Quem não se lembra da mítica Bola Nivea? Alta e imponente, ela reinava nas praias portuguesas e fez parte do nosso imaginário infantil e juvenil. Era nesta bola que todos combinavam encontros com os amigos, numa era sem smartphones, nem beepers. E não havia que enganar: "encontramo-nos ao pé da Bola Nivea", dizíamos…

Essa "majestosa" torre foi testemunha de muitos encontros, namoros e brincadeiras, durante imensos Verões. Muita vida acontecia à sua volta… A Bola Nivea tornou-se ponto de referência em todas as praias deste nosso Portugal. Era uma espécie de posto de vigia patrocinado pela célebre marca da lata azul. Um verdadeiro “farol” num mar de gente, de toalhas e areia.

Embora a Bola Nívea esteja extinta das nossas praias, marcou toda uma geração. No tempo em que só havia “Olá” de laranja, “Olá” de ananás, Super Maxi e Epá, e fazíamos o famoso pedido “dá-me uma chupa, vá lá”. Numa altura em que se jogava ao prego na sombra dos toldos… em que a vida era bem mais simples. Tudo o que precisávamos para ser mais felizes estava ali, a escassos passos daquele ícone.

A grande bola azul foi mesmo um marco! Capaz de servir de localização, de ponto de encontro e até de sombra. Embora fosse muito mais do que um meio de divulgação da marca, o certo é que quem se lembrou de tal estratégia de marketing foi sobejamente bem sucedido. Conseguiu colocar a marca na boca de toda a gente, passando a fazer parte da nossa cultura de então, finais da década de 70 e toda a de 80.

Uma bola azul, que embora solitária, nos fez muita companhia. E tantas histórias ela teria para contar... Tornou-se, de facto, num símbolo nacional e persiste na nossa memória. Foi rainha numa altura em que não havia telemóveis… RIP!


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Estamos muito habituados a pensar em vinho tinto ou branco, assim como rosé, mas uma marca chamada GIK está prestes a virar tudo do avesso…
Feito a partir de uvas cultivadas em La Rioja, León e Castilla-La Mancha, em Espanha, o extraordinário vinho GIK é de cor azul, daquele tom forte para ser mais específico. A marca espera, com esta novidade, vir a seduzir os consumidores mais jovens, que podem não aderir aos vinhos convencionais.

Sem tradição viticultora, um grupo de seis amigos espanhóis inovam o mundo da enologia ao produzir o GIK, primeiro vinho de cor azul do mercado, como resultado de um desafio. O vinho demorou dois anos a ser desenvolvido, e os jovens tiveram ajuda de pesquisadores da Universidade do País Basco e do departamento de pesquisa alimentar do governo basco.

"O mundo do vinho leva séculos sem mudanças", diz Aritz Lopez, de 22 anos, um dos sócios da GIK Live, de Bilbao e estudante de Publicidade e Relações Públicas. "Nós não gostamos da aura que normalmente rodeia o vinho, sempre com a obsessão quanto à denominação de origem. Não tem nenhuma tabela ou envelhecimento: misturamos diferentes uvas. Não é de sobremesa ou aperitivo, cada um bebe-o quando quer. E não tem denominação de origem, porque trabalhamos com várias vinícolas”. Bom, razão pela qual os puristas possam vir a dizer, então, que não se trata de vinho. “É claro que é vinho”, defende Lopez, “mas simplesmente não é um vinho típico. É um vinho para todos, sem regras ou preconceitos, sem convenções herdadas. GIK é um ato de revolução poética, e azul é a bandeira perfeita para esta revolução", diz, reivindicando uma cor associada com a mudança, fluidez e tecnologia. E parte diversão.

A cor azul é obtida a partir de pigmentos naturais. Ao trabalharem o desenvolvimento do seu produto, com um vinho de base púrpura, feito a partir de uvas brancas e uvas vermelhas, em seguida descobriram que a pele da uva tem um pigmento azul chamado “antocianina”, e depois um outro, o “indigocina”. Assim, a partir de uma base de mistura com uvas brancas e tintas, é acrescentado o tal pigmento “antocianina”, extraído a partir da pele das uvas vermelhas. Depois adiciona-se um outro pigmento orgânico, o “indigocina” e, por fim adoçantes naturais “não calóricos”. GIK é, por isso, fácil de beber, doce, com 11,5 ° de álcool e azul.

Num ano, já foram vendidas 70 mil garrafas e, neste momento, são produzidas mais de 16 mil garrafas por lote. O GIk já se encontra disponível em bares e restaurantes na Alemanha, França, Holanda e Suíça, chegando agora a Portugal através do canal online. Segundo a marca, este novo vinho tem tudo para ser o "hit" do Verão. Recomenda-se que seja servido bem frio, devido à sua doçura… Quem quiser experimentar, pode comprar uma garrafa do vinho azul pelo e-mail ventas@gik.blue


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Ora aqui está uma campanha bem “esgalhada”. A nova campanha da ONG francesa AIDES talvez seja boa demais, porque demasiado bela para ser entendida como uma campanha para promover o sexo seguro. Cartazes eficazes? Não sei, mas não deixam de ser fantásticos. A organização aproveitou o Euro 2016 Euro, de decorre atualmente para a lançar.

A agência TBWA Paris foi a responsável por criar a campanha "Make Love, Not War" para a AIDES, que apoia doentes com SIDA. Com o objectivo de sensibilizar o público para a importância do uso de contraceptivos, a agência "despiu" alguns dos países que estão na competição europeia de futebol, incluindo Portugal.

Trata-se de um conjunto de quatro cartazes de grande formato que mostram diferentes casais, celebrando todas as sexualidades e completamente nus, com apenas o desenho das bandeiras dos respectivos países sobre a tinta que lhes cobre o corpo. Entre eles, uma jovem portuguesa com um jovem romeno.

Ao nível das zonas genitais é possível perceber a mistura de tintas entre cada casal, daí que as imagens sejam acompanhadas pela mensagem "Blend Together. Safe Together", que pode ser traduzida como "misturem-se, mas com segurança", reforçando, assim, a importância do uso de preservativo na protecção contra o VIH.

A mensagem está passada...







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Artista japonesa residente em Paris, Kimiko Yoshida tem vindo a executar um trabalho onde o seu auto-retrato é sempre o centro da sua obra de arte. Por mais de uma década, Kimiko Yoshida cria fotos de si mesma, onde usa trajes elaborados que fazem referência a uma ampla gama de temas, desde a alta costura e culturas indígenas aos cânones da pintura ocidental.

Ao fazer constantemente o que, por princípio, parece tratarem-se de auto-retratos, Yoshida diz: "Eu estou basicamente a dizer que não existe tal coisa como um auto-retrato. Cada uma destas fotografias é, na realidade, uma cerimónia de desaparecimento. Não é o ênfase da identidade, mas o oposto, um apagamento da identidade".

Subtil, imaginário e paradoxal, o seu trabalho intitulado "Bachelor Brides", por exemplo, forma um conjunto de auto-retratos quase monocromáticos, fragmentos de uma web íntima, elaborando uma história singular: a condição feminina no Japão. As suas imagens de grande formato, quadradas e luminosas, sublinham a sua biografia fantasiosa e épica. Ainda muito jovem, Kimiko Yoshida ficou impressionada com a história da sua mãe, que conheceu o seu marido, pela primeira vez, no dia do casamento. A própria história de Kimiko é convincente. Nascida no Japão, ela foi para a França em 1995, onde veio a adotar uma nova linguagem, uma nova maneira de viver, de criar. Kimiko estudou fotografia na École Nationale, em Arles, tendo ido depois para Le Fresnoy Studio, em Tourcoing.

O seu sucesso é tal que já teve direito a vestimentas e acessórios criados por Paco Rabanne. Usando cores monocromáticas na maioria das imagens, Kimiko descreve a sua obra como um "desaparecimento" da artista, sobrando apenas a arte. Kimiko Yoshida tem-se vindo a concentrar nesta sua série de "auto-retratos intangíveis", que podem ser lidos como uma busca para a hibridação de culturas, para a transformação do ser e talvez, até mesmo, como uma supressão de identidades. A metamorfose de sua própria identidade numa multiplicidade de identificações expressa o desvanecimento da singularidade, a "desconstrução" do eu.

Um trabalho fascinante, a ser seguido. Vejam aqui alguma da sua arte...





























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Importaria se Ariel de "A Pequena Sereia" fosse hindu? Hispânica? Ou do Médio Oriente? Claro que não!

Um artista norte-americano criou uma ideia interessante ao imaginar como ficariam as princesas mais famosas dos clássicos da Disney se fossem de diferentes etnias. Racebent Disney, assim se chama o projecto do artista TT Bret, que altera as cores de pele e culturas de algumas das nossas personagens favoritas de desenhos animados.

Para Bret, o projeto foi feito principalmente para se divertir. "Eu não estava focado na precisão histórica ou no conteúdo, e não tinha nenhuma agenda política em mente", disse Bret ao “The Huffington Post”. "Apenas gosto de trabalhar com desenho de personagens e adoraria ver um pouco mais de diversidade na Disney e nos meios de comunicação em geral. Foi simplesmente uma exploração de raça e cultura do ponto de vista artístico".

Esta série de “retratos” do artista de 23 anos foi divulgada no Tumblr “Let There Be Doodles”. TT exibe um olho incrível para o detalhe nestas reinterpretações instigantes, efetivamente usando tudo, desde o tom de pele à forma do nariz para transformar os rostos sobejamente conhecidos da Disney. Branca-de-Neve torna-se uma mulher latina com um vestido de festa. Ariel de cabelo ruivo é redesenhada como uma mulher hindu, com um bindi e tatuagens henna. Inclusive, o animal de estimação de Jasmine, Rajah, recebe um "makeover", tornando-se o tigre num leão, acompanhando a metamorfose da princesa numa mulher de tribo africana.

Com apenas quatro das princesas originais que não são brancas (Mulan, Jasmine, Pocahontas e Tiana, a primeira princesa negra do estúdio, que apenas chegou em 2009), o artista veio, com este seu trabalho, demonstrar que há beleza em todas as raças e culturas… Vejam o resultado!


Branca-de-Neve


Cinderela


Ariel de "A Pequena Sereia"


Aurora de "A Bela Adormecida"


Belle de "A Bela e o Monstro"


Jasmine de "Alladin"


Pocahontas


Megara de "Hércules"


Tiana de "A Princesa e o Sapo"

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"The Conjuring 2: A Evocação" é o segundo filme do género realizado por James Wan. Patrick Wilson e Vera Farmiga repetem os seus papéis de Ed e Lorraine Warren, os investigadores do paranormal. Após o famoso caso Amityville, os Warren, famoso casal de demonologistas, viajam para o Reino Unido no sentido de ajudar a família Hodgson, que está a enfrentar uma actividade poltergeist na sua casa, em Enfield Council, em 1977. Os eventos, aterrorizantes, englobam mobílias a mover-se sozinhas, possessão, vozes demoníacas, levitação e sons do além.

Quando chegou aos cinemas em 2013, "The Conjuring" poderia parecer apenas mais um filme de terror. Mas não! As excelentes actuações, uma realização competente e a tensão necessária acabaram por fazer do filme algo diferente entre as produções do género mais recentes. O resultado foi um sucesso comercial que não só garantiu a sua continuação, como também um spin-off: “Annabelle” (2014).

E agora eis a sequela. Normalmente, os segundos episódios deixam sempre algo a desejar, mas com "The Conjuring 2", mesmo que não esteja ao nível do original, é muito competente naquilo a que se propõe: causar medo e assustar. Grande parte dos filmes de terror “irritam” por colocar constantemente personagens a tomarem atitudes ridículas, como, por exemplo, comprar uma boneca assustadora para uma filha recém-nascida. Mas o par de filmes "The Conjuring" surpreende e destaca-se por contar histórias de suspense e terror que não dependem da vontade dos seus protagonistas. Vão muito mais longe… E, por isso, causam muito mais medo.

Voltando ao enredo, o casal Lorraine e Ed Warren, abalado pelo marcante caso de Amityville no final dos anos 70, está disposto a não aceitar mais casos sobrenaturais. Contudo, são contactados pela Igreja para averiguarem uma estranha ocorrência em Inglaterra, envolvendo uma menina de 11 anos e a sua família. Reticentes, eles acabam por aceitar a missão e partem para a Europa… Até aqui, a história enveredava em duas frentes, mostrando situações que envolviam o casal nos E.U.A. e a família em Inglaterra, até que as duas partes se juntam.

O realizador James Wan, o mesmo de "Insidious" e "Saw", remexeu nos arquivos do verdadeiro casal Warren para nos contar uma história de terror cuja acção decorre sete anos após os eventos de "The Conjuring”. Wan demonstra, mais uma vez, a sua competência na construção de tensão e na condução da sua câmara. Sempre em movimento, a câmara passa ao espectador a sensação de que algo está prestes a acontecer. E, muitas das vezes, está mesmo! As sequências de suspense são longas, tensas e surpreendem, seja pelo instante do susto, seja pela própria concepção. Wan acaba por criar um ambiente no qual sonho e realidade se confundem para que, no final de cada sequência, consiga alcançar o máximo de um realismo de terror.

É um filme de terror de autor, sem dúvida. E se bem que a dupla principal vai bem, é de destacar o elenco infantil. São quatro juvenis em cena que resultam muito bem, especialmente Janet (Madison Wolfe), a vítima das possessões. Sem descurar a mãe Peggy (Frances O’Connor), que consegue transmitir muita angustia. Acabamos por nos envolver com as personagens e a nos preocupar com o que lhes vai acontecer… "The Conjuring 2" é recorrente nos ambientes sombrios, nas sombras e vultos, e conta com espíritos malignos realmente assustadores, como a “Freira demoníaca” dos trailers ou o “Homem Torto”. E mais não digo.

Portanto, esta continuação pode não ter o frescor da novidade do primeiro, mas isso não tira o brilho deste "The Conjuring2", que atinge a mesma qualidade do seu predecessor e vai mais além. E se nos ficarmos pela questão que muitos se fazem de se mete medo, posso garantir-vos que sim. E muito!

“The Conjuring 2: A Evocação” bateu o recorde de melhor estreia de sempre de um filme de terror em Portugal. E Wan já fala em “The Conjuring 3”… Vamos ver. Se gostam do género, não percam!

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Santo António, São João e São Pedro são os três santos populares mais festejados por nós, de Norte a Sul, e o mês de Junho consagra festas e arraiais a estes santos, desde os dias treze ao vinte e nove. As principais são as Festas de Lisboa, celebradas de 12 para 13 de junho, dia de Santo António, o Santo Casamenteiro, e as do Porto, na noite de 23 para 24 de Junho, quando se celebra o S. João.

Por ser lisboeta, falarei mais das festas alfacinhas, de grande animação, em que todos vêm para a rua comer, beber e divertir-se pelas ruas dos bairros mais populares, engalanadas a preceito com arcos, balões coloridos e cheiros de manjerico. E não há melhor altura para se estar com amigos, acompanhados de umas belas sardinhas e deliciosas sangrias. Ainda me lembro da tradição de saltar a fogueira… pratica, infelizmente, já em desuso. A par do tempo mais quente, na capital festeja-se o Santo Casamenteiro desde o século XVI que, como já é hábito, culmina com o desfile das marchas populares na Avenida da Liberdade, onde os bairros mais típicos competem entre si. Esta artéria da capital enche-se de centenas de figurantes, música, cores e muito público. Mas a animação não é menor nas ruas desses bairros representados, seja em Alfama, na Graça, Bica, Mouraria ou Madragoa. Nos largos e vielas de traço medieval, come-se caldo verde e sardinha assada, canta-se, baila-se e brinda-se pela noite dentro. Como já vem sendo tradição, o Hotel Tryp Lisboa Oriente não fugiu à regra e realizou mais um grande arraial, que contou com muita animação e com os sabores típicos destas festas populares – farturas, pão com chouriço, sardinhas ou porco no espeto, brindados com bebidas refrescantes.

Lisboetas, saiam para a rua e aproveitem tudo o de bom que esta época tem para oferecer. E vão mais longe, pois é também tradição oferecer, ao vosso par romântico, um aromático vaso de manjerico, com bonitas quadras a falar de amor, ou não estivessem estas festas ligadas ao solstício de Verão e a antigos rituais de fertilidade…

No Porto, a festa é semelhante em cor e alegria, ao longo dos bairros mais tradicionais, como Miragaia, Fontainhas, Ribeira, Massarelos e outros. Mas a Invicta tem outros usos e costumes: se antigamente os foliões batiam com alho-porro na cabeça dos amigos, hoje usam martelos de plástico com o mesmo fim. Além disso, para além do fogo-de-artifício lançado à meia-noite em pleno rio Douro, no Porto também se lançam coloridos balões de ar quente, constituindo uma das mais belas celebrações dos festejos populares.

A 29 de Junho comemora-se ainda o São Pedro, também com festas populares em várias localidades do país, como Sintra ou Évora, ambas Património Mundial. Évora tem ainda a particularidade de celebrar não apenas um, mas dois santos populares, pois realiza, desde o séc. XVI, a Feira de S. João, uma das maiores da região sul do país, comemorando, também, o dia de S. Pedro como feriado municipal.

E termino a dizer…

Santo António a treze de Junho
Com marchas de encantar,
A vinte e quatro, o S. João
A vinte e nove, S. Pedro a terminar.


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Vários actores britânicos, incluindo Emma Thompson e o seu marido, o actor Greg Wise, posaram nus com peixes para as imagens da nova campanha da “Fishlove”, uma Organização Não Governamental (ONG) contra a pesca descontrolada.

Juntaram-se a estes dois actores, o comediante Adrian Edmondson, o bailarino Gary Avis, os também actores Alex Jennings, Mark Rylance, Tom Bateman, Joseph Millson e Dougray Scott e as actrizes Jodhi May, Miriam Margolyes, Felicity Dean e Chipo Chung. Todos foram fotografados nus, tendo como únicos “acessórios” os peixes, por Jillian Edelstein.

As campanhas da “Fishlove” começaram em 2011 e entre os nomes que já deram o seu corpo ao manifesto contam-se Jerry Hall, Lizzie Jagger, Terry Gilliam, Helena Bonham-Carter, Gillian Anderson, Judy Dench, Ben Kingsley, Richard Branson, entre outros.

Tal é-me oportuno partilhar, pois no passado 5 de Junho foi Dia Mundial do Ambiente. A campanha “Fishlove” luta contra a destruição do ecossistema marinho, querendo chamar a atenção da população mundial para as práticas de pescas sustentáveis. E uma espécie visada é portuguesa...

Os actores britânicos Ema Thompson e Greg Wise despiram-se e acabaram por posar com dois exemplares de peixe-espada preto português. Em declarações reportadas pelo projecto “Fishlove”, Ema e e Greg defendem que, em particular, a pesca em águas profundas não é sustentável ou necessária e deve parar. “Sentes-te um bocadinho culpado por segurar um peixe morto gigante enquanto estás vivo, mas ao fazer este retrato para o Fishlove com um peixe-espada preto queremos deixar claro esta mensagem: se não acabarmos com o excesso de pesca e poluição do oceano, todas estas belas criaturas estão ameaçadas”, dizem. Fica o recado!

Mais informações em https://fishlove.co.uk
















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