillete na mão. Reduzam para uma vez por semana e será apenas 8 horas, quase um oitavo desse tempo…
5.A barba suaviza a pele
Ter barba significa não se cortar, nem irritar a pele com uma lâmina de barbear. “Barbear é, geralmente, a principal causa de infecções bacterianas na zona da barba”, explica o Dr. Martin Wade, dermatologista em Londres, Inglaterra. Com a barba, os homens também podem livrar-se de pêlos encravados e infecções na pele.
6.A barba desacelera o envelhecimento
Sabiam que o pêlo facial pode ajudar a manter a pele jovem e em boas condições? Isso deve-se ao facto dele impedir que a água deixe a pele por completo, mantendo-a hidratada e protegendo-a do vento, que a seca e perturba sua barreira protectora, de acordo com outro médico dermatologista, o Dr. Nick Lowe. “Além disso, se passar hidratante, a barba ou o bigode vão ajudá-lo a ficar muito mais tempo na pele do que num rosto exposto ou barbeado”, explica.
7.A barba alivia a asma
Homens com asma desencadeada por pólen e poeira deveriam deixar crescer os pêlos faciais para reduzir os sintomas. Bigodes que atingem a área nasal podem parar ou impedir que alérgenos entrem no nariz e sejam inalados pelos pulmões, de acordo com a especialista médica em pelo, Carol Walker, do Birmingham Trichology Centre, Inglaterra.
8.A barba ajuda a combater gripes, constipações e tosses
Barbas espessas, que crescem sob o queixo e o pescoço, aumentam a temperatura do corpo e podem ajudar a combater uma gripe ou constipação. “O pêlo é um isolante que mantém o pescoço quente. Uma barba espessa bloqueia o ar frio e eleva a temperatura do pescoço, tornando-se numa mais valia quando se está com uma gripe ou constipação”, explica Carol Walker. Quando se tem uma dor de garganta, por exemplo, o corpo aumenta a temperatura (febre) para matar o vírus. Quanto mais quente estiver e mais fluídos tomar, melhor equipado se fica para combater o vírus.
9.Cria um estilo próprio e mudar quando quiser
De cara lisa, barbeada, apenas tens um estilo. Agora, se usarem barba, podem optar por vários estilos: barba rija, por desfazer, bigode, barbicha, barba longa, entre outros…
10.Porque elas gostam mais e aprovam o visual com barba
As mulheres actualmente gostam tanto de homens com barba, que até elas próprias criaram campanhas femininas que apelam por pelos faciais masculinos. A página do facebook “Faça amor, não faça a barba” é um belo exemplo disso.

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Como sabem, a banda-desenhada é uma das minhas paixões. Não é à toa que vou todos os anos ao Festival Amadora BD. Ora bem, já li muito, mas desde “Crying Freeman”, fantástico "manga" com argumento de Kazuo Koike e desenhos de Ryoichi Ikegami, que nenhuma banda-desenhada tinha tamanho impacto em mim… Até começar a ler “The Walking Dead”. “The Walking Dead” é uma publicação de banda-desenhada, publicada, desde 2003, nos Estados Unidos pela Image Comics. Em Portugal está a ser editada pela Devir Livraria. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e o desenhador Tony Moore, que mais tarde foi substituído por Charlie Adlard (a partir da edição número 7), mas tendo continuado a desenhar as capas até à edição número 24.

Esta inusitada série narra a história de um grupo de pessoas que tenta sobreviver a todo o custo, num mundo atingido por um apocalipse zombie. A mesma não teve grandes vendas por ocasião do seu lançamento, mas veio a ganhar enorme popularidade com o tempo. Para que tenham uma ideia, em 2006, a primeira tiragem da trigésima terceira edição da série esgotou em apenas 24 horas.

“The Walking Dead” centra-se em Rick Grimes, um oficial de polícia de uma cidade no estado de Geórgia/E.U.A. Também acompanha a trajetória da sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para se manterem vivos, depois do mundo ter sido infestado por zombies. Uma epidemia de proporções apocalípticas varreu o globo, fazendo com que os mortos se animem e comecem a se alimentar dos vivos. Com o avançar da série, as personagens tornam-se mais desenvolvidas e as suas personalidades vêm ao de cima sob a tensão do tal apocalipse zombie, especialmente a de Rick.

Tudo começa quando Rick e o seu parceiro Shane participam num tiroteio e Rick é baleado, entrando em coma. Ao acordar num hospital, ele descobre que os mortos-vivos infestam o edifício e cidade inteira está destruída e deserta. Bem, não completamente deserta, afinal há zombis por todo o lado... E empreende uma viagem interminável… Desde reencontrar a família, a ser torturado por um homem louco que se autodenomina "O Governador", a confrontar-se com humanos canibais no caminho, etc. Rick e os seus amigos descobrem, sobretudo, que têm muito mais a temer para além dos pútridos mortos-vivos…

“The Walking Dead”, além da grande correria e da luta pela sobrevivência, tenta passar a ideia de uma sociedade nova que surge num mundo que tal como o conhecemos, desapareceu. O mundo do comércio e das necessidades frívolas foi substituído por um mundo de sobrevivência permanente e de responsabilidade. Numa questão de meses, a sociedade desmoronou-se, deixou de haver governos, lojas de víveres e mantimentos, deixou de haver correio, televisão por cabo, internet… O grupo de personagens principais tenta viver uma vida normal em sociedade, convivendo com outras pessoas, porque, para lá do princípio da série assentar em matar zombies, o conflito principal reside entre as pessoas, nos seus interiores e pesadelos. Nos seus conflitos por sobrevivência, na procura de armas e de um lugar para viver, na tentativa de cultivar alimentos num lugar grande, de formar uma sociedade no meio do caos. Assim, nesta banda-desenhada vamos engolindo muitas vezes em seco. Porque acontecem coisas inimagináveis, sofremos mas acabamos por compreender as atitudes extremas das personagens. E todo o ritmo dos livros está pensado como se de uma tela animada se tratasse. Deparamo-nos muito com um suspense ao jeito cinematográfico…

Ainda não me atrevi a ver a série de TV. Não enquanto não acabar de ler a BD… Isto porque temo o que acontece com os livros. Os filmes que deles derivam deixam sempre muito a desejar face ao original. Mas em 31 de Outubro de 2010, estreou, nos Estados Unidos, a série de televisão baseada nos livros de quadradinhos. No seu primeiro episódio, a série registou um recorde de audiências, tendo sido vista por cerca de 5,3 milhões de espectadores nos E.U.A. Entretanto, a banda-desenhada de “The Walking Dead” foi premiada com vários títulos: um Eisner Award em 2010 para “Best Continuing Series” (Melhor série contínua), um Harvey Award em 2010 para “Best Writer” (Melhor Argumento) e a Melhor série na Comic-Con de 2010. Por isso, aconselho! Experimentem ler “The Walking Dead” em BD e deixem-se surpreender... Por cá, está para sair o 12.  livro, sendo que cada um compreende 5 a 6 edições americanas. Mal posso esperar!

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Eis o primeiro blockbuster do ano. E eu tive o privilégio de ir à sua ante-estreia, na passada terça-feira, às 00h01 (hora em que em muitos outros lugares do mundo ocorria a mesma ante-estreia). Eles estão de volta! Todos e mais alguns novos. “Vingadores: A Era de Ultron”, produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Pictures, é a segunda grande-metragem baseada na equipa de super-heróis da Marvel Comics, com o mesmo nome. Este novo filme surge como sequência de “Os Vingadores”, de 2012, e representa já o décimo primeiro filme do universo cinematográfico da Marvel. Novamente realizado por Joss Whedon, volta a aglomerar um elenco de grandes proporções, incluindo Robert Downey, Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner e Chris Hemsworth. James Spader aparece como Ultron e Samuel L. Jackson, Don Cheadle, Paul Bettany, Stellan Skarsgård e Idris Elba são secundários de peso. Esta continuidade da união dos heróis da Marvel fora anunciada em Maio de 2012, após o lançamento muito bem sucedido do primeiro filme. A escolha do super elenco começou em Junho de 2013, com a renovação do contrato de Robert Downey, Jr. para mais dois filmes da saga.

Aqui, os Vingadores unem-se mais uma vez para combater uma ameaça comum. Tony Stark, o Homem-de-Ferro, tenta iniciar um plano de manutenção para a paz mundial. Mas, às vezes, as boas intenções caem em saco roto e quando a tecnologia utilizada falha, algo surge. O projeto acaba mesmo por dar para o torto, gerando o nascimento do Ultron e o destino do mundo torna-se turvo e ameaçador. Então, os super-heróis mais poderosos do planeta Terra, incluindo o Homem-de-Ferro, o Capitão América, o Deus do Trovão Thor, o Incrível Hulk, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro são colocados à prova, enquanto tentam salvar o planeta da destruição pelo terrível e infernal vilão tecnológico, empenhado na extinção humana, Ultron.

Em Sokovia, os Vingadores invadem um posto avançado da H.I.D.R.A., liderado pelo Barão Wolfgang von Strucker, que tem feito experiências em humanos fazendo uso do ceptro de Loki. Aí, eles encontram duas das experiências de Strucker: os gêmeos Maximoff: Pietro (Mercúrio), que tem velocidade sobre-humana, e Wanda (Feiticeira Escarlate), que pode manipular mentes e lançar rajadas de energia. Uma vez inimigos, mais tarde, estes dois mutantes acabam por se aliar ao gurpo. Ultron, após "destruir" J.A.R.V.I.S, foge e passa a utilizar os recursos da base de Strucker para evoluir para um corpo melhor e construir um exército de robôs. Ele “recruta” os gémeos Maximoff, que possuem um enorme rancor contra Stark.

Nick Fury entra em cena e incentiva a equipa a formar um plano para parar de vez Ultron. Em Seul, Ultron força a amiga de Bruce Banner, Dra. Helen Cho, a usar a sua tecnologia de tecido sintético, juntamente com a gema do ceptro, para criar o corpo perfeito para ele e deixar de vez o metal. Eis que, quando Ultron começa a fazer o upload para um novo corpo, Wanda lê a sua mente e acaba por descobrir o seu plano para a extinção humana. A partir daí, os Maximoff tentam desligar Ultron, mas sem sucesso. E começa uma grande caçada…

Frágeis alianças e acção inesperada, com muitos e bons efeitos especiais, traçam o caminho para uma aventura épica e única. A sua duração é de 160 minutos, ou seja, 2 horas e 40 minutos, quase 20 minutos a mais que o primeiro filme. A continuação de ‘Os Vingadores’ torna-se, assim, no filme mais longo do universo Marvel. E outro "recorde" confirmado é o de maior número de efeitos especiais da história do estúdio. São 3.000 cenas com efeitos especiais. Portanto, entretimento puro, adrenalina no máximo expoente, aconselhado para fãs, este é mais um filme de super-heróis que não podem perder.

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A manequim portuguesa, Sara Sampaio, foi escolhida entre as mulheres mais bonitas do mundo para “anjo” nos afamados desfiles da marca Victoria’s Secret. O anúncio foi feito nesta terça-feira, na conta de Twitter da marca, que contempla os dez novos nomes promovidos a “anjos”. Após Doutzen Kroes e Karlie Kloss terem terminado os seus contratos com a Victoria’s Secret, muitos foram os que ficaram curiosos para saber quem iria substituir estas duas “tops” no selecto grupo! Assim, para matar a curiosidade dos fãs e do público em geral, a marca americana de lingerie anunciou aos sete ventos os nomes das novas “angels” que prometem arrasar neste ano!

A modelo portuguesa Sara Sampaio, de 23 anos, torna-se na mais nova integrante do grupo de beldades da Victoria’s Secrets. A morena, nascida no Porto, foi apontada como a nova estrela da marca, que já conta com outras modelos de renome como Adriana Lima, Alessandra Ambrósio e Miranda Kerr. Convém lembrar que até grande Gisele Bündchen já integrou o rol de “angels” da famosa marca. A gigante norte-americana, que optou pelas redes sociais para avançar com a novidade, revelou os nomes dos restantes nove “anjos”: Kate Grigorieva, Taylor Hill, Elsa Hosk, Martha Hunt, Jac Jagaciak, Stella Maxwell, Lais Ribeiro, Romee Strijd e Jasmine Tookes.

Com esta “promoção”, Sara Sampaio subiu às nuvens. Depois de quatro anos a trabalhar para esta conceituada marca de lingerie, a modelo portuguesa ganhou asas e lança-se em pleno voo. A portuguesa, que figura entre as cem mulheres mais belas do mundo eleitas pela revista Maxim, junta-se agora a nomes e rostos conhecidos do público em geral, como as brasileiras Alessandra Ambrosio e Adriana Lima, mas também Candice Swanepoel e Lily Aldridge.

“Ainda não acredito que finalmente aconteceu. Eu trabalho com a Victoria’s Secrets há 4 anos e sempre foi o meu sonho tornar-me um dos anjos da marca. Hoje, esse sonho tornou-se realidade. Sou oficialmente um dos Anjos”, escreveu Sara Sampaio no seu perfil de Facebook. “É com muito orgulho que represento a Victoria’s Secret, e mal posso esperar por esta nova etapa na minha carreira. Quero também agradecer aos fãs por todo o carinho e apoio, não estaria aqui sem vocês”, prossegue a modelo.

Parabéns, Sara! Agora, o mundo da moda vai-se render ainda mais ao encantos desta musa portuguesa.

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A companhia aérea portuguesa está a comemorar o seu 70.º aniversário. A nossa companhia aérea de bandeira nasceu em 1945, no dia 14 de Março. “A TAP é, provavelmente, a única companhia aérea do mundo cujo fundador é um herói da liberdade”. Esta frase, da autoria de Frederico Delgado Rosa, neto e biógrafo de Humberto Delgado, o General Sem Medo, abre o texto que assina nas páginas da revista de bordo UP, colocada no banco da frente em todos os 77 aviões da TAP, que todas as semanas levantam voo cerca de 2500 vezes. Foi o criador, o então tenente-coronel Humberto Delgado, que baptizou a companhia: Transportes Aéreos Portugueses.

A operar desde 1945, a companhia tem o seu Hub em Lisboa, plataforma privilegiada de acesso na Europa, na encruzilhada com África, América do Norte, Central e do Sul. A Rede da TAP, líder na operação entre a Europa e o Brasil, cobre atualmente 84 destinos em 35 países a nível mundial.

Desde sempre, tem havido uma ligação sentimental muito forte entre os portugueses e a TAP… E tempos houve em que voar era uma verdadeira experiência, quando a TAP servia a bordo caviar e charutos aos viajantes em 1.ª classe, coisa que não se via noutras companhias. A primeira conexão comercial da TAP foi Lisboa-Madrid, iniciada a 19 de Setembro de 1946. Só em 1947 se estabeleceu a carreira regular Lisboa-Porto.

Nos anos 50, a grande aposta da companhia era África e com a aquisição dos C-54 Skymaster, em 1954, e dos Super-Constellation, no ano seguinte, a duração da viagem Lisboa-Luanda-Lourenço Marques foi reduzida a 22 horas. Por esta altura, já a TAP tinham passado a empresa privada de capitais públicos. E a década de 60 marca o grande avanço na companhia aérea de bandeira. Com a chegada dos três Caravelle, a empresa alarga o número de rotas para mais capitais europeias. Em 1967, quando a TAP se torna a primeira transportadora aérea europeia a voar exclusivamente a jacto, já tinha atingido o milhão de passageiros.

Numa altura em que andar de avião era um luxo acessível a muito poucos portugueses, devido ao elevado preço dos bilhetes, os que tinham esse privilégio sublinhavam a segurança que sentiam a bordo, a simpatia das hospedeiras e o requinte: na TAP, pasmem-se, as refeições eram servidas em loiça de porcelana e incluíam vinho, até na classe turística. Aliás, "TAP" e "segurança" são duas palavras que desde sempre andaram juntas.

Em Abril de 1975, a TAP foi nacionalizada e é nesse mesmo ano que também protagoniza uma das operações de resgate de cidadãos: a ponte aérea entre a metrópole e as ex-colónias, onde a situação social era explosiva. Os aviões descolavam com a carga máxima. Na década de 80, a situação económica não melhora. A empresa tem mais de dez mil trabalhadores e a subida dos preços dos petróleo, que obriga ao aumento dos preços dos bilhetes, afastam potenciais clientes que já vêem as viagens de avião como um direito democrático a que podiam ter acesso. Ainda assim, em 1988, após se "ter desfeito" de 21 aviões, investe em novos aparelhos mais económicos, os Airbus A310-300.

A crise na aviação a nível global, decorrente da Guerra do Golfo, também atinge a TAP que, no início dos anos 90, vive ainda dias conturbados de agitação social e laboral. Em 1994 é criado o Plano Estratégico e de Saneamento Económico-Financeiro, que divide a companhia em três unidades de negócio: transporte aéreo, "handling" e manutenção. Mais tarde, em 2000, há uma mudança de gestão na TAP: às escolhas políticas para a presidência da empresa sucede uma equipa de gestores profissionais, liderada pelo brasileiro Fernando Pinto, que ainda hoje se mantém no cargo.

Infelizmente, os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001 dão mais uma machadada na aviação comercial, mas, por cá, ao contrário, a TAP vive mudanças estratégicas que marcam o início de uma década de recuperação. Após muitos anos de acumulação de prejuízos, 2003 é o primeiro com lucros. Surge o Grupo TAP e cresce o número de rotas.

Actualmente, em vias do processo de privatização, o Ministro da Economia, Pires de Lima, argumenta que "é o melhor para salvaguardar o futuro da TAP, porque a empresa precisa de capital para crescer". Apesar de tudo, muitos temem a perda da companhia de bandeira nacional…

E bons ventos continuam a soprar... A TAP, que transportou 11,4 milhões de passageiros em 2014, foi eleita a terceira companhia aérea mais segura da Europa, por ter um dos rácios mais baixos entre incidentes e tráfego aéreo dos últimos 30 anos. A empresa ocupa o 13.º lugar a nível mundial.

Há várias iniciativas que vão assinalar o 70º aniversário da TAP. As mesmas podem ser consultadas aqui: http://www.tap70.com/pt/



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Quem diria? Há 10 anos atrás, um vídeo banal de 20 segundos, num mero jardim zoológico, marcou o início do projecto Youtube. Hoje, envolve mil milhões de pessoas por mês e a cada minuto recebe 300 horas de vídeo. É obra!

Actualmente disponível em 73 países e 61 línguas, uma das página mais populares da internet, que assenta na partilha de vídeos, nem existia há uma década atrás. Embora o domínio Youtube tenha sido registado a 15 de Fevereiro de 2005, foi só a 23 de Abril desse mesmo ano que foi carregado o primeiro vídeo. Por isso, é mesmo hoje que está a celebrar uma década de existência.

Esse curto vídeo assentava numa conversa banal num jardim zoológico, sobre os elefantes e a tromba grande que têm. Quando o fez, Jawed Karim, um dos três jovens criadores do Youtube, não imaginava que em apenas 10 anos, a página envolveria mais americanos adultos do que qualquer canal de cabo, nem que 80 por cento das visualizações aconteceriam fora dos Estados Unidos. E hoje, conseguiriam passar sem esta ferramenta? Penso que não!

O Youtube assinalou o seu o 10º aniversário com um vídeo incrível. Luc Bergeron liberou um vídeo de 3 minutos, que conta a historia sobre o Youtube. Em jeito de comemoração, Luc, que tem um canal muito famoso chamado “Zapatou”, compilou cerca de 200 dos clipes mais memoráveis num mashup incrível, que vão dos vídeos mais fofinhos aos mais engraçados, como “Leave Britney Alone” ou “Tiny Hamster Eating Tiny Burritos”, que chega a ser emocionante. Podem vê-lo aqui: https://youtu.be/wPd0MumNLbg

Parabéns ao Youtube, o mestre dos vídeos virais!


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Nós já conhecemos milhares de mundos para além do Sistema Solar, mas nenhum se compara à nossa querida Terra... Esta afirmação é da NASA. Quando falamos de Astronomia, pensamos logo em planetas, luas, cometas, asteróides, estrelas e galáxias distantes. Actualmente, mais de 1.800 planetas fora do Sistema Solar foram já catalogados. Estamos sempre à procura de coisas novas nos planetas mais longínquos, mas que tal se prestarmos mais atenção àquele planeta que é o único (pelo menos, que se conheça até agora), que pode abrigar vida? Estou a falar do nosso querido Planeta Terra.

Hoje, 22 de Abril, é o Dia da Terra, a celebração anual de suporte para a proteção ambiental, com mais de 192 países participantes. A Terra tem tudo aquilo que buscamos noutros planetas: oceanos, lagos, água, gelos, desertos, florestas, atmosfera e, claro, a vida (em abundância). Este ano, assinala-se o 45º aniversário do primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, para muitos, o berço do movimento ambientalista moderno.

2015 pode ser o ano mais emocionante da história ambiental. O ano em que o crescimento económico e a sustentabilidade dão as mãos. O ano em que todos os líderes mundiais finalmente concordam em assinar o tratado de alteração climática. O ano em que os cidadãos e as organizações se despojam de combustíveis fósseis e aplicam o seu dinheiro em soluções de energia renovável… Era o ideal, verdade? Por isso, é preciso que todos tomemos uma posição neste Dia da Terra, para que, juntos, possamos mostrar ao mundo uma nova direção. É a nossa vez de liderar. Para que nossos líderes mundiais possam acompanhar o nosso exemplo. Visitem o site www.earthday.org para saber tudo e para assinar a petição pelo clima.



O maior site de buscas da internet, o Google, também fez a sua parte e juntou-se para celebrar o Dia da Terra, ao lançar um “doodle” especial, acompanhado de um Questionário do Dia da Terra, onde qualquer usuário pode fazer um teste e descobrir que animal poderia ser. Vão lá ver!

Tal como no ano passado, com o evento Global Selfie (quando a NASA reuniu fotos de internautas ao redor do mundo para montar um mosaico), este ano a NASA irá criar um vídeo, que vai reunir as melhores imagens enviadas com o hashtag #NoPlaceLikeHome. Tirem uma fotografia de vosso lugar favorito, pode ser um campo, um lago, um rio, uma praia ou uma estrada no meio do deserto, tanto faz. Mas fotografem o lugar que mais vos apraz. E talvez a vossa imagem possa ir parar ao clipe oficial da NASA, comemorativo do Dia da Terra 2015… Vocês podem pode encontrar o evento oficial o Dia da Terra 2015 no Facebook, no Google+ e no Flickr. Confirmem a vossa presença e convidem amigos!

Tratem de cuidar melhor do nosso Planeta Terra, afinal de contas, ele até pode ser um pálido ponto azul no espaço, mas para nós, ele é tudo o que temos... é o nosso Lar. Por isso, neste dia 22 de Abril, todas as pesquisas, imagens e descobertas acerca do nosso querido planeta poderão ser divulgadas, se usarem o hashtag #NoPlaceLikeHome. E adoptem as fáceis medidas aqui descritas: www.stopglobalwarming.org/take-action/action-items. Façam parte, tomem iniciativa! Vamos celebrar, juntos, o Dia da Terra 2015!


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A ante-estreia desta semana a que fui coube à longa-metragem “Noite em Fuga”, a nova incursão de Liam Neeson em filme de acção, realizado por Jaume Collet-Serra. Ao fim de três décadas a trabalhar para criminosos, o mafioso de Brooklyn e prolífico assassino, em tempos conhecido como "The Gravedigger", Jimmy Conlon (Neeson) encontra-se reformado e, assombrado pelos erros e mortes do passado, entregue completamente ao álcool. Amigo de longa data do chefe da máfia Shawn Maguire (Ed Harris), Jimmy não é penas perseguido pelo penoso passado, mas também por um obstinado detetive da polícia (Vincent D’Onofrio), que há 30 anos o tenta prender.

O único consolo de Jimmy, nos últimos tempos, encontra-se no fundo de um copo de whiskey. Digamos que já viu melhores dias... Mas quando o seu filho Mike se torna um alvo a abater, Mas quando descobre que o seu filho Mike (Joel Kinnaman), que havia abandonado há muito, se torna no novo alvo a abater por parte da organização onde trabalhava, Jimmy vai entrar numa verdadeira corrida contra o tempo. Num verdadeiro dilema, Jimmy é obrigado a escolher entre a família de criminosos e aqueles que abandonou há muitos anos. E tem apenas uma noite para salvar o seu filho e ajustar contas com os seus, agora, novos inimigos.

Embora possa parecer que já vimos um filme deste tipo antes, o certo é que “Noite em fuga” é um thriller elegante e repleto de acção, com Liam Neeson no seu melhor melancolismo, planos de câmara inusitados, com fantásticos movimentos e um vilão em grande, a cargo de Ed Harris. O realizador Jaume Collet-Serra (que anteriormente se associou a Neeson para "Non-Stop" e "Unknown") emprega, de facto, alguns movimentos de câmara fabulosos, à medida que a acção faz vai e vem de Manhattan para diversos bairros.

Com um elenco de actores que também compreende Génesis Rodríguez, o cantor Common, Boyd Holbrook como Danny Maguire, Holt McCallany, John Cenatiempo, James Martinez e o veterano Nick Nolte, este é um filme bem agradável para quem gosta de acção e intriga no cinema. Mais info em http://runallnightmovie.com

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Já começaram a ser famosos no ano passado, mas estes veículos aéreos não tripulados, usados para fins recreativos, já estão à disposição de qualquer fotógrafo. E agora, ao olhar para o céu e vermos um destes pequenos robôs com câmaras fotográficas ou de filmar, podem ficar descansados. Não são OVNIS, não se tratam de extraterrestres, nem de adereços de filmes de ficção científica, como Star Wars. Os drones são apenas uns pequenos veículos aéreos, com controlo remoto, usados para produzir imagens aéreas através de uma panorâmica única. E, claro, estão rapidamente a conquistar fãs por todo o lado, tanto profissionais da área, como amadores. Isto porque os drones são das máquinas mais úteis na área da fotografia, uma vez que proporcionam uma perspetiva diferente das fotos tiradas a partir de aviões e helicópteros. Mas se as imagens tiradas pelos drones são, de facto, fantásticas, quem os usa tem que ter muito cuidado para não o fazer em sítios com muitas pessoas por perto. Podem ser perigosos, quando usados incorretamente…

Então, afinal, como funcionam? Há vários, mas os drones mais básicos têm uma bateria, um sensor no meio e três ou quatro hélices. Têm também GPS, rádio e, claro, uma câmara. Um aparelho não tripulado deste género pode chegar aos 80km/h, sendo controlado remotamente, o que ajuda a orientar o sentido da câmara. Depois, as imagens produzidas podem ser monitorizadas por computador, tablet ou smartphone. Quanto aos preços destas engenhocas, variam entre os €1.000 e os €2.200 e não são difíceis de encontrar. Agora, muita atenção, pois, dependendo da lei de cada país, há zonas onde os drones são proibidos de sobrevoar (em Portugal, ainda estão a ultimar as regras e, para já, vigoram as “Leis do Ar”). Aliás, a lei de uso de drones é um pouco problemática. França é um dos poucos países que já estabeleceu algumas normas especificamente destinadas a regular o uso comercial e civil dos drones. A maioria dos países ainda não tem regulamentação, como é o caso do nosso país. A explicação para este vazio legislativo pode estar relacionada com a controvérsia instalada à volta destes gadgets que são, muitas vezes, comparados a drones militares.

Graças à sua crescente popularidade, a fotografia realizada com recurso a drones deu até origem a uma rede social própria, batizada de Dronestagram, plataforma que se centra na partilha de fotografias tiradas com drones por todo o mundo. Com cerca de 10 mil membros, e com o patrocínio de uma publicação lendária na história da fotografia, a National Geographic, o site até já promoveu competições dedicadas à fotografia tirada através de drones. “Trata-se de uma nova linguagem visual, uma nova forma de ver e descobrir o mundo, uma espécie de novas camadas de imagens”, defende Eric Dupin, fundador do Dronestagram e grande entusiasta da fotografia aérea. Para Eric, este sofisticado gadget apresenta enormes benefícios: “Os drones podem ir a sítios onde nenhuma outra engenhoca pode ir e fotografar de ângulos incríveis”, argumenta.

Mas há mais! O Pocket Drone (ou drone de bolso) foi criado para todos os interessados em tirar belas fotografias aéreas com uma câmara comum. É pequeno e leve, e até pode ser transportado numa mochila. “A ideia é ser capaz de ver, a partir de cima, e perceber o nosso mundo de uma nova e entusiasmante forma, com aplicações que vão desde as selfies aéreas (as já chamadas dronies), a algo mais complexo, como registar alterações ambientais”, explica Timothy Reuter, CEO da AirDroids, empresa por detrás do Pocket Drone. No entanto, quem pilota o drone não se pode limitar apenas a brincar durante o seu “vôo”. “Temos quer ter sempre atenção se estamos a interferir com a aviação tripulada, ou se não tiramos fotos a quem não quer ser fotografado”, diz Reuter.

Não há dúvida, estas máquinas voadoras com câmaras vieram para ficar e são muito apreciadas por fotógrafos, jornalistas e outras profissões da comunicação social. Podem ser facilmente transportadas para todo o lado e dão oportunidades únicas de obter grandes fotografias, o que significa também menos custos para as tirar.

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Josh Lane, designer gráfico e ilustrador de 27 anos, natural de Kansas, Missouri (E.U.A.), transportou super-heróis para um mundo de mitos ao desenhá-los, com muita criatividade, em hieróglifos. Nesta série, no original chamado de “hero-glyphics”, o artista une algumas das personagens mais conhecidas de todos os tempos, tanto da televisão como do mundo da BD, ao antigo Egipto.

Mas o que o motivou a tal? Segundo Josh, ele sempre teve a tendência de ler muito depressa, e uma vez leu a palavra “hieróglifo” como se fosse “heróiglifo”. A partir daí, começou logo a imaginar possíveis cenários e combinações de heróis...

Ora, os super-heróis são fragmentos de um mito quebrado. Num mundo científico racional, que deixou para trás os deuses e os monstros que uma vez povoaram lendas e religiões sustentadas, estes últimos seres sobrenaturais andam abertamente no nosso mundo, sendo combatentes fantasiados do crime dotados de incríveis poderes. Portanto, é natural, para os super-heróis, este "regresso" ao mundo antigo, cujos mitos e magia eles encarnam sob uma nova forma. Nos "hero-glyphics" de Josh Lane, os super-seres fantasiados – dos X-Men aos Power Rangers e Teenage Mutant Hero Turtles, aparecem em papiros egípcios no lugar de Osíris e Anubis. Para complicar mais as coisas, eles incluem também Thor, um super-herói com origem num Deus Viking. Isto confirma o sentido de que as tiras antigas egípcias de Lane são meros exercícios de mitologia comparativa.

É sabido que “realidades” como Star Wars e os super-heróis da Marvel fazem parte da mitologia moderna. É exactamente por isso que estas peças do artista Josh Lane, apresentando heróis dos mais variados quadrantes, mas processados ao estilo dos antigos hieróglifos egípcios, são muito, mas mesmo muito giras e “cool”. No total, há doze peças criadas. Três que apresentam heróis da Marvel Comics: os Vingadores, os X-Men e o Homem-Aranha. Claro, Star Trek e Star Wars também estão incluídos (como não poderiam estar?). A cultura dos videogames é representada com Legend of Zelda, e uma parte de Firefly. As Teenage Mutant Ninja Turtles e os Power Rangers também fazem a sua aparição. E até mesmo personagens de Kick-Ass, de Mark Millar, aparecem nesta série. Até a série Futurama, dos autores de "Os Simpsons", está presente. Mas porque não há quaisquer heróis da DC? Hum, acho que é preciso uma outra série destes Hero-Glyphics para corrigir esse lapso…

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